Tag: Lakers

  • Lakers efetivam Nick Smith Jr com contrato de 2 anos

    Lakers efetivam Nick Smith Jr com contrato de 2 anos

    Olha só que movimento interessante dos Lakers! O time de Los Angeles decidiu apostar de vez no jovem Nick Smith Jr., oferecendo um contrato padrão de duas temporadas para o armador.

    O garoto de 20 anos vai ocupar a 15ª vaga do elenco principal que ficou livre depois que o time dispensou Kobe Bufkin — e sinceramente, acho que foi uma troca inteligente. Smith Jr. mostrou potencial suficiente nos jogos que teve chance.

    Os números não mentem

    Em 29 jogos pelos Lakers nesta temporada, o armador de 1,88m conseguiu médias modestas mas promissoras: 6.0 pontos em apenas 12.3 minutos por partida. O mais impressionante? Converteu 40% das tentativas de três pontos, com 2.8 arremessos por jogo.

    Quarenta por cento de aproveitamento de três é coisa séria, pessoal. Para um novato ainda se adaptando ao ritmo da NBA, esse número mostra que o moleque tem fundamento. E com Darvin Ham sempre reclamando da falta de arremessadores confiáveis, Smith Jr. pode ser uma peça importante.

    Timing perfeito para os playoffs

    O melhor de tudo? Com o contrato padrão, Nick Smith Jr. estará elegível para os playoffs. Imaginem a pressão boa que deve estar sentindo agora — de um contrato two-way para poder disputar os jogos mais importantes da temporada.

    Na minha opinião, os Lakers estão fazendo a coisa certa aqui. O garoto tem talento, mostrou que consegue contribuir mesmo com minutos limitados, e agora terá a chance de crescer em um ambiente competitivo. Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco principal da próxima temporada?

    Uma coisa é certa: com LeBron e AD sempre precisando de ajuda ofensiva, ter mais um cara que consegue acertar de longe nunca é demais. Smith Jr. pode não ser a solução para todos os problemas, mas definitivamente é um passo na direção certa.

  • Lakers renovam com Smith Jr. pensando nos playoffs

    Lakers renovam com Smith Jr. pensando nos playoffs

    Os Lakers acabaram de dar uma mexida no elenco que pode fazer diferença nos playoffs. O time de Los Angeles renovou com Nick Smith Jr. por mais dois anos — e olha, considerando que Luka Doncic e Austin Reaves estão machucados, essa foi uma jogada esperta pra caramba.

    Smith Jr. não é nenhum superstar, mas o cara tem cumprido seu papel. Em 29 jogos nesta temporada, ele manteve uma média de 6 pontos e 1 assistência, jogando apenas 12 minutos por partida. O mais impressionante? 40% de aproveitamento do perímetro. Isso não é brincadeira não.

    Timing perfeito para os playoffs

    A renovação vem em um momento crucial. Com os Lakers brigando pela 4ª posição no Oeste (e ainda com chance de pegar a 3ª se vencerem o Jazz e o Denver tropeçar contra o Spurs), ter opções no banco pode ser fundamental.

    Sinceramente, eu acho que os Lakers aprenderam com os erros do passado. Quantas vezes a gente não viu eles chegarem nos playoffs sem profundidade no elenco? Smith Jr. pode não ser o sexto homem dos sonhos, mas é aquele tipo de jogador que aparece quando você menos espera.

    Aposta no potencial

    O garoto tem apenas 22 anos e já mostrou que sabe fazer a bola entrar de longe. Com 40% nos arremessos de três, ele oferece exatamente o que qualquer time precisa: spacing e confiança para apertar o gatilho.

    E aí, vocês acham que essa renovação faz sentido? Na minha opinião, por dois anos e sendo um contrato two-way, os Lakers não têm nada a perder. Se der certo, ótimo. Se não der, pelo menos tentaram.

    Uma coisa é certa: com LeBron ainda no comando e AD dominando o garrafão, qualquer peça que agregue pode ser a diferença entre mais uma eliminação precoce ou uma campanha memorável. Smith Jr. tem essa oportunidade nas mãos.

  • Perkins detona Lakers: ‘Pássaros mortos’ rumo à eliminação

    Perkins detona Lakers: ‘Pássaros mortos’ rumo à eliminação

    Kendrick Perkins não teve papas na língua. O ex-pivô que virou comentarista da ESPN simplesmente destroçou os Lakers na TV nacional, usando uma analogia bem pesada: “Os Lakers são pássaros mortos na grama alta. Esta temporada acabou”.

    Cara, eu já vi o Perkins falar muita coisa polêmica, mas essa foi de lascar. Ele tá prevendo que o time do LeBron vai cair logo na primeira rodada dos playoffs — e olha que não tô discordando muito não.

    A realidade crua dos Lakers

    O ponto do Perkins é simples: como você vai pedir pra um LeBron de 41 anos carregar esse time nas costas numa Conferência Oeste que tá um inferno? Ainda mais sem o Luka Doncic (que tá machucado) e o Austin Reaves.

    “Não tem como diabos você vai pedir pro LeBron de 41 anos liderar nessa Oeste difícil sem o Luka e o Reaves, e ganhar uma série? Não vai rolar”, disparou o Perkins no First Take. E sinceramente? Faz sentido.

    A situação do Doncic (sim, o croata que joga pelos Lakers agora) tá complicada mesmo. Lesão no posterior da coxa é coisa séria, e o Perkins tá certo quando fala que essas lesões musculares são delicadas pra caramba.

    JJ Redick perdendo o controle?

    Mas o que mais me chamou atenção foi o Perkins falando que o time tá completamente disfuncional. Segundo ele, o técnico JJ Redick tá vivendo pegando no pé dos reservas, e a coisa tá feia internamente.

    “O JJ Redick tá chamando a atenção dos reservas toda hora. Vimos ele brigando com o DeAndre Ayton, com o Jared Vanderbilt. Os caras não tão na mesma sintonia”, contou Perkins.

    Olha, eu acompanho os Lakers de perto e essa tensão interna é real mesmo. Quando o técnico precisa ficar expondo jogador publicamente, é sinal de que a casa tá pegando fogo.

    A vitória que não convenceu ninguém

    Os Lakers até golearam o Warriors por 119 a 103 recentemente, mas o Perkins nem ligou. “Ganharam do Golden State. E daí? Todo mundo sabe que o Warriors não vai pra lugar nenhum mesmo”.

    É cruel, mas é verdade. Uma vitória contra um Warriors que também tá patinando não prova nada. O LeBron até elogiou a parceria com Luke Kennard depois da vitória de 101 a 73 contra o Suns, falando que são dois “jogadores cerebrais”, mas convenhamos — será que isso basta?

    Na minha opinião? O Perkins tá sendo realista. Com 52-29 na temporada regular, os Lakers até têm um recorde decent, mas nos playoffs é outro campeonato. E vocês acham que o LeBron sozinho consegue carregar esse time numa série melhor de 7 contra os monstros do Oeste?

    Eu torço pro Rei provar que todo mundo tá errado, mas as evidências não estão ajudando muito…

  • Lakers fecham temporada contra Jazz que quer perder – 3ª colocação em jogo

    Lakers fecham temporada contra Jazz que quer perder – 3ª colocação em jogo

    Cara, chegamos no final da temporada regular e os Lakers têm tudo pra fechar com chave de ouro. Domingo à noite eles enfrentam o Utah Jazz no Crypto.com Arena, e olha… o Jazz literalmente NÃO QUER ganhar esse jogo.

    Com 52 vitórias e 29 derrotas, LA tá numa situação interessante. Eles podem até pegar a 3ª colocação se as coisas se alinharem direito. Mas pra isso rolar, precisam fazer a parte deles (que deveria ser moleza) e torcer pro Denver perder pros Spurs.

    Jazz fazendo tanking descarado

    O Utah tá com 22-59, empatado como 4º pior da liga. E eles nem disfarçam mais – praticamente todo mundo importante tá “machucado”. Isaiah Collier, Kyle Filipowski, Keyonte George, Lauri Markkanen, Walker Kessler… a lista é gigante.

    Sinceramente? É até constrangedor ver um time fazer tanking tão na cara dura assim. Mas é a realidade da NBA moderna.

    Do lado do Denver, a situação é parecida. O Jokić vai jogar só uns 20 minutinhos pra se qualificar pros prêmios de fim de ano, e o resto do elenco deve ficar no banco. Já o San Antonio pode ir com força total – Wemby, Vassell e Stephon Castle estão apenas como “questionáveis”.

    Lakers precisam do momentum

    Depois daquela sequência horrorosa de algumas semanas atrás (lembram da confusão toda?), os Lakers conseguiram se reerguer. Duas vitórias seguidas contra Warriors e Suns mostraram que o time ainda tem o que é preciso.

    Na minha visão, o mais importante não é nem a colocação final. É entrar nos playoffs com confiança. E nada melhor que uma vitória tranquila pra isso, né?

    LeBron e Jaxson Hayes aparecem como “questionáveis” por conta de “gerenciamento de lesão no pé esquerdo” – que coincidência, os dois com o mesmo problema, rsrs. Austin Reaves e Luka Dončić (não confundam com o esloveno) estão fora.

    O cenário ideal? Lakers abrem vantagem grande no primeiro tempo, descansam os titulares e entram nos playoffs sem mais nenhuma lesão boba. Vocês acham que vai ser tão simples assim ou o Utah pode aprontar alguma?

    Uma coisa é certa: depois de tanta turbulência nesta reta final, fechar a temporada com uma vitória fácil seria perfeito pro psicológico do time.

  • Lakers garantem mando na primeira rodada, mas posição ainda em jogo

    Lakers garantem mando na primeira rodada, mas posição ainda em jogo

    Cara, os Lakers já garantiram o que todo mundo mais queria: o mando de quadra na primeira rodada dos playoffs. Mas olha só que situação interessante — eles ainda podem subir ou descer uma posição na classificação final do Oeste.

    Com a vitória de 101 a 73 contra os Suns na sexta-feira, mais os outros resultados da rodada, os Lakers se garantiram no top-4 da Conferência Oeste. Isso significa playoffs em casa, pelo menos na primeira fase. E convenhamos, jogar em Los Angeles é uma vantagem e tanto.

    A briga pela terceira posição

    Agora vem a parte interessante. Os Nuggets (53-28) estão na pole position para a terceira colocação, mas os Lakers (52-29) ainda podem dar o bote no último dia de temporada regular.

    Pra isso acontecer, é simples: Denver precisa perder para os Spurs no domingo E os Lakers precisam bater o Jazz. Se rolar isso, LA fica com a terceira posição — seria o segundo ano seguido terminando nessa colocação.

    E aí vocês sabem o que isso significa? Lakers x Timberwolves de novo na primeira rodada. Revanche da temporada passada, quando Minnesota eliminou LA em cinco jogos. Sinceramente, acho que seria bom pra galera do Lakers ter essa chance de vingança.

    O cenário mais provável

    Mas vamos ser realistas aqui. Se Denver ganhar dos Spurs (ou se os Lakers tropeçarem contra o Jazz), aí sim LA fica na quarta posição mesmo. Nesse caso, o adversário seria o Houston Rockets na série 4×5.

    Olha, na minha visão, tanto faz se vai ser Timberwolves ou Rockets. Os dois são times duros de roer. Minnesota já mostrou que sabe como incomodar os Lakers, e Houston tem uma defesa que pode dar muito trabalho para qualquer um.

    O mais importante mesmo é que os Lakers conseguiram se garantir no top-4. Depois daquela temporada desastrosa de 2022-23, ver o time consolidado entre os melhores do Oeste já é uma grande conquista. E jogar em casa faz toda a diferença nos playoffs — a torcida de LA sabe como apertar o adversário.

    Agora é torcer para que o elenco esteja 100% fisicamente e mentalmente preparado. Porque uma coisa eu tenho certeza: não importa quem venha pela frente, vai ser guerra desde o primeiro jogo.

  • Kennard virou armador dos Lakers e tá surpreendendo todo mundo

    Kennard virou armador dos Lakers e tá surpreendendo todo mundo

    Cara, quem diria que o Luke Kennard — aquele cara que todo mundo só conhece como “arremessador” — ia acabar sendo o armador de emergência dos Lakers? Pois é, a vida dá dessas voltas mesmo.

    O LeBron conhece o Kennard desde os tempos de AAU no Ohio, quando o moleque já metia umas de três absurdas. Mas o King sempre soube que ele tinha muito mais no tanque. “Ele é simplesmente um jogador de basquete”, disse LeBron. “As pessoas ficaram nessa narrativa de que ele é só um arremessador. Mas ele faz muito mais coisa. Sabe tocar a bola, pega rebote, cria jogadas… E é exatamente isso que a gente precisa agora.”

    De arremessador a playmaker

    Nos últimos quatro jogos, Kennard distribuiu 31 assistências. Trinta e uma! O cara que sempre foi rotulado como especialista de três pontos tá comandando o ataque dos Lakers com Doncic e Austin Reaves machucados. Na vitória de 101-73 contra os Suns na sexta-feira, ele fez 19 pontos e 3 assistências, garantindo a vantagem de mando de quadra pros playoffs.

    Olha, eu sempre achei o Kennard subestimado, mas isso aí é outro nível. O cara tem média de 2.3 assistências na carreira — nada de especial. Mas quando o time precisou, ele assumiu as responsabilidades sem pestanejar.

    “Apenas sendo organizado, controlando o ritmo”, explicou Kennard sobre como tem comandado o ataque. “Os caras não ficam pensando demais, só jogam dentro do fluxo natural.” E funcionou: nos últimos quatro jogos, 77,3% das cestas dos Lakers saíram de assistências.

    O veterano que ninguém esperava

    JJ Redick — que, por coincidência, também era conhecido só como arremessador em Duke — elogiou a profissionalidade do Kennard. “Ele faz o que o time pede dele. Não importa qual papel você der a ele, ele abraça.”

    E a parada mais louca? Kennard ERA armador no ensino médio! Inclusive passou o próprio LeBron na lista de maiores pontuadores da história de Ohio. Depois foi pra Duke e virou o especialista de três que conhecemos hoje.

    Quando Doncic e Reaves se machucaram contra o Thunder no dia 2 de abril, Redick chamou o Kennard pra conversar sobre assumir mais responsabilidades na criação. Eles tiveram apenas UM treino em Dallas pra ajustar tudo. O resto foi aprendendo na raça mesmo.

    E o resultado? Triple-double na primeira como armador: 15 pontos, 11 assistências e 16 rebotes na derrota pros Mavericks. Absurdo, né?

    Claro que o cara é perfeccionista e ficou reclamando que não tava arremessando bem (só 23,1% de três nos primeiros jogos de abril). Mas convenhamos — ele ainda lidera a liga com 47,8% de aproveitamento do perímetro. Mesmo jogando com uma tala no dedo esquerdo por causa de uma lesão, fez seu primeiro três contra os Suns na sexta.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível nos playoffs? Porque se conseguir, os Lakers podem surpreender muita gente…

  • Suns fazem a pior partida em 10 anos, mas temporada ainda é vitória

    Suns fazem a pior partida em 10 anos, mas temporada ainda é vitória

    Cara, que noite bizarra foi essa dos Suns contra os Lakers. 73 pontos. SETENTA E TRÊS. A última vez que vi algo assim foi em 2016, quando eles fizeram 69 contra o Jazz. Dez anos, pessoal. Uma década inteira desde que presenciei um vexame desses.

    Koby Brea metendo bomba atrás de bomba sem acertar nada, Rasheer Fleming praticamente entregando a bola pro adversário de presente. No quarto período fizeram míseros 9 pontos. Nove! Parecia pelada de domingo quando todo mundo já tá cansado e ninguém mais consegue acertar a cesta.

    A juventude cobra seu preço

    Olha, eu mesmo já pedi várias vezes pra dar mais minutos pros garotos. Mas ontem a molecada mostrou que experiência faz diferença, viu? Fleming e Brea pareciam dois pivetes perdidos na quadra. É assim mesmo — todo mundo já passou por isso, até o LeBron quando era novato apanhava.

    Sinceramente, assistir aquilo me deu uma nostalgia estranha. Lembrei dos tempos sombrios de 2016, quando o Suns vivia no fundo do poço e a gente torcia mais pra não passar vergonha do que pra ganhar jogo. Brandon Knight liderando o time com 17 pontos naquela derrota pro Jazz… nossa, como essa franquia sofreu.

    Mas calma, não é motivo pra desespero

    Por mais frustrante que tenha sido assistir essa surra, preciso ser justo: essa temporada foi muito melhor do que eu imaginava. Apostei que fariam 35 vitórias no máximo. Se terminarem com 44, já é lucro absurdo.

    O time encontrou uma identidade — mesmo que ela tenha sumido ontem à noite. Jordan Ott ainda erra nas rotações e a defesa do garrafão virou peneira ultimamente, mas compare com as temporadas anteriores. Pelo menos agora existe um projeto, uma direção.

    E vocês acham que os Suns aguentam a pressão do Play-In? Porque eu tô com um medinho de pegar Blazers ou Clippers nessa reta final. Esses times tão pegando embalo enquanto Phoenix parece que perdeu o gás.

    O fim de mais uma temporada regular

    Sabe o que mais me incomodou ontem? Não foi nem o placar. Foi perceber que a temporada regular tá chegando ao fim. Eu curto demais esse ritmo do dia a dia — acompanhar lesões, analisar matchups, ver os garotos evoluindo (ou apanhando, como foi o caso).

    Agora vem o descanso, que todo mundo precisa. Já escolhi até o videogame pra me distrair durante o verão do Arizona. Mas também sei o que vem pela frente: aquelas conversas infinitas de offseason, especulações sobre trades, debates que não levam a lugar nenhum.

    Ano passado foi sobre construir a base. Agora é sobre o que fazer com ela. E essa parte é sempre mais complicada, né não?

  • Lakers brigando pela 3ª colocação no último dia da temporada regular

    Lakers brigando pela 3ª colocação no último dia da temporada regular

    Olha só que situação interessante: depois de uma temporada inteira de altos e baixos, os Lakers chegaram no último dia da temporada regular ainda com chance de subir uma posição na classificação do Oeste. E sinceramente? Eu não esperava que chegássemos até aqui com essa possibilidade.

    A situação é a seguinte: praticamente tudo já está decidido na Conferência Oeste, menos a disputa entre Lakers e Nuggets pela 3ª colocação. Denver está com 53-28, uma vitória à frente dos Lakers que têm 52-29. Na prática, significa que ainda dá pra sonhar com uma posição melhor no playoff.

    As contas são simples (mas tensas)

    Se os dois times ganharem seus últimos jogos, fica tudo como está: Nuggets em 3º, Lakers em 4º. O problema (ou oportunidade, dependendo de como você vê) é que os adversários não vão facilitar a vida de ninguém.

    Os Lakers jogam contra o Jazz — time que tá claramente fazendo tanking pra melhorar no draft. Deveria ser moleza, né? Mas vocês conhecem os Lakers… nunca é simples assim. Já os Nuggets pegam o Spurs, que provavelmente vai poupar os titulares já que não tem mais nada em jogo pra eles.

    Agora vem a parte interessante: se os Lakers ganharem E os Nuggets perderem, boom! LA salta pra 3ª posição. Seria hilário ver Denver escorregando assim no finalzinho, não vou mentir.

    O que isso muda nos playoffs?

    Dependendo de onde terminarem, os confrontos ficam completamente diferentes. Se ficarem em 4º, os Lakers enfrentam o Houston Rockets — time que teve uma temporada bem turbulenta, mesmo com Kevin Durant chegando. Eles vinham numa sequência de oito vitórias até levarem uma surra do Minnesota na sexta.

    Já se subirem pra 3º lugar, aí é que a coisa complica: vão pegar justamente o Minnesota Wolves. E olha, depois do que eles fizeram com a gente no ano passado… Anthony Edwards ainda me dá pesadelos. Claro que eles também chegam meio cambaleando no final da temporada, mas sabemos que nos playoffs é outro campeonato.

    Uma coisa que me chama atenção é a possibilidade dos próprios Lakers descansarem os titulares no último jogo. Faz sentido? Talvez. Evitar lesões e já se preparar mentalmente pra encarar Houston pode ser a jogada mais inteligente. Mas conhecendo o LeBron e o AD, duvido que eles deixem passar uma chance de subir na tabela.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que vale a pena arriscar ou é melhor garantir logo a 4ª posição? Na minha opinião, qualquer colocação que conseguirmos vai exigir muito suor pra chegar longe nesses playoffs.

  • LeBron machuca a mão direita, mas diz que ‘vai dar tudo certo’

    LeBron machuca a mão direita, mas diz que ‘vai dar tudo certo’

    Olha, se tem uma coisa que eu não gosto de ver é o LeBron machucado. E ontem, na vitória contra o Golden State Warriors, o Rei voltou a sentir aquela lesão na mão direita que vem incomodando há um tempo.

    A situação aconteceu quando ele foi fazer uma daquelas enterradas defensivas clássicas dele — sabe aquelas que a gente ama? Foi no meio do terceiro quarto, correndo atrás da jogada pra fazer o bloqueio. Só que na hora que ele esticou o braço, bateu a mão e pronto… deu ruim de novo.

    O que rolou exatamente?

    Pelo que o próprio LeBron falou depois do jogo, essa lesão na mão já vem incomodando faz tempo. Ele disse que sente dor quando bate a mão de certas formas — imagino como deve ser complicado jogar assim, né?

    O mais louco é que o Luke Kennard também machucou a mão na mesma jogada, tentando roubar a bola. Cara, que azar! Os dois voltaram pro jogo, mas saíram no final do último quarto quando os Lakers já estavam com uma boa vantagem.

    Sinceramente, eu acho que foi uma decisão inteligente. Pra que forçar quando o jogo já estava ganho?

    LeBron sendo LeBron nas declarações

    A coletiva pós-jogo foi bem LeBron James. Ele disse: “Vai ficar tudo bem. Quer dizer, não está bem, mas eu estou bem.”

    Monstro demais essa resposta! É aquela coisa clássica do cara — minimiza a lesão mas deixa claro que tá sentindo sim. Aos 40 anos (quase), o homem conhece o próprio corpo melhor que ninguém.

    O que me preocupa é que os Lakers já estão com vários jogadores machucados nessa reta final de temporada. E vocês sabem como é: LeBron sempre força pra jogar, mas será que não seria melhor dar uma descansada?

    Enfim, torcer pra que seja só um susto e que ele volte 100% pros playoffs. Porque NBA sem LeBron nos playoffs é meio sem graça, não acham?

  • Lakers dispensam Kobe Bufkin — acabou o sonho em LA

    Lakers dispensam Kobe Bufkin — acabou o sonho em LA

    Olha, eu não esperava que fosse acabar assim tão rápido. Os Lakers acabaram de dispensar o Kobe Bufkin, cortando o garoto do elenco bem na reta final da temporada. E cara, isso dói um pouco — não só pelo nome (imagina só, um Kobe nos Lakers sendo dispensado), mas pela forma como tudo aconteceu.

    O moleque tinha tudo pra dar certo: foi a 15ª escolha do Draft de 2023, saiu direto de Michigan com aquela expectativa toda. Mas a realidade da NBA é cruel mesmo. Em 16 jogos com a camisa roxa e dourada, conseguiu apenas 2.9 pontos por partida em 7.5 minutos — números que, sinceramente, não convencem ninguém em Los Angeles.

    A matemática dos playoffs

    A questão aqui não é só sobre o Bufkin, né? Os Lakers estão abrindo vaga no elenco justamente pensando nos playoffs. Eles querem avaliar outras opções, talvez trazer alguém mais experiente pra essa reta final. É a velha história: quando você tá brigando por título, não tem espaço pra projeto.

    E eu entendo a posição da franquia. Com LeBron ainda jogando em alto nível e Anthony Davis dominando o garrafão, cada vaga no roster vale ouro. Não dá pra carregar jogador que não contribui imediatamente.

    O que vem por aí?

    Agora o Bufkin vai ter que se reinventar. Com apenas 21 anos, ainda tem muito basquete pela frente — mas essa dispensação dos Lakers com certeza vai marcar. A boa notícia é que ele ainda pode ser claimed por outro time ou até mesmo voltar pra G-League pra lapidar o jogo.

    Vocês acham que ele consegue uma segunda chance na liga? Ou foi mais um daqueles casos de expectativa alta demais pro que o cara realmente entrega? Na minha visão, ainda é cedo pra cravar que não vai dar certo — mas nos Lakers, definitivamente, não rolou a química.

    A NBA é isso aí: brutal, rápida e sem muito espaço pra sentimentalismo. Mesmo carregando o nome Kobe.