Tag: Lakers

  • Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Cara, os Lakers simplesmente dominaram os Pacers ontem à noite. 137 a 130 em Indiana, fechando uma road trip de seis jogos com aproveitamento monstro de 5-1. A única escorregada foi contra os Pistons na segunda — mas sinceramente, depois do que vi ontem, aquilo foi só um tropeço mesmo.

    Luka show desde o primeiro quarto

    O Luka Dončić tava absolutamente inspirado, galera. Começou cedo metendo duas bolas de três e quando você viu, já tinha 21 pontos só no primeiro quarto. Vinte e um! E olha que ele ainda tinha o LeBron do lado distribuindo assist que nem confete — cinco assistências só na primeira metade.

    O que mais me impressionou foi a disciplina do time. Os caras não perderam UMA bola até o meio do segundo quarto. Uma. Isso é coisa de time que tá jogando sério, que quer resultado. E quando você vê os números — 56,2% de aproveitamento nos arremessos, 39,1% de três pontos, 29 assistências — você entende por que foi tão dominante assim.

    Bronny James fazendo a festa da torcida

    E vocês viram aquela enterrada do Bronny? O moleque voou na cesta que deixou o pessoal de Indiana de queixo caído. Imaginem a sensação: você tá perdendo feio em casa e ainda tem que aplaudir uma jogada dessas. (Deve ser mais ou menos como a gente se sentia quando o Kobe vinha jogar no Brasil e metia umas dessas, né?)

    O Jake LaRavia também merece destaque — começou o jogo roubando bola pra todo lado e ainda meteu uma enterrada logo de cara. Esses jovens tão com fome, e isso que faz a diferença.

    Austin Reaves tava numa defensiva absurda também. Seis roubos de bola entre ele e o LaRavia. Seis! Esse tipo de pressão defensiva que faz diferença em playoffs.

    Indiana tentou, mas era tarde demais

    Olha, tem que dar crédito aos Pacers também. Eles tentaram uma reação no final que quase funcionou — chegaram a diminuir pra sete pontos de diferença nos minutos finais. Pascal Siakam tava jogando bem até ser expulso faltando cinco minutos (e aí complicou tudo pra eles).

    Mas a real é que o jogo nunca esteve ameaçado. Os Lakers abriram 29 pontos de vantagem no terceiro quarto e aí é difícil, né? Por mais que o Indiana tenha corrido atrás, sempre dava a impressão de que LA tinha controle total da situação.

    E aí, galera — vocês acham que esse Lakers tem cara de time que vai longe nos playoffs? Porque depois de uma road trip dessas, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar bastante por aí. LeBron ainda jogando em alto nível, Luka dominando quando precisa, e esses jovens dando energia… pode dar zebra, hein?

  • Luka faz história: só ele e Jordan tiveram essa média absurda fora de casa

    Luka faz história: só ele e Jordan tiveram essa média absurda fora de casa

    Gente, o Luka Dončić tá numa pegada absolutamente insana. O cara simplesmente fez 43 pontos contra os Pacers e entrou pra história da NBA de um jeito que só Michael Jordan tinha conseguido antes. Estamos falando de 40,7 pontos de média em seis jogos fora de casa — algo que não rolava desde 1986, quando o próprio MJ fez isso.

    E olha, eu sabia que o Luka estava jogando muito, mas esses números são de outro mundo mesmo. 21 pontos só no primeiro quarto contra Indiana? O maluco literalmente resolveu o jogo antes do intervalo. Foi o oitavo quarto de 20+ pontos dele na temporada — disparado o maior número da liga.

    A comparação com Jordan é real

    Na real, Jordan tinha 23 anos quando fez essa proeza lá em 86-87, numa sequência de sete jogos fora (média de 41,3). Ele ganhou o primeiro dos seus 10 títulos de cestinha naquela temporada, mas curiosamente o MVP só veio no ano seguinte. Já o Luka, aos 27, tá liderando a liga com 33,6 pontos por jogo e claramente mirando no prêmio de MVP este ano.

    Os Lakers (47-26) ganharam cinco desses seis jogos da viagem e estão voando — 13 vitórias em 15 jogos recentes. Sinceramente, esse time tá encaixando de um jeito que eu não esperava no começo da temporada.

    LeBron ainda fazendo sua parte

    E por falar em não esperar, o LeBron continua sendo LeBron aos sei lá quantos anos. 23 pontos, 9 rebotes e 9 assistências — quase um triple-double numa boa. Austin Reaves mandou 25 e 8 assistências, Jaxson Hayes fez um double-double (21 pontos e 10 rebotes). Quatro titulares com mais de 20 pontos — isso é time que quer brigar lá em cima mesmo.

    O mais engraçado foi a Caitlin Clark ali na quadra tirando foto enquanto o LeBron discutia com os árbitros. Duas lendas do basquete no mesmo frame, mas cada um na sua, né? A WNBA e NBA se cruzando de uma forma completamente aleatória mas icônica.

    Olha, o Luka já fez 40+ pontos 14 vezes esta temporada. Catorze! Incluindo um absurdo de 60 pontos contra o Heat nessa mesma viagem. Vocês acham que ele consegue manter esse ritmo até os playoffs? Porque se conseguir, os Lakers vão ser um problema sério pra qualquer um no Oeste.

    E aí, será que finalmente vamos ver o primeiro MVP do Luka? Com esses números e essa comparação histórica com Jordan, fica difícil ignorar o que ele tá fazendo nesta temporada.

  • Luka meteu 43 pontos pelos Lakers e a Caitlin Clark tava lá tirando foto

    Luka meteu 43 pontos pelos Lakers e a Caitlin Clark tava lá tirando foto

    Gente, que noite foi essa em Indianapolis! O Luka Doncic simplesmente decidiu que ia destruir os Pacers e cravou 43 pontos na vitória dos Lakers por 137-130. Mas o mais bizarro? A Caitlin Clark, craque do basquete feminino, estava na lateral da quadra como fotógrafa credenciada. Imagina a cena!

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas ver a Clark com câmera na mão enquanto o Luka metia enterrada atrás de enterrada foi surreal. A garota que revolucionou o basquete universitário feminino agora tá documentando os monstros da NBA. Que evolução, cara.

    Luka imparável mais uma vez

    O esloveno tá numa fase absurda. Foram 43 pontos com 15 de 30 arremessos e quase perfeito nos lances livres (9 de 10). E não tô exagerando quando falo que ele tá imparável — são 11 jogos seguidos com pelo menos 30 pontos. ONZE!

    Austin Reaves colaborou com 25 pontos, o LeBron ainda meteu seus 23 (esse cara não envelhece nunca) e o Jaxson Hayes fez um double-double sólido com 21 pontos e 10 rebotes. Os Lakers estão voando e já emendaram 10 vitórias em 11 jogos.

    Pacers lutaram até o fim

    Mesmo com o massacre inicial — os Lakers abriram 10-0 e chegaram a ter 29 pontos de vantagem —, Indiana não entregou. Pascal Siakam marcou 20, e o Andrew Nembhard teve uma noite histórica com 19 assistências (recorde pessoal) e 14 pontos.

    O mais impressionante foi ver eles voltarem pra jogo. Com 45 segundos pro fim, conseguiram diminuir para 131-124. Por um momento ali, pensei: “será que vai dar zebra?” Mas o LeBron foi lá e converteu dois lances livres pra matar o jogo.

    Uma curiosidade que me chamou atenção: o Marcus Smart levou um técnico… do banco! O cara nem tava jogando (contusão no tornozelo) e ainda assim conseguiu aparecer na súmula. Só ele mesmo.

    E vocês viram que o Tyrese Haliburton voltou ao banco dos Pacers pela primeira vez em um mês? Cara teve herpes-zóster (imaginem o desespero) e depois rompeu o tendão de Aquiles nas finais do ano passado contra o Thunder. Temporada acabou pra ele, infelizmente.

    Os Lakers seguem na terceira colocação do Oeste e mostram que, com o Luka jogando nesse nível, podem incomodar qualquer um nos playoffs. E vocês, acham que eles têm chance real de título esse ano?

  • J. Cole revela o mistério do vinil que LeBron carregava

    J. Cole revela o mistério do vinil que LeBron carregava

    Vocês lembram daquela foto do LeBron chegando no ginásio do Heat carregando um vinil do J. Cole? Pois é, finalmente descobrimos o que rolou por trás daquela cena que virou meme.

    Era 19 de março, Lakers visitando Miami, e o King apareceu no Kaseya Center todo estiloso — bermuda, camisa de botão manga curta, bucket hat — mas o que chamou atenção mesmo foi o vinil do “The Fall-Off” na mão direita dele. Galera achou que era só pose, né? Que nada.

    O verdadeiro motivo por trás do vinil

    No podcast “7PM in Brooklyn” do Carmelo Anthony, o próprio J. Cole (nome real: Jermaine Cole) explicou tudo. “Ele levou o vinil do The Fall-Off para eu assinar”, disse o rapper. Simples assim.

    Mas a história vai muito além disso. O Cole contou que entrou em contato com o LeBron porque estaria no jogo e queria que seus filhos conhecessem o ídolo. E olha só — o filho mais velho do rapper é fã número 1 do LeBron! “Meu mais velho tá entrando no basquete e o Bron é o cara dele. Mandei mensagem e ele, na maior boa, topou fazer isso”, explicou Cole.

    O encontro que mudou tudo

    Cara, a parte mais emocionante da história foi quando o J. Cole falou sobre ver os próprios filhos conhecendo o “super-herói” deles. O jogo foi absurdo, por sinal — Lakers ganhou por 134 a 126, com Luka Dončić metendo SESSENTA pontos (sim, sessenta!) e LeBron fazendo um triple-double discreto: 19 pontos, 15 rebotes e 10 assistências.

    “Esse cara tava me fazendo um favor gigante… Foi a sensação mais louca ver meus filhos conhecendo um super-herói — era minha primeira vez fazendo algo assim”, desabafou Cole. E aí que vem a reflexão mais linda: “Me fez valorizar todas as vezes que um pai trouxe o filho pra eu assinar alguma coisa ou tirar foto. Agora eu entendo o que aqueles pais sentiam.”

    Sinceramente, que história massa. O LeBron continua provando que é gigante dentro e fora das quadras. E vocês, já tiveram algum encontro marcante com um ídolo assim?

    “The Fall-Off” é o sétimo álbum de estúdio do J. Cole, lançado em 6 de fevereiro com 24 faixas e participações de Future, Tems, Erykah Badu e outros monstros. E o King? Tá aí firme e forte na temporada 2025-26 com médias de 21 pontos, 5.9 rebotes e 6.9 assistências. Aos 41 anos, o cara não para.

  • Lakers voando e Hawks fazendo barulho: o top 5 da NBA mudou tudo

    Lakers voando e Hawks fazendo barulho: o top 5 da NBA mudou tudo

    Cara, esse final de março está sendo absolutamente insano na NBA. Dez times já garantiram pelo menos uma vaguinha nos playoffs, e agora a coisa fica séria mesmo — é briga por posicionamento pra quem quer ter mando de quadra.

    E olha, vou ser sincero: não esperava que os Lakers fossem fazer essa arrancada toda. Eles estão com três jogadores que são simplesmente monstros — Luka Doncic, LeBron James e Austin Reaves — e quando esse trio tá saudável e entrosado, é um negócio absurdo mesmo. Nove vitórias em dez jogos? Isso aí é coisa de quem tá com sangue nos olhos atrás do mando de quadra.

    Thunder segue na frente, mas Detroit assombra

    Oklahoma City continua sendo aquela máquina que a gente conhece. Os caras são os atuais campeões, ganharam 12 seguidas e parecem que vão ter mando durante todos os playoffs. Jalen Williams voltou de lesão e já mostrou que tá 100% — 18 pontos e 6 assistências em só 20 minutos. Monstro.

    Mas o Detroit Pistons tá fazendo um barulho danado no Leste. Semana passada todo mundo ficou preocupado com a lesão do Cade Cunningham (punctured lung, parada séria), mas os caras simplesmente resolveram que iam voltar àquela defesa sufocante que a gente conhece. Resultado? Quatro vitórias seguidas e de volta ao topo da conferência.

    Hawks em modo playoff e Celtics testando química

    Agora, quem tá me surpreendendo mesmo são os Atlanta Hawks. Treze vitórias em 14 jogos no último mês — eu sei que pegaram um calendário mais molinho, mas mesmo assim é uma arrancada impressionante. Eles querem sair dessa zona de play-in de qualquer jeito, e sinceramente? Tão no caminho certo.

    Só que agora vem o teste de fogo: vão encarar Detroit Pistons e Boston Celtics três vezes em seis dias. Vocês acham que eles aguentam a pressão?

    Falando em Celtics, o Jayson Tatum voltou no dia 6 de março e ainda tá tentando encontrar o ritmo ideal. O cara tá com 30.8% de usage rate — praticamente igual às últimas cinco temporadas —, mas ainda não tá naquele nível de dominância total que a gente conhece.

    O que mais me impressiona é como essa reta final de temporada regular tá competitiva. No Oeste, você tem Thunder, Spurs e Lakers brigando, enquanto no Leste é Detroit, Boston e Atlanta fazendo a festa. E olha que ainda tem umas semanas pela frente!

    Próximas semanas vão definir tudo mesmo. Quem vocês acham que vai conseguir se posicionar melhor pra chegada dos playoffs?

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Os Lakers na briga: quem deve ganhar pra ajudar LA nos playoffs?

    Os Lakers na briga: quem deve ganhar pra ajudar LA nos playoffs?

    Olha, vou ser sincero — o fim da sequência de vitórias dos Lakers contra o Pistons doeu um pouco, mas não tanto quanto poderia. Por quê? Porque o resto da Conferência Oeste tá numa mesmice total, e isso pode ser uma baita oportunidade para o time de LA.

    A situação atual da guerra no Oeste

    Os Lakers estão na terceira posição com 46-26, e conseguiram manter uma distância segura dos times que estão grudados ali embaixo. E cara, quando eu falo grudados, é grudados mesmo:

    Lakers na terceira com 46 vitórias, Nuggets e Wolves empatados em quarto com 44-28, Rockets logo atrás com 43-28, e os Suns meio perdidos com 40-32. É uma diferença de apenas 6 vitórias entre o terceiro e o sétimo colocado — absurdo isso!

    O mais interessante? Enquanto LA fez 9-1 nos últimos 10 jogos (monstro!), a concorrência patinou feio. Wolves, Rockets e Suns fizeram 5-5, e até os Nuggets — que todo mundo sabe que são perigosos — conseguiram apenas 6-4.

    Os jogos que todo fã dos Lakers deveria acompanhar

    Agora vem a parte divertida: torcer para quem nos próximos dias? Porque com essa briga toda, cada resultado pode mudar completamente o cenário dos playoffs.

    Nuggets x Suns (terça) — Sinceramente, acho que os Suns já estão praticamente destinados ao play-in. Então é torcer para Phoenix, mesmo sabendo que Denver tem aquele potencial de campeão. Os Nuggets estão instáveis — batem nos Spurs mas perdem pro Grizzlies que tá tankeando. Vai entender.

    Rockets x Wolves (quarta) — Esse aqui é o dilema real. Os Lakers têm o tiebreaker contra os dois times, mas… vocês preferem enfrentar quem nos playoffs? Houston seria um adversário mais “tranquilo” na primeira rodada, então uma derrota deles seria ideal. Mas se quiserem uma revanche com os Wolves, aí é o contrário.

    Independente de quem torcer, esse jogo promete ser um jogaço. Dois times desesperados brigando por posição — é receita certa para um showzaço.

    A conta é simples

    Com cerca de 10 jogos restantes na temporada regular, mais uma semana forte dos Lakers pode praticamente garantir a vantagem de casa na primeira rodada. E olha, depois daquela campanha de 9-1, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo.

    O que vocês acham? Quem preferem enfrentar nos playoffs — Rockets ou Wolves? E será que os Lakers conseguem manter esse ritmo até o final da temporada?

  • Lakers podem disparar no Oeste com rivais se matando

    Lakers podem disparar no Oeste com rivais se matando

    Olha só que situação interessante: enquanto os Lakers perderam a sequência de vitórias na última (que dor aquela derrota pros Pistons, né?), os principais rivais do Oeste estão literalmente se matando entre si essa semana. E eu tô aqui esfregando as mãos.

    A conferência continua um caos delicioso. Lakers na 3ª posição com 46-26, seguidos pelos Nuggets (44-28), Wolves (44-28), Rockets (43-28) e Suns (40-32). A diferença é pequena, mas o timing não poderia ser melhor pra galera de Los Angeles.

    Por que os Lakers podem dormir tranquilos

    Nos últimos 10 jogos, LA fez 9-1. Monstro demais. Enquanto isso, os concorrentes diretos estão patinando feio — Wolves, Rockets e Suns com 5-5 cada, e os Nuggets nem isso conseguem com 6-4.

    Com apenas 10 jogos restantes na temporada regular, uma semana forte dos Lakers pode praticamente garantir o mando de quadra no primeiro round dos playoffs. E sinceramente? Depois do que vi contra Detroit, acho que eles voltam mais focados.

    Os jogos pra ficar de olho

    Nuggets x Suns (terça): Phoenix já tá praticamente condenado ao play-in, então torço pros Suns meterem uma enterrada no Denver. Os Nuggets são perigosos quando engrenuram, mas têm sido irregulares — ganharam do Spurs mas perderam pros Grizzlies que tão fazendo tanking. Vai entender.

    Rockets x Wolves (quarta): Esse é complicado de torcer. Lakers têm tiebreaker sobre os dois, mas quem vocês preferem enfrentar no primeiro round? Houston parece mais “matável” no papel, mas Minnesota sempre dá trabalho. Independente do resultado, vai ser jogaço.

    O que me deixa mais animado é ver que LA manteve a distância mesmo perdendo. Enquanto os outros se degladiam, os Lakers podem simplesmente fazer o dever de casa e consolidar a posição. Às vezes o melhor é deixar os rivais brigarem entre si, não acham?

  • LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    Mano, o LeBron James não perdoa ninguém mesmo. No último episódio do podcast “Mind the Game” com o Steve Nash e o Austin Reaves, o Rei simplesmente mandou uma dessas que me fez dar uma risada alta aqui em casa.

    “Temos que trazer o Luke Kornet pra falar sobre o Magic City”, falou o LeBron, se referindo àquela polêmica toda que rolou há umas semanas com o Atlanta Hawks querendo fazer uma homenagem a uma casa noturna famosa de lá.

    Pra quem não lembra (ou fingiu que não viu), o Kornet, que joga pelo San Antonio Spurs, meteu o louco e criticou publicamente a promoção do Hawks. O cara basicamente disse que não curtiu a ideia da franquia homenagear o Magic City, que é um strip club icônico de Atlanta. E olha, o tiro saiu pela culatra mesmo — a NBA cancelou a promoção toda.

    A zoeira não tem limites

    O Nash ainda completou a piada: “Vamos bater o laptop”, fazendo referência ao jeito que eles encerram o podcast. Cara, essa dupla no podcast tá imperdível mesmo.

    Sinceramente? Eu adoraria ver essa entrevista acontecendo de verdade. Imagina o Kornet tentando explicar a posição dele enquanto o LeBron fica só na resenha. Seria épico, mas pelo tom da zoeira, acho que o King só tava sacaneando mesmo.

    O Al Horford, ex-companheiro do Kornet no Celtics, também apoiou o pivô na época. Dois caras religiosos se posicionando — eu respeito a opinião deles, mas admito que fiquei curioso pra ver como seria essa promoção.

    No final das contas, todo mundo ganhou

    O Hawks acabou vendendo as camisetas e os chicken wings do Magic City na arena mesmo assim. Ou seja, o marketing funcionou de um jeito ou de outro. E os Spurs? Esses monstros tão destruindo geral nas últimas semanas e devem garantir a segunda colocação no Oeste.

    Vocês acham que o LeBron deveria mesmo trazer o Kornet no podcast? Eu pagaria pra ver essa conversa — desde que fosse tudo na boa, claro. O que vocês acham dessa polêmica toda?

  • Pistons rouba dos Lakers no final — Jenkins é o herói improvável

    Pistons rouba dos Lakers no final — Jenkins é o herói improvável

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou ontem em Detroit. Duas das equipes mais clutch da temporada se enfrentaram, e o resultado foi exatamente o que a gente esperava: um jogaço decidido no último segundo, com direito a herói improvável e tudo.

    Vamos aos fatos: os Lakers chegaram no Little Caesars Arena com um recorde absurdo de 22-6 em jogos clutch — .786 de aproveitamento, galera. É o melhor número em mais de duas décadas! Do outro lado, os Pistons tinham 25 vitórias clutch (agora 26), liderando a liga nesse quesito.

    O roteiro perfeito para uma guerra

    Sinceramente, era impossível esse jogo não ser decidido na raça. Lakers em primeiro no rating ofensivo e net rating em situações clutch, Pistons não ficando muito atrás. Em jogos decididos por três pontos ou menos, LA estava 8-2, Detroit 9-5. Os números não mentem — essas duas equipes simplesmente sabem fechar jogos.

    E olha, no primeiro tempo parecia que os Lakers tinham esquecido quem eram. Perdendo por 16, jogando meio perdidos, sem o Smart e o Hachimura. Mas aí que tá a diferença de times clutch — eles não entram em pânico. JJ Redick disse depois: “Sabemos nos dobrar sem quebrar, e hoje foi mais um exemplo disso.”

    Jenkins vira o herói da noite

    Agora vem a parte mais louca da história. Com Cade Cunningham fora, quem assume? Daniss Jenkins. Cara, eu nem conhecia direito esse menino, mas ontem ele decidiu virar lenda. Trinta pontos! Quatro lances livres nos minutos finais, todos convertidos, sem tremer.

    Os Lakers conseguiram virar e até abrir um ponto de vantagem faltando 30 segundos. Austin Reaves fazendo as dele, como sempre. Mas aí veio o plot twist que ninguém esperava.

    Luka Dončić — o cara que tava numa sequência monstruosa de dez jogos com 30+ pontos, que fez 100 pontos em duas noites — tinha a bola na mão, 12 segundos no relógio, Lakers perdendo de um. Um pull-up de 14 pés pela esquerda. O tipo de arremesso que ele faz de olho fechado.

    Errou.

    Eu juro que não acreditei. O Jenkins pegou o rebote defensivo, converteu dois lances livres e selou a vitória por 113-110. Os caras simplesmente roubaram uma das Lakers, em casa, sem o seu principal jogador.

    E agora, quem leva a temporada?

    Vocês acham que isso muda alguma coisa na corrida pelo título? Porque, olha, ver o Luka errando esse tipo de arremesso no final me deixou pensando. Será que até os melhores têm noites ruins nos momentos que mais importam?

    Uma coisa é certa: os Pistons provaram que não tão ali por acaso. 26 vitórias clutch não é sorte, é competência. E o Jenkins… cara, que noite! Do nada o menino decide que vai ser protagonista numa das partidas mais importantes da temporada regular.

    Agora é torcer pra esses times se encontrarem nos playoffs. Porque se foi assim na temporada regular, imagina numa série de sete jogos. Vai ser absurdo.