Tag: Lakers

  • LeBron não sabe se continua: ‘Não sei o que o futuro me reserva’

    LeBron não sabe se continua: ‘Não sei o que o futuro me reserva’

    Olha, eu não esperava essa. Depois da eliminação dos Lakers pro Thunder, todo mundo foi perguntar pro LeBron sobre aposentadoria — e o cara simplesmente não soube responder.

    “Não sei, sinceramente. Não sei o que o futuro me reserva”, disse o King depois do fim da temporada. E sabe o que mais me impressiona? A humildade do cara em admitir que tá perdido.

    O peso da decisão

    Cara, imagina a pressão. Você é o maior pontuador da história da NBA, tem 39 anos, e todo mundo quer saber se você vai pendurar as chuteiras. Mas o LeBron foi muito esperto na resposta — disse que ainda tá “fresco” da eliminação e precisa de tempo pra processar.

    Sinceramente acho que ele tá sendo inteligente. Decidir o futuro da carreira logo depois de perder não é a melhor ideia. O cara vai passar umas semanas com a família primeiro, e eu acho isso sensato pra caramba.

    É sobre o processo, não o resultado

    Mas a parte mais interessante foi quando ele falou sobre “estar apaixonado pelo processo”. Pra quem não sabe, o LeBron chega na arena 5 horas e meia antes do jogo. Cinco horas e meia! Nos treinos das 11h, ele tá lá desde as 8h preparando corpo e mente.

    “Se eu conseguir continuar apaixonado pelo processo de chegar na arena, me preparar, mergulhar nas bolas perdidas e fazer tudo que é preciso, aí sim”, explicou ele. (Cara, 39 anos mergulhando em bola perdida ainda — isso é ser monstro mesmo.)

    E aí, vocês acham que ele volta? Eu tô meio dividido. Por um lado, o físico ainda aguenta. Por outro, será que ele ainda tem a mesma fome de sempre? Só o tempo vai dizer, mas uma coisa é certa: qualquer que seja a decisão, vai ser a certa pro King.

  • Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Olha só que cena absurda aconteceu ontem à noite no jogo 4 entre Lakers e Thunder. O Dillon Brooks — sim, aquele mesmo que vive cutucando o LeBron — estava lá na primeira fila do Crypto.com Arena assistindo o jogo como se fosse um fã qualquer. Só que não era qualquer um, né?

    O cara foi lá apoiar os compatriotas canadenses Shai Gilgeous-Alexander e Luguentz Dort, que estão tentando eliminar os Lakers e chegar na final do Oeste pela segunda vez consecutiva. Até aí, tudo normal — amigos apoiando amigos. Mas quando a câmera da Amazon Prime focou no Brooks sentado ali na baseline, todo enfeitado de corrente, bem na hora que o LeBron tava na linha do lance livre… cara, foi épico demais.

    A rivalidade que não acaba nunca

    Vocês lembram das tretas entre Brooks e LeBron quando ele estava no Memphis Grizzlies, né? Pois é, a coisa continuou forte mesmo com o Brooks agora no Phoenix Suns. O maluco simplesmente não consegue ficar na dele quando se trata do King. E imaginem vocês as provocaçõezinhas que devem ter rolado durante o jogo…

    Sinceramente, acho que o Brooks foi lá mais pra “hate watch” (assistir torcendo contra) do que pra apoiar os canadenses. Que delícia de rivalidade, gente! É isso que faz a NBA ser especial — essas picuinhas que se estendem além da quadra.

    E o futuro do mala no Suns?

    Falando sério agora, o Brooks pode assinar uma extensão de contrato com o Phoenix nesta offseason. A pergunta que não quer calar é: os Suns vão renovar com ele agora ou vão esperar até o ano que vem, quando ele vira agente livre?

    O cara foi fundamental na mudança de mentalidade e cultura que o time teve nesta temporada. Aquela pegada mais durona, mais “bad boy”. Na minha visão, isso vale muito — mas a questão é quanto o Phoenix está disposto a pagar por essa identidade.

    Enquanto isso não se resolve, pelo menos o Brooks tá curtindo as férias do jeito certo: continuando a tradição sagrada de qualquer jogador do Suns de torcer contra os Lakers. E aí, vocês acham que ele vai ficar no Arizona mesmo?

  • Thunder varre Lakers e manda LeBron pra casa nos playoffs

    Thunder varre Lakers e manda LeBron pra casa nos playoffs

    Cara, eu não acredito que acabou assim. O Oklahoma City Thunder acabou de completar uma varredura histórica contra o Los Angeles Lakers, vencendo por 115-110 no Jogo 4 e mandando LeBron James direto pra casa nos playoffs.

    Olha, eu achava que os Lakers iam pelo menos ganhar UM jogo nessa série. Mas não — foi 4-0 mesmo, e agora o Thunder emplacou nove vitórias consecutivas nos playoffs, incluindo toda a campanha do título do ano passado. Isso aí é história sendo escrita, galera.

    Lakers quase conseguiram o impossível

    O jogo foi emocionante até o final, vou dar essa. Os Lakers saíram na frente no primeiro quarto com uma arrancada de 18-7, mas aí o Thunder mostrou por que são os campeões. Responderam com uma sequência absurda de 17-0 no segundo período — seventeen to ZERO, pessoal. Depois disso, nunca mais perderam a liderança.

    Austin Reaves jogou muito no começo, perfeito nos arremessos, mas não deu conta de segurar a pressão do Thunder. LeBron ainda machucou o tornozelo no final do segundo quarto (aquela torção clássica que todo mundo que joga basquete já passou), mas voltou normal pro terceiro tempo.

    O mais louco foi o final. Os Lakers conseguiram virar pra 4 pontos de vantagem no quarto período — primeira vez que terminaram liderando um quarto nessa série inteira. Jaxson Hayes mandou uma enterrada monstruosa no Chet Holmgren que quase quebrou o aro.

    Thunder mostrou caráter de campeão

    Mas é isso que separa campeões de aspirantes, né? Na hora que apertou, o Thunder não se desesperou. Shai Gilgeous-Alexander fez 35 pontos com 8 assistências — o cara simplesmente não tem como parar quando está inspirado. E Ajay Mitchell contribuiu com 28 pontos numa atuação que mostrou a profundidade desse elenco.

    A jogada que definiu tudo foi uma enterrada de duas mãos do Holmgren EM CIMA do LeBron. Sim, você leu certo. O jovem mandou uma bomba no Rei, colocou o Thunder na frente e praticamente selou o jogo. LeBron ainda teve uma chance de empatar com uma bandeja, mas errou — e olha que era uma jogada que ele normalmente faz de olho fechado.

    Rui Hachimura fez 25 pontos pelos Lakers, Reaves terminou com 27, mas não foi suficiente. LeBron ficou com 24 pontos e 12 rebotes — números bons, mas você sente que não foi o bastante quando sua temporada acaba assim.

    E agora, qual o futuro do Rei?

    A grande pergunta que fica é: o que vem pela frente pro LeBron? Aos 41 anos (vai fazer em dezembro), ele vai ser agente livre nesse verão. Sinceramente, eu não sei se ele aguenta mais uma temporada frustrante assim. Os Lakers construíram um time que parecia competitivo no papel, mas quando enfrentou um adversário de elite como o Thunder, simplesmente não teve como.

    Vocês acham que ele fica em Los Angeles tentando mais uma vez, ou será que rola uma mudança radical na carreira? A única certeza é que ver o cara que dominou a liga por mais de uma década sendo varrido nos playoffs é meio surreal.

    Enquanto isso, o Thunder segue imparável. Nove vitórias seguidas nos playoffs, defendendo o título como poucos times conseguem fazer na NBA moderna. Na final do Oeste, vão enfrentar Minnesota Timberwolves ou San Antonio Spurs — série empatada em 2-2.

    Uma coisa é certa: esse Thunder não veio pra brincadeira. E poor LeBron… mais uma temporada que termina cedo demais.

  • LeBron faz o famoso ritual do pó antes de jogo decisivo dos Lakers

    LeBron faz o famoso ritual do pó antes de jogo decisivo dos Lakers

    Olha, eu não sei se existe coisa mais icônica na NBA do que o LeBron jogando aquele pó de giz pro alto antes de um jogo importante. E ontem à noite, no Crypto.com Arena, foi exatamente isso que rolou — mas com aquele peso dramático que só um jogo de eliminação consegue trazer.

    Os Lakers estavam literalmente com a corda no pescoço. Thunder liderando por 3-0 na série dos playoffs do Oeste, e qualquer deslize significava fim de temporada. É nessas horas que o cara mostra do que é feito, né?

    O ritual que nunca envelhece

    Sinceramente, já perdi a conta de quantas vezes vi o LeBron fazendo esse ritual do pó de giz. Começou lá em Cleveland quando ele ainda era novinho, passou por Miami (onde ganhou dois títulos, diga-se de passagem), voltou pra Cleveland e agora continua nos Lakers. Cara, são mais de 20 anos dessa tradição!

    E o mais legal é que nunca perdeu a magia. Ali na mesa do marcador, com os companheiros e staff ao redor, o homem fez aquele momento que a galera já esperava. A NBA postou o vídeo nas redes sociais com a legenda perfeita: “O ritual do LeBron James nunca envelhece”.

    Mano, que pressão era aquela? Arena lotada, torcida chegando cedo só pra ver o aquecimento, todo mundo sabendo que se perdesse era tchau e benção. E o LeBron ali, zen, fazendo a mesma coisa que faz há décadas.

    Momento de vida ou morte pros Lakers

    Vamos combinar: estar 3-0 atrás numa série é praticamente uma sentença de morte na NBA. Historicamente, só algumas poucas equipes conseguiram reverter uma situação dessas. Os Lakers precisavam de um milagre, e todo mundo sabia disso.

    O Thunder chegou como primeiro seed do Oeste não foi à toa — time jovem, bem treinado e jogando um basquete moderno que dá trabalho pra qualquer um. Mas quando você tem LeBron James do outro lado, sempre existe uma chance, por menor que seja.

    A atmosfera no Crypto.com Arena estava elétrica. Torcida chegou cedo, aquecimento cheio, todo mundo sentindo que podia ser o último jogo da temporada. Nessas horas que você vê a diferença entre jogador comum e lenda — enquanto outros podem tremer, o LeBron faz questão de manter a calma e seguir seus rituais de sempre.

    Vocês acham que esse tipo de ritual realmente faz diferença no jogo ou é só psicológico mesmo? Eu, particularmente, acho que quando você tem mais de 20 anos fazendo a mesma coisa antes de jogos importantes, isso vira uma âncora emocional. Uma forma de se conectar com todas as vitórias e momentos especiais que vieram antes.

  • Austin Reaves deu show de drible e deixou defensor perdido

    Austin Reaves deu show de drible e deixou defensor perdido

    Cara, o Austin Reaves finalmente acordou. Depois de levar um banho de bola no Jogo 3 contra o Thunder, o cara resolveu mostrar porque ganhou aquela grana toda dos Lakers.

    E que jogada foi aquela? Reaves pegou a bola lá na linha dos três pontos, encarou o Jaylin Williams, deu um drible pelas costas e depois uma linda cortada que deixou o cara completamente perdido. Finalizou com uma bandeja de dedo que foi pura arte.

    A resposta que todo mundo esperava

    Sinceramente, eu tava começando a achar que os Lakers tinham jogado 150 milhões de dólares no lixo com o Reaves. O Thunder vinha cozinhando ele na defesa, o cara parecia perdido em quadra — até reclamando com os árbitros igual criança.

    Pior ainda: no Jogo 3, quem meteu 24 pontos no Lakers foi o Ajay Mitchell, um cara que ganha mixaria no Thunder comparado ao que o Reaves recebe. Aquilo doeu na alma de qualquer fã dos Lakers. O próprio Reaves fez só 17 pontos e ainda perdeu cinco bolas.

    Finalmente reagindo quando precisa

    Mas ontem foi diferente. Reaves começou voando — oito pontos nos primeiros 15 minutos, mais dois tocos na defesa. Tá aí uma coisa que eu sempre falo: quando a pressão aperta é que a gente vê quem é quem.

    Aquela jogada no Williams foi o tipo de lance que mostra que o cara tem talento de sobra. Só precisa jogar com mais consistência, né? Porque uma hora dessas, com os Lakers precisando evitar a varredura, não dá pra aparecer só em flashes.

    Vocês acham que o Reaves vai conseguir manter esse nível pelo resto da série? Ou vai voltar a desaparecer quando o Thunder apertar a marcação?

  • Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Gente, vocês viram quem apareceu no jogo 4 entre Thunder e Lakers ontem? O Dillon Brooks. Isso mesmo, o cara que vive cutucando todo mundo na NBA resolveu comprar ingresso pra assistir o LeBron possivelmente se despedir dos playoffs na primeira fila.

    Olha, eu tenho que admitir: Brooks é um personagem único. O Phoenix Suns dele foi eliminado logo na primeira rodada pelo próprio Thunder, e aí o cara vai lá e senta na courtside do Crypto.com Arena pra ver se o OKC completa a varredura nos Lakers. É de uma petulância absurda — e eu meio que respeito isso.

    Thunder dominando de forma assustadora

    A situação dos Lakers tava desesperadora mesmo. Thunder liderando por 3-0, praticamente com um pé na próxima fase. No jogo 3, foi uma surra: 131-108. O Shai Gilgeous-Alexander fez o que quis em quadra — 23 pontos e 9 assistências em apenas 33 minutos. Cirúrgico.

    LeBron até tentou fazer a diferença com seus 19 pontos e 8 assistências, e o Rui Hachimura colaborou com 21 pontos. Mas sinceramente? O elenco dos Lakers não tá conseguindo acompanhar o ritmo do Thunder. Nem o Deandre Ayton nem o Marcus Smart conseguiram frear um ataque que acertou 56% dos arremessos.

    Brooks na primeira fila da desgraça alheia

    No começo do jogo 4, a tendência continuou. Thunder abriu 34-26 logo de cara, com o Ajay Mitchell sendo um pesadelo pros Lakers (ele tinha feito 24 no jogo anterior). E lá estava o Brooks, provavelmente saboreando cada erro dos Lakers.

    A pergunta que não quer calar: será que ele tava ali fazendo scouting do próximo adversário ou só queria mesmo ver o possível fim da era LeBron em Los Angeles? Conhecendo o Brooks, aposto na segunda opção. O cara é especialista em criar climão — mesmo quando nem tá jogando.

    Se o Thunder realmente fechasse a série ali (spoiler: fecharam), o Brooks ia ter o melhor lugar da arena pra ver os cumprimentos finais. Vocês acham que isso é falta de respeito ou só estratégia psicológica pra próxima temporada?

  • Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Cara, que situação bizarra pros Lakers. Lembra quando eles meteram 3-0 nos Rockets na primeira rodada? Pois é, agora estão do outro lado da moeda — perderam os três primeiros jogos pro Thunder e podem tomar uma varrida histórica.

    E não é que estão perdendo apertado não. Oklahoma City está destruindo: média de vitória por 19.6 pontos e um net rating de +20. É um absurdo. Pra piorar, os Lakers perderam TODOS os quatro jogos da temporada regular contra o Thunder. E agora vão pro Jogo 4 sem o Luka Dončić? A casa de apostas já cravaou: Thunder favorito com odds de -560.

    “A gente não desiste”

    Mas olha só o que o Austin Reaves falou depois do Jogo 3:

    “Você só chega e compete. É um monte de caras neste vestiário que são competidores. Basicamente, a mensagem depois do jogo foi que vamos chegar aqui na segunda-feira e vamos ganhar. Obviamente, a situação é uma merda, mas isso não nos dá licença para desistir.”

    Sinceramente? Eu admiro essa mentalidade. Porque olhando de fora, tá difícil achar onde os Lakers podem incomodar.

    JJ Redick tentando de tudo

    O técnico JJ Redick não tá de braços cruzados. Mudou a defesa, conseguiu segurar um pouco o Shai Gilgeous-Alexander (que é um monstro), botou até jogadores que nem estavam na rotação como o Maxi Kleber e o Adou Thiero em quadra.

    Mas aí que tá o problema — o Thunder tem MUITA gente boa. Como o próprio Redick disse: “Eles precisam de arremessadores? Beleza. Precisam de vários alas defensivos? Beleza. Precisam de dois pivôs? Beleza.”

    É um time completíssimo mesmo. Campeão defensor que ainda não perdeu um jogo nestes playoffs. E os Lakers vão tentar fazer história sendo o primeiro time a virar de 0-3 numa série melhor de sete?

    Nunca aconteceu antes na NBA. Alguém vai ser o primeiro eventualmente. Será que pode ser agora?

    LeBron aos 41 anos jogando mais de 30 minutos por jogo, Marcus Smart grudando no SGA… o esforço tá lá. Mas como disse o próprio King: “Obviamente, tudo. Tudo e mais um pouco para vencer um time como este.”

    Vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos evitar a varrida na segunda-feira? Porque olhando essa série, tá parecendo que o Thunder tá jogando num nível muito acima mesmo.

  • Lakers tentaram Giannis no deadline mas oferta foi fraquinha

    Lakers tentaram Giannis no deadline mas oferta foi fraquinha

    Olha, eu sempre soube que os Lakers iam tentar alguma coisa com o Giannis no trade deadline deste ano. Mas cara, a tentativa foi bem mais patética do que eu imaginava.

    Segundo o Shams Charania da ESPN revelou na segunda-feira, os Lakers foram um dos times que perguntaram sobre o Greek Freak em fevereiro. Mas convenhamos — eles não tinham absolutamente nada pra oferecer que fizesse sentido.

    Uma oferta que nem dava pra levar a sério

    A realidade é crua: LA só tinha uma primeira escolha do draft e um monte de salários expirando pra colocar na mesa. Mesmo se incluíssem o Austin Reaves (que eu gosto, mas vamos ser honestos), não chegava nem perto de ser uma proposta competitiva.

    Os Bucks estavam “abertos a negócios” quando o assunto era trocar o Giannis, mas queriam um “jovem talento blue-chip” ou uma porrada de picks. O Reaves tem 27 anos e vai ganhar quase o máximo — dá pra considerar ele um jovem talento blue-chip? Acho difícil.

    Sinceramente, foi mais uma tentativa protocolar mesmo. Tipo aquele “vai que cola”, sabe? Outros times como Timberwolves, Cavaliers, Celtics e Knicks também perguntaram, então pelo menos não foram os únicos a tentar a sorte.

    E agora? Lakers têm chances reais?

    A pergunta que não quer calar é: será que agora no verão eles conseguem montar algo decente? Com três picks de primeira rodada e bastante espaço salarial, talvez dê pra fazer uma proposta mais séria. A possibilidade de um sign-and-trade com o Reaves também pode deixar as coisas mais interessantes.

    Mas eu tenho minhas dúvidas. O mercado pro Giannis vai ser absurdo de competitivo, e os Bucks continuam querendo a mesma coisa: talento jovem de primeira linha ou uma chuva de picks. Os Lakers têm os picks agora, mas talento jovem mesmo? Só se considerarmos o Bronny, que teve uns minutinhos nos playoffs — e olha, duvido que isso impressione alguém em Milwaukee.

    A questão maior é: será que vale a pena mexer no time depois de como as coisas andaram depois do deadline? Vocês acham que trazer o Giannis seria a solução ou só mais uma aposta arriscada?

    No final das contas, perguntar não ofende. Mas entre perguntar e realmente conseguir fazer um negócio que funcione pra todo mundo, tem um abismo do tamanho do Grand Canyon.

  • Austin Reaves é um monstro: voltou antes do esperado da lesão

    Austin Reaves é um monstro: voltou antes do esperado da lesão

    Gente, vou falar uma coisa pra vocês: Austin Reaves é diferenciado. O cara simplesmente não aceita ficar de fora. E agora descobrimos que ele voltou da lesão no oblíquo muito antes do que os próprios Lakers esperavam.

    Pra quem não lembra, o Reaves sofreu uma lesão grau 2 no oblíquo e a previsão inicial era de 4 a 6 semanas fora. Os Lakers achavam que só iam ver ele de volta nas finais de conferência — se chegassem lá. Mas o maluco provou mais uma vez que é pura raça.

    Dedicação de outro nível

    O que o Reaves fez pra voltar rápido é de impressionar. O cara saía de casa todo dia às 7h30 da manhã pra fazer tratamento e só voltava às 8 da noite. Doze horas por dia focado na recuperação, mano. Doze horas!

    “Eu estava ficando louco tentando voltar”, contou o próprio Austin. E olha, dá pra entender perfeitamente — ver o time nos playoffs e não poder ajudar deve ser uma tortura pra qualquer competidor de verdade.

    A câmara hiperbárica virou praticamente a segunda casa dele. Enquanto a galera estava relaxando, o Reaves estava lá, fazendo de tudo pra acelerar a cicatrização. Sinceramente, não sei se eu teria essa disciplina toda.

    Voltou e fez a diferença

    E o resultado? O cara não só voltou como foi titular no jogo 5 contra os Rockets e ajudou os Lakers a passar de fase. Isso mesmo, uma série que muita gente achava que LA ia perder.

    Contra o Thunder na segunda rodada, ele continuou jogando muitos minutos e no jogo 2 fez 31 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. Trinta e um pontos! É ou não é jogador franquia?

    Olha, eu sempre soube que o Reaves era especial, mas essa história da recuperação mostra o nível de profissional que ele é. O cara literalmente fez o impossível pra estar em quadra quando o time mais precisava dele.

    Vocês acham que essa dedicação dele vai inspirar o resto do elenco dos Lakers? Porque pra mim, quando você vê um companheiro fazendo esse tipo de sacrifício, não tem como não se motivar também.

  • Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Cara, tem uma história bem legal rolando nos playoffs dos Lakers que talvez vocês não estejam prestando atenção. O Adou Thiero, rookie que mal jogou na temporada regular, tá aproveitando uma oportunidade de ouro pra mostrar serviço quando mais importa.

    A situação é a seguinte: com o Jarred Vanderbilt machucado (luxação no mindinho, que dor) e o Luka Doncic ainda fora por conta da lesão na coxa, o garoto finalmente ganhou minutos nos playoffs contra o Thunder. E olha, não tá fazendo feio não.

    O conselho do craque

    Antes de entrar em quadra no Jogo 2, o próprio Luka foi lá dar uma força pro novato. “Ele só me disse pra jogar com raça, fazer o que eu sei e não complicar”, contou Thiero. Imagina a pressão de estrear nos playoffs da NBA? Eu ficaria tremendo só de pensar.

    Mas o moleque mostrou personalidade. Em 6 minutos no segundo quarto, pegou 3 rebotes e trouxe exatamente o que o JJ Redick queria: energia e fisicalidade. Duas coisas que os Lakers tão precisando desesperadamente contra esse Thunder cascudo.

    Crescendo quando mais precisa

    A boa impressão rendeu mais minutos no Jogo 3. Thiero foi o cara que mais rebotou no time (8 em 13 minutos!), sendo 5 defensivos e 3 ofensivos. Pra um novato de 1,90m que mal tinha jogado antes, isso aí é coisa de veterano.

    “Orei por momentos assim e trabalhei por momentos assim”, disse o garoto. Sinceramente, dá até arrepio ouvir isso. É disso que a NBA é feita — dessas histórias de superação.

    Claro que ainda tá aprendendo. Tomou uma falta boba de tela móvel no terceiro quarto, deixou de arremessar em algumas jogadas… Normal, né? O cara só tinha 149 minutos na temporada regular antes dos playoffs começarem.

    O futuro dos Lakers pode estar nas mãos dele

    Aqui que fica interessante a parada. Se os Lakers querem brigar de igual pra igual com Thunder e Spurs no futuro, precisam desenvolver caras como o Thiero. Jogadores jovens, baratos, que você pode contar quando a casa cai.

    O Austin Reaves já era essa peça, mas agora tá com 27 anos, veterano de 5 temporadas e vai receber uma grana preta na offseason. O Max Christie tava virando isso também, mas foi embora na troca pelo Luka.

    Os picks de 2023 (Jalen Hood-Schifino e Maxwell Lewis) nem na NBA estão mais. É cruel esse negócio. Já o Dalton Knecht e o Bronny James só jogaram lixo time contra o Thunder.

    Por isso que essa série tá sendo um teste de fogo pro Thiero. Com 1,90m, 100kg, atletismo absurdo e essa capacidade de salto que impressiona, ele pode ser exatamente o tipo de jogador que os Lakers precisam desenvolver.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na rotação? Porque olhando esses primeiros playoffs, eu tô começando a acreditar que o garoto pode ser uma grata surpresa.