Tag: Lakers

  • Luka vai ser suspenso de novo? 16ª falta técnica da temporada

    Luka vai ser suspenso de novo? 16ª falta técnica da temporada

    Gente, o Luka Dončić conseguiu de novo. Décima sexta falta técnica da temporada — e olha que já rolou isso antes nesta mesma season. O esloveno dos Lakers tá testando os limites da paciência da NBA, e dessa vez foi numa treta com o Ziaire Williams do Brooklyn Nets.

    A situação foi no terceiro quarto: os dois se estranharam, trocaram umas palavras (imagino que não foram elogios), e acabou dando dupla técnica. Nada muito absurdo, mas quando você já tá com 15 techs no bolso, qualquer coisa vira problema.

    O histórico preocupante do Luka

    Olha, eu acompanho esse cara desde Dallas e ele sempre teve esse temperamento quente. Mas agora nos Lakers, com toda a pressão de Los Angeles, parece que piorou. Três temporadas seguidas (2020-2023) ele terminou com exatas 15 técnicas. Quinze! Uma a menos da suspensão.

    E o mais louco? Isso já aconteceu antes nesta temporada. Luka chegou às 16 técnicas depois de uma briga com o Goga Bitadze do Magic, mas a liga decidiu anular a falta. Sorte dele, porque senão teria perdido o jogo contra o Detroit.

    A NBA ainda pode anular essa técnica também — eles fazem isso quando acham que o árbitro exagerou. Mas se não rolar, Luka perde o jogo contra o Washington na segunda-feira.

    Primeira suspensão da carreira?

    Seria a primeira vez que o cara leva suspensão por acúmulo de técnicas na carreira. Imaginem a ironia: o melhor jogador dos Lakers perdendo jogo por não conseguir controlar a boca.

    Por enquanto, só o Dillon Brooks do Phoenix levou esse tipo de suspensão nesta temporada. E olha que comparação interessante, né? Brooks sempre foi visto como um jogador “provocador”, e agora o Luka tá no mesmo barco.

    Se a suspensão for confirmada, o esloveno ainda vai pagar 5 mil dólares por cada técnica adicional daqui pra frente. E se chegar a 18 técnicas? Mais uma suspensão.

    Sinceramente, acho que o Luka precisa dar uma segurada. O time dos Lakers não pode ficar perdendo o melhor jogador por causa dessas bobeiras. E vocês, acham que ele consegue controlar o temperamento ou vai acabar sendo suspenso mesmo?

  • LeBron faz assistência histórica pro Bronny: primeiro passe pai-filho da NBA

    LeBron faz assistência histórica pro Bronny: primeiro passe pai-filho da NBA

    Cara, aconteceu. A história que todo mundo estava esperando finalmente rolou na sexta-feira: LeBron James fez o primeiro passe pai-filho da história da NBA pro Bronny acertar uma bola de três.

    E olha, não foi num garbage time qualquer não. Foi no segundo quarto do jogo contra o Brooklyn, com os dois jogando juntos por mais de 4 minutos. LeBron tocou a bola pro garoto, que estava um passo atrás da linha de três, e… SWISH. Histórico.

    O momento que todo mundo queria ver

    Sinceramente, eu tô arrepiado aqui. A NBA confirmou oficialmente que essa foi a primeira assistência pai-filho da liga. Pensa só na loucura disso: um cara de 41 anos passando a bola pro próprio filho numa partida oficial da melhor liga de basquete do mundo.

    Durante essa sequência dos dois juntos, os James literalmente fizeram um show em família. Primeiro o LeBron fez uma bandeja entrando forte no garrafão (porque o velho ainda tem gás), e na posse seguinte veio essa assistência histórica pro Bronny.

    O que mais me impressiona é que não foi sorte ou acaso. O Bronny tem jogado minutos importantes nos últimos dois jogos por causa da lesão do Marcus Smart. E cara, ele tá aproveitando a oportunidade.

    Bronny crescendo no momento certo

    Vamos ser honestos: o garoto passou a maior parte da temporada pegando minutos de lixo e indo pra G League pra ganhar ritmo. Normal pra um calouro. Mas agora, na segunda temporada dele, as coisas estão mudando.

    Com o Smart fora por lesão, o técnico dos Lakers deu uma chance real pro Bronny contra o Indiana e agora contra o Brooklyn. E o moleque tá correspondendo. Não é fácil jogar ao lado do seu pai quando esse pai é literalmente o LeBron James.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Ser filho do cara que muitos consideram o GOAT e ainda ter que provar que merece estar ali por mérito próprio?

    O fato é que LeBron e Bronny já são únicos na história — primeiro pai e filho a jogarem na NBA ao mesmo tempo, no mesmo time. Agora eles têm mais essa: a primeira assistência pai-filho oficial da liga.

    Mano, isso é maior que basquete. É história pura. E o mais louco é que provavelmente não vai ser a última vez que vamos ver isso acontecer.

  • 9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    Olha, os Lakers voltaram pra casa com aquela sensação gostosa de dever cumprido — 5 vitórias em 6 jogos numa viagem de quase duas semanas. Tá, isso consolidou o 3º lugar deles no Oeste, mas sinceramente? Ainda tem MUITA coisa pra resolver antes dos playoffs chegarem.

    Com apenas 9 jogos restantes na temporada regular, vou listar aqui as questões que mais me preocupam (e empolgam) como fã dos Lakers:

    Rebote defensivo tá uma bagunça

    Cara, mesmo ganhando 13 dos últimos 15 jogos, o rebote defensivo dos Lakers despencou. Antes do All-Star break eles eram 7º lugar (70,3%), agora estão em 17º (68,9%). Em março então? 22º colocado. Vinte e dois!

    O JJ Redick falou a real: “A gente precisa parar de ficar só olhando a bola e conhecer melhor quem são os caras que vão brigar pelo rebote”. Traduzindo: tão dormindo na jogada.

    LeBron perseguindo mais um recorde histórico

    O Rei continua quebrando recordes como se fosse brincadeira. Já passou o Robert Parish em jogos disputados na temporada regular, e agora tá a DUAS vitórias de empatar com Kareem Abdul-Jabbar no recorde de vitórias combinadas (temporada regular + playoffs).

    São 1.226 vitórias do LeBron contra 1.228 do Kareem. Duas vitórias, gente. Duas! E olha que ele já é o maior vencedor dos playoffs na história (183 vitórias).

    Luka Dončić na corrida do MVP

    O esloveno tá simplesmente monstruoso em março. Média de 36,9 pontos por jogo, acertando 48,4% dos arremessos e 38,1% das bolas de três. Teve uma sequência de 11 jogos consecutivos com pelo menos 30 pontos — recorde da carreira dele.

    Chegou até o 2º lugar na corrida do MVP antes de cair pra 4º. Vocês acham que ele consegue ultrapassar os favoritos?

    Saúde vs. resultados: o dilema final

    Os Lakers controlam o próprio destino pra garantir o 3º lugar no Oeste. Mas como gerenciar as lesões nessa reta final? O técnico JJ Redick foi direto: “Vamos com tudo, mas sendo inteligentes”.

    Marcus Smart já perdeu três jogos seguidos por causa do tornozelo. Rui Hachimura tava fora por problemas na panturrilha. DeAndre Ayton também teve que descansar por dores nas costas.

    Outras tretas pra acompanhar:

    Com 47-26 de campanha, se ganharem 6 dos últimos 9 jogos, terão a melhor temporada desde 2010-11 (57 vitórias). Jake LaRavia pode jogar os 82 jogos da temporada — algo cada vez mais raro na NBA moderna. E Austin Reaves tá tendo uma das temporadas mais eficientes de um armador na liga.

    Cara, eu tô ansioso demais pra ver como essa reta final vai desenrolar. Os Lakers têm potencial pra fazer barulho nos playoffs, mas precisam resolver essas questões básicas primeiro. E aí, vocês acham que eles conseguem chegar nos playoffs com esse embalo?

  • Doncic machucado quando mais precisa: MVP pode escapar pelas mãos

    Doncic machucado quando mais precisa: MVP pode escapar pelas mãos

    Olha, se tem algo que me deixa nervoso como fã de basquete é ver um jogador na corrida pelo MVP lidando com lesão no finalzinho da temporada. E é exatamente isso que tá acontecendo com Luka Doncic.

    O esloveno apareceu no injury report dos Lakers para o jogo contra o Nets com dores no posterior da coxa. Questionável para jogar. Normalmente isso seria só mais uma cautela normal do fim de temporada, mas tem um problemão: a maldita regra dos 65 jogos.

    A matemática cruel do MVP

    Doncic já perdeu 12 jogos nesta temporada por lesões legítimas. Jogou 61 partidas até aqui, ou seja, precisa de apenas quatro aparições para se qualificar pro MVP e outros prêmios individuais. Quatro jogos. Parece pouco, né? Mas quando você tá com dor no músculo posterior e ainda tem playoffs pela frente…

    Sinceramente, acho essa regra dos 65 jogos uma das piores coisas que a NBA implementou recentemente. Entendo a intenção – evitar que caras descansem à toa. Mas punir quem se machuca de verdade? Isso é cruel demais.

    LeBron James, com seus 39 anos nas costas, já perdeu a chance de estender a sequência histórica de 21 All-NBA Teams por causa dessa regra. Agora Luka pode perder um MVP que tá merecendo pra caramba.

    Lakers em posição delicada

    E tem outro complicador: os Lakers não podem se dar ao luxo de descansar o cara. Eles tão em terceiro no Oeste, mas essa conferência tá uma loucura. Um escorregão e eles podem cair direto pro Play-In ao invés de garantir playoff direto.

    É uma decisão impossível. Você força o jogador machucado sabendo que pode piorar tudo? Ou descansa e torce pra temporada não desandar?

    Na minha opinião, Doncic deveria jogar esses quatro jogos nem que seja 20 minutos cada. O MVP dele seria histórico – primeiro europeu a ganhar desde Dirk em 2007. E cara, depois de tudo que ele fez nesta temporada, seria uma injustiça gigante perder por causa de uma regra burocrática.

    E aí, vocês acham que ele consegue aguentar essas quatro partidas? Ou vão preferir preservar pro que realmente importa em maio?

  • Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Cara, tem road trips que são só sobre ranking na temporada regular, e tem road trips que definem quem você realmente é. Essa sequência de seis jogos fora de casa dos Lakers? Fez algo muito mais perigoso — tirou todas as ilusões.

    E olha, o que sobrou foi um time que finalmente se entende de verdade.

    Luka na frente, LeBron no suporte — e funcionou

    Entre uma vitória madrugada adentro em Miami e uma tarde de risadas num campo de golfe na Flórida, os Lakers encontraram sua cara. Luka Doncic domina a pontuação (óbvio, né — o cara lidera a liga), mas agora Austin Reaves é o segundo maior pontuador do time, e LeBron James é o terceiro. Às vezes até quarto!

    Sabe o que mais me chamou atenção? O ataque não é mais democrático. É deliberado. Doncic é o motor, e tudo flui a partir do ritmo dele. Simples assim.

    E o Reaves? Mano, parece que tiraram um peso das costas dele. Ele sonda, hesita, ataca, improvisa — sem mais aquela sensação de que tá pisando no palco de alguém. Na vitória por 137-130 contra os Pacers (último jogo da road trip), o cara fez 25 pontos sendo que três titulares nem jogaram. Luka meteu 43, LeBron 23. Aos 41 anos, o Rei é a terceira opção ofensiva.

    LeBron evoluiu — não declinou

    Aqui que fica interessante, pessoal. LeBron não tá forçando mais o jogo a girar em torno dele. Ele tá escolhendo os momentos certos. Pega rebote como se tivesse 25 anos, comanda a defesa como se tivesse decorado o playbook de todos os times, e pontua com a paciência de quem sabe que a bola vai chegar na hora certa.

    E na maioria das noites, chega mesmo.

    Contra Indiana, foram 9 assistências e 9 rebotes pra acompanhar os pontos em dois dígitos. Quase um triple-double casual aos 41 anos. Absurdo, né?

    A química que ninguém vê

    Mas sabe onde essa identidade foi realmente construída? Nos momentos que ninguém filma. Tipo num campo de golfe em Orlando, onde LeBron tentava acertar a tacada com um jacaré olhando pra ele como se fosse o próximo lanche. E o Bronny entrando no quadro pra dar conselho pro pai sobre onde fazer o drop! (Morri de rir com essa.)

    Ou então vendo Luka — que raramente aparece jogando golfe — lá com os companheiros, errando tacada que nem amador, mas construindo algo que não aparece no placar mas aparece quando a pressão aperta.

    Vocês acham que essa nova dinâmica vai segurar na pressão dos playoffs? Porque uma coisa é funcionar na temporada regular, outra é quando cada posse vale ouro. Mas sinceramente, depois dessa road trip, tô começando a acreditar que eles acharam o caminho.

  • Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Olha, não vou mentir: quando vi que os Lakers (47-26) vão enfrentar os Nets (17-55) em casa hoje, minha primeira reação foi “essa é moleza”. E vocês sabem por quê? Brooklyn está literalmente no fundo do poço, perdeu os últimos nove jogos seguidos.

    Os Lakers acabaram de voltar de uma road trip absurda — ganharam cinco de seis jogos, bateram o Houston duas vezes (que estava colado neles na classificação) e só perderam por um ponto pro Detroit. Sinceramente, foi uma das melhores viagens da temporada considerando o momento.

    Nets em modo tanque total

    Aqui que a coisa fica interessante (ou triste, dependendo do ponto de vista). Os Nets simplesmente tiraram o Michael Porter Jr. de linha — que era praticamente o único cara que ainda jogava bola lá. É tanking na veia mesmo, pessoal.

    Brooklyn é o segundo pior time da liga inteira. Só perde para os Pacers, que os Lakers acabaram de enfrentar e ganharam. Então assim, não tem muito mistério nesse jogo, né?

    A única coisa que me preocupa é justamente essa: jogo “fácil” pode virar cilada se o time relaxar. Mas considerando que os Lakers estão brigando pela terceira posição no Oeste, acredito que vão entrar focados.

    Luka pode aparecer (ou não)

    A grande dúvida fica no Luka Dončić, que está como questionável por causa de uma dor no posterior da coxa esquerda. Cara, seria massa ver ele jogando, mas honestamente? Nem precisa forçar contra um time desse nível.

    Da última vez que se enfrentaram, os Lakers dominaram completamente — foi um daqueles jogos raros onde nenhum dos principais jogou mais de 30 minutos. Basicamente um treino.

    Os Nets vão tentar alguma coisa com Ziaire Williams, Nic Claxton e Jalen Wilson comandando o ataque, mas convenhamos… não é exatamente um Big Three de assustar, né não?

    Minha visão do jogo

    Sinceramente, se os Lakers perderem esse jogo, vai ser mais por relaxamento do que por mérito do adversário. Brooklyn não tem poder de fogo, não tem defesa, não tem motivação (estão no tanque mesmo).

    O que os Lakers precisam fazer? Simples: jogar o básico, aproveitar que estão em casa no Crypto.com Arena e construir mais uma sequência de vitórias. Ainda mais que vão ter dois dias de descanso depois desse jogo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter o foco contra um adversário tão fraco assim? Eu apostaria que sim, mas já vi cada zebra nessa liga…

  • LeBron: ‘Bronny mostrou que merece estar na NBA’ após jogaço

    LeBron: ‘Bronny mostrou que merece estar na NBA’ após jogaço

    Cara, o que rolou ontem à noite foi simplesmente emocionante. Bronny James jogou 13 minutos SIGNIFICATIVOS contra o Pacers, e o pai coruja LeBron não conseguia esconder o orgulho depois da vitória por 137-130.

    “Ele pertence à liga”, disse LeBron pra imprensa. E olha, depois de ver o garoto jogar desse jeito, eu tô começando a concordar cada vez mais.

    O momento chegou quando mais precisava

    JJ Redick precisou de ajuda no garrafão dos Lakers – time tava meio desfalcado – e decidiu apostar no Bronny. E que aposta! O moleque apareceu nos quatro quartos, fez 4 pontos, 1 assistência, 2 roubadas de bola e 1 toco. Mais importante que os números: Lakers tiveram +4 com ele em quadra.

    “Sentimos que era um jogo onde realmente precisávamos dele”, explicou Redick. “O atletismo dele, a defesa… estamos vendo o crescimento como jogador.” E complementou com algo que me arrepiou: Bronny tem sido “possivelmente o melhor jogador das últimas 3 ou 4 semanas nos treinos”.

    No final do quarto período, com os Pacers apertando o cerco, Bronny acertou um arremesso de média distância que aumentou a vantagem dos Lakers pra 15. Jogada clutch, monstro!

    A jornada até aqui não foi fácil

    Vamos ser sinceros: quando Bronny foi draftado na 55ª posição em 2024, muita gente questionou se não foi só pelo sobrenome. O garoto vinha de uma temporada complicada na USC depois daquele susto terrível com a parada cardíaca.

    Eram 60 jogos na NBA até aqui, média de 7 minutos por jogo, 2.2 pontos. Números de novato que ainda tá se encontrando na liga. Mas ontem? Ontem foi diferente.

    “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse LeBron, claramente emocionado. E cara, dá pra ver a diferença. O Bronny que entrou em quadra contra os Pacers não era mais aquele garoto assombrado pelos fantasmas do passado.

    E aí, vocês acham que o Bronny tem futuro como titular na NBA? Eu ainda acho cedo pra cravar, mas performances como essa mostram que ele pelo menos merece uma chance real de mostrar serviço. Os Lakers tão voando – 13 vitórias nas últimas 15 -, terceiro lugar no Oeste, e agora com a dupla pai e filho fazendo história em quadra.

    “Não consigo sonhar com algo melhor que isso”, confessou LeBron depois do jogo. “Ter minutos significativos, fazer jogadas importantes, e eu estar lá com ele… não consigo sonhar com uma sensação melhor.”

    Sinceramente? Eu também não conseguiria. Ver o próprio filho realizando o sonho junto com você, no maior palco do basquete mundial… isso não tem preço.

  • Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Cara, que noite foi essa do Bronny James! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço contra os Pacers e deixou todo mundo — incluindo o pai — de boca aberta. Na vitória dos Lakers por 137-130, ele entrou junto com o LeBron no final do terceiro quarto e mostrou por que merece estar na liga.

    A imagem dos dois parados na mesa do anotador, braços cruzados, esperando pra entrar juntos… meu, isso é cinema puro. E o LeBron não conseguiu segurar a emoção depois do jogo.

    “Ele pertence aqui”, diz o pai orgulhoso

    “Especialmente conhecendo o caminho, a estrada. Então, estou orgulhoso dele. Super orgulhoso. E ele pertence. Ele pertence aqui”, disparou LeBron pros jornalistas. Olha, eu que acompanho essa história desde o começo fiquei até arrepiado lendo isso.

    Mas o Bronny? Totalmente na dele. Aos 20 anos, já tá com o pé no chão sobre toda essa situação. “Já estou por perto dele e do basquete ao mesmo tempo há um tempo, então não é tão especial assim”, disse. “As primeiras vezes foram, claro, mas agora é meu segundo ano. Estou apenas tentando me provar.”

    Essa maturidade do garoto me impressiona. 16 meses jogando com o pai e ainda assim focado em construir a própria identidade.

    JJ Redick apostou alto e deu certo

    O técnico JJ Redick não tava brincando quando deu minutagem pra ele. Com o Marcus Smart machucado no tornozelo e o elenco desfalcado, ele precisava de energia defensiva e atletismo — e o Bronny entregou tudo isso e mais um pouco.

    “Senti que era um jogo que realmente precisávamos dele. Seu atletismo, sua defesa. Vimos isso no ano passado, e estamos vendo novamente este ano, apenas seu crescimento como jogador”, explicou Redick.

    E que crescimento! O menino fez uma defesa sólida no primeiro tempo, meteu uma enterrada de uma mão só pela linha de fundo (que foi absurda, por sinal) e ainda acertou um arremesso de média distância no finalzinho do quarto período que ajudou a selar a vitória.

    A volta por cima depois do susto

    Vocês lembram do susto que a gente levou em julho de 2023? Bronny teve uma parada cardíaca durante um treino na USC. Foi tenso demais. Mas depois da cirurgia pra corrigir um defeito congênito no coração, ele voltou mais forte.

    Na G League, tá fazendo média de 15.3 pontos com aproveitamentos de 54.6% nos arremessos de quadra, 42.1% nas bolas de três e 90.9% nos lances livres. Nada mal depois de um começo meio devagar, né?

    LeBron disse que recentemente notou um olhar familiar voltando pros olhos do filho. “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse o King. “Minutos reais e significativos. Eu não poderia sonhar com algo melhor que isso.”

    Sinceramente? Depois de tudo que esse garoto passou, ver ele brilhando na NBA ao lado do pai é de arrepiar. E aí, vocês acham que o Bronny vai conseguir uma vaga fixa no time principal dos Lakers essa temporada?

  • Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Cara, os Lakers simplesmente dominaram os Pacers ontem à noite. 137 a 130 em Indiana, fechando uma road trip de seis jogos com aproveitamento monstro de 5-1. A única escorregada foi contra os Pistons na segunda — mas sinceramente, depois do que vi ontem, aquilo foi só um tropeço mesmo.

    Luka show desde o primeiro quarto

    O Luka Dončić tava absolutamente inspirado, galera. Começou cedo metendo duas bolas de três e quando você viu, já tinha 21 pontos só no primeiro quarto. Vinte e um! E olha que ele ainda tinha o LeBron do lado distribuindo assist que nem confete — cinco assistências só na primeira metade.

    O que mais me impressionou foi a disciplina do time. Os caras não perderam UMA bola até o meio do segundo quarto. Uma. Isso é coisa de time que tá jogando sério, que quer resultado. E quando você vê os números — 56,2% de aproveitamento nos arremessos, 39,1% de três pontos, 29 assistências — você entende por que foi tão dominante assim.

    Bronny James fazendo a festa da torcida

    E vocês viram aquela enterrada do Bronny? O moleque voou na cesta que deixou o pessoal de Indiana de queixo caído. Imaginem a sensação: você tá perdendo feio em casa e ainda tem que aplaudir uma jogada dessas. (Deve ser mais ou menos como a gente se sentia quando o Kobe vinha jogar no Brasil e metia umas dessas, né?)

    O Jake LaRavia também merece destaque — começou o jogo roubando bola pra todo lado e ainda meteu uma enterrada logo de cara. Esses jovens tão com fome, e isso que faz a diferença.

    Austin Reaves tava numa defensiva absurda também. Seis roubos de bola entre ele e o LaRavia. Seis! Esse tipo de pressão defensiva que faz diferença em playoffs.

    Indiana tentou, mas era tarde demais

    Olha, tem que dar crédito aos Pacers também. Eles tentaram uma reação no final que quase funcionou — chegaram a diminuir pra sete pontos de diferença nos minutos finais. Pascal Siakam tava jogando bem até ser expulso faltando cinco minutos (e aí complicou tudo pra eles).

    Mas a real é que o jogo nunca esteve ameaçado. Os Lakers abriram 29 pontos de vantagem no terceiro quarto e aí é difícil, né? Por mais que o Indiana tenha corrido atrás, sempre dava a impressão de que LA tinha controle total da situação.

    E aí, galera — vocês acham que esse Lakers tem cara de time que vai longe nos playoffs? Porque depois de uma road trip dessas, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar bastante por aí. LeBron ainda jogando em alto nível, Luka dominando quando precisa, e esses jovens dando energia… pode dar zebra, hein?

  • Luka faz história: só ele e Jordan tiveram essa média absurda fora de casa

    Luka faz história: só ele e Jordan tiveram essa média absurda fora de casa

    Gente, o Luka Dončić tá numa pegada absolutamente insana. O cara simplesmente fez 43 pontos contra os Pacers e entrou pra história da NBA de um jeito que só Michael Jordan tinha conseguido antes. Estamos falando de 40,7 pontos de média em seis jogos fora de casa — algo que não rolava desde 1986, quando o próprio MJ fez isso.

    E olha, eu sabia que o Luka estava jogando muito, mas esses números são de outro mundo mesmo. 21 pontos só no primeiro quarto contra Indiana? O maluco literalmente resolveu o jogo antes do intervalo. Foi o oitavo quarto de 20+ pontos dele na temporada — disparado o maior número da liga.

    A comparação com Jordan é real

    Na real, Jordan tinha 23 anos quando fez essa proeza lá em 86-87, numa sequência de sete jogos fora (média de 41,3). Ele ganhou o primeiro dos seus 10 títulos de cestinha naquela temporada, mas curiosamente o MVP só veio no ano seguinte. Já o Luka, aos 27, tá liderando a liga com 33,6 pontos por jogo e claramente mirando no prêmio de MVP este ano.

    Os Lakers (47-26) ganharam cinco desses seis jogos da viagem e estão voando — 13 vitórias em 15 jogos recentes. Sinceramente, esse time tá encaixando de um jeito que eu não esperava no começo da temporada.

    LeBron ainda fazendo sua parte

    E por falar em não esperar, o LeBron continua sendo LeBron aos sei lá quantos anos. 23 pontos, 9 rebotes e 9 assistências — quase um triple-double numa boa. Austin Reaves mandou 25 e 8 assistências, Jaxson Hayes fez um double-double (21 pontos e 10 rebotes). Quatro titulares com mais de 20 pontos — isso é time que quer brigar lá em cima mesmo.

    O mais engraçado foi a Caitlin Clark ali na quadra tirando foto enquanto o LeBron discutia com os árbitros. Duas lendas do basquete no mesmo frame, mas cada um na sua, né? A WNBA e NBA se cruzando de uma forma completamente aleatória mas icônica.

    Olha, o Luka já fez 40+ pontos 14 vezes esta temporada. Catorze! Incluindo um absurdo de 60 pontos contra o Heat nessa mesma viagem. Vocês acham que ele consegue manter esse ritmo até os playoffs? Porque se conseguir, os Lakers vão ser um problema sério pra qualquer um no Oeste.

    E aí, será que finalmente vamos ver o primeiro MVP do Luka? Com esses números e essa comparação histórica com Jordan, fica difícil ignorar o que ele tá fazendo nesta temporada.