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  • Robinson mandando a real: ‘Adoro estragar a estratégia deles’

    Robinson mandando a real: ‘Adoro estragar a estratégia deles’

    Cara, o Mitchell Robinson tá mandando um recado claro pros Spurs: pode mandar ele pra linha de lance livre à vontade que ele não vai se intimidar. E olha que isso é coragem pura, considerando que o cara converte apenas 29,5% dos lances livres.

    No segundo quarto do jogo, com os Knicks já com problemas de faltas, San Antonio resolveu apostar na velha estratégia do Hack-a-Shaq — só que agora virou Hack-a-Mitch. Mandaram o pivô pra linha várias vezes, esperando que ele perdesse a compostura.

    O gigante não se abalou

    Resultado? Robinson converteu 3 de 6 tentativas e ainda saiu falando como quem não deve nada. “Significa muito quando eu estrago essa estratégia deles”, disse o cara na coletiva pós-jogo. “Eles só querem me tirar de quadra, então na minha visão, eu sou uma ameaça.”

    Sinceramente? Eu não esperava essa frieza toda dele. Ver um pivô que sabe das próprias limitações no lance livre e ainda assim abraçar o desafio… isso é mentalidade de campeão.

    E tem outro ponto que tá passando batido: enquanto todo mundo fala do duelo Towns vs Wembanyama (e com razão), o Robinson tá sendo fundamental pra conter o francesão. O cara pode não ser o mais rápido lateralmente, mas seu posicionamento tá impecável. Ele tá impedindo que Wemby receba a bola em posições cômodas no garrafão.

    Peça-chave na rotação

    Com o Towns entrando em problema de faltas no segundo tempo, Robinson teve que carregar o piano. E carregou bem — deu minutos de qualidade que permitiram o KAT descansar e voltar fresquinho pro último quarto.

    Agora a série volta pra Nova York, e vocês podem ter certeza que Robinson vai ser testado de novo. A pergunta é: será que ele mantém essa confiança toda? Porque uma coisa é falar bonito depois de converter 50% dos lances livres. Outra é manter a mesma energia quando estiver 1 de 8 numa situação decisiva.

    Mas pelo que vi até agora, o cara tá com a cabeça no lugar certo. E isso pode ser a diferença entre os Knicks chegarem no topo ou verem mais um sonho de título escorrer pelos dedos.