Tag: LeBron James

  • LeBron faz o famoso ritual do pó antes de jogo decisivo dos Lakers

    LeBron faz o famoso ritual do pó antes de jogo decisivo dos Lakers

    Olha, eu não sei se existe coisa mais icônica na NBA do que o LeBron jogando aquele pó de giz pro alto antes de um jogo importante. E ontem à noite, no Crypto.com Arena, foi exatamente isso que rolou — mas com aquele peso dramático que só um jogo de eliminação consegue trazer.

    Os Lakers estavam literalmente com a corda no pescoço. Thunder liderando por 3-0 na série dos playoffs do Oeste, e qualquer deslize significava fim de temporada. É nessas horas que o cara mostra do que é feito, né?

    O ritual que nunca envelhece

    Sinceramente, já perdi a conta de quantas vezes vi o LeBron fazendo esse ritual do pó de giz. Começou lá em Cleveland quando ele ainda era novinho, passou por Miami (onde ganhou dois títulos, diga-se de passagem), voltou pra Cleveland e agora continua nos Lakers. Cara, são mais de 20 anos dessa tradição!

    E o mais legal é que nunca perdeu a magia. Ali na mesa do marcador, com os companheiros e staff ao redor, o homem fez aquele momento que a galera já esperava. A NBA postou o vídeo nas redes sociais com a legenda perfeita: “O ritual do LeBron James nunca envelhece”.

    Mano, que pressão era aquela? Arena lotada, torcida chegando cedo só pra ver o aquecimento, todo mundo sabendo que se perdesse era tchau e benção. E o LeBron ali, zen, fazendo a mesma coisa que faz há décadas.

    Momento de vida ou morte pros Lakers

    Vamos combinar: estar 3-0 atrás numa série é praticamente uma sentença de morte na NBA. Historicamente, só algumas poucas equipes conseguiram reverter uma situação dessas. Os Lakers precisavam de um milagre, e todo mundo sabia disso.

    O Thunder chegou como primeiro seed do Oeste não foi à toa — time jovem, bem treinado e jogando um basquete moderno que dá trabalho pra qualquer um. Mas quando você tem LeBron James do outro lado, sempre existe uma chance, por menor que seja.

    A atmosfera no Crypto.com Arena estava elétrica. Torcida chegou cedo, aquecimento cheio, todo mundo sentindo que podia ser o último jogo da temporada. Nessas horas que você vê a diferença entre jogador comum e lenda — enquanto outros podem tremer, o LeBron faz questão de manter a calma e seguir seus rituais de sempre.

    Vocês acham que esse tipo de ritual realmente faz diferença no jogo ou é só psicológico mesmo? Eu, particularmente, acho que quando você tem mais de 20 anos fazendo a mesma coisa antes de jogos importantes, isso vira uma âncora emocional. Uma forma de se conectar com todas as vitórias e momentos especiais que vieram antes.

  • Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Gente, vocês viram quem apareceu no jogo 4 entre Thunder e Lakers ontem? O Dillon Brooks. Isso mesmo, o cara que vive cutucando todo mundo na NBA resolveu comprar ingresso pra assistir o LeBron possivelmente se despedir dos playoffs na primeira fila.

    Olha, eu tenho que admitir: Brooks é um personagem único. O Phoenix Suns dele foi eliminado logo na primeira rodada pelo próprio Thunder, e aí o cara vai lá e senta na courtside do Crypto.com Arena pra ver se o OKC completa a varredura nos Lakers. É de uma petulância absurda — e eu meio que respeito isso.

    Thunder dominando de forma assustadora

    A situação dos Lakers tava desesperadora mesmo. Thunder liderando por 3-0, praticamente com um pé na próxima fase. No jogo 3, foi uma surra: 131-108. O Shai Gilgeous-Alexander fez o que quis em quadra — 23 pontos e 9 assistências em apenas 33 minutos. Cirúrgico.

    LeBron até tentou fazer a diferença com seus 19 pontos e 8 assistências, e o Rui Hachimura colaborou com 21 pontos. Mas sinceramente? O elenco dos Lakers não tá conseguindo acompanhar o ritmo do Thunder. Nem o Deandre Ayton nem o Marcus Smart conseguiram frear um ataque que acertou 56% dos arremessos.

    Brooks na primeira fila da desgraça alheia

    No começo do jogo 4, a tendência continuou. Thunder abriu 34-26 logo de cara, com o Ajay Mitchell sendo um pesadelo pros Lakers (ele tinha feito 24 no jogo anterior). E lá estava o Brooks, provavelmente saboreando cada erro dos Lakers.

    A pergunta que não quer calar: será que ele tava ali fazendo scouting do próximo adversário ou só queria mesmo ver o possível fim da era LeBron em Los Angeles? Conhecendo o Brooks, aposto na segunda opção. O cara é especialista em criar climão — mesmo quando nem tá jogando.

    Se o Thunder realmente fechasse a série ali (spoiler: fecharam), o Brooks ia ter o melhor lugar da arena pra ver os cumprimentos finais. Vocês acham que isso é falta de respeito ou só estratégia psicológica pra próxima temporada?

  • Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Cara, que situação bizarra pros Lakers. Lembra quando eles meteram 3-0 nos Rockets na primeira rodada? Pois é, agora estão do outro lado da moeda — perderam os três primeiros jogos pro Thunder e podem tomar uma varrida histórica.

    E não é que estão perdendo apertado não. Oklahoma City está destruindo: média de vitória por 19.6 pontos e um net rating de +20. É um absurdo. Pra piorar, os Lakers perderam TODOS os quatro jogos da temporada regular contra o Thunder. E agora vão pro Jogo 4 sem o Luka Dončić? A casa de apostas já cravaou: Thunder favorito com odds de -560.

    “A gente não desiste”

    Mas olha só o que o Austin Reaves falou depois do Jogo 3:

    “Você só chega e compete. É um monte de caras neste vestiário que são competidores. Basicamente, a mensagem depois do jogo foi que vamos chegar aqui na segunda-feira e vamos ganhar. Obviamente, a situação é uma merda, mas isso não nos dá licença para desistir.”

    Sinceramente? Eu admiro essa mentalidade. Porque olhando de fora, tá difícil achar onde os Lakers podem incomodar.

    JJ Redick tentando de tudo

    O técnico JJ Redick não tá de braços cruzados. Mudou a defesa, conseguiu segurar um pouco o Shai Gilgeous-Alexander (que é um monstro), botou até jogadores que nem estavam na rotação como o Maxi Kleber e o Adou Thiero em quadra.

    Mas aí que tá o problema — o Thunder tem MUITA gente boa. Como o próprio Redick disse: “Eles precisam de arremessadores? Beleza. Precisam de vários alas defensivos? Beleza. Precisam de dois pivôs? Beleza.”

    É um time completíssimo mesmo. Campeão defensor que ainda não perdeu um jogo nestes playoffs. E os Lakers vão tentar fazer história sendo o primeiro time a virar de 0-3 numa série melhor de sete?

    Nunca aconteceu antes na NBA. Alguém vai ser o primeiro eventualmente. Será que pode ser agora?

    LeBron aos 41 anos jogando mais de 30 minutos por jogo, Marcus Smart grudando no SGA… o esforço tá lá. Mas como disse o próprio King: “Obviamente, tudo. Tudo e mais um pouco para vencer um time como este.”

    Vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos evitar a varrida na segunda-feira? Porque olhando essa série, tá parecendo que o Thunder tá jogando num nível muito acima mesmo.

  • Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Cara, que nostalgia. Acabei de bater um papo com Danilo Gallinari e, sinceramente, foi uma das conversas mais legais que já tive sobre basquete. O italiano — que começou a carreira justamente no Knicks — tava super de boa pra falar sobre tudo.

    Primeiro, parabéns pra ele que acabou de ganhar um título na liga de Porto Rico! Quando comentei sobre isso, o cara ficou até surpreso que alguém sabia. Deu aquele sorrisão genuíno, sabe? Isso que é humildade.

    O Pesadelo de Fevereiro de 2009

    Agora, preparem-se para a história mais brutal de estreia na NBA que vocês já ouviram. O Gallo chegou no Knicks em 2008 e, cara… que recepção diabólica!

    Imaginem a cena: primeira semana de fevereiro de 2009. Kobe Bryant chega no Garden e mete 61 pontos — na época, o maior placar de um visitante na arena. Dois dias depois, LeBron James aparece e faz 52 pontos com 11 assistências. Na sexta, o Boston Celtics campeão vem e atropela os Knicks por 110-100.

    “Quando a maioria das pessoas pensa numa recepção, é algo bom”, brincou o Gallinari. “A minha foi… diferente.”

    E olha que ele lembra de cada detalhe até hoje! Isso que é trauma (risos). Mas também imaginem a loucura de um garoto de 20 anos dividir a quadra com essas lendas todas noites. Deve ter sido assustador e incrível ao mesmo tempo.

    Os Defensores Mais Cascudos da Liga

    Perguntei pro Gallo qual foi o defensor mais difícil que ele enfrentou. Ele pausou uns segundos e soltou: “Metta World Peace.” Depois veio a lista dos pesadelos: Tony Allen, Kawhi Leonard, Draymond Green.

    Faz todo sentido, né? O cara era um ala de 2,08m super versátil — sabia driblar, arremessar de três, jogar de costas pros menores. Óbvio que ia pegar os melhores defensores da liga sempre.

    Na minha opinião, o Gallinari foi um dos forwards mais subestimados da década de 2010. Durante dez temporadas, o monstro fez média de 16.7 pontos por jogo! E isso enfrentando esses caras aí toda noite.

    Cooper Flagg é o Novo Gallinari?

    A parte mais engraçada foi quando perguntei se algum jogador atual lembra ele. “Cooper Flagg”, respondeu na lata, antes de rir. “Só que ele fez mais posterizadas que eu quando rookie.”

    Interessante essa comparação, não acham? Flagg também tem essa versatilidade toda — pode jogar em várias posições, dribla bem, arremessa. E vocês, concordam com essa análise?

    O Gallo também comentou que se jogasse na NBA de hoje, com esse ritmo alucinado e espaçamento, teria se dado ainda melhor. Mas deu os créditos pro Mike D’Antoni, que já implementava um estilo parecido nos Knicks.

    Cara, bateu uma saudade do prime do Gallinari. Era um jogador completamente diferenciado na época dele.

  • LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    Olha, quando o LeBron James fala sobre dinastias da NBA, a gente escuta. O cara já enfrentou praticamente tudo que é bom e ruim nessa liga nos últimos 23 anos — e agora ele tá vendo algo especial nascendo em Oklahoma City.

    Depois do jogo 3 das semifinais do Oeste no sábado, perguntaram pro King se esse Thunder atual lembra os Bulls dos anos 90 ou os Warriors da década de 2010. A resposta dele foi direta:

    “Eles são absurdamente bons de cima a baixo. Não tiram o pé do acelerador”, disse LeBron.

    O peso da opinião de quem já viu de tudo

    Cara, pensa bem: LeBron enfrentou a dinastia dos Spurs nos anos 2000, bateu de frente com os Warriors do Curry na década de 2010 (inclusive levou aquele 3-1 histórico), e agora tá vendo esse Thunder jovem crescer. Quando um cara com essa experiência faz uma comparação dessas, é porque a coisa tá séria mesmo.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Esse Oklahoma City tem uma profundidade de elenco que dá medo. Shai Gilgeous-Alexander comandando, mas todo mundo contribui. É aquela coisa de time que não depende só de um cara — lembra muito os Warriors mesmo.

    Lakers tentando sobreviver

    Claro que o LeBron não tá falando isso por acaso. Os Lakers tão 3-0 pra baixo na série, praticamente eliminados. No jogo 3, Los Angeles até conseguiu liderar no intervalo (pelo segundo jogo seguido), mas aí veio o Thunder no segundo tempo e meteu 74 a 49 nos últimos 24 minutos. Monstruoso.

    Rui Hachimura foi o cestinha dos Lakers com 21 pontos, LeBron fez 19 com 8 assistências, mas não adiantou. O Thunder simplesmente não dá sossego — é exatamente isso que o King quis dizer com “não tiram o pé do acelerador”.

    E aí, vocês acham que esse Thunder realmente tem potencial pra ser a próxima dinastia da NBA? Porque pelo jeito que as coisas tão andando, a gente pode tá vendo o início de algo grande em Oklahoma City. O jogo 4 é na segunda-feira, e se os Lakers não conseguirem reagir, vai ser varredura mesmo.

  • Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Cara, eu preciso falar uma coisa: Austin Reaves é simplesmente um monstro mental. O que esse cara fez no Jogo 2 contra o Thunder foi uma aula de como responder às críticas da forma mais bonita possível — jogando basquete de altíssimo nível.

    Vamos contextualizar aqui. No Jogo 1, o Reaves teve uma das piores noites da vida dele: 8 pontos, 3/16 nos arremessos, 0/5 do perímetro. Foi de dar dó. E aí, vocês sabem como é né? A imprensa americana desceu o martelo. “Ele não consegue jogar nos momentos decisivos”, “não merece contrato máximo”, “é só mais um que desaparece nos playoffs”.

    Sinceramente? Eu entendo a pressão. Jogar ao lado do LeBron já é tenso, imagina ser Laker nos playoffs. Cada arremesso que você erra vira notícia nacional.

    A resposta veio no jogo seguinte

    Mas olha só como esse cara respondeu: 31 pontos (recorde pessoal nos playoffs), 10/16 nos arremessos, 3/6 de três. Contra a MELHOR DEFESA da liga, hein. Não foi contra qualquer time não.

    O mais impressionante? Ele literalmente dançou em cima do Chet Holmgren e do Isaiah Hartenstein — dois caras de mais de 2 metros que vivem tampando arremesso. E ainda driblou o Cason Wallace, que é uma das melhores defesas individuais da NBA.

    LeBron resumiu tudo perfeitamente: “Austin sendo Austin”. Traduzindo: ninguém ali ficou surpreso. Eles conhecem o cara.

    De jogador dispensado a estrela dos Lakers

    Gente, a história desse moleque é absurda. Em 2021, NENHUM TIME o draftou. Zero. Os Lakers deram uma chance com um contrato two-way (que é basicamente um “vamos ver no que dá”).

    Hoje? O cara tá elegível para assinar um contrato de quase 250 MILHÕES de dólares. Virou o segundo principal pontuador dos Lakers, passando até o LeBron na hierarquia ofensiva. Média de 23.3 pontos na temporada com 49% de aproveitamento geral.

    Na minha visão, isso mostra que o Reaves tem algo que nem todo jogador tem: confiança “delirante” (palavras dele mesmo). O cara simplesmente não deixa as críticas entrarem na cabeça.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, falou uma parada interessante: Reaves é “um dos jogadores menos conectados nas redes sociais da NBA”. Ou seja, o cara nem vê o hate. Esperto demais.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me impressiona é a capacidade de reset dele. Jogo 1 foi terrível? Esquece. Jogo 2 é uma nova oportunidade. Isso é mentalidade de grande jogador.

    Claro que os Lakers perderam o jogo mesmo assim (125-107) e estão atrás 2-0 na série. Mas o Reaves fez a parte dele e calou muita boca por aí.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível pelo resto da série? Porque se conseguir, esses Lakers podem dar muito trabalho pro Thunder ainda.

  • Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Mano, os Lakers estão numa sinuca de bico contra o Thunder. E olha, não é por falta de aviso — LeBron e JJ Redick já sacaram exatamente onde o bicho tá pegando: rebote e cuidado com a bola.

    Cara, é impressionante como os caras não conseguem resolver esses dois fundamentos básicos. Contra Houston na primeira rodada até que melhoraram com o passar da série, mas agora contra Oklahoma? Tá feio a coisa.

    Os números não mentem (e doem)

    Olha só que absurdo: em dois jogos, o Thunder já catou 76 rebotes contra 71 dos Lakers. Não é uma diferença gigante, mas numa série de playoffs cada posse vale ouro. E o pior são as bolas perdidas — 21 turnovers só no Jogo 2! O Thunder transformou essas bobeiras em 26 pontos. Vinte e seis, cara!

    “Vocês podem ver algumas tendências aqui”, falou o técnico JJ Redick depois do jogo. “Provavelmente precisamos voltar às duas chaves que tínhamos contra Houston: cuidar da bola e fazer o bloqueio no rebote.”

    E é exatamente isso. O Thunder não perdoa — eles lideram a NBA em pontos de segunda chance nos playoffs, com 18 por jogo. Contra os Lakers? Subiu pra 19. Quando você dá chances extras pro time favorito ao título, já sabe no que dá.

    LeBron sabe que o problema é básico

    “Acho que hoje fizemos um bom trabalho na primeira defesa, mas temos que limpar o vidro”, disse o LeBron. E olha, quando o cara de 39 anos tá tendo que falar sobre rebote defensivo, é porque a coisa desandou mesmo.

    O pior é que contra Houston eles conseguiram ajustar isso durante a série. Mas agora parece que voltaram aos velhos hábitos. E contra um time como Oklahoma, que não tem fraqueza aparente, você não pode se dar ao luxo de cometer erros primários.

    Sinceramente, eu tô vendo os Lakers repetirem os mesmos erros há dois jogos. JJ Redick falou sobre “cuidar dos detalhes” antes da série começar, mas até agora tá mais pra “esquecer dos detalhes”. E numa série de playoffs, principalmente contra um candidato real ao título, isso é suicídio.

    Agora é ganhar ou ir pra casa

    A real é que o Thunder tá fazendo o que todo time bom faz: aproveitando os erros do adversário e não dando mole. Eles sabem que são favoritos e tão jogando como tal.

    Pro Jogo 3, os Lakers não têm escolha. Ou seguram o rebote e param de entregar a bola, ou vão estar com um pé na pescaria. E convenhamos — depois de tudo que aconteceu na temporada, seria uma pena terminar assim, né?

    Vocês acham que LA consegue ajustar a tempo, ou o Thunder é forte demais mesmo? Pra mim, se não mudarem esses fundamentos básicos no próximo jogo, já era.

  • Lakers seguram Thunder mas OKC vence sem Shai – e o futuro do LeBron?

    Lakers seguram Thunder mas OKC vence sem Shai – e o futuro do LeBron?

    Cara, que playoffs malucos estamos tendo! Cavs e Pistons de um lado, Lakers e Thunder do outro — e eu tô aqui tentando processar tudo que tá rolando nessas séries.

    Cleveland ainda patinando, Detroit aproveitando

    Os Cavaliers fizeram alguns ajustes no Jogo 2, mas sinceramente? Foi mais do mesmo. O ritmo da partida seguiu praticamente idêntico ao primeiro jogo, e isso me preocupa se você torce pelo Cleveland. Quando um time não consegue mudar o script em casa, geralmente é sinal de que a série vai ser mais complicada do que esperava.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que a mudança de ambiente vai fazer diferença quando a série voltar pra Cleveland? Eu tenho minhas dúvidas. Detroit parece ter encontrado a fórmula, e quando isso acontece nos playoffs…

    Lakers incomodam OKC, mas Thunder vence mesmo sem o MVP

    Do outro lado, temos uma situação absurda: os Lakers estão jogando de igual pra igual com Oklahoma City através de dois jogos. A estratégia de marcar Shai Gilgeous-Alexander em dobro tá funcionando — pelo menos parcialmente.

    Mas aqui vem o dado que me deixou impressionado: o Thunder ganhou o jogo com Shai FORA de quadra. Isso é assustador pra qualquer adversário. Quando seu MVP tá no banco e mesmo assim você consegue controlar a partida, é porque o time tem profundidade de verdade.

    Os Lakers tão fazendo o máximo que podem, mas será que vai ser suficiente? Na minha visão, essa série tende a favorecer OKC conforme avança.

    E o elefante na sala: o futuro do LeBron

    Agora vamos falar do que todo mundo quer saber: o que diabos o LeBron James quer da vida? (risos)

    Se for apenas pela capacidade em quadra — e olha, aos 39 anos o cara ainda joga MUITO —, que tipo de contrato ele deveria receber? É uma pergunta complicada porque estamos falando do LeBron, né. O nome pesa, a marca pesa, mas o corpo também tá pesando.

    E tem mais coisa rolando no mercado de agentes livres. Andrew Wiggins com sua opção de time, Lu Dort e as finanças apertadas do Thunder, Jordan Walsh nos Celtics… Tari Eason deve ter um mercado interessante na agência livre restrita.

    Vocês acham que o LeBron vai priorizar dinheiro ou a chance de ganhar mais um título? Porque pra mim, essas duas coisas nem sempre andam juntas nessa fase da carreira dele.

  • Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Olha, eu não esperava isso. Depois de ver o Austin Reaves completamente perdido no Jogo 1 (3/16 nos arremessos, que sofrimento), achei que os Lakers iam tomar uma surra histórica dos Thunder. Mas o cara simplesmente ressuscitou no Jogo 2 e tá liderando a reação angelina com 16 pontos no primeiro tempo.

    Pra quem não tava acompanhando: Oklahoma City chegou descansadinho nessa série depois de varrer os Suns na primeira rodada. No Jogo 1, foi aquela coisa — Thunder 108 x 90, com Chet Holmgren fazendo um double-double monstro (24 pontos e 12 rebotes). Parecia que iam repetir a dose.

    O despertar dos Lakers

    Mas aí que tá — os Lakers acordaram pra vida. Depois de um primeiro período meio morno (perdendo por 27-23), eles meteram 35 pontos no segundo quarto contra apenas 30 do Thunder. LeBron com 10 pontos e 5 assistências fazendo o que sabe fazer melhor: distribuir o jogo. E o Rui Hachimura contribuindo com 14 pontos.

    Sinceramente, o que mais me impressiona é como o Reaves se recuperou. Cara tinha jogado TÃO mal no primeiro jogo que eu pensei “acabou pro menino”. Mas olha ele aí, liderando ambos os times em pontuação no intervalo.

    Thunder ainda perigoso

    Não vamos nos empolgar demais. Oklahoma City continua sendo aquele time profundo que a gente conhece — quatro caras já em duplos dígitos no primeiro tempo. Shai Gilgeous-Alexander com 13 pontos (controlado pelos Lakers, mas ainda assim produzindo), Chet Holmgren, Isaiah Hartenstein e Ajay Mitchell (que liderava o Thunder com 15) todos contribuindo.

    O problema do Thunder hoje? Os arremessos de 3. Enquanto os Lakers acertaram 9 das 19 tentativas (47,4% — absurdo!), Oklahoma City converteu apenas 6 de 27 (27,3%). É muita diferença pra compensar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem sustentar esse nível ou foi só um lampejo? Porque uma coisa é certa: se o Austin Reaves voltou ao jogo, essa série ficou BEM mais interessante.

  • LeBron e Caruso se estranham feio nos playoffs

    LeBron e Caruso se estranham feio nos playoffs

    Cara, vocês viram a treta que rolou entre LeBron James e Alex Caruso no Jogo 2 dos playoffs? Sinceramente, eu não esperava ver isso nunca. Os dois que ganharam o anel juntos em 2020 pelos Lakers se pegando no meio da quadra.

    A coisa esquentou quando o Ajay Mitchell foi pra linha do lance livre. Ali do nada, LeBron e Caruso começaram a trocar umas palavrinhas nada amigáveis. E olha que era só uma situação de rotina, mas os caras estavam tão tensos que qualquer coisa virou motivo pra confusão.

    A pressão dos playoffs muda tudo

    É impressionante como os playoffs conseguem apagar até as melhores amizades, né? LeBron e Caruso conquistaram aquele título histórico da bolha em 2020 – um momento que deveria unir eles pra sempre. Mas quando você tá lutando pela vida nos playoffs, ex-parceiro vira adversário rapidinho.

    Os Lakers entraram no Jogo 2 desesperados depois de levar uma surra de 108-90 no primeiro jogo. LeBron fez o que pôde – 28 pontos com 12/17 de aproveitamento nos arremessos, incluindo três bolas de três. Eficiência absurda pros padrões de um cara de 41 anos. Mas mesmo assim não foi suficiente.

    Thunder mostrando que veio pra ficar

    Na minha visão, essa treta só mostra o quanto o Oklahoma City Thunder tá incomodando os Lakers. O time do Caruso não tá brincando em serviço – eles querem eliminar os caras que eram campeões há poucos anos atrás.

    E o Caruso? Monstro defensivo que conhece o LeBron como poucos. Deve ter falado alguma coisa que mexeu com o King, porque pra ele perder a linha assim em quadra nacional… a coisa tá feia mesmo.

    Vocês acham que essa rixa vai continuar nos próximos jogos? Porque uma coisa eu garanto: se os Lakers não reagirem logo, essa temporada acaba mais cedo do que todo mundo imagina. E aí, vai ser mais uma eliminação precoce pra contar na carreira do LeBron.