Tag: lesões NBA

  • NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando há um tempão: a NBA virou um festival de lesão muscular. E não é impressão minha não — os números são absurdos.

    Pensa comigo: em 2010, a liga toda teve 18 lesões na panturrilha. Ano passado? Sessenta. Nesta temporada? Oitenta e seis! É quase cinco vezes mais. Isso não é normal.

    O drama dos playoffs

    Os playoffs viraram uma novela de contusão. Jalen Williams perdeu seis jogos do Thunder por problema no posterior. Franz Wagner, OG Anunoby, Aaron Gordon — todo mundo no departamento médico com panturrilha ou posterior da coxa. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Luka perdeu TODA a campanha dos Lakers por causa de uma lesão grau 2 no posterior.

    E olha que ironia: Anthony Edwards voltou de lesão no joelho só pra ficar limitado de novo. Sinceramente, parece que os caras não conseguem mais jogar uma temporada inteira sem quebrar algo.

    A revolução do um pé só

    Aqui que a coisa fica interessante. Ron Adams, técnico auxiliar veteraníssimo da NBA, mandou uma real: “O basquete costumava ser um esporte de dois pés. Se você assistisse um treino do John Wooden, era sempre igual: chegue no garrafão e jogue com os dois pés apoiados. Hoje em dia, o jogo é de um pé só.”

    Faz sentido demais. Pensa nos movimentos que dominam o jogo hoje: o stepback de três (que todo mundo tenta fazer igual ao Harden) e o euro-step. Os dois movimentos botam uma pressão desgraçada na panturrilha e no posterior da coxa.

    A ciência por trás disso é meio assustadora. Quando você faz um stepback, o músculo fica ativado E esticado ao mesmo tempo — é exatamente a receita perfeita pra lesão. É como forçar o elástico no limite.

    Os reis do stepback pagaram o preço

    Olha só esse dado que me deixou de cara: o Tatum tentou 11 stepbacks de três na temporada de calouro em 2017-18. Nesta temporada? Duzentos e cinquenta e um! Vinte e três vezes mais, cara.

    Apenas cinco jogadores passaram de 1.000 stepbacks na carreira: Harden, Doncic, Curry, Tatum e Damian Lillard. Adivinha? Lillard e Tatum já romperam o Aquiles. O Doncic teve três lesões na panturrilha. E o Curry — que nunca se machucou sério em 17 anos — teve sua primeira lesão muscular nos playoffs do ano passado.

    Isso não pode ser coincidência.

    O mais preocupante são as lesões recorrentes. Treze jogadores se machucaram múltiplas vezes na panturrilha só nesta temporada. Seis caras tiveram três ou mais lesões na panturrilha em uma temporada: Coby White, Rui Hachimura, Isaiah Hartenstein, Giannis, Evan Mobley e Ty Jerome.

    Pra você ter ideia do absurdo: de 2010 a 2024 (14 temporadas), isso só tinha acontecido cinco vezes no total. Agora aconteceu seis vezes em um ano só!

    Vocês acham que a NBA precisa repensar o calendário? Porque 82 jogos na temporada regular + dois meses de playoffs + torneio da temporada… não dá pra culpar só os stepbacks. O corpo humano tem limite, né?

    Na minha opinião, a liga criou um monstro: um estilo de jogo espetacular de assistir, mas que tá literalmente quebrando os jogadores. E aí, será que vale a pena?

  • Lesão do Luka foi muito pior do que imaginavam nos Lakers

    Lesão do Luka foi muito pior do que imaginavam nos Lakers

    Ó o plot twist na história da lesão do Luka Dončić! Lembram quando todo mundo achava que ele voltaria em um mês? Pois é, a realidade foi bem mais complicada que isso.

    Acontece que a lesão no posterior da coxa do craque esloveno era muito mais séria do que qualquer um imaginava inicialmente. O primeiro exame em Dallas mostrou uma lesão grau 2 — já não é brincadeira. Mas quando o cara foi pra Espanha fazer um tratamento especializado, descobriram que o buraco era mais embaixo.

    A verdade que ninguém sabia

    Segundo informações que vazaram agora após a eliminação dos Lakers, uma avaliação médica mais detalhada na Espanha revelou que a lesão era “mais profunda e severa” do que o diagnóstico original sugeria. Cara, imagina a frustração do Luka descobrindo isso…

    E olha só que situação: o próprio Dončić falou com a imprensa depois de um treino em Oklahoma City e deixou claro que o prazo real seria de pelo menos oito semanas. OITO SEMANAS! Isso explica por que ele nunca mais voltou nesta temporada.

    Os Lakers tentaram ganhar jogos suficientes pra dar tempo dele voltar nos playoffs, mas não rolou. Cinco semanas e meia fora de combate e tchau temporada. Uma pena, porque a gente nunca vai saber até onde esse time poderia ter chegado com o Luka 100%.

    E agora, como fica a offseason?

    A boa notícia é que Luka já está sem dor no posterior e focando na preparação para a próxima temporada. O monstro já começou aquela dieta rigorosa que fez no ano passado — lembram da transformação física dele?

    Uma coisa que achei interessante: ele confirmou que não vai jogar pelas eliminatórias da Copa do Mundo FIBA pela Eslovênia. Vai aproveitar pra ficar com as filhas e cuidar da vida pessoal. Sinceramente, acho que é a decisão certa depois de uma lesão dessas.

    O mais importante é que, segundo os médicos, essa lesão não vai atrapalhar a preparação dele para 2026-27. É o tipo de machucado que dói, que corta a temporada, mas que não compromete a carreira no longo prazo.

    Vocês acham que os Lakers vão reforçar o elenco pensando nessas situações de lesão? Porque dependência total de um jogador, por mais craque que seja, é sempre perigoso na NBA…

  • OG Anunoby deve voltar logo no jogo 1 da final do Leste

    OG Anunoby deve voltar logo no jogo 1 da final do Leste

    Galera, parece que temos uma notícia boa vindo de Nova York! OG Anunoby deve estar de volta já no primeiro jogo da final da Conferência Leste, desde que não role nenhuma complicação com essa lesão na coxa que o tirou de ação.

    O cara se machucou no jogo 2 contra o Philadelphia 76ers tentando uma enterrada — daquelas que você fala “cara, não precisava forçar tanto”. Mas olha só, os Knicks nem sentiram tanto a falta dele nos jogos seguintes, fecharam a série tranquilamente em 4 jogos.

    Anunoby estava voando nos playoffs

    E isso é o que mais me impressiona: o OG estava simplesmente monstruoso nestes playoffs. Defesa impecável (como sempre), mas ofensivamente também estava contribuindo demais. Quando você perde um cara desse nível na reta final, dá um aperto no coração.

    Na quarta-feira ele já participou de parte do treino do time, o que é um sinal bem positivo. Não deve estar 100%, óbvio, mas se o departamento médico liberou, é porque a situação melhorou bastante.

    Quem vem pela frente?

    Agora a pergunta que não quer calar: quem vai ser o adversário? A final do Leste vai ser contra o vencedor de Pistons e Cavaliers — duas franquias que, sinceramente, eu não esperava ver chegando tão longe esta temporada.

    Vocês acham que ter o OG de volta já no jogo 1 faz toda a diferença? Na minha opinião, sim. O cara é aquele tipo de jogador que você só percebe o quanto faz falta quando não está em quadra. Defensivamente ele resolve muita coisa, e ofensivamente dá aquela segurança extra pros companheiros.

    Enfim, vamos torcer para que ele volte bem e que possamos ver uma final do Leste emocionante. Os Knicks estão sonhando alto essa temporada, e ter o elenco completo na reta final pode ser decisivo para chegar às Finals.

  • Embiid promete estar mais disponível: ‘Nunca estive tão confiante’

    Embiid promete estar mais disponível: ‘Nunca estive tão confiante’

    Cara, o Joel Embiid me deixou com um misto de esperança e ceticismo depois dessa eliminação pros Knicks. O cara saiu da quadra falando que nunca esteve tão confiante sobre sua saúde — e olha, eu QUERO acreditar nele, mas vocês sabem como é…

    Na coletiva após a surra de 144-114 no jogo 4, o pivô dos Sixers foi categórico: “Estou olhando para o ano que vem, obviamente estando mais disponível. Sei que se eu estiver disponível e jogar o máximo possível, todo o resto vai seguir naturalmente.”

    O eterno problema das lesões

    Vamos aos fatos: em 10 temporadas, Embiid jogou uma MÉDIA de apenas 49 jogos por ano. Quarenta e nove! É quase uma temporada inteira que ele perde todo ano. E não estou nem contando as duas primeiras temporadas que ele perdeu completamente.

    Nesses playoffs foi mais do mesmo — apendicectomia de emergência, problemas no quadril, tornozelo, e ainda os efeitos de ter voltado muito cedo da cirurgia. Perdeu o jogo 2 contra os Knicks e jogou comprometido a série toda.

    “Mesmo as coisas que tenho enfrentado, todas estão relacionadas à cirurgia”, explicou Embiid. “Por ter voltado cedo e com o core enfraquecido, tudo mais é afetado. Tudo mais sai do lugar.”

    Tem luz no fim do túnel?

    Olha, eu tenho que dar crédito onde é devido. O cara fez uma média de 24 pontos, 7.3 rebotes e 5.4 assistências nesses playoffs — jogando machucado! E aquela virada histórica contra Boston? Monstro demais. Primeira vez na história da franquia que eles viraram um 3-1.

    O Nick Nurse elogiou o esforço: “Eu o parabenizo. Ele trabalhou pra caramba para conseguir estar lá e jogar.”

    Agora vem a parte interessante: Embiid disse que o joelho esquerdo problemático — que limitou ele a 19 jogos na temporada passada e 38 nesta — foi “resolvido”. E pela primeira vez em anos, ele planeja passar a offseason trabalhando no jogo dele ao invés de se reabilitando.

    Sinceramente? Eu quero acreditar. O cara tem três anos restantes naquele contrato monstro de $187.8 milhões. Vai ganhar quase $68 milhões na última temporada — que é opção do jogador, por sinal.

    “Esta noite, eles foram simplesmente melhores”, admitiu sobre os Knicks. “Temos que melhorar de cima a baixo. Proprietários, diretoria, jogadores, técnicos, todo mundo tem que melhorar.”

    E aí, galera — vocês acham que dessa vez vai? Ou é mais uma promessa que vai virar pesadelo na próxima temporada? Philadelphia não chega nas finais de conferência há 25 anos. VINTE E CINCO!

  • Denver mantém técnico, mas pode mexer pesado no elenco

    Denver mantém técnico, mas pode mexer pesado no elenco

    Olha, eu não esperava que o David Adelman fosse demitido após a eliminação precoce do Denver, mas confesso que fiquei surpreso com a confiança que o Josh Kroenke demonstrou nele. “Tenho total confiança no técnico Adelman”, disse o presidente dos Nuggets na coletiva de sexta-feira. E olha, considerando o que aconteceu nos playoffs, essa declaração diz muito sobre como a direção enxerga a situação.

    Porque vamos combinar: sair na primeira rodada depois de fazer 54 vitórias na temporada regular e chegar embalado com 12 vitórias seguidas? Isso dói. E perder pro Minnesota, que era o sexto colocado, em seis jogos… Cara, isso não era pra acontecer com um time que tem o Jokic.

    As lesões que estragaram tudo

    Mas aí que tá — e aqui eu vou defender o Denver um pouco. O Aaron Gordon ficou fora quase toda a série com problema na panturrilha, e o Peyton Watson não jogou nem um minuto por causa de uma lesão no posterior da coxa. Vocês conseguem imaginar tentar parar o Anthony Edwards sem esses caras na defesa?

    E não foi só nos playoffs não. Segundo os números que saíram, os jogadores do Denver perderam DUZENTOS E QUARENTA E CINCO jogos combinados na temporada por causa de lesões. Isso é absurdo! É quase impossível criar entrosamento e ritmo com tanta gente machucada.

    O mais impressionante? Quando o Jokic ficou fora no começo da temporada, o time foi 10-6. Isso sim mostra o trabalho do Adelman, porque fazer um time funcionar sem o tricampeão de MVP não é pra qualquer um.

    Mexida no elenco pode rolar

    Agora, onde a coisa fica interessante é na questão do elenco. Kroenke foi bem claro: todo mundo pode sair, exceto o Jokic. E quando ele fala “todo mundo”, inclui o Jamal Murray — que seria o cara que mais traria retorno em uma troca.

    Eu sinceramente não sei se mexer tanto assim é a solução. O núcleo do Denver é bom, o problema foram as lesões mesmo. Mas entendo a pressão — o Jokic tá na melhor fase da carreira, e desperdiçar isso seria um crime.

    A situação financeira também tá complicada. Com $184 milhões só no quinteto titular para a próxima temporada, vai ser difícil renovar com o Peyton Watson, que pode pedir uns $20 milhões por ano. E olha que o Watson foi uma das poucas alegrias da temporada quando estava saudável.

    O Christian Braun, que assinou uma extensão gorda no ano passado, não correspondeu às expectativas. Isso complica ainda mais os planos financeiros do time.

    Vocês acham que o Denver deveria mexer pesado no elenco ou apostar na recuperação dos lesionados? Porque na minha visão, com todo mundo saudável, esse time ainda briga lá em cima. Mas será que dá pra contar com saúde na NBA hoje em dia?

  • Embiid pode perder o Jogo 3 e deixar os Sixers na corda bamba

    Embiid pode perder o Jogo 3 e deixar os Sixers na corda bamba

    Cara, o Joel Embiid tá de novo naquela situação que todo fã dos Sixers já conhece bem: será que joga ou não joga? O cara é dúvida para o Jogo 3 contra os Knicks, e sinceramente, tá começando a dar aquele desespero.

    Os Sixers já tão perdendo por 2-0 na série depois que o Embiid ficou de fora do Jogo 2 por causa de uma torção no tornozelo direito e dores no quadril. E olha, não é uma dorzinha qualquer não — o técnico Nick Nurse disse que ele acordou com dores significativas na quarta-feira.

    A saga sem fim das lesões

    Vou ser sincero: tô começando a me preocupar seriamente com o Embiid. O cara fez uma apendicectomia de emergência em 9 de abril (imagina só!) e voltou pra playoffs ainda meio quebrado. Na primeira rodada contra o Boston, ele perdeu os três primeiros jogos, mas quando voltou foi um monstro — 28 pontos, 9 rebotes e 7 assistências de média. Os Sixers conseguiram aquela virada histórica de 3-1 pra cima.

    Mas aí no Jogo 1 contra os Knicks, o Mikal Bridges trombou com ele numa tela e tudo indica que mexeu com o quadril. Embiid não chamou de jogada suja, mas disse que precisa se proteger melhor. E eu fico pensando: será que o cara não deveria ter descansado mais?

    Os números que assustam qualquer torcedor

    Olha só que absurdo: o Embiid jogou apenas 38 jogos na temporada regular. É o terceiro ano consecutivo que ele não consegue jogar nem 40 partidas! Desde a temporada do MVP (2022-23), ele só apareceu em 96 jogos de temporada regular. Para um cara que deveria ser a base da franquia, isso é preocupante demais.

    E não para por aí — ele perdeu tempo em seis das oito participações nos playoffs da carreira. Começou perdendo duas temporadas inteiras por lesão no pé, e desde então já perdeu mais de 130 jogos adicionais. Nesta temporada foram oblíquo direito, canela, joelhos… uma lista que nem médico aguenta.

    Os Sixers tentaram de tudo pra preservar o cara durante a temporada, quase nunca deixaram ele jogar em back-to-backs. Mas de que adianta se na hora H ele não consegue estar em quadra?

    O que vem por aí

    Sem o Embiid no Jogo 2, os Sixers até competiram, mas não conseguiram fechar. 18 turnovers na derrota por 108-102. O Tyrese Maxey fez a parte dele com 26 pontos, mas não dá pra ganhar playoff só com ele.

    Do lado dos Knicks, Jalen Brunson (26 pontos) e OG Anunoby (24 pontos) comandaram. Até o Anunoby se machucou no final — que loucura essa pós-temporada.

    E aí, vocês acham que o Embiid aguenta jogar o Jogo 3 amanhã às 19h? Porque se os Sixers perderem, praticamente já era. Estar perdendo por 3-0 é quase um atestado de óbito nos playoffs.

    Sinceramente, como fã de basquete, dói ver um talento como o Embiid sempre nessa luta contra o próprio corpo. O cara tem tudo pra ser dominante, mas essas lesões constantes tão roubando anos preciosos da carreira dele — e da janela de título dos Sixers.

  • Kennard em dúvida pro jogo 2: Lakers já sem opções contra OKC

    Kennard em dúvida pro jogo 2: Lakers já sem opções contra OKC

    Olha, se dependesse só de azar, os Lakers já tinham ganhado o título. Agora é a vez do Luke Kennard aparecer no boletim médico com dores no pescoço, justo quando o time mais precisa de arremessadores.

    O cara está listado como “questionável” para o jogo 2 contra o Thunder hoje à noite. E sinceramente? Não é a hora pra isso acontecer.

    A situação tá complicada mesmo

    Kennard até que não jogou bem no primeiro jogo da série — só 1 de 4 nos arremessos, 7 pontos. Mas caramba, o homem foi FUNDAMENTAL na primeira rodada contra o Houston. Fez 27 e 23 pontos nos dois primeiros jogos, ajudou os Lakers a abrir 3-0 na série. Média de 12.5 pontos e 41.7% de aproveitamento nas bolas de três na série toda.

    É exatamente esse tipo de jogador que você precisa nos playoffs — alguém que pode explodir de longe e abrir espaços pro LeBron e pro… bem, pro Luka que não tá jogando mesmo.

    O departamento médico virou saguão de hospital

    Se o Kennard não jogar, vai se juntar a uma enfermaria que já tá lotada. O Luka Doncic tá fora há um mês com lesão no posterior da coxa (grau 2, nada simples). O mais louco? Ele revelou que o prazo inicial era de OITO SEMANAS para voltar. Ou seja, só volta lá pro final da final de conferência, se os Lakers chegarem lá.

    Tem também o Jarred Vanderbilt com o dedo mindinho deslocado e o Austin Reaves que voltou da lesão no oblíquo mas tá errando tudo — apenas 30.4% de aproveitamento desde que retornou.

    Na minha opinião, os Lakers fizeram bem em buscar o Kennard no deadline. Trocaram o Gabe Vincent e uma escolha de segunda rodada de 2032 pelo arremessador que veio do Atlanta Hawks. O timing foi perfeito — chegou e já virou peça importante.

    Agora a pergunta que não quer calar: vocês acham que os Lakers conseguem segurar essa onda de lesões e ainda assim brigar pelo título? Porque olhando esse boletim médico, tá difícil de acreditar…

  • Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Sam Merrill fora do Jogo 2 – Cavs sentem a falta do ala-armador

    Olha, as coisas não estão fáceis para os Cavaliers nestes playoffs. Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante saindo do banco, está fora do Jogo 2 contra os Pistons por conta de uma lesão no posterior da coxa.

    O cara se machucou logo no começo da derrota no Jogo 1 na terça-feira – e sinceramente, os Cavs já não podem se dar ao luxo de perder mais ninguém nesta altura do campeonato. Merrill fez ressonância magnética e ficou de fora do treino de quarta-feira, o que já era um sinal de que a coisa não estava boa.

    Números que pesam na ausência

    Merrill pode não ser o astro do time, mas os 12.8 pontos de média na temporada regular não são brincadeira. E olha só que interessante: o cara pontuou em dois dígitos duas vezes naquela série de sete jogos contra o Toronto na primeira rodada. Pra um sexto homem, isso é ouro puro.

    Na minha visão, essa ausência pode complicar ainda mais as coisas para Cleveland. O Merrill tem aquele arremesso de 3 pontos que abre espaço pra galera, e quando você perde isso saindo do banco… bom, vocês sabem como é.

    Pistons aproveitam o momento

    Enquanto isso, Detroit deve estar esfregando as mãos. Já saíram na frente na série e agora pegam um adversário desfalcado jogando em casa. Esse tipo de situação pode definir uma série inteira – e eu tenho a sensação de que os Pistons sabem disso.

    A pergunta que não quer calar é: será que os Cavs conseguem compensar essa ausência? O banco deles vai ter que aparecer, porque senão essa segunda rodada pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

  • Embiid pode perder o jogo 3 contra os Knicks por lesões

    Embiid pode perder o jogo 3 contra os Knicks por lesões

    Olha só, o Joel Embiid tá na corda bamba de novo. O grande homem do Sixers apareceu como “questionável” para o jogo 3 desta sexta contra os Knicks por causa de uma torção no tornozelo direito e dores no quadril. E isso depois de ter perdido o jogo 2 já…

    Cara, sinceramente? Eu já tava esperando isso. O Embiid é um monstro quando tá 100%, mas o cara parece que vive na enfermaria. Desta vez são problemas no tornozelo direito e quadril direito que podem deixar ele de fora justamente no momento que o Sixers mais precisa dele.

    A saga das lesões continua

    Pra quem acompanha a NBA há um tempo, isso já virou rotina com o Embiid. O cara fez uma temporada absurda até conseguir fazer aquela virada histórica contra os Celtics (primeiro comeback de 3-1 na história da franquia, diga-se de passagem), mas aí volta a ficar machucado.

    E não é só agora não. Na temporada regular, ele jogou menos de 40 jogos pelo terceiro ano consecutivo. Perdeu 13 jogos com distensão no oblíquo em março, cinco seguidos em fevereiro com problemas no joelho e canela… É de dar dó, cara.

    Sem falar que na temporada passada ele jogou apenas 19 jogos por causa daqueles problemas no joelho esquerdo que acabaram levando ele pra cirurgia em abril de 2025. Agora tá lidando com o tornozelo e quadril direitos. É o corpo cobrando a conta de todos esses anos.

    E agora, como fica o Sixers?

    A situação tá complicada. O Sixers já perdeu os dois primeiros jogos da série e agora pode ficar sem seu principal jogador justamente voltando pra casa. Lembram da primeira rodada dos playoffs há duas temporadas quando os Knicks eliminaram o Sixers em casa? O próprio Embiid implorou pros fãs não venderem os ingressos pra não virar extensão do Madison Square Garden de novo.

    Mas e aí, pessoal — vocês acham que o Embiid aguenta jogar machucado mais uma vez? O cara já provou que é guerreiro (aquela performance de 34 pontos e 12 rebotes no jogo 7 contra os Celtics foi surreal), mas será que vale a pena forçar?

    Na minha opinião, se ele não tiver pelo menos 80%, é melhor nem arriscar. O Sixers precisa dele pra série toda, não só pra um jogo. E pelos Knicks também terem o OG Anunoby (distensão no posterior da coxa direita) e Josh Hart (torção no polegar esquerdo) como questionáveis, talvez seja uma oportunidade de equilibrar as coisas.

    Sexta à noite vai ser decisiva. Espero que o Embiid consiga ir, porque ver ele jogando em casa sempre é um espetáculo. Mas se não rolar, o resto do time vai ter que aparecer. Simples assim.

  • OG Anunoby machucou de novo – e agora, Knicks?

    OG Anunoby machucou de novo – e agora, Knicks?

    Olha só o que aconteceu: OG Anunoby saiu mancando do jogo 2 contra o Philadelphia 76ers e agora tá listado como “questionável” pro jogo 3. Diagnóstico? Distensão no posterior da coxa direita. E cara, se você acompanha os Knicks como eu, já sabe que isso não é uma boa notícia.

    A lesão não é considerada grave, segundo as fontes do Shams Charania da ESPN – pelo menos é o que eles estão falando. O plano é avaliar ele dia após dia pra ver se consegue jogar. Mas sinceramente? Eu tô preocupado.

    A cena que ninguém queria ver

    Foi na quarta-feira, no finalzinho do jogo. Os Knicks estavam ganhando de 108-102 (que vitória linda, aliás), quando o OG tentou uma enterrada e saiu visivelmente incomodado. Deu aquela olhada pro banco pedindo substituição logo depois de uma bola de três do Mikal Bridges que colocou Nova York na frente por 103-99, faltando menos de 3 minutos.

    O cara tinha feito um jogaço até ali: 24 pontos, 5 rebotes, 4 roubos de bola e 1 toco em 37 minutos. Estava sendo o segundo cestinha dos Knicks nos playoffs, atrás só do Jalen Brunson. E olha os números de aproveitamento dele: 64% nos arremessos de quadra e quase 60% nas bolas de três. Monstro demais!

    O fantasma do ano passado

    Agora vem a parte que me deixa mais nervoso. O OG já passou por isso antes – e não deu certo. No ano passado, contra o Indiana Pacers nas semifinais da Conferência Leste, ele machucou o posterior esquerdo e ficou fora dos jogos 3, 4, 5 e 6.

    Tentou voltar no jogo 7 decisivo no Madison Square Garden (que pressão absurda, né?), mas durou só 5 minutos em quadra antes de ter que sair de novo. E aí? Os Knicks perderam a série.

    “Vamos ver o que vai ser, mas é o próximo da fila que tem que entrar”, disse o Bridges depois do jogo na quarta. Mentalidade correta, mas todo mundo sabe que perder o OG é um baque danado.

    E aí, galera do Sexto Homem – vocês acham que os Knicks conseguem manter essa vantagem de 2-0 sem um dos caras mais importantes do time? Ou será que vamos ver mais uma temporada dos Knicks sendo sabotada pelas lesões?