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  • Giannis oficialmente no mercado: Bucks aceitam propostas pelo Greek Freak

    Giannis oficialmente no mercado: Bucks aceitam propostas pelo Greek Freak

    Gente, chegou a hora. O Milwaukee Bucks finalmente confirmou o que todo mundo já desconfiava: eles estão oficialmente ouvindo ofertas pelo Giannis Antetokounmpo. É, o bicampeão de MVP pode mesmo estar de saída de Milwaukee.

    Segundo fontes da ESPN, a diretoria dos Bucks quer resolver essa situação antes do Draft da NBA, que acontece entre 23 e 24 de junho. Ou seja, temos umas seis semanas de muito drama pela frente.

    “Nas próximas seis ou sete semanas vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco ou se vai jogar em outro lugar”, disse o co-proprietário Jimmy Haslam na quarta-feira. Cara, a sinceridade é brutal, mas pelo menos não estão enrolando ninguém.

    O que os Bucks querem em troca

    A franquia não está desesperada para se livrar do Greek Freak — eles querem o preço certo. Estão pedindo um jovem talento de primeira linha e/ou uma enxurrada de picks de Draft. Basicamente, querem reconstruir o futuro em troca do presente.

    E olha, faz sentido. Com 31 anos e vindo de uma temporada limitada por lesões (só 36 jogos), o Giannis ainda tem muito a oferecer, mas Milwaukee precisa pensar no longo prazo.

    O interessante é que os Bucks também estão deixando a porta aberta para uma mega-troca que possa convencer o Giannis a ficar. Eles têm até três picks de primeira rodada negociáveis e contratos como Bobby Portis e Kyle Kuzma para montar pacotes. Será que conseguem um movimento que mude a cabeça dele?

    A fila dos interessados está gigante

    Depois da loteria do Draft no domingo, vários times interessados conheceram suas posições. Golden State ficou com a 11ª escolha e Miami com a 13ª — dois picks que podem virar parte de propostas interessantes.

    A lista de interessados é de dar inveja: Minnesota Timberwolves, Cleveland Cavaliers, Boston Celtics, New York Knicks e Los Angeles Lakers. Imagina o Giannis no Lakers ao lado do LeBron? Ou nos Celtics, que acabaram de ganhar o título?

    Mas olha só que curioso: fontes dizem que uma fonte envolvida diretamente falou que “a conversa vai ser simples: onde o Giannis quer ser trocado e onde ele vai assinar longo prazo?” Ou seja, o cara tem o poder de escolher seu destino. E quem não escolheria, né?

    A temporada passada foi um desastre para Milwaukee: 32-50, primeira vez fora dos playoffs em nove anos. O Giannis ainda produziu quando estava em quadra (27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências), mas as lesões no joelho, panturrilha e virilha limitaram muito sua participação.

    Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões a partir de 1º de outubro. Se for trocado, pode negociar seis meses depois da troca. Vocês acham que ele fica ou vai mesmo embora? Porque sinceramente, depois de tudo que rolou essa temporada, eu não apostaria na permanência dele.

  • Knicks já garantiram final do Leste! Thunder pode fechar hoje contra Lakers

    Knicks já garantiram final do Leste! Thunder pode fechar hoje contra Lakers

    Gente, o New York Knicks não tá brincando em serviço. Os caras acabaram de garantir vaga na final da Conferência Leste pelo segundo ano consecutivo, depois de uma varredura histórica de 4-0 no Philadelphia 76ers. E olha que começo demolidor: 137×98, 108×102, 108×94 e pra fechar com chave de ouro, 144×114. Simplesmente massacraram os Sixers.

    Mas a coisa não para por aí. No Oeste, o Oklahoma City Thunder tá a um passo de também carimbar o passaporte. Com 3-0 na série contra o Los Angeles Lakers, eles podem fechar a conta hoje à noite (segunda, 11 de maio) às 22h30. Cara, eu não esperava que os Lakers fossem apanhar tanto assim — 108×90, 125×107, 131×108. O time do LeBron simplesmente não conseguiu encontrar resposta pra juventude e energia do Thunder.

    Detroit surpreendendo, San Antonio brigando forte

    No Leste, ainda temos Detroit Pistons (que ninguém esperava chegar até aqui) liderando 2-1 contra Cleveland Cavaliers. Os Pistons, que eram zebra total nos playoffs, continuam provando que basquete não se joga no papel. Depois de eliminar Orlando Magic numa série de sete jogos épica, agora tão dando trabalho pros Cavs.

    Já no Oeste, San Antonio Spurs também lidera 2-1 contra Minnesota Timberwolves. O Wemby deve estar se divertindo em seus primeiros playoffs — imaginem a pressão que esse moleque de 2 metros e poucos deve estar sentindo, mas pelo visto tá lidando bem com ela.

    E agora? Quem vocês acham que vai pra final?

    Olha, se for Thunder x Knicks na final, vai ser um jogaço entre experiência dos nova-iorquinos (que já estiveram lá ano passado) contra a fome de vitória dessa geração dourada do OKC. Sinceramente, acho que seria uma das finais mais equilibradas dos últimos anos.

    Mas calma lá — ainda tem muita bola pra rolar. Detroit pode muito bem dar a volta por cima contra Cleveland, e quem garante que os Lakers não vão fazer história sendo o primeiro time da NBA a virar uma série perdendo por 3-0? (Tá, isso nunca aconteceu, mas né…)

    O fato é que esses playoffs de 2026 tão sendo absolutamente insanos. Quem diria que veríamos Detroit Pistons brigando por uma vaga na final de conferência? Basquete é isso aí, pessoal — qualquer coisa pode acontecer quando a bola sobe.

    Fiquem ligados que hoje tem Thunder x Lakers às 22h30, e pode ser o último jogo da carreira de playoff do King. Será mesmo o fim de uma era?

  • Ajay Mitchell tá jogando como estrela e o Thunder atropela os Lakers

    Ajay Mitchell tá jogando como estrela e o Thunder atropela os Lakers

    Gente, eu preciso falar do Ajay Mitchell. O cara simplesmente decidiu que ia virar protagonista nos playoffs e tá fazendo isso acontecer de uma forma absurda. No jogo 3 contra os Lakers, o garoto de 23 anos fez 24 pontos e 10 assistências SEM NENHUM TURNOVER. É isso mesmo que vocês leram — zero erros de ataque.

    O Thunder atropelou os Lakers por 131 a 108 e agora tá a um passo de mais uma varrida. E olha que o Shai Gilgeous-Alexander, que é o MVP da liga, nem tá jogando no seu melhor nível. Imaginem quando ele engatar também!

    Um novato fazendo história

    Mitchell tá numa sequência monstruosa nesta série: 20.7 pontos e 6.7 assistências por jogo, acertando mais de 53% dos arremessos. Ele entrou no time titular porque o Jalen Williams se machucou, e cara… que sorte a dele, né? Às vezes as oportunidades aparecem assim mesmo.

    No jogo de sábado, ele entrou pra um clube bem seleto. Desde 1990, só o Magic Johnson, Chris Paul e Tyrese Haliburton conseguiram fazer pelo menos 20 pontos, 10 assistências e 3 roubos de bola sem turnover num jogo de playoffs. E agora o Mitchell tá lá também. Monstro.

    Defesa que impressiona

    Não foi só no ataque que o garoto brilhou. Ele segurou o Austin Reaves, que é um dos melhores do Lakers, forçando ele a acertar só 5 de 13 arremessos. E quando defendeu diretamente? Reaves acertou apenas 2 de 7. Isso é pressão psicológica pura.

    O técnico do Thunder, Mark Daigneault, elogiou a performance: “Reaves é obviamente muito difícil de marcar e ele [Mitchell] fez ele suar pra conseguir qualquer coisa.”

    Do outro lado, o J.J. Redick, técnico dos Lakers, tá vendo o pesadelo acontecer: “O MVP foi limitado a 18, 22 pontos, 7 de 20 arremessos hoje à noite, e eles destruíram a gente três jogos seguidos. Eles são um time de basquete incrível.”

    Thunder fazendo história

    Sinceramente, eu não esperava ver o Thunder dominando assim. Eles perderam três jogos de playoffs seguidos por pelo menos 15 pontos de diferença — algo que NUNCA havia acontecido na história da franquia Lakers. É surreal.

    E tem mais: Oklahoma City tem um saldo de 128 pontos positivos em sete jogos de playoffs. Isso é a melhor marca de um atual campeão da NBA na história da liga. O time tá jogando um basquete de outro nível.

    O jogo 4 é na segunda-feira, e o Thunder é favorito por 10.5 pontos. Vocês acham que os Lakers conseguem reagir ou é varrida mesmo? Na minha opinião, se o Mitchell continuar assim, vai ser muito difícil parar esse Thunder.

  • SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    Olha, eu esperava muito mais do Shai Gilgeous-Alexander no primeiro jogo da semifinal do Oeste. O Thunder atropelou os Lakers por 108-90, mas o craque canadense teve uma das piores performances da temporada — e ele mesmo admitiu.

    Dezoito pontos e SETE turnovers. Sete! Para um cara que é candidato a MVP, isso é bem estranho. Foi o menor número de pontos dele na temporada inteira, e também o maior número de erros em um jogo.

    “Eu estava OK”

    A resposta dele no pós-jogo foi bem honesta: “Eu estava OK. Não foi meu melhor. Não foi meu pior.” Cara, adoro essa sinceridade. Nada de desculpa esfarrapada ou drama — só assumiu que foi uma noite estranha mesmo.

    O mais interessante é que o Thunder ganhou fácil mesmo com o SGA meio travado. Isso mostra como esse time evoluiu, né? Não dependem só de uma estrela pra resolver os jogos. É um coletivo monstro.

    LeBron tentando baixar a pressão

    Do outro lado, LeBron foi o cestinha da partida com 27 pontos (claro, né?) e soltou uma frase que virou manchete: “Isso não é Shai contra os Lakers, é Lakers contra Thunder.”

    Traduzindo: o Rei tá tentando tirar a pressão toda das costas do SGA e fazer parecer que é só mais um jogador qualquer. Estratégia inteligente, mas convenhamos — todo mundo sabe que parar o Shai é prioridade número um da defesa dos Lakers.

    O Thunder teve 16 turnovers no total (eles faziam média de apenas 11,8 na temporada regular). SGA assumiu a culpa: “Eu estava descuidado com a bola, tive muitos erros. Acho que é a ferrugem de ficar um tempo parado.”

    E agora, Game 2?

    Os bookmakers já botaram o Thunder como favorito por 15.5 pontos no próximo jogo — quinta-feira, em casa. Isso é MUITA confiança, considerando que os Lakers ainda têm LeBron e AD.

    Mas sinceramente? Se o SGA voltar ao normal (e ele vai voltar), pode ser um massacre mesmo. Imagina se ele resolve fazer 35 pontos no Game 2 pra compensar? Os Lakers que se cuidem.

    Ah, e o Jarred Vanderbilt deslocou o dedinho na partida. Mais uma dor de cabeça pros Lakers, que já não tinham vida fácil.

    E aí, vocês acham que foi só um jogo ruim do SGA ou os Lakers encontraram a fórmula pra incomodá-lo?

  • SGA não fez 20 pontos — e mesmo assim o Thunder destroçou os Lakers

    SGA não fez 20 pontos — e mesmo assim o Thunder destroçou os Lakers

    Gente, eu não acredito no que vi no jogo de ontem. Shai Gilgeous-Alexander, o cara que é praticamente uma máquina de pontos, fez ‘apenas’ 18 pontos contra os Lakers. E sabe o que é mais absurdo? O Thunder ganhou de 108-90. Tipo, uma lavada completa.

    Para vocês terem uma ideia do que isso significa: essa foi a PRIMEIRA vez na temporada toda que o SGA ficou abaixo dos 20 pontos. A última vez tinha sido nos playoffs do ano passado, quando eles perderam para o Denver. Ou seja, o cara simplesmente não tem jogos ruins de pontuação.

    Lakers tentaram de tudo

    Os Lakers claramente estudaram muito para esse jogo. Toda vez que o SGA cruzava a linha do meio da quadra, tinha tipo três caras em cima dele. Double team, triple team, o que você conseguir imaginar. E funcionou — pelo menos no quesito pontuação.

    Mas aqui que tá a diferença entre um jogador comum e um MVP. O cara simplesmente aceitou que não ia ser a noite dele para pontuar e começou a distribuir assistências como um maestro. E o resto do time? Aproveitou cada oportunidade que apareceu.

    Thunder é muito mais que SGA

    Chet Holmgren liderou a pontuação com 24 pontos (o cara tá virando um monstro mesmo), e Ajay Mitchell fez 18. Mitchell tem aparecido muito com o Jalen Williams machucado — e olha que não é fácil ocupar esse espaço no Thunder.

    O mais impressionante? Essa foi a QUINTA vez na temporada que o OKC passou o rodo nos Lakers. Cinco. Não é coincidência mais, né pessoal? O Thunder simplesmente tem o número deles.

    Na minha visão, esse jogo até foi melhor pro Thunder do que se o SGA tivesse feito seus 30 pontos habituais. Mostra que eles são um time de verdade, não apenas dependente de uma estrela. E vocês acham que isso vai tirar a confiança do SGA? Pelo contrário — o cara deve estar louco para mostrar serviço no jogo 2.

  • Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Olha, eu preciso admitir uma coisa: quando os Lakers pegaram o Drew Timme lá da G League em novembro, eu não sabia se o cara ia conseguir se adaptar. Mas, cara, que história inspiradora esse maluco construiu.

    “Quando me chamaram pela primeira vez, eu pensei: ‘Eu posso não saber p*rra nenhuma, mas vou jogar pra caralho’”, contou Timme numa entrevista exclusiva. E essa mentalidade, mano — é isso que separa quem fica de quem volta pra casa.

    O dois-way contract é uma parada complicada, viu? Você fica nesse vai e vem entre NBA e G League, nunca sabe se vai jogar ou ficar no banco. Mas o Timme encarou numa boa. “É a natureza do trabalho”, ele disse. “Bons soldados seguem ordens, eu faço o que me mandam.”

    A explosão contra o Portland

    Aí que vem a parte boa da história. Com o Deandre Ayton e o Jaxson Hayes machucados, o JJ Redick resolveu dar uma chance pro garoto. E que chance! Contra o Portland, dia 17 de janeiro, o Timme simplesmente destruiu: 21 pontos, 9/12 nos arremessos de quadra e ainda meteu 3 de 4 do perímetro.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. O cara veio da G League e jogou com uma confiança absurda, como se sempre tivesse estado ali. Dois dias depois, contra o Denver — que não é time qualquer —, fez mais 9 pontos numa vitória importantíssima fora de casa.

    O que torna ele especial

    Mas sabe o que mais me impressionou no Timme? O cara tem handles de armador num corpo de pivô. Na G League, era comum ver ele subindo a bola e organizando as jogadas. 4.8 assistências por jogo com o South Bay, chegando até 9 numa partida só.

    “Minha confiança como principal organizador e facilitador melhorou muito”, ele explicou. “Consigo controlar o ritmo e o fluxo do jogo.” E isso é monstro, cara. Quantos pivôs você vê por aí fazendo isso?

    A defesa também evoluiu pra caramba, principalmente no perímetro — algo essencial no basquete moderno. O cara entendeu que não basta só ser grande, tem que saber se movimentar e ajudar os companheiros.

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco dos Lakers na próxima temporada? Na minha visão, se continuar com essa mentalidade e aproveitando as oportunidades, pode sim virar uma peça importante. Afinal, jogador que joga duro e ainda tem skill diferenciado é o tipo de cara que todo técnico quer no banco.

  • KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    Cara, que forma mais triste de terminar uma temporada. Kevin Durant, o cara que deveria ser a peça que faltava nos Rockets, teve que assistir de camarote a eliminação do time na primeira rodada dos playoffs. De novo.

    Na sexta-feira passada, enquanto os Lakers passeavam em quadra e fecharam a série com uma vitória de 98-78, o KD estava ali na beirada do banco, de roupa normal, com o tornozelo esquerdo machucado. Primeiro ano em Houston e já termina assim — vendo os companheiros lutarem sozinhos numa eliminação.

    A mesma história se repetindo

    Olha só a situação: Rockets eliminados na primeira rodada pelo segundo ano consecutivo. É de dar desespero no torcedor, né? O time fez aquela troca bombástica no meio do ano passado para trazer o Durant, todo mundo criou expectativa, e no final das contas o cara jogou apenas UM jogo dos playoffs por causa da lesão.

    O técnico Ime Udoka até tentou ser otimista falando do crescimento dos garotos — Alperen Şengün, Amen Thompson, Reed Sheppard, Jabari Smith Jr. e Tari Eason fizeram o que puderam. Mas sinceramente? Não dá pra mascarar a realidade: o time precisa de mudanças urgentes.

    “Precisamos endereçar algumas necessidades”, disse o Udoka. Traduzindo: falta arremesso de 3, falta um armador reserva decente, e esse grupo jovem ainda não tá pronto pra carregar o piano sozinho.

    E se… e se… e se…

    A temporada dos Rockets ficou cheia de “e se”. E se o KD tivesse saudável? E se o Fred VanVleet e o Steven Adams não tivessem se machucado? Mas como o próprio Şengün falou após o jogo: “Não podemos pensar nessas coisas. Lutamos com quem tá em quadra.”

    Mano, o que mais me incomoda é que os problemas são os mesmos de sempre. O ataque dos Rockets simplesmente travou nos momentos decisivos. Nas duas vitórias da série, eles acertaram 46,2% dos arremessos. Nas quatro derrotas? Apenas 38,6%. É gritante a diferença.

    No Jogo 6 da eliminação, foi aquela coisa: quando os Lakers trocavam na defesa, Houston não conseguia criar vantagem nenhuma. A bola parava, o ataque ficava previsível, e aí você já sabe como termina.

    Vocês acham que Durant vai ter paciência pra mais um rebuild em Houston? Porque sinceramente, vendo essa eliminação patética, eu tô com sérias dúvidas se ele não vai querer forçar outra troca antes da próxima temporada.

  • Rockets a dois jogos de fazer história na NBA contra os Lakers

    Rockets a dois jogos de fazer história na NBA contra os Lakers

    Mano, eu não acredito no que tô vendo. Os Houston Rockets estão literalmente a dois jogos de fazer algo que NUNCA aconteceu na história da NBA. Depois de sair perdendo por 3-0 para os Lakers, eles venceram os dois últimos jogos e agora forçaram o jogo 6 em casa. E se continuarem assim? Vão ser o primeiro time da liga a reverter uma série depois de estar 0-3 atrás.

    Ontem foi absurdo. Vitória por 99-93 em Los Angeles, jogando fora de casa, com a torcida toda contra. O Jabari Smith Jr. foi um monstro — 22 pontos, 7 rebotes e ainda fechou o garrafão com 2 tocos. O Alperen Sengun quase fez um triple-double: 14 pontos, 9 rebotes e 8 assistências. Esse turco tá jogando demais!

    Defesa que impressiona

    Sabe o que mais me chamou atenção? A defesa dos Rockets mudou completamente do jogo 4 pra cá. Nos três primeiros jogos, eles tomaram mais de 100 pontos em todos. Agora? Limitaram os Lakers a 96 no jogo 4 e 93 ontem — o menor da série toda.

    Dez roubadas de bola no jogo 5. DEZ! Os Lakers perderam 15 bolas, cinco a mais que Houston. Quando você vê esses números, dá pra entender como um time que parecia morto e enterrado conseguiu dar a volta por cima.

    História em construção

    Olha só que loucura: os Rockets viraram o 16º time na história dos playoffs da NBA a forçar um jogo 6 depois de estar 0-3. Dezesseis times em décadas e décadas de basquete. E sabe quantos conseguiram completar a reviravolta? Zero. Nenhum. Nada.

    Se ganharem sexta em Houston, vão pro jogo 7 em Los Angeles no domingo. Mesmo que percam lá, já vão entrar pra um grupo ainda mais seleto: apenas cinco equipes na história chegaram ao jogo 7 depois de perder os três primeiros (Knicks 1951, Nuggets 1994, Trail Blazers 2003 e Celtics 2023). Todas perderam no final, mas chegaram lá.

    Sinceramente? Eu não esperava isso dos Rockets. Depois daqueles três primeiros jogos, parecia que seria um 4-0 tranquilo pros Lakers. Mas o basquete é isso aí — quando você menos espera, alguém resolve virar a chave e fazer história.

    E aí, vocês acham que os Rockets conseguem completar o milagre? Jogo 6 é sexta às 21h30, no Toyota Center. Eu vou assistir, óbvio. Essa pode ser uma daquelas séries que a gente vai lembrar pra sempre.

  • Reaves pode voltar no jogo 5 contra Houston depois de quase 1 mês fora

    Reaves pode voltar no jogo 5 contra Houston depois de quase 1 mês fora

    Olha, eu não esperava isso, mas o Austin Reaves pode estar de volta pro jogo mais importante dos Lakers na temporada. Depois de quase um mês parado com lesão no oblíquo, o cara tá otimista pra voltar justamente no Game 5 contra os Rockets.

    Sinceramente? A situação tá perfeita pros Lakers fazerem história sem ele até agora. O time tá 3-1 na série, mesmo jogando sem o segundo maior pontuador da equipe. Mas convenhamos — ter o Reaves de volta numa hora dessas seria o presente dos deuses do basquete.

    A lesão que mudou tudo

    Cara, quando o Reaves se machucou lá em Oklahoma City no dia 2 de abril, todo mundo sabia que era coisa séria. O maluco tem uma tolerância à dor absurda, mas mesmo assim sentiu que não dava pra continuar. E não foi só ele — o Luka Dončić também saiu daquele jogo com problema no posterior da coxa.

    Duas semanas depois, ambos ainda estão fora. A diferença é que os Lakers conseguiram se virar sem eles de uma forma que ninguém esperava.

    “Eu quero voltar o mais rápido possível”, disse o Reaves na terça-feira. “Me sinto bem. Indo na direção certa.” O JJ Redick, técnico dos Lakers, não deu pista nenhuma se vai usar ele ou não — disse que vai decidir na hora do jogo mesmo.

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: Reaves teve uma temporada monstro antes das lesões. Média de 23,3 pontos, 5,5 assistências e 4,7 rebotes por jogo. Só que jogou em apenas 51 partidas — primeiro ficou 19 jogos fora por causa de uma lesão na panturrilha (do Natal até fevereiro), e agora mais esse tempão parado.

    Mas sabe o que mais impressiona? Como o time se reinventou sem ele. O LeBron James assumiu ainda mais responsabilidade, e o elenco coadjuvante apareceu quando precisava. Roubaram o Game 3 na prorrogação depois de estar perdendo por seis pontos faltando 30 segundos no tempo normal. Absurdo.

    “Basicamente a mensagem desde aquele dia foi que eles iam fazer tudo como equipe pra dar uma oportunidade pra gente voltar e jogar, e foi exatamente isso que fizeram”, falou o Reaves, claramente emocionado com os companheiros.

    Houston também tá quebrado

    E não é só os Lakers que têm problemas com lesão, não. O Kevin Durant, cestinha dos Rockets, perdeu três dos quatro jogos da série. Na terça-feira nem treinou com o time antes de viajar pra Los Angeles.

    Ou seja: pode ser que o Game 5 seja disputado sem os principais pontuadores de ambos os times. Meio surreal, né?

    A grande pergunta é: vocês acham que o Reaves aguenta a pressão de voltar logo num jogo de eliminação? Eu, particularmente, acho que se ele disser que tá pronto, é porque realmente tá. O cara não é de bobeira.

    Uma coisa é certa — se ele entrar em quadra amanhã à noite, vai ser pura emoção. E olha que os Lakers já tão quase eliminando os favoritos Rockets mesmo sem ele. Com o Reaves de volta… bem, aí a coisa fica ainda mais interessante.

  • Sengun vira líder e salva os Rockets de virar piada pros Lakers

    Sengun vira líder e salva os Rockets de virar piada pros Lakers

    Cara, que jogada do Alperen Sengun. O turco simplesmente reuniu o time depois do treino matinal e fez um discurso épico — daqueles que você vê em filme mesmo. E olha que Houston tava na berlinda, hein? Mais um jogo e era tchau, obrigado pela participação nos playoffs.

    O resultado? Uma surra histórica de 115-96 nos Lakers no Jogo 4. Trinta pontos de diferença pros caras que todo mundo achava que iam passar o trator. Eu não esperava essa reação, sinceramente.

    O discurso que mudou tudo

    Amen Thompson, que foi o cestinha da noite com 23 pontos (acertou 10 de 16 arremessos — um monstro), contou que o Sengun basicamente disse que não queria ir pra casa ainda. “Ele falou que se fossem sair, iam sair lutando, mas nem pensando em desistir”.

    E o mais interessante? O próprio Sengun assumiu: “Eu acho que só eu e o Jae’Sean Tate sobramos da reconstrução. Este é meu time, eu preciso cuidar de todo mundo”.

    Olha, isso aí é liderança de verdade. Um cara de 21 anos assumindo a bronca quando o time tava com a corda no pescoço. Quantos jovens fazem isso na NBA hoje?

    Defesa que deu show

    Mas não foi só papo não. Os Rockets jogaram uma defesa absurda e forçaram 24 turnovers dos Lakers. Vinte e quatro! Transformaram esses erros em 30 pontos — maior total desde 2013 nos playoffs.

    Tari Eason roubou a bola cinco vezes e ainda fez 20 pontos com mais de 70% de aproveitamento. Desde 1973, quando começaram a contar oficialmente os roubos de bola, nenhum outro jogador dos Rockets tinha conseguido essa combinação nos playoffs.

    E o Sengun? Decretou 19 pontos pra acompanhar o discurso. Tá com PER de 23.5 nesses playoffs — oitavo melhor da NBA. Nada mal pro garoto que muita gente ainda subestima.

    Agora é Jogo 5 em Los Angeles, com os Lakers favoritos por apenas 2.5 pontos. Vocês acham que Houston consegue manter esse embalo fora de casa? Porque depois de uma atuação dessas, qualquer coisa pode acontecer.