Tag: loteria NBA

  • Grizzlies votaram contra nova loteria da NBA por motivo bem egoísta

    Grizzlies votaram contra nova loteria da NBA por motivo bem egoísta

    Olha só que situação mais interessante rolou essa semana. O Memphis Grizzlies foi o único time que votou contra as mudanças na loteria da NBA — e agora descobrimos o porquê. Spoiler: é puro interesse próprio mesmo.

    O Shams Charania revelou que os Grizzlies votaram contra simplesmente por causa da nova regra que impede um time de pegar top 5 em três anos consecutivos. E por que isso importa pra eles? Simples: eles têm a pick de primeira rodada do Utah Jazz em 2027, que é a melhor entre as que conseguiram do Cleveland, Minnesota e Utah.

    O problema do Jazz (que vira problema do Memphis)

    Aqui que fica interessante. O Jazz já está no terceiro ano consecutivo com pick no top 5 — e pela nova regra, isso significa que a pick de 2027 deles NÃO pode ser top 5, independente de quão ruins eles sejam. E como o Memphis tem essa pick? Bem, eles basicamente perderam uma loteria na mesa de negociações.

    Na minha visão, é meio tosco votar contra uma mudança que claramente vai melhorar a liga só porque você quer manter uma vantagem específica. Mas também entendo — estamos falando de potencialmente milhões de dólares e a diferença entre pegar um All-Star ou um cara que vai ficar no banco.

    Por que isso importa pra nós

    As novas regras vão nivelar muito mais o campo da loteria. Times ruins não vão mais poder ficar ruins de propósito por anos seguidos esperando picks altas. E sinceramente? Era hora. Quantas vezes a gente não viu times claramente “tankando” nos últimos jogos da temporada?

    O mais engraçado é que o Memphis provavelmente nem precisava dessa pick pra ser competitivo. Com Ja Morant voltando healthy e o elenco que eles têm, deveriam estar brigando por playoff, não por lottery picks.

    E aí, o que vocês acham? Os Grizzlies estavam certos em defender seus interesses ou foram meio mesquinhos? A nova loteria vai ser muito mais justa, mas sempre tem alguém que sai perdendo na mudança.

  • Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Olha só que situação bizarra rolou com as novas regras da loteria da NBA. Vazou que a liga vai implementar mudanças que vão mexer com tudo que a gente conhece sobre o draft — e cara, tem time que vai se dar bem e outros que vão se ferrar legal.

    A informação veio do Kevin O’Connor e sinceramente, quando eu li pela primeira vez pensei: “Adam Silver, o que diabos você tá fazendo?”

    As novas regras que mudaram tudo

    Basicamente é assim: nenhum time pode pegar a primeira escolha em dois anos seguidos, e também não pode ficar no top-5 por três anos consecutivos. Até aí, faz sentido né? Ninguém aguenta mais ver San Antonio pegando pick top-4 três vezes seguidas.

    Mas aqui que a coisa fica interessante (e complicada): eles decidiram aplicar essa regra olhando para trás, desde 2025 e 2026. Ou seja, se Washington ganhar a loteria de novo em 2027, automaticamente desce para segunda posição.

    E o mais maluco? A regra segue o time ORIGINAL, não quem tem o pick. Isso significa que se o Time A tem o pick do Time B e esse pick cai em primeiro, o Time B não pode pegar primeiro no ano seguinte — mesmo que seja com outro time segurando o pick.

    Utah Jazz se deu bem, Memphis se ferrou

    Aqui que entra a treta do Utah Jazz e Memphis Grizzlies. Lembram da trade que levou Jaren Jackson Jr. para Utah? Pois é, Utah trocou seu pick de 2027 para Memphis.

    O problema é que Utah pegou quinta posição em 2025 e segunda em 2026. Com a nova regra, eles não podem ficar no top-5 em 2027. E como Memphis agora tem esse pick, eles também não podem receber uma escolha top-5 — mesmo sendo donos do pick agora!

    Mano, que sacanagem isso. Memphis fez uma trade pensando em uma coisa e agora se fode por causa de uma regra retroativa que nem existia na época.

    Na minha opinião, essa história de “pick restrictions for repeat lottery winners” é meio forçada. Cara, pegar a quinta posição é ser “winner”? Ano passado Utah ficou puto da vida por ter pego só a quinta escolha. E agora isso conta como se eles tivessem ganhado na loteria?

    Minha visão sobre essas mudanças

    Olha, eu entendo querer evitar que times peguem primeira escolha em anos consecutivos. Isso faz sentido. Mas essa regra do top-5 por três anos? Acho que foi longe demais.

    E essa história de aplicar retroativamente é complicada pra caramba. Times fizeram trades baseados nas regras que existiam na época. Agora você muda tudo e ferrra com acordos que já estavam feitos?

    Vocês acham que a NBA deveria ter aplicado essas regras só daqui pra frente? Porque sinceramente, essa situação do Memphis está bem injusta. O time fez uma trade legítima e agora se prejudica por uma regra que nem existia.

    No final das contas, típico da NBA: resolve um problema e cria outros três. Vamos ver como isso vai afetar as próximas loterias e se mais times vão se ferrar com essas mudanças malucas.

  • Nova loteria do Draft da NBA vai bagunçar TUDO – e é retroativo!

    Nova loteria do Draft da NBA vai bagunçar TUDO – e é retroativo!

    Gente, vocês não vão acreditar no que a NBA tá aprontando agora. A liga distribuiu uma proposta completamente reformulada para a loteria do Draft que vai ser votada no dia 28 de maio, e cara… isso vai mudar TUDO.

    A proposta segue um sistema chamado “3-2-1” que distribui 37 bolas entre 16 times. Os três piores times ganham duas bolas cada (5,4% de chance), os times de 4º a 8º lugar ficam com três bolas (8,1%), os seeds 9 e 10 do play-in levam duas (5,4%), e quem perder o confronto 7º vs 8º fica com uma bolinha só (2,7%). O mais interessante? Os três times com pior campanha não podem cair abaixo da 12ª posição.

    Adam Silver vira xerife anti-tanking

    Olha, eu sempre achei que o Silver ia endurecer com essa história de tanking, e agora ele ganhou poderes de Superman. O comissário vai poder mexer nas probabilidades da loteria ou na posição dos picks se suspeitar que algum time tá fazendo corpo mole de propósito.

    Mas o negócio mais louco mesmo são as novas regras de consecutividade. Nenhum time pode ganhar a primeira pick em dois anos seguidos, nem ficar no top 5 por três drafts consecutivos. E atenção: essa regra fica grudada no time ORIGINAL, não em quem tem o pick agora.

    O efeito retroativo que tá deixando todo mundo louco

    Aqui é onde a coisa fica realmente absurda, meus amigos. As regras valem pra trás também! O Washington Wizards ganhou a loteria de 2026 (que ainda nem rolou), então já era – eles não podem ser primeira pick em 2027.

    O Utah Jazz pegou a quinta posição em 2025 e a segunda em 2026. Resultado? Não podem ficar no top 5 em 2027. Só que tem um problema: eles trocaram esse pick pro Memphis Grizzlies pelo Jaren Jackson Jr. Agora o Memphis que tá impedido de ter um pick top 5 por causa de algo que o Utah fez. Imaginem a cara dos caras em Memphis quando descobriram isso…

    E olha só que situação bizarra: o Houston Rockets tem direito de troca com o Phoenix Suns (graças ao negócio do Kevin Durant). Se o Phoenix ficar em 5º em 2027 e em 3º em 2028, o pick que o Houston pegaria não poderia ser top 5 em 2029. Uma trade que foi fechada em julho de 2025 pode perder valor por causa de uma regra que nem existia na época!

    Minha opinião? Isso vai dar confusão

    Sinceramente, acho que a NBA tá tentando resolver um problema real – o tanking descarado que alguns times fazem. Mas essa história retroativa me parece meio complicada demais. Vocês conseguem imaginar os advogados dos times brigando na justiça por causa disso?

    Do jeito que conheço essa liga, algum time vai tentar furar essas regras de um jeito criativo. E aí? Como que o Silver vai lidar com isso? Vai ser interessante acompanhar a votação do dia 28.

    O que vocês acham dessa mudança toda? Vai funcionar pra acabar com o tanking ou só vai criar mais dor de cabeça pra todo mundo?

  • NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    Cara, a NBA tá prestes a virar o Draft de cabeça pra baixo. E sinceramente? Eu acho que vão acabar criando mais problema do que solução.

    A proposta do sistema “3-2-1” vai ser votada dia 28 de maio pelos donos das franquias. Se 23 dos 30 aprovarem (e tudo indica que vão), a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Só que os executivos das equipes estão meio pistola com a coisa toda.

    O que muda na prática?

    A ideia é expandir a loteria de 14 pra 16 times. Os três piores times vão ganhar apenas duas bolinhas cada (perdendo uma como “punição”), mas não podem cair além da 12ª posição. Os times do 4º ao 10º lugar ganham três bolinhas cada. E aqui vem o absurdo: as chances máximas de ganhar a 1ª escolha caem de 14% pra apenas 8,1%.

    “Eles estão obcecados em fazer isso”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E olha, dá pra entender a revolta.

    Na minha visão, isso é reagir demais a um problema que talvez nem seja tão grande assim. Vários executivos acham que as regras atuais só precisam ser aplicadas com mais rigor – não mudadas completamente.

    A real sobre o tanking

    Todo mundo sabe que alguns times fazem corpo mole no final da temporada pra pegar uma escolha melhor no Draft. A NBA multou o Utah Jazz em 500 mil dólares e o Indiana Pacers em 100 mil em fevereiro, mas foi só isso. Os três piores times tiveram um recorde combinado de 12-72 após o All-Star break. Doze vitórias em 72 jogos, gente!

    “David Stern não mudaria o sistema”, disse um executivo. “Ele pegaria um martelo maior”. E tem razão – às vezes a solução é aplicar melhor as regras que já existem, não criar regras novas que podem ferrar todo mundo.

    Vocês acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou só vai prejudicar os times que estão genuinamente ruins?

    Consequências que ninguém pensou

    Aqui vem o que me deixa mais preocupado: essas mudanças podem bagunçar o mercado de trades de um jeito que ninguém esperava. Com as chances mais distribuídas, até a 16ª escolha vai ter 2,7% de chance de virar a 1ª pick. Isso é mais que os 1,8% que o Dallas tinha quando ganhou o direito de draftar o Cooper Flagg.

    Resultado? Todas as escolhas de primeira rodada vão ficar mais valiosas. Num mercado já complicado por causa das restrições salariais, isso pode fazer os times segurarem ainda mais suas picks futuras.

    Olha, eu entendo a frustração da liga com o tanking. É chato ver time fazendo corpo mole. Mas será que essa não é uma solução mais complicada que o problema original? Só o tempo vai dizer.

  • Adam Silver quer acabar com tanking: proposta vai dar odds iguais pra todo mundo

    Adam Silver quer acabar com tanking: proposta vai dar odds iguais pra todo mundo

    Olha, o Adam Silver finalmente decidiu meter o pé na porta. O comissário da NBA confirmou que tem uma proposta pronta pra acabar de vez com essa palhaçada de time perdendo de propósito pra pegar pick alto no draft. E cara, a ideia é bem radical.

    A proposta que vai ser apresentada pros donos de franquias no final de maio é o famoso sistema de “odds iguais” – ou como ele mesmo chamou, um sistema onde “você não tem incentivo nenhum pra ser ruim”. Basicamente, ser o pior time da liga não vai mais garantir as melhores chances no draft.

    O sistema 3-2-1 que vai virar tudo de cabeça pra baixo

    A ESPN já tinha vazado os detalhes do que eles chamam de sistema “3-2-1”, e é exatamente isso que o Silver confirmou. Os três piores times da temporada vão ter chances MENORES de pegar a primeira pick do que os times que ficaram entre o 4º e 10º lugar. É tipo uma “zona de rebaixamento” do draft.

    “Se você é um dos três piores times da liga, vai ter odds piores que times que ficaram entre o quarto lugar até quem não classificou pros playoffs”, explicou o Silver no programa do Stephen A. Smith. Mano, imaginem o Jazz descobrindo isso depois de ter vendido metade do time esse ano?

    E não para por aí. A liga também vai ter mais poder pra punir time que tá claramente fazendo tanking. Lembram da multa de 500 mil pro Jazz? Isso vai ser fichinha perto do que pode vir. Silver deixou claro que podem até tirar bolas da loteria ou mudar a ordem do draft diretamente.

    Times vão pensar duas vezes antes de trocar picks

    Uma consequência interessante dessa mudança é que os times vão ficar bem mais cautelosos na hora de trocar picks futuros. Afinal, se qualquer time pode pegar uma pick alta independente de ser ruim, por que diabos você venderia sua pick de 2026?

    A proposta é temporária – vai durar até 2029, quando o novo acordo coletivo entrar em vigor. Silver admitiu que “os times são incrivelmente inovativos em encontrar formas de burlar o sistema”, então eles querem esse tempo pra estudar outras maneiras criativas de distribuir os jogadores.

    Sinceramente? Era hora. Ver time descaradamente perdendo jogo no final da temporada é constrangedor. Washington, Utah, Memphis e Chicago fizeram moves óbvios pra melhorar posição no draft nas últimas semanas, e todo mundo fingiu que não viu.

    Vocês acham que essa mudança vai funcionar ou os times vão dar um jeito de burlar mesmo assim? Na minha opinião, sempre tem um maluco que acha uma brecha no sistema.

  • Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Cara, já começou a loucura do Draft 2026! O Washington Wizards tirou a sorte grande na loteria e vai escolher primeiro, seguido por Utah Jazz, Memphis Grizzlies e Chicago Bulls. E agora todo mundo quer saber: quem são os monstros que vão mudar a NBA nos próximos anos?

    Olha, eu acompanho esses garotos desde o ensino médio, e posso dizer que essa classe é ABSURDA. O nome que todo mundo conhece é o AJ Dybantsa, mas tem muito talento escondido nessa lista que pode surpreender.

    Os Três Primeiros Colocados

    AJ Dybantsa (BYU) tá no topo, e sinceramente? Faz sentido. O cara tem 2,06m, joga de ala, e simplesmente resolve qualquer situação na quadra. Aos 19 anos, já mostra uma maturidade absurda no jogo.

    Cameron Boozer (Duke) vem logo atrás. Filho do Carlos Boozer, esse garoto de 2,06m herdou muito do pai – e talvez até melhorou a receita. Só tem 18 anos e já joga como veterano.

    Darryn Peterson (Kansas) completa o top 3. Armador de 1,96m que simplesmente não erra quando a coisa aperta. O Bill Self deve estar babando com esse moleque na universidade.

    As Revelações que Ninguém Tá Falando

    Agora vem a parte interessante: quem são os caras que vão fazer os GMs se arrependerem de não ter pescado antes?

    Caleb Wilson (North Carolina) na quarta posição me chama atenção. Pivô de 2,08m que joga com uma elegância que lembra muito o Tim Duncan jovem. Roy Williams deve estar se divertindo nos treinos.

    E tem o Aday Mara (Michigan) na 11ª posição – um gigante de 2,21m vindo da Espanha. Cara, esse tipo de jogador europeu sempre me deixa curioso. Lembram do que aconteceu com o Porzingis?

    Kingston Flemings (Houston) também merece destaque. Armador de 1,93m que tem aquele jogo moderno que a NBA adora: arremessa de qualquer lugar e ainda distribui como ninguém.

    Minha Análise Pessoal

    Olhando essa lista, uma coisa me chama atenção: a quantidade de jogadores altos que sabem fazer de tudo. Antigamente, pivô ficava no garrafão e pronto. Hoje esses caras de 2,06m, 2,08m jogam como alas e ainda acertam de três pontos.

    Outra coisa interessante é a diversidade internacional. Além do Mara da Espanha, tem o Hannes Steinbach da Alemanha e o Karim Lopez que tá jogando na Austrália. A NBA realmente virou global mesmo.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a maior surpresa? Eu tenho uma teoria de que algum desses caras do meio da lista vai explodir e todo mundo vai falar “como ninguém viu isso vindo?”

    O combine em Chicago vai ser crucial. É lá que a galera vai ver quem realmente aguenta a pressão e tem o físico pra NBA. Alguns nomes podem subir muito na lista depois dessas medições e scrimmages.

    Uma coisa é certa: 2026 promete ser um dos drafts mais equilibrados dos últimos anos. Não tem um LeBron óbvio no topo, mas tem muito talento distribuído. Isso significa que times que escolhem mais pro final da loteria podem pescar jogadores incríveis.

  • NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    Galera, preparem-se porque a NBA tá pensando em fazer algo que não rola desde 1989: transmitir o sorteio da loteria do Draft ao vivo na TV! E olha, se aprovarem esse novo formato “3-2-1” no dia 28 de maio, a gente pode estar vendo história sendo feita de novo.

    Pra quem não lembra (ou nem era nascido), a última vez que viram isso ao vivo foi em 89, quando o Sacramento Kings ganhou a primeira escolha e pegou o Pervis Ellison. Eu sei, eu sei… “quem?” Exatamente por isso que essas mudanças são importantes.

    Como vai funcionar esse novo sistema

    O novo formato é bem diferente do que temos hoje. Ao invés daquelas 14 bolinhas de ping pong numeradas com 1.001 combinações possíveis (que sinceramente, quem entende isso?), eles querem usar 37 bolinhas com os logos dos times entre os 16 que participam da loteria.

    Na minha opinião, isso torna tudo mais visual e emocionante. Imaginem ver a bolinha do seu time sendo sorteada ao vivo? O coração ia sair pela boca!

    Mas calma aí – precisa da aprovação de 23 dos 30 times da liga. E vocês sabem como é… quando envolve mudança no sistema de Draft, sempre tem muito choro e ranger de dentes.

    Por que mudaram da primeira vez?

    A história dessa loteria é interessante, cara. Começou tudo depois da temporada de 1984 porque os times estavam fazendo aquela “corrida pro fundo” descarada pra conseguir a primeira escolha. Antes era literalmente no cara ou coroa – e o Houston Rockets foi esperto e ganhou em 83 E 84.

    Aí a NBA falou “não rola mais” e criou o sistema de envelope em 85, onde todos os times ruins tinham chances iguais. Depois mudou pra determinar só as três primeiras escolhas em 87, e finalmente chegou no sistema atual em 1990.

    Olha, eu acho que qualquer mudança que torne o processo mais transparente e emocionante é bem-vinda. Esse negócio de ficar esperando o resultado numa sala fechada é meio sem graça mesmo. E aí, vocês acham que os times vão topar essa mudança? Eu tô curioso pra ver se vai rolar!

  • O Jazz pode virar uma bomba se ganhar a loteria do Draft

    O Jazz pode virar uma bomba se ganhar a loteria do Draft

    Olha, eu sei que parece loucura falar isso, mas se o Utah Jazz ganhar a loteria da NBA esse ano, a liga inteira pode ter um problemão nas mãos. E não estou exagerando não.

    A galera não tá prestando atenção no que aconteceu em Salt Lake City essa temporada. Enquanto todo mundo achava que o Jazz tava fazendo tanking igual os outros times, os caras estavam jogando um basquete sério — e ganhando de times grandes.

    Os caras bateram em todo mundo

    Sério, dá uma olhada nessa lista: Clippers, Suns, Celtics, Rockets, Pistons, Spurs, Cavaliers, Timberwolves, Heat e Warriors. Isso mesmo, eles bateram nesses times todos durante a temporada. Cada vitória dessas me deixava mais impressionado, porque mostrava que não era sorte — era time mesmo.

    O Will Hardy tá fazendo um trampo absurdo por lá. O Keyonte George deu um salto gigantesco, o Cody Williams começou a mostrar que pode ser peça importante, e até o Jusuf Nurkic voltou a jogar como gente grande. Sem contar que o Kevin Love ainda tem alguns jogos mágicos no tanque.

    Na minha visão, esse Jazz já seria playoff mesmo sem ganhar a loteria. Mas aí que tá o negócio…

    E se eles ganharem a primeira escolha?

    Cara, imagina só: você pega essa base que já funciona e adiciona um cara tipo Cooper Flagg ou Ace Bailey. De repente, o Jazz não é mais só um time de playoff — vira candidato real ao título.

    A defesa sempre foi a preocupação, mas com Jaren Jackson Jr. chegando pra jogar ao lado do Walker Kessler, e tendo o Lauri Markkanen na frente… mano, é muito tamanho e proteção de aro. Se o Hardy conseguir fazer essa defesa funcionar no top-15 da liga (e pode ser melhor que isso), aí a coisa fica séria mesmo.

    Vocês acham que a NBA tá preparada pra um Jazz brigando pelo título? Porque eu sinceramente acho que não. Todo mundo ainda vê eles como aquele time pequenininho de Utah, mas essa narrativa pode mudar rapidinho.

    O mais louco é que tudo vai se decidir numa única noite. Uma bolinha pode transformar o Jazz de azarão pra candidato legítimo. E olha, depois de tudo que eles mostraram essa temporada jogando com garra e superando expectativas, eu não duvido de mais nada.

  • Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Olha, chegou a hora mais tensa do ano na NBA — a loteria do Draft 2026 acontece neste domingo em Chicago, e eu já tô ansioso pra ver quem vai dar sorte (ou azar, dependendo do ponto de vista).

    A briga tá acirrada lá em cima. Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de fisgar a primeira escolha geral. Logo atrás vêm Utah Jazz e Sacramento Kings, ambos com 11,5% de probabilidade.

    O Jazz que nunca dá sorte na loteria

    Tem um dado que me impressiona: o Utah Jazz NUNCA subiu de posição na loteria. Nunca, cara. Imagina a frustração da torcida… Enquanto isso, nas duas últimas temporadas, o time que ganhou a loteria subiu pelo menos nove posições. É muita sorte concentrada!

    Entre 2015 e 2019, antes da reforma na loteria, o time com as melhores odds sempre levava a primeira pick. Agora a coisa mudou — e isso deixa tudo mais imprevisível e emocionante, na minha opinião.

    Quem vai representar cada franquia

    A NBA já anunciou quem vai estar no palco representando cada time, e tem algumas escolhas bem interessantes. O Brooklyn vai com Vince Carter — lenda absoluta e Hall of Famer. John Wall vai representar Washington, o que faz total sentido considerando a história dele na capital.

    Dos Pacers, quem sobe no palco é T.J. McConnell — jogador que eu sempre respeitei pela raça. Charlotte escolheu Kon Knueppel, que é jogador atual. Miami vai com Alonzo Mourning, outro monstro dos anos 90.

    Sinceramente, acho genial quando as franquias colocam lendas pra representar nesses momentos. Traz aquela energia especial, sabe?

    Bastidores da loteria

    O que muita gente não sabe é que tem toda uma operação nos bastidores. Cada time também manda um representante pra “drawing room” — a sala onde acontece o sorteio de verdade. Ali ficam executivos, GMs e até donos como Joe Tsai do Brooklyn.

    A imprensa também vai estar presente na sala do sorteio. Tem nomes pesados como Zach Lowe (The Ringer), Brian Windhorst (ESPN) e até jornalistas internacionais como o Simone Sandri da Gazzetta dello Sport italiana.

    E aí, quem vocês acham que vai levar a primeira pick? Eu tenho um palpite que um desses times que nunca ganha nada vai acabar dando sorte. Seria típico da NBA, não acham?

    Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba. Esses GMs devem estar suando frio pensando no futuro das franquias.

  • As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    Cara, vocês já pararam pra pensar nas maiores zebras da loteria do Draft da NBA? Eu tava fuçando os números aqui e simplesmente não acredito em algumas dessas viradas — times que praticamente não tinham chance nenhuma e saíram com a primeira escolha geral.

    Olha, desde 1985 quando começou esse sistema e os Knicks pegaram o Patrick Ewing, já rolaram umas histórias malucas. E com a loteria de 2026 chegando aí em maio (10 de maio em Chicago, marquem na agenda), vale lembrar dessas zebradas históricas.

    As maiores surpresas de todos os tempos

    Orlando Magic em 1993 — a zebra das zebras

    Mano, 1,52% de chance. Um vírgula cinquenta e dois por cento! E os caras ganharam. Pegaram o Chris Webber com a primeira pick — que depois foi parar no Golden State numa negociação com o Penny Hardaway. Imaginem a festa em Orlando naquele dia.

    Chicago Bulls em 2008 — o destino sorriu

    Essa aqui é linda demais. Os Bulls tinham apenas 1,70% de chance, eram o nono pior time da liga. E adivinha só? Ganharam e pegaram o Derrick Rose — que era DE CHICAGO! O cara voltou pra casa, virou Rookie of the Year em 2009 e MVP em 2011. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Na minha visão, essa foi a zebra mais poética da história. Um moleque local sendo draftado pelo time da cidade dele com chances quase zero? Absurdo.

    Outras loucuras que marcaram época

    Cleveland Cavaliers em 2014

    Os Cavs também com 1,70% e ganharam. Pegaram o Andrew Wiggins, que depois virou moeda de troca pra trazer o Kevin Love. Estratégia que funcionou — eles ganharam o título em 2016.

    Dallas Mavericks em 2025

    Essa é recente, galera! 1,80% de chance e ganharam o Cooper Flagg. Imaginem só — logo depois de mandarem o Luka Dončić pros Lakers numa troca envolvendo o Anthony Davis. Flagg acabou de ser eleito Rookie of the Year de 2026. Às vezes o timing é tudo no basquete.

    E vocês sabiam que os Clippers em 2011 tinham só 2,80% de chance, ganharam, pegaram o Kyrie Irving… e trocaram ele pros Cavaliers antes mesmo do draft? Kyrie virou campeão NBA em Cleveland em 2016. Imaginem como os torcedores dos Clippers se sentiram.

    A zebra brasileira que quase foi

    Falando em surpresas, sempre fico pensando: e se um dia um time brasileiro tivesse uma pick alta dessas por algum milagre? Seria loucura total ver um Nenê ou um Varejão sendo draftados em primeiro.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e essas histórias nunca deixam de me impressionar. Às vezes é melhor ter sorte do que ser bom mesmo — pelo menos no dia da loteria! E aí, qual dessas zebras vocês acham mais impressionante?

    A loteria de 2026 tá aí. Quem será que vai surpreender dessa vez?