Tag: LSU Tigers

  • Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Cara, que final absurdo de jogo! Ashlon Jackson simplesmente decidiu virar heroína e mandou uma bomba de 3 pontos no último segundo para classificar Duke às quartas de final do March Madness feminino. Duke 87 x 85 LSU. Puro drama.

    Olha, eu tava acompanhando esse jogo e quando vi que LSU tinha virado com 9 segundos no relógio, pensei “acabou pro Duke”. Mikaylah Williams tinha acabado de fazer dois lances livres e colocado as Tigers na frente. Aí que a magia aconteceu.

    O arremesso que parou Sacramento

    Com 2.6 segundos restantes, Duke tinha posse de bola. A bola foi pra Ashlon Jackson na lateral, bem na frente do banco do Duke. Ela fingiu pro corpo da Flau’Jae Johnson e — PÁ! — mandou a bomba que bateu na borda do aro, deu aquela voltinha de matar o coração e caiu. Puro cinema.

    Jackson terminou com 21 pontos, mas foram esses 3 finais que vão ficar na memória pra sempre. Duke (27-8) agora enfrenta UCLA nas quartas, e sinceramente? Depois de um final desses, esse time tá com uma confiança absurda.

    LSU fez sua parte, mas não foi suficiente

    As Tigers jogaram pra caramba. MiLaysia Fulwiley foi um monstro com 28 pontos, e Mikaylah Williams colaborou com 22. LSU (29-6) chegou a estar perdendo por 11 pontos no último quarto e conseguiu virar — só não conseguiu segurar.

    O que mais me impressiona é que essa LSU vinha de uma campanha histórica, marcando mais de 100 pontos em 16 jogos na temporada (recorde da NCAA). Kim Mulkey, com aquele terno roxo cheio de paetês que só ela mesmo usa, tentou de tudo no banco, mas não deu.

    Duke, por outro lado, mostrou que aquela derrota pro LSU no começo da temporada foi aprendizado. Desde aquela queda (que deixou eles com 3-6), os Blue Devils ganharam 24 dos últimos 26 jogos. Isso é de outro mundo.

    Taina Mair e Toby Fournier fizeram 22 pontos cada uma pelo Duke. Time equilibrado, time perigoso. E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UCLA nas quartas? Vai ser outro jogaço garantido.

  • Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Gente, que loucura é essa? Will Wade voltou pra LSU depois de apenas uma temporada na NC State, e olha… essa história tem mais drama que novela das nove.

    O cara simplesmente anunciou ontem no X (antigo Twitter) que tava voltando pra casa — no mesmo dia em que a LSU demitiu o técnico atual, Matt McMahon. E quando eu falo que essa mudança custou caro, eu tô falando MUITO caro mesmo.

    A conta que não fecha

    Preparem-se pra esses números absurdos: a LSU vai ter que pagar mais de 8 milhões de dólares pro McMahon pelo contrato que sobrou. E ainda por cima, vai desembolsar outros 5 milhões pra tirar o Wade da NC State antes do prazo. Só nesses dois movimentos já são 13 milhões jogados no lixo.

    Mas a coisa fica ainda mais insana quando você vê o quadro geral. A universidade deve 54 milhões pro Brian Kelly (técnico de futebol americano que foi demitido), pagou 3 milhões pra contratar o Lane Kiffin, e ainda vai gastar mais de 40 milhões com o elenco do Kiffin. Somando tudo, são mais de 60 milhões em “dinheiro morto” nos últimos quatro meses.

    Sinceramente? Nunca vi uma administração esportiva queimar dinheiro dessa forma.

    A política por trás da jogada

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio conspiratória. Toda essa movimentação tem dedo do governador Jeff Landry, que é chegado do Wade. O cara basicamente orquestrou uma limpa geral na administração da LSU pra abrir caminho pro retorno do técnico.

    Primeiro, demitiu o diretor atlético Scott Woodward (que se recusava a recontratar o Wade). Depois trouxe o presidente Wade Rousse, que já tinha trabalhado com Wade antes. E pra fechar com chave de ouro, contratou Heath Schroyer como diretor atlético — outro cara próximo do Wade.

    Foi uma operação cirúrgica pra trazer o cara de volta. Política e esporte sempre deram uma mistura interessante, né?

    Vale a pena apostar no Wade?

    Olha, não dá pra negar que o cara sabe treinar. Na primeira passagem pela LSU (2018-2022), fez um trabalho monstro: 105 vitórias, 51 derrotas, três participações no March Madness e o primeiro título da temporada regular da SEC em uma década, em 2019.

    O problema é que ele saiu de lá com uma baita sujeira. Foi pego numa escuta telefônica falando sobre uma “oferta pesada” pra um calouro — resultado: cinco violações sérias da NCAA, suspensão de 10 jogos e uma marca na ficha que vai carregar pra sempre.

    Depois disso, foi pra McNeese e se redimiu um pouco, ganhando 58 jogos em duas temporadas. Na NC State foi só uma temporada, mas terminou perdendo no First Four do March Madness pro Texas.

    E aí, vocês acham que ele consegue repetir o sucesso da primeira passagem? Ou a LSU tá jogando dinheiro fora numa aposta arriscada demais? Pra mim, é 50/50 — o cara tem talento, mas essa história toda deixa um gosto amargo na boca.

  • Kiffin chega na LSU com expectativas nas alturas e 40 reforços

    Kiffin chega na LSU com expectativas nas alturas e 40 reforços

    Olha só, Lane Kiffin não é de papas na língua. Logo no primeiro treino da pré-temporada da LSU, o cara já foi direto ao ponto: “As coisas não acontecem da noite pro dia”. E eu concordo 100% com ele.

    O técnico, que deixou Ole Miss após uma temporada absurda (11-1 na temporada regular), chegou em Baton Rouge sabendo que a torcida quer resultados imediatos. Mas peraí — a LSU teve apenas 7 vitórias na temporada passada. É um pulo gigantesco mesmo.

    Uma reformulação completa do elenco

    A coisa mais louca? Kiffin trouxe praticamente um time novo. Foram 54 jogadores novos no primeiro treino! Quase 40 transferências e mais de uma dúzia de calouros. Isso é uma reformulação completa, cara.

    Entre os destaques está o quarterback Sam Leavitt, que veio do Arizona State e ainda está se recuperando de uma cirurgia no pé. Também vieram Princewill Umanmielen e TJ Dottery, que seguiram o técnico desde Ole Miss. Imagina a cara dos torcedores do Mississippi vendo isso…

    Mas Kiffin foi honesto: “Vamos ter talentos de primeira linha no nosso elenco, e vamos ter alguns problemas de profundidade”. Na era do portal de transferências e dos pagamentos milionários, montar um time profundo virou missão quase impossível.

    O negócio mais caro do futebol americano universitário

    E por falar em dinheiro, que loucura foi essa contratação! A LSU demitiu Brian Kelly no meio de um contrato de 10 anos e $100 milhões, pagando uma multa de $54 milhões. Depois ofereceu pra Kiffin um contrato de 7 anos e $91 milhões, mais dezenas de milhões para pagar jogadores.

    Brian Kelly, o técnico demitido, chegou a sugerir que o elenco atual do Kiffin pode ter custado uns $40 milhões. Quarenta milhões! É mais que o orçamento de alguns times profissionais por aí.

    O mais irônico? Depois de aceitar o cargo, Kiffin foi proibido pela Ole Miss de comandar o time nos playoffs. Imagina a frustração dos jogadores que ele deixou pra trás…

    Pressão e responsabilidade

    Apesar de estar curtindo a cultura local (o cara já foi pro Mardi Gras e tá postando tudo no Instagram), Kiffin sabe o peso que carrega. “Não se enganem, porque vocês me veem fazendo coisas pela comunidade… isso não significa que não há uma busca implacável pela grandeza aqui”.

    Sinceramente, eu admiro a honestidade do cara. Ele sabe que chegou num programa histórico, com uma torcida apaixonada e um estádio lendário. A responsabilidade é enorme.

    E aí, o que vocês acham? Kiffin vai conseguir colocar os Tigers de volta no topo em quanto tempo? Com esse investimento todo e essa pressão, qualquer coisa menos que um título nacional vai ser considerado fracasso.