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  • Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Olha só que movimentação inteligente do Celtics: trouxe o Dalano Banton de volta justamente no finalzinho da temporada regular. E não é só sobre basquete não — é matemática pura.

    O timing foi cirúrgico, cara. Boston fechou o roster com 15 jogadores literalmente no último dia possível, e com isso conseguiu ficar abaixo da luxury tax por apenas 11 mil dólares. Onze mil! Para uma franquia que vale bilhões, é como se você tivesse economizado R$ 20 na conta de luz.

    A jogada genial da diretoria

    Mas peraí que a coisa é mais profunda. Ficando abaixo da luxury tax E do segundo apron, os Celtics resetaram todas as penalidades que vinham acumulando por serem “tax repeater”. Na prática, isso significa muito mais flexibilidade financeira nas próximas temporadas.

    Sinceramente? Achei uma baita jogada do Brad Stevens. Conseguir preencher o roster, dar uma chance pro Banton e ainda economizar milhões em penalidades futuras — isso é gestão de alto nível.

    Banton conhece a casa

    E o Dalano já tem história com Boston, né. Passou metade da temporada 2023-24 lá, voltou com um contrato de 10 dias no começo desta temporada, e agora tá de volta com um bi-anual.

    O cara de 2,03m passou a maior parte do ano mandando ver na G League pelo Texas Legends. E que números, hein: 24,9 pontos, 6,9 assistências e 4,1 rebotes por jogo em 44 partidas. Para um armador dessa altura, são números bem sólidos.

    Vocês acham que ele consegue minutos nos playoffs? Com a profundidade que o Celtics tem, vai ser difícil, mas ter um cara versátil assim no banco sempre ajuda. E olha que ele já provou que consegue contribuir quando chamado — não é à toa que Boston quis ele de volta pela terceira vez.

    No fim das contas, todo mundo sai ganhando: Banton tem mais uma chance na NBA, os Celtics completam o roster gastando mixaria e ainda se livram de penalidades futuras. Isso é que eu chamo de win-win-win.

  • NBA corta projeção do salary cap em 2026-27: o que isso significa?

    NBA corta projeção do salary cap em 2026-27: o que isso significa?

    Olha, acabou de rolar uma mudança que pode mexer com os planos de muito time por aí. A NBA baixou a projeção do salary cap para a temporada 2026-27 de US$ 166 milhões para US$ 165 milhões. Parece pouco? Um milhão a menos pode parecer troco de pinga, mas no mundo da NBA, isso é coisa séria.

    O motivo? Queda na receita da mídia local. E faz sentido — com tantos cortes de cabo e mudanças no consumo de TV, era questão de tempo até isso refletir nos números da liga.

    Como ficam os valores em 2026-27

    Com o salary cap projetado em US$ 165 milhões, os outros números também se ajustam. O piso salarial (aquele mínimo que os times têm que gastar) fica em US$ 149 milhões. Já o nível da luxury tax vai para US$ 201 milhões.

    E aí que a coisa fica interessante: o primeiro “apron” — aquela linha que limita algumas movimentações dos times — vai estar em US$ 209 milhões. O segundo apron, que é onde a coisa aperta mesmo, fica em US$ 222 milhões.

    Na minha visão, esses valores ainda são absurdos se comparados com o que víamos alguns anos atrás. Lembram quando achávamos que US$ 100 milhões era muito dinheiro?

    A evolução do salary cap

    Pra vocês terem uma ideia da loucura que foi essa escalada, o salary cap atual de 2024-25 é de US$ 140,588 milhões. Para a próxima temporada (2025-26), ele já salta para US$ 154,647 milhões. Isso por causa dos novos contratos de TV com ESPN, NBC e Amazon — sim, a Amazon agora transmite NBA também.

    Mas o salto mais absurdo mesmo foi em 2016. O salary cap passou de US$ 70 milhões para US$ 94,143 milhões de uma temporada para outra. Foi aí que começou essa era maluca de contratos gigantescos que vemos hoje.

    Sinceramente, acho que essa pequena redução na projeção não vai mudar muita coisa. Os times grandes vão continuar gastando como sempre, e os pequenos vão continuar chorando. O que vocês acham? Essa diferença de US$ 1 milhão realmente importa ou é só detalhe técnico?

    Uma coisa é certa: com esses valores todos aumentando, fica cada vez mais difícil montar um time competitivo gastando pouco. A NBA virou um negócio de bilionários mesmo — e olha que ainda estamos falando de projeções para 2026!