Tag: Madison Square Garden

  • Knicks massacre Hawks por 51 pontos e avança nos playoffs

    Knicks massacre Hawks por 51 pontos e avança nos playoffs

    Gente, eu já vi muito jogo da NBA na minha vida, mas o que o New York Knicks fez com o Atlanta Hawks ontem foi simplesmente desumano. 140 a 89. CENTO E QUARENTA A OITENTA E NOVE. Uma diferença de 51 pontos num jogo de playoffs eliminatório!

    Eu tava assistindo ao vivo e no começo até pensei que os Hawks iam dar trabalho — fizeram uma corridinha de 9-0 logo no início e chegaram a abrir 4 pontos. Mas cara, foi só isso que eles conseguiram fazer a noite toda.

    OG Anunoby decidiu virar monstro

    O cara que mais me impressionou foi o OG Anunoby. Olha, eu sempre achei ele meio irregular, mas ontem o canadense simplesmente resolveu destruir tudo. 29 pontos em 11 de 14 arremessos, sendo 4 de 6 do perímetro. Ah, e ainda pegou 7 rebotes, fez 4 roubos de bola, deu 2 assistências e meteu 1 toco.

    No primeiro quarto ele já tinha 14 pontos — praticamente o mesmo que o time inteiro do Hawks (que fez 15). Isso é coisa de maluco! E o melhor: ele não forçou nada, os arremessos vieram naturalmente no sistema ofensivo do Knicks.

    Mikal Bridges acordou na hora certa

    Outro que merece destaque é o Mikal Bridges. O cara tava sumido na série, mas ontem decidiu lembrar que sabe jogar basquete. 24 pontos em 10 de 12 arremessos — eficiência absurda!

    Sinceramente, quando vi que ele começou bem no primeiro quarto eu já sabia que ia ser noite difícil pros Hawks. Quando um cara que tava mal na série de repente encontra o ritmo, é sinal de que o time adversário não tá com defesa nenhuma.

    E o Karl-Anthony Towns? Triple-double sem forçar: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Dez assistências de um pivô! O cara tá jogando um basquete completamente diferente nesses playoffs.

    Hawks simplesmente sumiram

    Do lado do Atlanta, cara… foi constrangedor. 36 pontos no primeiro tempo. TRINTA E SEIS! Eu já vi defesa melhor em jogo de escolinha.

    O Jalen Brunson nem precisou se matar — 17 pontos e 8 assistências controlando o ritmo. Quando você tem um massacre desses, nem precisa do seu craque principal fazer 30+ pontos.

    O mais louco é que no quarto período o Knicks já tava com o banco todo em quadra e mesmo assim continuou metendo cesta. Todo mundo entrou no livro de pontuação!

    Vocês acham que esse Knicks tem condições de incomodar lá na frente? Porque se mantiver essa intensidade defensiva e o OG Anunoby continuar jogando nesse nível, vai dar trabalho pra qualquer um. A torcida do Madison Square Garden deve ter saído de lá acreditando que é ano de título mesmo.

    Agora é esperar o próximo adversário e ver se conseguem manter esse padrão. Porque 51 pontos de diferença em playoffs é coisa que a gente não vê todo dia, não é mesmo?

  • Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Cara, eu tenho que começar falando do Karl-Anthony Towns e esse negócio do Gatorade que virou meme nos Knicks. Ontem à noite, depois de uma vitória absoluta por 126 a 97 sobre os Hawks, o cara protagonizou mais um momento hilário com a bebida esportiva.

    “Nem vou encostar no Gatorade”, disse Towns. Dois segundos depois: “Mentira, mentira… tô com sede, mano”. E pronto, a internet pegou fogo com mais um capítulo dessa saga que tá rolando nos playoffs.

    Dominação total no Madison Square Garden

    Mas vamos ao que importa: os Knicks simplesmente destruíram os Hawks no jogo 5. Foi uma daquelas performances que você assiste e pensa “cara, esse time tá funcionando mesmo”. Nova York controlou o ritmo desde o primeiro quarto e nunca mais soltou.

    Towns foi peça fundamental nessa vitória. O gigante anotou um double-double maroto: 16 pontos, 14 rebotes e ainda distribuiu 6 assistências. Aproveitamento? 5 de 7 nos arremessos de quadra. Ah, e ainda roubou 2 bolas e deu 2 tocos em pouco mais de 34 minutos. Tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs.

    O que mais me impressiona nos Knicks agora é essa química que eles desenvolveram. A bola tá circulando, todo mundo tá contribuindo — não é só um jogador carregando o time nas costas. Na defesa então? Os caras tão disciplinados demais, não deixaram os Hawks respirarem praticamente o jogo inteiro.

    Atmosfera relaxada que assusta

    Sinceramente, essa vibe descontraída do Towns com o Gatorade mostra muito sobre o momento do time. Quando você tá confiante, essas coisas naturais acontecem. O pessoal tá relaxado, mas focado. É uma combinação perigosa para qualquer adversário.

    E olha que interessante: essa personalidade do Towns que muita gente criticava no passado agora tá sendo abraçada pela torcida. Os fãs adoraram o momento, viralizou nas redes sociais. Às vezes é isso que falta no esporte — um pouco de humanidade, de espontaneidade.

    Agora a série volta para Atlanta com os Knicks liderando por 3 a 2. Jogo 6 decisivo pela frente. Vocês acham que eles fecham a série fora de casa ou vai ter jogo 7?

    Na minha visão, se mantiverem esse nível de jogo e essa química que vem mostrando, os Knicks têm tudo para avançar. Towns tá jogando num nível All-Star mesmo, e quando ele joga assim, esse time fica muito perigoso. Só espero que ele não esqueça de se hidratar direito no próximo jogo!

  • Brunson explode com 39 pontos e Knicks assumem controle da série

    Brunson explode com 39 pontos e Knicks assumem controle da série

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — estava começando a ficar preocupado com o Jalen Brunson nos playoffs. Quatro jogos seguidos meio apagado pro padrão dele, errando arremessos que normalmente acerta de olho fechado. Mas aí que tá a diferença entre um jogador comum e um All-Star de verdade.

    O capitão dos Knicks simplesmente resolveu tomar as dores na quinta partida mais importante da temporada. 39 pontos em cima dos Hawks, com 15 de 23 arremessos convertidos. Uma clínica, cara.

    A noite em que Brunson lembrou quem é

    Antes do Jogo 5, Brunson estava com apenas 37% de aproveitamento nos arremessos desde o primeiro quarto da estreia da série. Pro padrão dele, isso é quase inadmissível. Mas sabe como é — grandes jogadores aparecem nos grandes momentos.

    E que momento! No Madison Square Garden lotado, com os Knicks precisando desesperadamente recuperar o controle da série, o baixinho de 1,85m mostrou porque é o líder desse time. 22 pontos só no segundo tempo, sendo que no último quarto foi um show à parte.

    Mike Brown, técnico dos Hawks, resumiu bem: “Jalen foi fenomenal. Um jogaço de um grande jogador.” E olha que vinha da boca do adversário, né?

    Quarto período de gala

    O que mais me impressionou foi a frieza dele no último quarto. Converteu todos os cinco arremessos que tentou na parcial final — todos os cinco! Teve um momento que ele fez 12 pontos consecutivos dos Knicks. É o tipo de sequência que define série de playoffs.

    “A bola entrou, mas eu estava feliz porque conseguimos manter a liderança e jogar bem com ela”, disse Brunson depois do jogo. Humilde como sempre, mas por dentro deve estar sabendo que salvou a temporada dos Knicks ali.

    E não foi só nos pontos não — oito assistências e apenas uma bola perdida. Isso é controle de jogo, pessoal. Isso é ser líder quando a pressão aperta.

    Knicks voltam a sonhar

    Com esse desempenho, Brunson chegou ao 25º jogo de 30+ pontos na carreira nos playoffs, empatando com Shai Gilgeous-Alexander na liderança da liga. Não é pouco não, viu?

    E o timing não podia ser melhor — com o Karl-Anthony Towns também dominando do outro lado, os Knicks parecem ter encontrado a fórmula pra fechar essa série no Jogo 6.

    Vocês acham que conseguem? Eu tô começando a acreditar de novo, principalmente depois de ver o Brunson desse jeito. Quando ele joga assim, os Knicks viram outro time.

  • Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Cara, playoff da NBA é isso aí — quando você menos espera, tá tudo empatado em 2-2 e cada possessão vale ouro. Os Knicks conseguiram empatar a série contra os Hawks depois de duas derrotas seguidas por apenas um ponto cada. Agora volta tudo pro Madison Square Garden pra um jogo 5 que promete ser de infarto.

    O técnico Mike Brown tá confiante no time dele. “Esse grupo é implacável, eles são experientes. Eles performam melhor quando estão com a corda no pescoço”, disse Brown. E olha, não é que ele tem razão? Depois de tomar duas pancadas de um ponto, os Knicks foram lá e ganharam de 114-98 em Atlanta. Convincente.

    Miles McBride falando as verdades

    Mas o que mais me chamou atenção foi o papo do Miles McBride. O cara foi direto ao ponto: “Temos que ter um nível mais alto de desespero, porque sabemos que eles não vão entrar nesse jogo de forma tranquila”.

    E ele completou falando uma coisa que todo brasileiro que joga bola sabe — você não perde o jogo só nos últimos minutos. “Você não perde sempre no final. É uma possessão aqui, no primeiro tempo quando você perdeu um rebote, ou quando alguém não correu para o garrafão”. Exato, mano. Basquete se ganha nos detalhes.

    Brunson e o jogo de xadrez dos playoffs

    Jalen Brunson, que tá com uns altos e baixos na série (41,6% nos arremessos — meio baixo pro padrão dele), falou uma coisa interessante sobre como funciona uma série de playoffs. “É um jogo de xadrez constante. Você vê que movimento eles fazem e volta com um movimento diferente”.

    Sinceramente, isso é o que mais amo nos playoffs da NBA. Cada jogo é completamente diferente do anterior. Os técnicos ficam naquela de ajuste e contra-ajuste, e no final quem consegue se adaptar melhor leva.

    Uma estatística que pesa: historicamente, quem ganha o jogo 5 numa série empatada em 2-2 tem chances enormes de levar a série toda. Mas o Brunson foi esperto — disse que não precisa de motivação extra. “É pra isso que trabalhamos o ano todo, o verão todo. É uma oportunidade dos times colocarem seus nomes na história”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade em casa? Porque os Hawks não vão facilitar nada — playoff é isso, cada jogo uma guerra. O Madison Square Garden vai pegar fogo na terça à noite, tenho certeza disso.

  • Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Cara, que jogaço dos Knicks! Depois de desperdiçar duas vitórias certas nos Jogos 2 e 3 (perderam por apenas 1 ponto cada), New York mostrou do que é capaz no Jogo 4 contra o Hawks. Vitória por 16 pontos de diferença e agora a série volta pra casa empatada em 2-2.

    O Karl-Anthony Towns foi simplesmente monstro — triple-double brilhante e jogando como se fosse videogame. O Brunson, que tinha forçado algumas jogadas nos jogos anteriores, voltou a jogar com inteligência, sem querer resolver tudo sozinho. E o resto do time? Cada um fazendo sua parte direito.

    O jogo perfeito que mudou tudo

    Olha, eu não vou mentir — estava começando a ficar preocupado com os Knicks. Perder dois jogos por 1 ponto cada, com mental breakdown no final… isso dói na alma de qualquer torcedor. Mas aí vem esse Jogo 4 e lembra a gente por que esse time chegou até aqui.

    Towns com triple-double, OG Anunoby metendo 22 pontos (9/16 nos arremessos), e o banco funcionando. Miles McBride, Josh Hart, Alvarado, Mikal Bridges — todo mundo contribuindo. Única coisa que me incomodou foi o Mitchell Robinson ter jogado pouco, mas fora isso foi quase perfeito.

    E agora? Agora a narrativa da série mudou completamente.

    Vantagem de casa pode ser decisiva

    Aqui vem o dado que todo mundo precisa saber: quando uma série volta empatada 2-2 pro time com vantagem de casa, o time de casa vence o Jogo 5 em mais de 75% das vezes na história da NBA. Setenta e cinco por cento, meu amigo!

    Os Knicks têm o Madison Square Garden lotado esperando, e sabemos como aquela torcida pode influenciar. Claro, o histórico da temporada regular não foi lá essas coisas em casa (22-19), enquanto o Hawks se virou bem jogando fora (22-19 também). Mas playoff é outra história.

    E tem mais um número que assusta: quem vence o Jogo 5 numa série empatada 2-2 avança em aproximadamente 83% dos casos. Ou seja, terça-feira pode definir tudo — ou quase tudo.

    O que me chama atenção é a diferença de experiência. Os Knicks têm um grupo que já jogou playoff junto, conhece a pressão. Já o Hawks? CJ McCollum jogou apenas 41 partidas pelo time na temporada, Kuminga só 16 jogos. São peças importantes que ainda estão se adaptando.

    Sinceramente, não vejo nenhum dos dois times conseguindo ganhar dois seguidos do outro. Por isso esse Jogo 5 é tão crucial. Não é bem “ganha ou vai pra casa”, mas tá quase lá. E vocês sabem como é: os Knicks têm muito mais a perder nesse playoffs. Uma eliminação precoce pode significar o fim dessa formação atual do time.

    E aí, quem vocês acham que leva? Os Knicks conseguem aproveitar a casa cheia no Garden ou o Hawks vai dar o troco?

  • CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    Cara, o CJ McCollum simplesmente resolveu assumir o papel de vilão em Nova York. Com o Madison Square Garden lotado xingando seu nome, o cara meteu 32 pontos e comandou uma virada absurda dos Hawks, que saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 107-106 dos Knicks. Série empatada em 1-1, e eu tô aqui pensando: será que encontramos o sucessor do Trae Young como inimigo público número 1 de Manhattan?

    “Eu não sou o vilão”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e uma esposa.” Ahn tá, CJ. Conta outra. O cara meteu seis dos últimos oito pontos do time, provocou a torcida pedindo mais barulho e ainda vem com essa de “cara legal”. Eu adoro essa postura, sinceramente.

    O novo pesadelo do MSG

    Olha, quem acompanha NBA sabe que o Trae Young traumatizou essa torcida do Knicks em 2021. Agora o cara foi pros Wizards, mas parece que o McCollum veio justamente pra ocupar esse vazio de vilão. E que timing perfeito – ele chegou nos Hawks justamente na troca que levou o Young embora.

    A coisa ficou quente mesmo depois daquela falta feia que ele fez no Brunson no Jogo 1 – uma chutada no “baixo ventre” que gerou muito climão. Primeiro o CJ falou que o Brunson tava atuando “como se estivesse na Broadway” (essa foi boa), depois admitiu que foi falta mesmo. Mas pra torcida do Knicks? Já era tarde. O cara virou alvo.

    E no terceiro quarto de ontem rolou uma confusão linda com o Jose Alvarado. Dupla técnica, torcida gritando “F- you, CJ” e o maluco jogando os braços pro alto pedindo mais barulho. Monstro demais!

    Clutch time de gente grande

    Agora vamos ao que realmente importa: basquete puro. O McCollum não foi só provocação não. 32 pontos, seis assistências, três rebotes e dois roubos de bola. Oito pontos no terceiro quarto quando o Knicks tentava matar o jogo. O cara usou as telas pra forçar o switch pro Brunson e atacou o garoto sem dó.

    Mas quase que a casa cai no final, hein? Com cinco segundos restantes, Hawks na frente por um ponto, McCollum vai pra linha do lance livre… e erra os dois! Eu tava aqui gritando na TV. Sorte que o Mikal Bridges resolveu tentar um fadeaway impossível da linha de fundo em vez de atacar a cesta.

    E o Knicks? Cara, que desperdício. 17 de 27 nos lances livres (dez erros!), 11 de 34 nas bolas de três, 14 turnovers que viraram 18 pontos pro Hawks. O Mike Brown tá certo quando fala que tiveram várias chances de matar o jogo e não conseguiram.

    Vocês acham que o McCollum consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, essa série vai ser um show à parte. O cara tem 32 anos, experiência de playoff e agora tem uma torcida inteira pra motivar ele. Perigoso demais.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver CJ McCollum virando o novo pesadelo dos torcedores do Knicks no Madison Square Garden. Mas foi exatamente isso que rolou na madrugada de segunda.

    O veterano de 34 anos simplesmente resolveu destruir tudo em Nova York, marcando 32 pontos e liderando os Hawks numa virada absurda de 107-106 que empatou a série dos playoffs em 1-1. E olha, a situação dele é bem louca se você parar pra pensar.

    De quase aposentado a herói dos playoffs

    McCollum tava praticamente com as malas prontas pra umas férias antecipadas até janeiro, quando Washington mandou ele pros Hawks na troca pelo Trae Young. Imagina só – o cara que todo mundo conhecia por Portland e New Orleans de repente se vê em Atlanta tentando preencher o vazio deixado por Young.

    E não é que deu certo? O maluco não só substituiu Young no time, como virou o novo vilão do MSG. Os torcedores dos Knicks xingaram ele de tudo quanto é nome depois que ele e José Alvarado quase partiram pro soco no terceiro quarto. Lembra do que rolou com Young em 2021? Pois é, história se repetindo.

    “Eu não sou vilão nenhum”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e esposa.” Ahan, CJ… fala isso pros torcedores do Garden que te xingaram a noite toda (risos).

    A vingança é um prato que se come frio

    O mais impressionante foi como ele fechou o jogo. Dueloou cara a cara com Jalen Brunson o tempo todo – e olha que Brunson não é moleza não. Mas McCollum tava inspirado, procurando todo 1×1 possível contra o All-Star dos Knicks.

    A cesta da virada? Um arremesso de meia distância faltando 33 segundos. Friozinho total. Depois quase entregou o jogo errando dois lances livres no final, mas Mikal Bridges não conseguiu empatar.

    Sinceramente, eu não esperava que McCollum ainda tivesse esse tipo de performance no tanque aos 34 anos. O cara passou por Portland, New Orleans, Washington e agora Atlanta – e parece que finalmente achou seu lugar no sol.

    Quin Snyder, técnico dos Hawks, sabia que precisava de liderança e pontuação para substituir Young. “Eu sentia que precisávamos dos dois”, disse ele. E pelo que vimos ontem, acertou em cheio na escolha.

    Agora os Knicks vão ter que descobrir como parar esse veterano inspirado quando a série voltar pra Atlanta. E aí, vocês acham que McCollum consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Hawks podem dar muito trabalho nessa primeira rodada.

  • Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Olha, eu não acredito no que eu vi no Madison Square Garden na segunda-feira. Os Knicks estavam ganhando por 14 pontos no terceiro quarto e conseguiram entregar de bandeja pro Hawks. 107 a 106 para Atlanta. Simplesmente absurdo.

    O time de Nova York comandava o jogo tranquilamente — 32-23 no primeiro quarto, 61-54 no intervalo, chegou até a abrir 80-66 no terceiro período. E aí? Veio o quarto quarto e o pesadelo. Atlanta fez 13 pontos a mais que os Knicks nos 12 minutos finais, incluindo uma sequência devastadora de 15-6 nos últimos 4:46.

    A virada que ninguém esperava

    “Simplesmente continuamos competindo”, disse o técnico do Hawks, Quin Snyder. E cara, tem que dar o crédito pro time dele. Quando você está perdendo por 14 no terceiro quarto em Nova York, no playoff, é muito fácil entregar os pontos. Mas não — os caras acreditaram até o final.

    O mais louco é que CJ McCollum perdeu dois lances livres com 5 segundos restantes. Josh Hart pegou o rebote, tocou pro Mikal Bridges que teve a chance de ganhar no apito final, mas não conseguiu.

    “A realidade é que por isso existem séries de sete jogos”, falou Mike Brown, técnico dos Knicks. Cara, ele tá certo, mas deve estar mordendo as unhas por dentro. Perder em casa no playoff dói — e muito.

    Hart desabafa após double-double desperdiçado

    Josh Hart fez 15 pontos e 13 rebotes (double-double sensacional), mas não adiantou nada. “Era um jogo que deveríamos ter ganho e, no playoff, você não pode entregar jogos de graça”, disse o cara, visivelmente frustrado.

    E vocês acham que os Knicks vão conseguir se recuperar em Atlanta? Porque agora a situação ficou complicada mesmo. O terceiro seed ia dominar o sexto, mas o Hawks mostrou que veio pra brigar.

    A série agora vai pra Atlanta com o jogo 3 na quinta-feira às 19h, e permanece por lá até o jogo 4 no sábado às 18h. Só volta pro MSG na terça que vem.

    “Já estivemos nessa situação antes”, tentou tranquilizar Hart. “Obviamente todo mundo está frustrado com essa derrota, mas vamos pro jogo 3 com máxima atenção aos detalhes e foco total pelos 48 minutos.”

    Sinceramente? Os Knicks precisam acordar rápido. No playoff, cada bobeira dessas pode custar uma eliminação. Karl-Anthony Towns teve momentos bons (aquela bandeja no terceiro quarto foi monstro), mas o time como um todo relaxou quando não podia.

  • CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    Mano, que jogo foi esse no Madison Square Garden? O CJ McCollum simplesmente decidiu que não ia sair de Nova York sem pelo menos uma vitória. 32 pontos numa virada histórica dos Hawks contra os Knicks, 107-106, empatando a série em 1-1.

    Vou ser sincero: quando vi os Hawks perdendo por 12 pontos no final do terceiro quarto, já estava praticamente decretando jogo. Mas aí que tá — essa galera de Atlanta tem algo diferente desde que trocaram o Trae Young pelo McCollum em janeiro.

    A virada que ninguém esperava

    Os Hawks passaram quase todo o segundo tempo atrás no placar. Quase. Porque quando faltavam 2:09 para acabar, McCollum fez a cesta que deu aos visitantes a primeira liderança deles em toda a série no segundo tempo: 101-100.

    E não parou por aí. O cara respondeu toda vez que precisava. Jalen Brunson empatou com uma bomba de três? McCollum respondeu na lata. 105-103 com 33 segundos no relógio.

    Olha, eu até entendo o nervosismo dele nos lances livres finais — errou dois seguidos com 5.6 segundos restando. Mas que sorte que o Mikal Bridges também não conseguiu acertar o jumper final dos Knicks.

    O banco dos Hawks funcionou

    Jonathan Kuminga saindo do banco e metendo 19 pontos? Isso é coisa de time que acredita. Jalen Johnson com 17, incluindo uma cesta crucial faltando 10 segundos que praticamente selou o jogo.

    Do lado dos Knicks, Brunson fez sua parte com 29 pontos, e o Karl-Anthony Towns até acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas não foi o suficiente. Josh Hart teve um double-double maroto: 15 pontos, 13 rebotes e 6 assistências.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada jogando em casa no jogo 3? Porque uma coisa é certa: essa troca do Trae Young mudou completamente a cara desse time. McCollum pode não ter o show individual do Trae, mas na hora que aperta, o cara aparece.

    Os Knicks ainda sonham em chegar na segunda rodada pelo quarto ano seguido — seria a maior sequência desde os anos 90. Mas agora voltam pra Atlanta sabendo que essa série não vai ser moleza.

  • Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Cara, eu não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks tinham 14 pontos de vantagem, estavam controlando o jogo tranquilamente, e conseguiram entregar tudo de bandeja pros Hawks. 107-106 para Atlanta no final, e os torcedores saíram do MSG com cara de velório.

    Olha, eu vi esse filme antes. Time de Nova York dominando por três quartos e derretendo na reta final — é quase uma tradição. No quarto período, os Hawks fizeram 28 pontos contra apenas 15 dos Knicks. Vinte e oito contra quinze! Como que você permite isso jogando em casa?

    Josh Hart foi um monstro, mas não foi suficiente

    O Hart fez de tudo em quadra: 15 pontos, 13 rebotes, e ainda distribuiu bola. Esse cara é o tipo de jogador que faz a diferença quando os astros principais estão meio apagados. No primeiro tempo, enquanto o Towns estava sumido (só 4 pontos na primeira metade), o Hart segurou a barra junto com o Mitchell Robinson.

    Falando no Robinson, que volta por cima! O cara cravou 11 dos seus 13 pontos no primeiro tempo, pegou rebote, intimidou no garrafão. Foi exatamente isso que os Knicks precisavam dele nos playoffs. Quando o Towns finalmente acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), parecia que o jogo estava resolvido.

    Brunson lutou, mas cadê o apoio na hora H?

    Jalen Brunson fez o que sempre faz — carregar o time nas costas. 29 pontos, incluindo aquela tripla que empatou o jogo em 103-103 com pouco mais de um minuto no relógio. Mas sinceramente? O cara não pode fazer tudo sozinho, principalmente nos playoffs.

    E o Towns? Simplesmente zerou no quarto período. Zero pontos no momento mais importante do jogo. Não dá pra aceitar isso de um jogador do calibre dele, ainda mais depois de ter feito 14 no terceiro quarto. É essa inconsistência que me deixa maluco com esse time.

    CJ McCollum foi implacável

    Do outro lado, o CJ McCollum destruiu. 32 pontos e comandou a virada histórica dos Hawks. Tá, ele perdeu dois lances livres nos segundos finais que poderiam ter definido o jogo, mas mesmo assim foi ele quem manteve Atlanta viva quando parecia impossível.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em Atlanta? Porque olha, perder um jogo que você estava ganhando por 14 pontos em casa é de doer. Agora eles vão ter que jogar na casa dos Hawks no Jogo 3, quinta-feira às 19h, e a pressão vai estar toda em cima deles.

    Essa é a NBA, galera. Um minuto você está comemorando, no outro está saindo cabisbaixo do seu próprio ginásio. Os Knicks têm time para reagir, mas precisam mostrar muito mais consistência se quiserem passar dos Hawks nessa série.