Tag: Madison Square Garden

  • 27 anos depois: como o mundo mudou desde a última final dos Knicks

    27 anos depois: como o mundo mudou desde a última final dos Knicks

    Cara, quando eu paro pra pensar que os Knicks não chegavam numa final desde 1999… mano, 27 anos! Jalen Brunson tinha 3 anos de idade. Três! Jennifer Lopez tava bombando com seu primeiro hit, todo mundo tava falando do primeiro Star Wars depois de anos, e o Tony Soprano acabava de estrear na TV.

    Agora eles voltaram pra final — contra o mesmo San Antonio que os derrubou em 99, que ironia — mas vivemos num planeta completamente diferente. Sério, é surreal pensar em tudo que não existia quando Patrick Ewing e companhia perderam aquela série.

    O iPhone nem sonhava em existir

    Galera, o iPhone só foi lançado em 2007! Em 1999, o aparelho mais descolado era aquele Motorola que dobrava na metade — lembra? O StarTAC. E olha só: ninguém tirava selfie no Madison Square Garden porque… bem, celular não tinha câmera. Imagina os stories do Instagram que perdemos naquela época!

    Se você quisesse reclamar de uma jogada duvidosa do árbitro, tinha que gritar com quem tava do seu lado ali mesmo e esperar chegar no trabalho no dia seguinte pra debater com a galera.

    Wemby era ficção científica

    Victor Wembanyama nem tinha nascido ainda — e sinceramente, se alguém falasse em 1999 que ia aparecer um cara de 2,20m que joga como armador, mete de 3 e ainda por cima defende igual um lateral, todo mundo ia achar que era delírio. O mais alto da liga era um romeno chamado Gheorghe Muresan, com 2,31m, mas que mal conseguia correr por causa de problemas nas costas.

    Hoje o Spurs tem esse alienígena francês que redefine o que é possível no basquete. E aí, quem de vocês imaginou que veríamos algo assim um dia?

    Redes sociais? Que isso?

    Facebook, Twitter, Instagram, TikTok — nada disso existia. Se você perdesse o jogo na TV, era isso aí, tchau. Torcia pro SportsCenter passar um highlight decente às 11 da noite. Netflix mandava DVD pelo correio (juro, isso aconteceu), YouTube nem existia, e se você quisesse ouvir música, era CD ou rádio mesmo.

    Las Vegas era só cassino e boxe — hoje tem time da NHL, da NFL e da WNBA campeã. O mundo mudou tanto que dá até vertigem.

    Na minha opinião, essa volta dos Knicks às finais é ainda mais especial por causa disso. Quantas gerações de nova-iorquinos cresceram sem nunca ver o time na decisão? Quantos pais vão levar os filhos no Garden pela primeira vez numa final?

    Vai ser emocionante demais. E dessa vez, pelo menos, todo mundo vai poder postar stories reclamando da arbitragem em tempo real!

  • Ingressos do Knicks nas Finais custam R$ 21 mil – mais caro que Super Bowl

    Ingressos do Knicks nas Finais custam R$ 21 mil – mais caro que Super Bowl

    Cara, eu sabia que o Knicks voltando às Finais da NBA depois de 27 anos ia ser loucura, mas isso aqui passou de todos os limites. Os ingressos mais baratos pro jogo 3 no Madison Square Garden estão custando US$ 4.200 (mais de R$ 21 mil na cotação atual). Quatro mil e duzentos dólares pra entrar no ginásio. É mais caro que o Super Bowl!

    E olha que eu achava que brasileiro pagava caro pra ver jogo de futebol…

    Os preços estão simplesmente absurdos

    A coisa tá tão insana que algumas cadeiras da courtside (aquelas pertinho da quadra) estão sendo vendidas por mais de US$ 40 mil. Quarenta mil dólares pra ver um jogo de basquete. Tem ingresso chegando na casa dos seis dígitos – estamos falando de mais de R$ 500 mil por um assento.

    Pro jogo 4, o preço mínimo já subiu de US$ 3.400 pra quase US$ 4.000 em apenas uma semana. E se rolar o jogo 6 (que seria decisivo no MSG), prepare o bolso: US$ 5.300 só pra entrar.

    Sinceramente, eu entendo a empolgação. O Knicks não chegava nas Finais desde 1999, quando enfrentou exatamente o San Antonio Spurs – que agora tem o Wembanyama como grande estrela. O francês foi MVP das finais de conferência e virou o primeiro cara na história a conseguir pelo menos 55 bloqueios e 25 bolas de três numa mesma pós-temporada. Monstro mesmo.

    San Antonio é a salvação pro bolso

    Agora, se você quer ver as Finais sem vender um rim, a dica é viajar pra San Antonio. Lá os ingressos mais baratos pro jogo 1 estão “apenas” US$ 1.000, e pro jogo 2 cerca de US$ 1.300. Mesmo somando passagem e hotel saindo de Nova York, você gasta menos que um ingresso no Madison Square Garden.

    Tem muito torcedor que comprou o season ticket do Knicks agora numa sinuca de bico: vai no jogo ou vende por uma fortuna? Imagina ter que escolher entre realizar o sonho de ver seu time nas Finais ou pagar a faculdade do filho…

    E aí, pessoal – vocês pagariam essa grana toda pra ver um jogo? Eu confesso que ficaria na dúvida cruel, ainda mais sendo Knicks x Spurs com Wembanyama em quadra.

  • De dispensado a herói: Julian Champagnie vira pesadelo dos Knicks

    De dispensado a herói: Julian Champagnie vira pesadelo dos Knicks

    Cara, tem história que parece roteiro de filme. Julian Champagnie, moleque do Brooklyn que há três anos achava que o sonho da NBA tinha acabado, vai disputar as Finais contra o Knicks no Madison Square Garden. E olha, eu não sei se existe coisa mais cinematográfica que isso.

    Em 2023, o cara foi dispensado pelo Philadelphia 76ers sem explicação nenhuma — aparentemente só pra abrir vaga pro Mac McClung no concurso de enterradas. Imagina a humilhação? Com 21 anos, Champagnie pensou que era o fim da linha.

    “Eu achei que tinha acabado, não vou mentir”, disse o próprio Julian sobre aquele momento. “Todo mundo sempre fala como a janela na NBA é pequena, e ser dispensado assim, do nada, foi pesado demais.”

    O recomeço em San Antonio

    Aí que entra o Popovich na história. O velho Pop chamou o garoto pra conversa e, nas palavras do próprio Champagnie, disse que “ele podia arremessar, mas isso seria inútil se não soubesse defender”. E usou uma palavra específica: tinha que ser mais “nasty” na defesa.

    Pop sempre foi assim mesmo — direto, sem frescura. E funcionou.

    No Jogo 7 da Conferência Oeste, Champagnie simplesmente meteu 6 bolas de três e 20 pontos. Seis bolas de três em um Jogo 7! Só Curry e Klay Thompson tinham feito isso antes numa final de conferência. O moleque do Brooklyn virou um dos Splash Brothers por uma noite.

    Voltando pra casa como protagonista

    E agora? Agora ele volta pra Nova York como peça fundamental do San Antonio Spurs, que vai encarar os Knicks no Garden. A casa onde ele sonhava jogar quando era criança, onde jogou pela St. John’s na faculdade.

    “Esse é o sonho de qualquer moleque. Eu lembro da primeira vez que joguei no Garden pela St. John’s, fiquei impressionado com tanta grandeza que passou por ali”, disse Champagnie. “E agora vamos jogar contra os Knicks por um título. Isso é pessoal.”

    Até o Wembanyama, que não é muito de fazer elogios, falou que Julian “é o tipo de cara por quem você morreria em quadra”. Vindo do Victor, isso significa muito.

    Vocês conseguem imaginar a emoção? Um garoto que há três anos achava que nunca mais pisaria numa quadra da NBA, agora é peça-chave nas Finais, jogando na sua cidade natal, contra o time da sua infância. Se isso não é filme da Disney, eu não sei o que é.

    Sinceramente, torço muito pra ele arrasar. Histórias como essa mostram que na NBA, com trabalho duro e a mentalidade certa, sempre dá pra dar a volta por cima. E que o Pop, aos 77 anos, continua moldando jogadores como ninguém.

  • Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos, e adivinhem contra quem? Os mesmos Spurs que acabaram com os sonhos deles em 1999. É como se o destino estivesse zoando com a cara dos fãs de Nova York.

    A ironia é absurda: em dezembro, os Knicks bateram justamente San Antonio para levar a NBA Cup em Las Vegas. Mas sabe o que eles fizeram? Recusaram pendurar uma faixa no Madison Square Garden. Por quê? Porque sabiam que queriam algo maior. E agora têm a chance.

    O Fantasma de 1999

    Olha, eu lembro daquela final como se fosse ontem. Os Spurs de Tim Duncan destroçaram os sonhos dos Knicks e começaram uma dinastia que rendeu cinco títulos. Agora é Victor Wembanyama — o cara que ganhou Defensor do Ano — liderando essa nova geração texana.

    Josh Hart falou uma que me fez rir: “Tecnicamente aquele jogo (da NBA Cup) não aconteceu”. É verdade né? Não conta nas estatísticas, não conta na classificação. Mas a real é que os times de agora são completamente diferentes daqueles de dezembro.

    Ritmo é Tudo

    A preocupação dos Knicks não é nem tanto o Wemby (que é um monstro, vamos combinar). O problema é que eles vão jogar apenas o 10º jogo em 35 dias por causa dessa sequência de 11 vitórias seguidas nos playoffs. Isso é pouco demais para se manter em ritmo.

    Karl-Anthony Towns já avisou que aprenderam com o erro da última parada prolongada, quando começaram 4/23 do perímetro contra Cleveland e ficaram 22 pontos atrás. Conseguiram virar aquela, mas contra os Spurs não vai ser fácil.

    A estatística é impressionante: nos últimos 11 jogos, os Knicks venceram por uma diferença combinada de 262 pontos — a maior margem para uma sequência de 11 vitórias na história da NBA. Absurdo.

    O Peso da História

    Sinceramente? Essa final tem tudo para ser épica. Os Spurs estão tentando começar uma nova dinastia com Wembanyama, enquanto os Knicks querem acabar com 51 anos de jejum (o último título foi em 1973, pessoal).

    Mike Brown, técnico dos Knicks, até tem ligação com San Antonio — foi assistente do Popovich numa das conquistas. Mas agora é guerra total.

    Vocês acham que os Knicks conseguem exorcizar esse fantasma de 1999? Ou Wembanyama vai estragar a festa de Nova York mais uma vez? Jogo 1 é quarta-feira em San Antonio, e eu já tô ansioso demais.

  • 27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    Cara, vocês conseguem imaginar? A última vez que o New York Knicks chegou numa final da NBA foi em 1999. Vinte e sete anos atrás. Pra vocês terem uma ideia de quanto tempo é isso: o mundo ainda estava pirando com o bug do milênio, as Torres Gêmeas ainda dominavam o skyline de Manhattan e todo mundo ouvia CD no discman.

    Agora que o Knicks finalmente voltou pra final em 2026 (sim, essa é uma notícia do futuro que chegou até nós), dá pra ter uma noção absurda de como tudo mudou. E quando eu falo tudo, é TUDO mesmo.

    Nova York virou outra cidade

    Primeiro, o óbvio: o skyline de Manhattan não é mais o mesmo. As Torres Gêmeas caíram no 11 de setembro, e no lugar delas agora temos o One World Trade Center. É um marco que simboliza toda a transformação que a cidade passou.

    E não é só a paisagem que mudou. Em 1999, o prefeito era o Rudy Giuliani – aquele mesmo que depois virou advogado do Trump e se meteu em todas as confusões. Agora em 2026, quem manda na Big Apple é o Zohran Mamdani, um democrata socialista. Monstro como a política americana deu uma guinada, né?

    O Madison Square Garden também passou por uma reforma pesada entre 2011 e 2013 – quase 1 bilhão de dólares gastos pra deixar a arena moderna. Hoje em dia os torcedores escaneiam ingresso no celular, imaginem só. Em 99 era tudo papel mesmo.

    O time que trouxe a magia de volta

    Esse Knicks de 2026 tá comandado pelo Jalen Brunson, que virou o cara da franquia. O time tem também Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby. Sinceramente? Esse elenco tá muito mais robusto que aquele de 99.

    O que mais me impressiona é como eles conseguiram varrer o Cleveland Cavaliers na final do Leste. Varreu, gente! 4-0. Isso mostra o nível que esse time chegou. Desde aquela campanha histórica de 99, quando perderam pra San Antonio na final, os torcedores do Knicks esperaram quase três décadas pra ver o time de volta ao palco principal.

    A cultura pop também era outra

    Pra vocês terem uma ideia de como era diferente: em 99, a Lauryn Hill tinha acabado de ganhar o Grammy de Álbum do Ano com “The Miseducation of Lauryn Hill” – aquele disco que é um clássico até hoje. Em 2026, foi o Bad Bunny que levou o prêmio com “Debí Tirar Más Fotos”.

    Na época, “Shakespeare in Love” ganhou o Oscar de melhor filme. Agora foi “One Battle After Another”, com Leonardo DiCaprio. E olhem só que louco: em 99 a Jennifer Lopez estava no topo das paradas com “If You Had My Love”, enquanto em 2026 é o Drake com uma música chamada “Janice STFU” (risos, só podia ser o Drake mesmo).

    É impressionante pensar que uma geração inteira de fãs do Knicks nasceu, cresceu e virou adulta sem ver o time numa final. Agora essa galera finalmente vai poder viver essa experiência que parecia impossível.

    E aí, vocês acham que depois de 27 anos de sofrimento, o Knicks finalmente vai conseguir o título? Eu tô com uma expectativa absurda, mas também com aquele medinho de sempre…

  • Ingressos da NBA Finals disparam: Knicks na final faz preços explodirem

    Ingressos da NBA Finals disparam: Knicks na final faz preços explodirem

    Galera, vocês viram os preços dos ingressos da NBA Finals? Estão completamente absurdos! Com os Knicks garantindo vaga na final após 51 anos, os fãs simplesmente enlouqueceram — e estão pagando fortunas para ver o time no Madison Square Garden.

    Sinceramente, eu sabia que ia ser caro, mas não imaginava TANTO. Alguém pagou $13.956 por UM ingresso do Jogo 6 potencial. Quase 14 mil dólares! Isso é mais que muito brasileiro ganha em um ano inteiro, cara.

    Os números que fazem qualquer um chorar

    Olha só os preços desde que os Knicks fecharam a série contra Cleveland na segunda-feira:

    Para o Jogo 3, o ingresso mais barato está $3.210 e o mais caro chegou a $86.136 — e nem é courtside! O Jogo 4 tem entrada por $3.045, mas pode chegar até $97.482. Já o Jogo 6 (que pode ser o da conquista) começa em $4.080 e vai até $92.227.

    Na terça-feira, pelo menos 10 pessoas pagaram mais de $8.500 por ingresso. Cada uma. É muita grana, meu amigo.

    O efeito dominó no Oeste

    Mas a loucura não parou só em Nova York. Com os Knicks na final, os preços também dispararam em Oklahoma City e San Antonio — que estão brigando pela vaga na conferência oeste.

    Em Oklahoma, os ingressos mais baratos subiram 86% (de $1.300 para $2.400) depois que os Knicks se classificaram. Em San Antonio, onde o Wembanyama pode fazer sua primeira final, a entrada subiu 34% — de $1.470 para $1.970.

    O Thunder ainda lidera a série por 3-2 após vencer por 127-114 no Jogo 5 de terça. Mas imaginem se o Wemby chegar na final contra os Knicks? Os preços vão pra estratosfera!

    E aí, vocês pagariam essa fortuna toda para ver uma final histórica? Eu confesso que ficaria muito tentado, mas minha conta bancária provavelmente diria não. Os Knicks não chegam numa final desde 1973 — é meio século de espera. Talvez valha a pena mesmo…

  • Trump pode ir no jogo dos Knicks nas finais da NBA

    Trump pode ir no jogo dos Knicks nas finais da NBA

    Gente, que momento histórico! Depois de 27 anos no deserto, os New York Knicks finalmente voltaram às finais da NBA — e agora até o presidente Donald Trump quer marcar presença na festa.

    Em uma reunião de gabinete na Casa Branca na quarta-feira, Trump disse que pretende ir a um dos jogos das finais. “Eles têm ótimos jogadores”, comentou o presidente. “Acho que vou a um dos jogos. Sim, fui convidado por várias pessoas.”

    O time que Trump queria ver há tempos

    O mais engraçado é que Trump já tinha planos de assistir às finais da Conferência Leste, mas os Knicks fecharam a série muito rápido. “Cara, que time”, disse ele. “Eles ganham todos os jogos.”

    E não é exagero não. Os Knicks varreram o Cleveland Cavaliers por 4-0 na segunda-feira, chegando à 11ª vitória consecutiva nos playoffs. Onze seguidas! Isso é coisa de time grande mesmo.

    Na minha opinião, Trump como nova-iorquino raiz deve estar surtando com esse momento. Imagina a pressão que é ter o presidente assistindo? Mas sinceramente, esse time dos Knicks tá jogando tanta bola que acho que nem vai sentir.

    Quem será o adversário?

    Agora os Knicks vão enfrentar quem sair da final do Oeste, onde o Oklahoma City Thunder lidera o San Antonio Spurs por 3-2. Vocês acham que faz diferença quem vier?

    O último Finals dos Knicks foi em 1999 — quando perderam justamente para o San Antonio. Que ironia seria se enfrentassem os Spurs de novo, né?

    “É ótimo ver isso”, disse Trump sobre o avanço dos Knicks. “Os Knicks realmente sofreram por anos.” E ele tá certo — 27 anos é uma eternidade no basquete. Eu nem era nascido quando eles jogaram a última final!

    A Casa Branca não quis dar mais detalhes sobre os planos do presidente além dos próprios comentários dele. Mas imaginem só a segurança que vai ter no Madison Square Garden se ele for mesmo. Vai ser um espetáculo dentro e fora de quadra.

  • Trump vai assistir os Knicks nas Finals? O presidente confirmou o convite

    Trump vai assistir os Knicks nas Finals? O presidente confirmou o convite

    Gente, vocês viram essa? O Trump confirmou que foi convidado pelo James Dolan para assistir os Knicks nas Finals da NBA! Cara, só de pensar nessa cena já fico imaginando o circo que vai virar o Madison Square Garden.

    O presidente contou pra imprensa que o dono dos Knicks fez o convite oficial para quando os caras de Nova York receberem o Thunder ou os Spurs no mês que vem. E olha, eu sinceramente não sei o que é mais surreal: os Knicks voltarem às Finals depois de 25 anos ou ter o Trump na arquibancada do MSG assistindo basquete.

    Os Knicks estão voando mesmo

    Vamos falar do que realmente importa aqui — esse time de Nova York tá absurdo. Onze vitórias seguidas nos playoffs! Passaram por cima do Cavaliers numa varredura completa nas finais da conferência. Sinceramente, quando a temporada começou, quem apostaria nisso?

    O próprio Trump reconheceu: “Que time, cara! Eles têm jogadores realmente fantásticos”. E não tá mentindo não. Ver os Knicks jogando desse jeito depois de tanto sofrimento é emocionante mesmo. Como ele disse, “os Knicks sofreram por anos” — e qualquer fã de NBA sabe que isso é pouco.

    O show vai ser completo

    Imaginem só a cena: Trump sentado na primeira fileira do Garden, provavelmente do lado do Spike Lee (que já bateu boca com ele antes). O negócio vai virar um reality show dentro do jogo. E vocês acham que isso vai atrapalhar ou dar ainda mais gás pros jogadores dos Knicks?

    Os jogos 3 e 4 estão marcados para 8 e 10 de junho no MSG. Trump disse que inicialmente queria ir no jogo 5 das finais de conferência, mas os Knicks foram lá e fecharam a série em quatro. Eficiência pura.

    Uma coisa é certa: seja Thunder ou Spurs na final, eles vão ter que lidar não só com a torcida ensandecida de Nova York, mas também com todo esse circo político. Vai ser interessante ver como os caras vão reagir a essa pressão extra. E aí, vocês acham que isso pode mexer com o psicológico do adversário ou dos próprios Knicks?

  • Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Cara, enquanto os Knicks estão voando nas finais da NBA (que loucura, né?), por trás dos panos está rolando uma movimentação bilionária que pode mudar tudo. Os donos do time, a família Dolan, querem separar os Knicks dos Rangers em empresas diferentes. Estamos falando de US$ 13,5 bilhões em jogo aqui.

    O plano dos Dolans que ninguém esperava

    Em fevereiro, o conselho da Madison Square Garden Sports aprovou um plano pra explorar essa separação. James Dolan, o CEO (e filho do falecido patriarca da família), disse que isso daria “flexibilidade estratégica” pra cada empresa. Traduzindo: eles acham que vão ganhar mais dinheiro assim.

    Na semana passada rolou o próximo passo — eles protocolaram os documentos na SEC, a nossa “CVM” americana. Sinceramente? Não é a primeira vez que os Dolans fazem isso. Eles são meio que especialistas em fatiar empresas pra tentar aumentar o valor das ações.

    O velho Charles Dolan (que morreu em 2024 aos 98 anos) construiu o império da família com televisão a cabo, fundou a HBO e transformou a Cablevision numa potência que foi vendida por US$ 18 bilhões em 2016. O cara era um visionário, não dá pra negar.

    Por que separar agora?

    Aqui que fica interessante. A MSGS (a empresa que controla ambos os times) está sendo negociada por muito menos do que os times valem individualmente. O valor de mercado atual é de US$ 9,6 bilhões, mas o Knicks vale US$ 9,85 bilhões e o Rangers US$ 3,65 bilhões segundo o Sportico. Ou seja, tem um “desconto Dolan” de 29% aí.

    Olha, eu entendo a lógica. Times de esporte sempre foram negociados abaixo do valor real quando estão na bolsa. O Manchester United é o exemplo clássico — as ações ficaram patinando em US$ 13 até os rumores de venda em 2022, quando dobraram de preço.

    E vocês acham que vai dar certo? Porque separar times que dividem até o estádio parece meio complicado, não? Os Knicks e Rangers vão ter que pagar aluguel pro Madison Square Garden — que pertence a OUTRA empresa dos Dolans (sim, eles têm várias).

    O quebra-cabeças das empresas Dolan

    Pra entender essa jogada, precisa ver o histórico. Desde 2010 os Dolans vêm fatiando o império: primeiro separaram o MSG da Cablevision, depois criaram a MSG Network, depois separaram os times dos locais de entretenimento, e por aí vai.

    Agora querem mais uma fatia. A família também tem aquela Sphere maluca em Las Vegas (que custou uma fortuna mas é impressionante, admito).

    No fim das contas, ainda falta aprovação das ligas — NBA e NHL precisam dar o ok. E mesmo que role, será que realmente vai resolver o problema do “desconto Dolan”? Ou os investidores vão continuar desconfiando da família?

    Uma coisa é certa: com os Knicks finalmente competitivos de novo (primeira final desde 1999!), o timing não podia ser melhor pra mexer no valor da franquia.

  • Knicks na final da NBA: 6 presos em festa épica no Madison Square Garden

    Knicks na final da NBA: 6 presos em festa épica no Madison Square Garden

    Gente, eu não acredito que tô escrevendo isso. Os Knicks estão na final da NBA pela primeira vez em 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. E obviamente a galera de Nova York fez a festa que tinha que fazer.

    Mas olha só a loucura: seis pessoas foram presas do lado de fora do Madison Square Garden na segunda-feira, depois que os Knicks destruíram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 e carimbaram a vaga na final. A torcida literalmente enlouqueceu — e quando eu digo enlouqueceu, é porque teve gente subindo em poste de luz, bloqueando trânsito e pulando barreira da polícia.

    A festa virou bagunça (mas que festa!)

    Os vídeos que tão circulando são surreais. Tem um moleque que não deve ter nem 15 anos escalando um poste como se fosse o King Kong. Dois policiais desceram o sarrafo nele assim que o garoto desceu. A torcida ao redor começou a gritar “Soltem ele!” e vaiar os policiais.

    Sinceramente? Eu entendo a revolta. Imagina você esperar quase três décadas pra ver seu time chegar na final e aí vem alguém querendo estragar sua festa. Claro que não pode quebrar a cidade, mas cara… é o Knicks na final!

    Teve gente subindo no letreiro do Garden, nos painéis luminosos, fazendo a maior baderna. Um dos caras que tava lá disse uma coisa que me emocionou: “Isso é incrível! Eu esperei anos por isso. Amo o Jalen Brunson.”

    Brunson MVP e os Knicks voando alto

    Falando em Jalen Brunson, que performance monstruosa! O cara foi eleito MVP da série por unanimidade depois de liderar essa campanha histórica. Desde que chegou em Nova York, ele virou o líder que os Knicks precisavam. E que liderança, hein?

    O jogo em si foi um massacre. 130 a 93 nos Cavaliers. Os Knicks simplesmente resolveram não dar chance pro adversário respirar. Foi uma exibição de basquete que fez qualquer fã se emocionar — e olha que eu torço pro Lakers, mas reconheço qualidade quando vejo.

    NYPD tentou evitar, mas não rolou

    A polícia de Nova York até tentou se antecipar. Eles cancelaram a festa oficial que sempre rola do lado de fora do Garden porque a torcida tava ficando muito agitada nos jogos anteriores. Nas duas primeiras partidas da série, já tinham tido problemas e seis prisões só na segunda partida.

    O pessoal da polícia chegou a sugerir que fizessem a festa no Central Park, no Summer Stage. Mas convenhamos: qual torcedor fanático vai querer assistir longe da casa do seu time? Impossível.

    A galera se juntou mesmo assim. E pelo que vi, teve festa alternativa no Radio City Music Hall também, mas lá ficou mais controlado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tanto tempo? Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser essa final. Uma coisa é certa: Nova York vai parar se eles ganharem o campeonato.