Tag: Magic Johnson

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • Pistons x Magic virou o pior basquete da história dos playoffs

    Pistons x Magic virou o pior basquete da história dos playoffs

    Cara, eu já vi muito basquete feio na minha vida, mas essa série entre Detroit Pistons e Orlando Magic tá sendo algo surreal. É literalmente como assistir uma luta de boxe com uma bola de basquete rolando no meio do ringue. E olha, por mais bizarro que pareça, tô viciado nessa porcaria.

    Depois da vitória de 94 a 88 do Magic no jogo 4 segunda-feira, Orlando lidera por 3-1 e os Pistons — que fizeram 60 vitórias na temporada regular — tão na beira de se tornarem apenas o oitavo cabeça de chave número 1 da história a perder uma série pro oitavo colocado. Absurdo total.

    A enterrada que parou o jogo

    Mas o momento que definiu essa série toda? Um cara que nem metade da galera que tava assistindo sabia que existia. Jamal Cain. Sim, esse mesmo nome que você nunca ouviu falar. O maluco fez apenas 121 jogos na NBA na carreira toda e conseguiu a enterrada mais violenta que eu já vi em playoff.

    Ele literalmente destruiu o Jalen Duren com um tomahawk que deixou o All-Star do Detroit estirado no chão. Mano, eu assisti essa jogada umas 15 vezes e ainda não acredito. Não é aquela enterradinha fake que viraliza no Instagram não — foi pancada mesmo, daquelas que você sente dor só de ver.

    Sinceramente? Acho que o Duren nem lembra dos últimos 8 minutos do jogo depois dessa humilhação. E olha que os Pistons ainda tentaram reagir, mas como você volta de uma pancada dessas?

    O festival de horrores ofensivo

    Agora vem a parte mais louca: esses dois times simplesmente esqueceram como jogar basquete. São 130 turnovers em quatro jogos. Cento e trinta! Os Pistons tão fazendo média de 98 pontos por jogo, quando na temporada regular era 117.8. É a maior queda de pontuação de um primeiro colocado na história dos playoffs.

    O Cade Cunningham teve 8 turnovers segunda-feira e nas últimas três partidas soma 24 — recorde histórico de playoffs. O cara que era pra ser a estrela do time tá arremessando 28% de três pontos. O Tobias Harris, segundo maior pontuador da série pelos Pistons, tá com 14% de três. Como time, Detroit tá abaixo de 30% do perímetro.

    E o Magic? Ainda pior. Eles atiraram 32.6% como equipe na vitória de segunda — a pior porcentagem de arremessos numa vitória de playoff desde 1980. Paolo Banchero tá com splits de 37/26% na série. Nos últimos três jogos: 17 de 52 arremessos. É de chorar.

    Jalen Suggs acha que é o Klay Thompson

    Mas o que mais me incomoda é o Jalen Suggs achando que é o Splash Brother. O maluco tá tentando 10 bolas de três por jogo e errando três de cada quatro. A estratégia ofensiva do Orlando é basicamente: pick-and-roll pro Banchero, não dá em nada, alguém fica driblando feito doido e termina com um arremesso perdido.

    Vocês acham que dá pra ganhar playoff assim? Porque eu tô impressionado como o Magic conseguiu 3 vitórias jogando desse jeito. É basquete feio, mas tá funcionando de alguma forma bizarra.

    O mais louco é que tô aqui criticando, mas não consigo parar de assistir. É como acidente de trânsito — você sabe que não devia olhar, mas não consegue desviar os olhos. E sinceramente? Prefiro isso mil vezes do que aqueles jogos enjoados com 140 pontos pra cada lado.

  • Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Galera, a expansão da NBA tá esquentando! Vários grupos de investidores já manifestaram interesse em comprar novas franquias em Las Vegas e Seattle, e olha só que absurdo: a liga quer até 10 bilhões de dólares por cada time. Dez bilhões! Pra vocês terem noção, é quase três vezes o PIB do Acre.

    Mas aqui vem a surpresa — pelo menos pra mim foi: Vegas tá atraindo mais interesse inicial que Seattle. Cara, eu sempre achei que Seattle seria moleza, né? A cidade tem uma sede danada de ter o time de volta desde que os SuperSonics vazaram pra Oklahoma City em 2008.

    Magic Johnson na jogada

    Entre os interessados em Vegas, temos nomes pesados: Magic Johnson (lenda viva!), Bill Foley (dono do Vegas Golden Knights), e Marc Lasry da Avenue Capital Group. O Magic inclusive já se reuniu com o governador de Nevada mais cedo esse ano. Imaginem essa conversa…

    Foley é esperto — o cara já co-controla a T-Mobile Arena junto com o Anschutz Entertainment Group e MGM Resorts. Basicamente, ele já tem a casa pronta pra receber o time. Confirmou o interesse dele numa TV local em março.

    Seattle não desiste

    Do lado de Seattle, quem tá puxando a fila é Samantha Holloway, através da One Roof Sports and Entertainment — a mesma galera que cuida do grupo que possui o Kraken da NHL. Eles falaram que estão “prontos para trabalhar com o comissário e a liga para explorar trazer a NBA de volta para Seattle”.

    Sinceramente? Eu torço pros dois conseguirem. Seattle merece ter seu time de volta depois dessa injustiça de 2008, e Vegas… cara, Vegas seria um show à parte. Imaginem os jogos lá, a atmosfera, os shows no intervalo!

    A matemática maluca da expansão

    Adam Silver, o comissário, deixou claro em março que a discussão principal é sobre a diluição das receitas existentes se a expansão rolar em 2028 ou 2029. Faz sentido — mais times significa dividir o bolo por mais gente.

    Pra vocês terem dimensão dos valores: os Lakers foram vendidos por 10 bilhões no ano passado (único negócio esportivo global a chegar nessa cifra), e o Celtics estabeleceu uma referência em 2025 com 6,1 bilhões. A última expansão da NBA foi em 2004, quando Charlotte pagou “apenas” 300 milhões pelos Bobcats. Como os tempos mudaram…

    O conselho de governadores deve votar ainda este ano se aprova uma ou ambas as franquias. E aí, vocês acham que os dois entram junto ou vai ser só um mesmo?

  • Pistons quebram jejum histórico e empatam série contra o Magic

    Pistons quebram jejum histórico e empatam série contra o Magic

    Cara, que jogaço foi esse dos Pistons ontem à noite! Detroit simplesmente destruiu o Orlando Magic por 98-83 e empatou a série em 1-1, mas o mais impressionante foi quebrar um jejum que já tava virando lenda urbana da NBA.

    Eleven jogos. ONZE! Era o recorde histórico da liga de derrotas em casa nos playoffs. A última vitória em Detroit nos playoffs tinha sido em 2008 — quando eu ainda tava no ensino médio, mano. Foi contra o Boston nas finais da conferência, e desde então… só pancada em casa.

    O discurso que mudou tudo

    O técnico J.B. Bickerstaff deve ter soltado o verbo no vestiário no intervalo, porque o que rolou no terceiro quarto foi simplesmente absurdo. Um parcial de 30-3. Trinta a três! O Magic não sabia nem onde tava mais.

    “Ele pegou pesado com a gente no vestiário”, contou Tobias Harris depois. “A mensagem dele foi clara: chega de ‘foi mal aí’. Eles tão correndo mais, pegando rebote ofensivo na nossa cara. E isso não pode acontecer.” E funcionou, né?

    A defesa dos Pistons foi de outro mundo. Onze tocos no jogo inteiro e seguraram Orlando em apenas 18% de aproveitamento nos arremessos contestados. Isso é o menor percentual registrado nos playoffs desde 2013-14, quando a ESPN começou a acompanhar essa estatística.

    Cade Cunningham continua monstro

    E o Cade? Que fase esse menino tá vivendo! 27 pontos, 11 assistências e 6 rebotes. Isso depois de fazer 39 no primeiro jogo. Sinceramente, acho que ele tá pronto pra ser o cara dessa franquia de vez.

    “Isso é basquete dos Pistons”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Tivemos uma noite ruim no jogo 1, mas eu conhecia os meus caras. Sabia que eles iam voltar e mostrar a melhor versão deles.”

    Do lado do Magic, Paolo Banchero fez o que deu: 18 pontos, 8 assistências e 6 rebotes. Mas o cara tava sozinho ali, né? O resto do time simplesmente sumiu com a pressão defensiva de Detroit.

    “Não vamos baixar a cabeça”, garantiu o técnico Jamahl Mosley. “Quando voltarmos pra Orlando, temos que superar isso aí.”

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível em Orlando? O jogo 3 é no sábado, e Detroit aparece como favorito por 3.5 pontos. Depois de 16 anos sem ganhar em casa nos playoffs, qualquer coisa é possível, não acham?

  • Warriors passam e Magic precisa reformular tudo: análise do Play-In

    Warriors passam e Magic precisa reformular tudo: análise do Play-In

    Olha, eu assisti esse último episódio do RealGM Radio e os caras tocaram em uns pontos que eu tava pensando há um tempo. O Play-In da NBA sempre gera umas discussões quentes, e dessa vez não foi diferente.

    Os Warriors conseguiram passar pelos Clippers — e sinceramente, eu não esperava que fosse ser tão tenso assim. Golden State mostrou que experiência ainda conta muito nesses momentos de pressão. Curry fazendo Curry things, né? Mas o que me chamou atenção mesmo foi a análise sobre como o time ainda tem fôlego pra incomodar na pós-temporada.

    Magic precisa de uma reformulação completa?

    Agora, o papo sobre o Orlando Magic me deixou pensando. Os caras do podcast foram diretos: é hora de explodir tudo e recomeçar. E olha, por mais que doa admitir, eles não tão errados não.

    O Magic tem peças interessantes, mas parece que tá faltando aquela identidade, aquele DNA de time vencedor. Paolo Banchero é um monstro, mas ele sozinho não vai levar esse time longe. A franquia precisa tomar umas decisões difíceis — e rápido.

    Vocês acham que o Magic deveria mesmo mexer no elenco todo ou ainda dá pra apostar nesse grupo atual?

    Pistons e o caminho mais fácil no Leste

    Uma parada que me surpreendeu foi a conversa sobre os Pistons e como eles podem ter o caminho mais tranquilo pro playoff no Leste. Cara, quem diria que estaríamos falando isso sobre Detroit há dois anos atrás?

    O desenvolvimento do Cade Cunningham tem sido absurdo, e o time tá construindo uma base sólida. Não vou mentir — tô começando a acreditar nesse projeto dos Pistons. Eles tão fazendo as coisas do jeito certo: desenvolvendo os jovens, criando uma cultura vencedora.

    E a cereja do bolo foi quando os apresentadores revelaram seus palpites pro All-NBA de 2026. Meio cedo demais? Talvez. Mas é sempre divertido especular sobre quem vai dominar a liga daqui a alguns anos.

    O que mais me impressiona é como a NBA continua evoluindo. Times que pareciam perdidos há pouco tempo agora têm planos claros, enquanto outros que eram favoritos tão patinando. Essa é a beleza da liga — nunca dá pra ter certeza de nada.

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.

  • Hawks atropela Magic e já tem 17 vitórias em 19 jogos

    Hawks atropela Magic e já tem 17 vitórias em 19 jogos

    Mano, o Atlanta Hawks tá numa fase que até eu tô começando a acreditar. 130 a 101 no Orlando Magic ontem à noite, e olha que não foi nem perto de ser jogo. Foi o 17º triunfo em 19 partidas — sinceramente, quem diria isso no começo da temporada?

    Nickeil Alexander-Walker simplesmente decidiu que ia ser noite de gala: 32 pontos. O cara tava com o braço quente que nem chaleira no fogão. E não foi só ele não — Jalen Johnson colaborou com 18 pontos e 14 rebotes, quase fazendo mais um triple-double (ficou só dois passes a menos). O moleque tá numa temporada absurda, já são 13 triple-doubles na bagagem.

    Segundo quarto demolidor

    A coisa ficou feia pro Magic mesmo foi no segundo período. 47 pontos dos Hawks em 12 minutos, convertendo 17 de 24 arremessos. Tipo, como você defende isso? O Jonathan Kuminga ainda quebrou o empate de 32-32 com uma bomba de três, e daí pra frente foi só sofrência pra torcida do Orlando.

    Alexander-Walker fez 17 pontos só nesse quarto. E teve um momento que foi hilário (pro Hawks): quatro minutos com o Magic sem conseguir fazer nem um pontinho enquanto seis jogadores diferentes de Atlanta iam marcando. Deve ter sido tortura pra quem tava no Amway Center vestindo azul.

    Wagner volta mas não salva

    Ah, e teve o retorno do Franz Wagner — primeira partida desde 11 de fevereiro por causa daquela entorse chata no tornozelo. O alemão fez 12 pontos em 20 minutos, até que não foi mal considerando que ficou praticamente dois meses parado. Mas já era tarde demais, né? O estrago tava feito.

    A situação na divisão Sudeste tá ficando interessante. Os Hawks agora têm 3.5 jogos de vantagem sobre o Magic faltando cinco rodadas (seis pro Orlando). E detalhe: varreu a série sazonal por 4 a 0. Ou seja, dominaram completamente.

    Teve até confusão no final, com o Goga Bitadze tomando falta flagrante 2 e sendo expulso por derrubar o Jock Landale pelos ombros. Frustração pura — quando o jogo já tá 110-89, só sobra isso mesmo.

    E aí, vocês acham que esse Hawks consegue manter esse ritmo nos playoffs? Porque olhando esses números, tá difícil apostar contra…

  • Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Olha, eu tô com uma sensação boa sobre esse jogo entre Magic e Suns hoje à noite. Os dois times estão naquela correria pra não cair no play-in — Phoenix em 7º no Oeste, Orlando em 8º no Leste. É aquele tipo de partida que define temporada.

    O Suns vem de uma goleada no Memphis ontem (131-105), mas jogar fora de casa tem sido complicado pra eles — só 18 vitórias em 36 jogos longe de Phoenix. Já o Magic perdeu feio pro Toronto no domingo (139-87), mas em casa é outra história: 22-14 no Kia Center.

    Devin Booker vs Paolo Banchero: o duelo das estrelas

    As projeções apontam Booker fazendo uns 25 pontos, enquanto Paolo Banchero deve chegar nos 24. Sinceramente? Acho que o italiano vai ter uma noite especial. Ele tá jogando um basquete absurdo essa temporada e, com a torcida em casa, pode fazer a diferença.

    O Phoenix tem média de 112.7 pontos por jogo, enquanto Orlando marca 115.3. Não são números espetaculares, mas os dois times sabem marcar quando precisam.

    Over parece certeza nesse confronto

    A linha está em 224.5 pontos totais, e cara… eu tô vendo os dois times passando fácil disso. Nos últimos dois jogos entre eles, sempre passou do total. No Magic, isso aconteceu em 20 dos últimos 37 jogos em casa.

    Olhando os elencos, Phoenix deve ter pelo menos cinco caras fazendo 10+ pontos, assim como Orlando. É muita gente que sabe jogar bola dos dois lados.

    O Magic é favorito por 2 pontos — uma diferença mínima que mostra como o jogo tá equilibrado. Vocês acham que os donos da casa conseguem segurar a pressão? Eu tô apostando que sim, especialmente com Paolo comandando o ataque e a torcida empurrando.

    Vai ser daqueles jogos que define quem dorme tranquilo e quem fica nervoso pensando no play-in. E olha, eu não perderia esse duelo por nada!

  • 8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    Cara, se tem uma coisa que a NBA nos ensinou recentemente é que ser técnico nessa liga tá cada vez mais difícil. Os caras demitem treinador por qualquer coisa hoje em dia — olha só o que rolou com o Taylor Jenkins no Memphis, demitido em março numa temporada que o time chegou aos playoffs! E o Michael Malone no Denver? Dois anos depois de ganhar o título, tchau e bênção.

    Com a temporada regular chegando ao fim, tá na hora de analisar quem tá seguro, quem tá na corda bamba e quem provavelmente vai pegar o bonde de volta pra casa. E olha, a lista não tá pequena não.

    Os ‘seguros’ (por enquanto)

    Vamos começar pelos que aparentemente tão dormindo tranquilo. JJ Redick no Lakers, JB Bickerstaff no Pistons, e Mitch Johnson no Spurs já bateram as expectativas de vitórias da pré-temporada — e isso antes do final de março! Joe Mazzulla no Celtics e Erik Spoelstra no Heat? Esses nem precisa comentar muito, né.

    Mark Daigneault no Thunder é outro que pode ficar suave. O cara tem 59 vitórias no bolso como atual campeão. Steve Kerr no Warriors e Rick Carlisle no Pacers são intocáveis — muito capital acumulado, muita história.

    E tem uns que assinaram extensão de contrato recentemente, tipo Jason Kidd no Mavericks e Billy Donovan no Bulls. Demitir técnico logo depois de renovar contrato? É meio raro, mas já vi coisa mais estranha na NBA.

    Os novatos ainda se adaptando

    Os técnicos contratados nos últimos dois anos — Jordi Fernandez no Nets, Kenny Atkinson no Cavaliers, David Adelman no Nuggets — ainda tão no período de lua de mel. O Atkinson inclusive melhorou muito o que o Bickerstaff tinha feito em Cleveland. Já o Adelman levou o Denver mais longe nos playoffs do que o Malone era esperado.

    O Hawks do Quin Snyder ganhou 15 dos últimos 17 jogos. Sinceramente, com o Trae Young sendo negociado e o time comprando a filosofia do treinador, acho que ele fica.

    Mas e os 8 da berlinda?

    Agora vem a parte interessante. O artigo cita 8 técnicos que tão realmente com o emprego em risco, e um deles que chamou atenção foi o Jamahl Mosley do Magic. O cara tomou uma surra de 52 pontos do Raptors no domingo — mano, 52 PONTOS de diferença! Isso é constrangedor até pra quem tá assistindo de casa.

    Mike Brown no Knicks também tá numa situação estranha. O time tá indo bem, é o terceiro colocado no Leste, mas parece que ainda não convenceu totalmente a direção.

    E aí, vocês acham que algum desses vai sobreviver até o final da temporada? Ou já tão imaginando as entrevistas coletivas de demissão? Uma coisa eu sei: na NBA de hoje, não importa o que você fez ontem — só importa o que você fez no último jogo.

  • NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    Galera, finalmente aconteceu! A NBA aprovou oficialmente dar os próximos passos para adicionar dois novos times — um em Seattle e outro em Las Vegas. Sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    A votação rolou na última quarta-feira e agora a liga vai começar a aceitar propostas para as duas franquias. E preparem-se: estão falando em valores entre 7 e 10 bilhões de dólares por time. Dez bilhões! É dinheiro que nem conseguimos imaginar direito.

    Magic Johnson já tá de olho em Vegas

    O que mais me empolga é ver que já tem gente interessada pra caramba. O Magic Johnson já disse abertamente que quer fazer parte do grupo que vai comandar o time de Las Vegas. Imaginem só — o cara que revolucionou a NBA nos anos 80 agora como dono de franquia. Seria absurdo demais.

    Além dele, o Billy Foley (dono do Vegas Golden Knights da NHL) também manifestou interesse. O cara já tem 15% de participação na T-Mobile Arena, que provavelmente seria a casa do novo time. Ou seja, a estrutura já existe.

    Seattle merece uma segunda chance

    Agora, sobre Seattle… cara, essa cidade merece muito ter um time da NBA de novo. Os SuperSonics foram embora em 2008 e até hoje os fãs de lá não superaram. Quem acompanha basquete sabe o quanto aquela torcida era fanática. O Gary Payton, o Shawn Kemp, depois o Kevin Durant começando a carreira lá… tem muita história.

    Na minha visão, Seattle vai ser um sucesso imediato. A galera de lá está com saudade há mais de 15 anos.

    E aí, como fica a competição?

    Olha, vou ser sincero — tem dois lados nessa história. Por um lado, mais times significa mais oportunidades pros jogadores, mais empregos, mais diversão pra gente que acompanha. Por outro, diluir o talento entre 32 times em vez de 30 pode deixar algumas equipes bem fracas por um tempo.

    Vocês acham que isso vai aumentar o problema do tanking? Eu acho que sim, pelo menos nos primeiros anos. Os times novos vão precisar de tempo pra se estabelecer, e isso pode gerar umas temporadas bem sofridas.

    Ah, e tem a questão das conferências também. Com Seattle e Vegas no oeste, um time vai ter que mudar pra conferência leste. As apostas estão no Minnesota Timberwolves ou Memphis Grizzlies. Faz sentido geograficamente.

    O plano é que tudo esteja funcionando na temporada 2028-29. Ainda tem muita coisa pra resolver — principalmente quem vai bancar essa fortuna toda. Mas uma coisa é certa: a NBA vai ficar ainda mais interessante.

    E vocês, torcendo pra que times? Eu já tô imaginando como vai ser ver esses novos times no Draft…