Tag: Max Strus

  • Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Cara, tem jogador que não aparece muito na estatística mas que simplesmente decide o jogo. Max Strus foi exatamente isso no Game 3 dos Cavs contra os Pistons. O cara de 30 anos não deixou Detroit respirar em momento nenhum — toda vez que os Pistons começavam a embalar, lá estava ele pra cortar o barato deles.

    E olha que a caixa de pontuação não conta a história toda: 7 pontos em 3 de 7 arremessos. Parece pouco, né? Mas Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi direto: “Nós geralmente destacamos uma jogada decisiva; essa foi A jogada decisiva do jogo”.

    O roubo de bola que mudou tudo

    A jogada que todo mundo tá falando foi aquele roubo de bola no Cade Cunningham no finalzinho do jogo. Partida empatada, tensão no máximo, e o Strus simplesmente intercepta o passe de reposição. Absurdo de timing e coragem.

    “Ele é um maníaco competitivo”, disparou Atkinson. “É meio clichê de playoffs da NBA, mas você precisa de caras que são meio loucos, no bom sentido. Precisávamos de um pouco de loucura hoje à noite, e ele entrega isso.”

    Donovan Mitchell foi além e pediu pro público da Rocket Arena aplaudir o Strus. Imagina só — um All-Star pedindo palmas pro companheiro que “só” fez 7 pontos. Isso mostra o quanto esse cara é valorizado dentro do time.

    Os detalhes que fazem a diferença

    Sinceramente, eu amo esses jogadores que fazem o trabalho sujo. Strus teve só um roubo de bola oficial, mas quem assistiu o jogo inteiro sabe que ele forçou muito mais turnover que isso. James Harden sacou na lata: “Ele tem as mãos altas. No segundo quarto, forçou uma falta ofensiva, derrubou a bola na perna do Cade… São coisas que não aparecem na estatística mas que mudam a posse e o momentum do time”.

    E o Evan Mobley completou: “Ele é meio louco, mas no bom sentido. Precisamos disso, e ele cria energia pra gente”. Cara, quando seus companheiros falam assim de você, é porque realmente faz a diferença.

    O mais legal é que Strus nem gosta muito de falar dele mesmo. Disse que o trabalho dele é ajudar a ganhar “de qualquer forma”. A bola não tava chegando muito nele no Game 3? Beleza, vou impactar de outro jeito. Essa mentalidade é de jogador especial mesmo.

    Playoffs são pra malucos (no bom sentido)

    Atkinson fechou com chave de ouro: “São esses competidores insanos que fazem a diferença. O nível de competitividade dele é sempre 10. Poucos caras são conectados assim, mesmo nesse nível”.

    E aí, vocês concordam que os playoffs da NBA precisam desses caras meio “psicopatas” pra energia? Porque eu tô convencido de que sem o Strus causando essa confusão toda, os Cavs não ganham esse jogo. Às vezes você precisa de alguém pra bagunçar o coreto do adversário, e esse cara faz isso com maestria.

  • Max Strus dá cabeçada em Scottie Barnes no Game 7 e não é expulso

    Max Strus dá cabeçada em Scottie Barnes no Game 7 e não é expulso

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que o Max Strus fez ontem no Game 7 contra os Raptors foi simplesmente surreal. O cara literalmente deu uma cabeçada no Scottie Barnes. No meio do jogo. Do nada.

    Não tô brincando. Foi no finalzinho do terceiro quarto, Cavaliers ganhando de 76-61, e o Strus simplesmente baixou a cabeça e meteu uma cabeçadona no queixo do Barnes. Assim, sem motivo aparente. O canadense tava só pegando a bola na reposição e levou essa voadora gratuita.

    Árbitros pegaram leve demais

    Olha, eu não consigo entender como os árbitros não expulsaram o cara na hora. Depois da revisão no replay, deram apenas falta técnica grau 1 pro Strus. Cara, isso aí era expulsão automática! Não teve nada de lance de basquete nisso daí.

    O próprio Strus tentou argumentar com os árbitros antes da revisão, mas sinceramente? Como você explica uma cabeçada deliberada? Não dá pra passar pano não. Foi antidesportivo pra caramba.

    Barnes converteu os dois lances livres e ainda fez uma cesta na sequência — quatro pontos de presente pros Raptors, que diminuíram pra 76-65. Mas podia ter sido muito pior pros Cavaliers se tivessem perdido o Strus no momento mais importante do jogo.

    Game 7 é assim mesmo, mas tem limite

    Game 7 sempre foi tensão pura, pressão total. A gente sabe que os caras ficam nervosos, que às vezes rola umas trombadas mais duras. Mas cabeçada? Isso aí já passou de todos os limites do aceitável.

    Na minha opinião, os árbitros erraram feio em não expulsar o Strus. Esse tipo de atitude não pode passar batido, ainda mais numa partida decisiva que tá sendo vista pelo mundo inteiro. Que exemplo a gente tá dando pros jovens que tão assistindo?

    E vocês, o que acharam da decisão dos árbitros? Acham que foi falta técnica mesmo ou mereceu expulsão? Porque pra mim, isso aí era flagrante 2 na lata.

  • Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Olha, eu adoro essa abordagem do Kenny Atkinson com o Cleveland Cavaliers. O cara simplesmente não quer entregar quem vai ser o titular na posição 3, e sinceramente? Acho genial.

    Os Cavs tiveram nada menos que 41 formações iniciais diferentes na temporada regular. Quarenta e uma! Isso por causa de lesões e aquelas trocas malucas no deadline que mexeram com todo mundo. E mesmo assim, com os playoffs começando no sábado, Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Estratégia ou indecisão?

    Quando perguntaram de novo na quarta-feira quem seria o ala titular, o técnico foi esperto: “Não quero falar algo agora e depois mudar”. Cara, isso é psicologia pura. Deixa todo mundo na expectativa, inclusive o adversário.

    A real é que vai depender do matchup. E olha que interessante — se o Immanuel Quickley, armador titular do Toronto Raptors, não jogar por causa da lesão no posterior, isso pode mudar completamente a estratégia dos Cavs para o jogo 1.

    Dean Wade, Max Strus, Sam Merrill e Jaylon Tyson já ganharam chances na posição durante a temporada. Cada um traz algo diferente pro jogo, e isso que é o mais legal dessa situação toda.

    Quem vocês acham que deveria começar?

    Na minha visão, essa flexibilidade pode ser a arma secreta do Cleveland nos playoffs. Imagina só — o adversário não sabe se vai enfrentar a defesa mais física do Wade, o arremesso mortal do Strus, ou a energia do Tyson?

    Como o próprio Atkinson falou: “Essa posição vai ser flexível tanto para começar quanto para terminar os jogos. Você tem que conquistar”.

    Monstro isso aí. Competição interna saudável e deixa o time sempre alerta. Só vamos descobrir mesmo quando a bola subir no sábado, e olha que nem assim tá garantido que vai ser o mesmo cara durante toda a série.

  • Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Olha, não foi bonito de ver, mas vitória é vitória, né? O Cleveland Cavaliers conseguiu bater o Golden State Warriors por 118-111 numa partida bem travada e cheia de erros dos dois lados. O negócio é que quando você está brigando por vaga nos playoffs, não importa se foi feio — o que vale são os dois pontos no final.

    Warriors sem peças principais facilitaram a vida

    Os Warriors entraram em quadra bem desfalcados, sem o Steph Curry e outros caras importantes, além de estar jogando no segundo jogo consecutivo. Sinceramente, era para os Cavs terem dominado muito mais do que dominaram. Mas aí que tá — basketball é isso mesmo, às vezes você não consegue finalizar o adversário quando deveria.

    O Cleveland controlou o jogo durante quase três quartos inteiros. Chegaram a abrir 13 pontos no segundo quarto e ainda tinham 12 de vantagem no meio do terceiro. Parecia que ia ser tranquilo, mas… aí veio o quarto período.

    Quarto período quase custou caro

    Cara, o que foi aquele último quarto? Os Cavs simplesmente pararam de defender e ainda tomaram umas marcações polêmicas dos árbitros. Teve uma sequência que eles levaram uma falta flagrante E duas técnicas numa jogada só. Absurdo! Os Warriors aproveitaram essa bagunça toda para virar o placar e chegaram a abrir 4 pontos.

    Mas é aí que se vê o caráter do time, né? Mesmo com tudo dando errado, conseguiram se reorganizar nos momentos decisivos. O Max Strus foi monstro no clutch time, acertando duas bolas de 3 fundamentais — a última praticamente selou o jogo faltando menos de um minuto.

    E vocês viram como o Jarrett Allen e o James Harden apareceram na hora H? Esses caras sabem o que é responsabilidade em momento de pressão.

    Problemas que preocupam

    Agora, não dá para passar pano para alguns problemas gritantes. Os Cavs perderam 15 bolas de ataque — quinze! O Harden e o Donovan Mitchell sozinhos perderam 9. Muitas dessas foram por pura falta de concentração, coisa básica mesmo.

    A defesa também está sofrendo com a falta de tamanho nas alas. Com Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) machucados, o técnico Kenny Atkinson tem sido obrigado a escalar quatro armadores juntos. Isso naturalmente deixa o time mais vulnerável na defesa.

    Falando em números individuais: Mitchell liderou com 25 pontos, Strus meteu 24 (sendo 6 de 10 do perímetro — que pancada!), e Harden contribuiu com 19. Do lado dos big men, Mobley fez um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebotes, enquanto Allen pegou 13 rebotes mas teve problemas nos lances livres de novo.

    Pelo lado dos Warriors, Gui Santos e Brandon Podziemski fizeram 25 pontos cada um. Kristaps Porzingis ajudou com 16 pontos e 7 rebotes. O Draymond Green teve uma noite apagada no ataque (8 pontos em 3-11 arremessos), mas quase fez um triple-double com 9 rebotes e 9 assistências.

    Com essa vitória, os Cavs garantiram pelo quarto ano seguido uma vaga no top-6 dos playoffs. Agora é focar no próximo jogo contra o Indiana Pacers em casa, no domingo de Páscoa às 18h. Será que conseguem resolver esses problemas de turnovers e lance livre até lá?

  • Mitchell e Strus comandam vitória dos Cavs sobre Warriors sem Curry

    Mitchell e Strus comandam vitória dos Cavs sobre Warriors sem Curry

    Os Cavaliers chegaram na Bay Area e fizeram o dever de casa. Donovan Mitchell com 25 pontos e Max Strus com 24 — sendo que o Strus ainda cravou uma bomba de três decisiva faltando 54 segundos pro final. Cleveland venceu Golden State por 118 a 111, e cara, que jogo tenso!

    Mitchell tá numa pegada absurda ultimamente. Seis rebotes também, fazendo de tudo em quadra. E o Strus? Rapaz, esse cara quando pega fogo não tem quem segure. Aquela bola de três nos momentos finais foi de gelar a espinha dos torcedores de Golden State.

    Cavs embalados e Warriors sem seu astro

    Sétima vitória em nove jogos pros Cavaliers — esse time tá pegando uma moral danada. James Harden contribuiu com 19 pontos e cinco assistências. Imagina só, o Barba ainda fazendo a diferença nessa altura do campeonato. Cleveland jogou cinco vezes em oito noites, e mesmo assim conseguiu manter o ritmo alto.

    Do lado de Golden State, a situação continua complicada. Stephen Curry fora pelo 27º jogo consecutivo por causa daquela lesão no joelho direito desde 30 de janeiro. O cara até treinou 5 contra 5 nos últimos três dias, testando como tá a situação. Steve Kerr falou que ele e o pessoal médico podem decidir até sexta se o Chef volta contra os Rockets no domingo.

    Pancadaria rolou solta no final

    Aí que a coisa ficou quente mesmo! Faltando 9:28, Dennis Schroder fez uma falta dura no LJ Cryer por trás, daquelas que você já sabe que vai dar confusão. Os árbitros revisaram e deram Flagrant 1 — e com razão, porque o cara voou mesmo.

    Draymond Green, obviamente, não ficou quieto. Empurrou o Schroder quando tava ajudando o Cryer a levantar e levou técnica na sequência. Schroder também ganhou sua técnica sete segundos depois, e pra completar o caos, Kenny Atkinson — que já foi assistente dos Warriors, ironia do destino — também levou técnica.

    Sinceramente? Essas confusões deixam o jogo mais emocionante, mas ninguém quer ver ninguém se machucando. O importante é que foi só empurra-empurra mesmo.

    Gui Santos e Brandin Podziemski marcaram 25 pontos cada um pelos Warriors. Pena que não foi suficiente. Vocês acham que os Warriors conseguem se manter competitivos até o Curry voltar? Porque sem ele, fica bem mais difícil mesmo.

    Gary Payton II voltou depois de descansar o joelho direito no jogo anterior e igualou seu recorde pessoal com 12 rebotes. E o Draymond passou Larry Smith na lista de rebotes históricos dos Warriors — agora é o terceiro colocado com mais de 6.440 rebotes.

  • Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cara, que diferença três dias fazem! Depois de tomar uma surra do Miami Heat na quarta-feira, o Cleveland Cavaliers resolveu devolver na mesma moeda — com juros. 149 a 128. Cento e quarenta e nove pontos!

    Max Strus simplesmente decidiu que ia destruir o ex-time dele. Oito bolas de três. OITO. O cara meteu 29 pontos e mostrou pro Heat o que eles perderam quando deixaram ele ir embora. Sinceramente? Deve ter sido uma das vinganças mais doces que eu já vi na NBA.

    Jarrett Allen de volta faz toda diferença

    Kenny Atkinson colocou o Jarrett Allen de volta no quinteto titular e — meu Deus — que diferença isso fez. O cara teve um double-double (18 pontos e rebotes suficientes) e mostrou porque a pintura dos Cavs fica muito mais protegida com ele e o Evan Mobley juntos.

    Os números não mentem: o Heat só conseguiu 24% dos arremessos dele na pintura. Isso é quase 8% abaixo da média deles na temporada. Quando você tem dois grandões intimidando no garrafão, fica difícil mesmo para qualquer time.

    E o James Harden? O cara tá jogando como se fosse moleza demais. 17 pontos e 14 assistências — um double-double que parecia fácil demais. A conexão dele com o Allen nos pick-and-rolls tava absurda. Uma bandejinha aqui, uma enterrada ali… era show de bola.

    Donovan Mitchell nem precisou forçar

    Olha que coisa linda: o Mitchell, que normalmente carrega o time nas costas, teve uma noite quieta no ataque e nem fez falta. Quando todo mundo tá acertando assim, o craque pode dar uma relaxada e focar em outras coisas — seis assistências e quatro roubadas de bola.

    Já o Evan Mobley começou devagar mas explodiu no último quarto. Seis pontos seguidos no começo do período final e terminou com 23 pontos e 10 rebotes. Quando ele resolve ser agressivo assim, fica impossível parar o cara.

    Heat frustrado até no final

    O jogo ficou meio tenso no final, com Tyler Herro levando técnica depois de atropelar o Sam Merrill numa tela e ainda reclamar da arbitragem. Depois rolou mais confusão com falta dura e mais técnicas voando. Mas convenhamos, quando você tá perdendo de mais de 20 pontos e sendo humilhado na casa do adversário, a frustração é natural.

    O Heat saiu perdendo 15 a 2 logo no começo e nunca mais conseguiu se recuperar. Foi uma daquelas noites que você só quer esquecer — se você torce pelo Miami, claro.

    Agora os Cavs têm uns dias para descansar antes de encarar uma viagem pela Costa Oeste, começando contra o Jazz na segunda-feira. E vocês acham que eles conseguem manter esse nível absurdo de basquete? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Cara, que noite foi essa do Max Strus! O cara simplesmente resolveu mostrar pro Miami Heat que saiu de lá por um motivo. Oito bolas de três em uma noite só — oito! — e 29 pontos no placar. Os Cavs passaram o rodo no Heat por 149 a 128, e sinceramente? Foi lindo de ver.

    Olha, eu já esperava que o Strus quisesse se vingar do antigo time, mas não imaginava que seria desse jeito. O maluco fez seis das oito tentativas de três só no primeiro tempo, ajudando Cleveland a abrir uns absurdos 35 pontos de vantagem. Uma enterrada de três bem na buzina do intervalo deixou o placar 81 a 46. Monstro demais.

    Jarrett Allen volta e faz a diferença

    E não foi só o show do Strus não. Jarrett Allen voltou de lesão depois de ficar 10 jogos parado por causa de uma tendinite no joelho. O pivô fez 18 pontos e mais importante que isso — deu aquela segurança defensiva que estava fazendo uma falta danada pro time.

    A volta do Allen é crucial principalmente pela química com o James Harden, que chegou na trade deadline e tá elevando o nível do time. Falando no Harden, o barbudo distribuiu 14 assistências (recorde dele com a camisa dos Cavs) e ainda fez 17 pontos. Evan Mobley também colaborou com 23 pontos.

    Agora, uma coisa que me chamou atenção: Donovan Mitchell praticamente não existiu no jogo. Só 6 pontos, acertando apenas 1 de 10 arremessos. Quando um cara do calibre dele tem uma noite dessas e o time ainda ganha por mais de 20, é sinal de que o elenco tá bem encorpado mesmo.

    Miami tenta, mas não consegue reagir

    O Heat até tentou uma reação no terceiro quarto. Chegaram a diminuir a diferença para 19 pontos (101 a 82) com uma bola de três do Jamie Jaquez Jr., que foi o melhor do time visitante com 20 pontos. Bam Adebayo fez um double-double modesto: 14 pontos e 16 rebotes.

    Mas aí que tá — quando o time de casa tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer. Keon Ellis acertou uma bomba no final do terceiro quarto e selou a sorte: 109 a 87 entrando nos 12 minutos finais.

    Essa derrota foi pesada pro Miami, que caiu da disputa pelo 8º lugar do Leste e agora tá na 10ª colocação. Enquanto isso, Cleveland continua sonhando alto na temporada. E vocês, acham que os Cavs conseguem manter esse nível nos playoffs?

    Próximos jogos: Heat vai enfrentar o Indiana no domingo, enquanto os Cavs viajam pra Utah na segunda-feira.

  • Dean Wade tem que assumir a titularidade dos Cavs nos playoffs

    Dean Wade tem que assumir a titularidade dos Cavs nos playoffs

    Olha, eu sei que pode soar controverso, mas Dean Wade precisa ser titular nos playoffs dos Cavs. Sim, eu disse isso mesmo.

    Com a temporada caminhando pro final, Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente: quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen? E sinceramente, por mais que todo mundo fique doido quando o Wade não acerta os arremessos, ele é a peça que faz mais sentido.

    Por que Wade é a escolha certa

    O cara tem 2,06m, pesa 104kg e é uma versão melhorada do famoso “3&D” – defende, rebota e espaça a quadra. E o mais importante: ele não precisa da bola nas mãos. Vocês já viram quem tá do lado dele em quadra? Harden, Mitchell, Mobley… são caras que vivem com a bola. Wade faz o trabalho sujo.

    “Não deixem as estatísticas ditarem a opinião sobre o Wade”, essa é a realidade. Enquanto ele tiver cumprindo o papel – defendendo, brigando pelo rebote e tomando as decisões certas – ele é o cara certo pro trabalho. E junto com Mobley e Allen, forma um trio defensivo que dá trabalho pra qualquer ataque da liga.

    A concorrência existe, mas…

    Max Strus voltou de lesão e tá mostrando serviço – 8,8 pontos, 7,0 rebotes em 23,5 minutos por jogo. O problema é que ele ainda tá voltando do departamento médico e ninguém sabe se aguenta o ritmo dos playoffs.

    Jaylon Tyson também aparece como opção, mas convenhamos: o cara ainda tá se adaptando às mudanças de papel durante a temporada. Nos playoffs, você não tem tempo pra experimentos.

    Atkinson mesmo já deu a dica: “Provavelmente temos que chegar a nove jogadores na rotação”. E quando você pensa em quem pode fazer o trabalho pesado contra os melhores times da liga, Wade se destaca.

    Eu entendo a frustração da galera quando ele erra os arremessos abertos, mas o cara tá há cinco temporadas jogando com Mobley e Allen. Essa química não se constrói do dia pra noite.

    E vocês, acham que Wade aguenta ser o quinto titular dos Cavs nos playoffs? Ou preferem apostar na volta por cima do Strus?