Tag: Michael Jordan

  • Stacey King morreu aos 59 anos: o herói esquecido dos Bulls em 92

    Stacey King morreu aos 59 anos: o herói esquecido dos Bulls em 92

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu Stacey King no domingo, aos 59 anos. Talvez você não lembre dele, mas esse cara foi FUNDAMENTAL para os Bulls ganharem o título de 1992. E olha que ele nem era estrela, viu?

    King jogou pelos Bulls de 1989 a 1994 e ganhou três anéis (91, 92 e 93). Depois virou comentarista da TV do time. Mas tem uma história que tá vindo à tona agora sobre como ele literalmente salvou Michael Jordan no Jogo 6 das Finais de 92 contra o Portland.

    O momento que mudou tudo

    Chicago estava tomando uma surra dos Trail Blazers no quarto período. Jordan tava no banco — imagina isso hoje? Phil Jackson tinha tirado o cara do jogo! Foi aí que King entrou e simplesmente resolveu.

    Ele acertou uma bandeja e começou uma sequência absurda: sete posses seguidas dos Bulls pontuando. SETE! King foi o cara que colocou Chicago de volta no jogo, diminuindo pra apenas três pontos de diferença. Foi só então que Jackson colocou MJ de volta.

    E o que aconteceu depois? Jordan voltou inspirado, acertou um arremesso logo de cara, Pippen meteu uma bola de três no fim dos 24 segundos e — pasmem — os Bulls empataram o jogo em 85. De lá pra frente foi só Bulls na frente.

    Muito mais que um coadjuvante

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete é um esporte coletivo. Jordan era um monstro, mas precisava dos companheiros. E King, que muita gente nem lembra, foi quem deu a força que o time precisava no momento mais crítico.

    Depois dos Bulls, o cara ainda jogou pelos Timberwolves, Heat, Celtics e Mavericks. Até no exterior ele passou. Mas foi em Chicago que ele encontrou sua casa — tanto como jogador quanto como comentarista depois.

    Jerry Reinsdorf, dono dos Bulls, disse que King era “uma personalidade verdadeiramente única” na história da franquia. E olha, três décadas ligado ao time não é pouca coisa, né?

    Vocês acham que a gente dá valor suficiente pros coadjuvantes dos grandes times? King provou que às vezes são esses caras que fazem a diferença quando mais importa.

  • Haliburton desiste de desafio viral após resultado bizarro

    Haliburton desiste de desafio viral após resultado bizarro

    Cara, tem um joguinho novo que tá deixando todo mundo da NBA e os fãs completamente viciados: o 82-0.com. A ideia é simples mas viciante — você monta um quinteto dos sonhos e o site simula se esse time conseguiria fazer uma temporada perfeita, 82 vitórias em 82 jogos.

    O Tyrese Haliburton, armador dos Pacers, também caiu nessa. E olha, o cara tinha TUDO pra dar certo.

    O quinteto dos sonhos que não deu certo

    Imagina só a sorte do Haliburton: ele conseguiu montar um time com LeBron James, Kobe Bryant, Michael Jordan, Larry Bird e Moses Malone. Cinco lendas absolutas. Cinco caras que sozinhos já ganharam sei lá quantos títulos.

    Você pensaria: “Pronto, 82-0 garantido, né?”

    Errado. O site deu que esse time não conseguiria uma temporada perfeita. E aí o Haliburton simplesmente desistiu do desafio, postando no Twitter: “Parando com o 82-0 porque pelo amor…” (tradução livre, mas vocês entenderam o drama dele).

    A pegadinha do sistema

    A questão é que o site não pega só os jogadores no auge. Ele sorteia qual versão de cada cara você vai ter — e aí que mora o perigo. Sinceramente, acho que foi isso que ferrou o Haliburton.

    Provavelmente ele pegou o Kobe pós-lesão no tendão de Aquiles em 2013. Todo mundo sabe que o Black Mamba nunca mais foi o mesmo depois daquela contusão horrível. E o LeBron? Deve ter pego a versão rookie de 2003 — que obviamente era longe de ser o monstro que conhecemos hoje.

    É frustrante mesmo. Você vê Michael Jordan no seu time e pensa que tá feito, mas aí descobre que pegou ele voltando do baseball ou sei lá o quê. O jogo é uma loteria completa.

    E vocês, já tentaram esse desafio? Conseguiram chegar perto do 82-0 ou também se estressaram que nem o Haliburton? Eu tô aqui tentando há dias e não consigo passar das 75 vitórias, tá difícil viu.

  • Banner histórico dos Bulls de 93 está em leilão — vai custar caro

    Banner histórico dos Bulls de 93 está em leilão — vai custar caro

    Cara, imagina ter um pedaço da história dos Bulls pendurado na sua casa? Pois é, agora dá pra sonhar — se você tiver uma grana sobrando no banco.

    Um banner original do campeonato de 1992-93 dos Chicago Bulls está rolando em leilão no Arizona. Não é qualquer banner não, galera. É aquele que ficou pendurado no teto do lendário Chicago Stadium até 1994, quando os Bulls se mudaram pro United Center.

    O ano que mudou tudo

    Olha, 1992-93 foi um ano absolutamente insano na NBA. Os Bulls vinham de dois títulos consecutivos mas tiveram uma temporada meio estranha — “só” 57 vitórias, contra 62 e 69 das duas temporadas anteriores. Mas quando chegaram nos playoffs? Aí sim mostraram pra que vieram.

    Primeiro varreram Atlanta e Cleveland sem dó nem piedade. Depois — e aqui que fica interessante — tomaram um susto contra o Knicks nas finais do Leste, perdendo os dois primeiros jogos. Mas conseguiram virar a série numa das maiores recuperações da história.

    E nas finais? Jordan e companhia deram aquela lição no Charles Barkley e no Phoenix Suns. Seis jogos. O John Paxson cravando aquela bomba de três no jogo decisivo que ainda me dá arrepio só de lembrar.

    O fim de uma era

    Ninguém imaginava na época, mas aquele seria o último título do primeiro threepeat dos Bulls. Poucos meses depois veio a tragédia — o pai do Jordan foi assassinado na Carolina do Norte. Em outubro, MJ anunciou a aposentadoria pra jogar baseball.

    Sinceramente? Esse banner representa muito mais que uma temporada. É literalmente o fim da primeira dinastia dos Bulls, o último suspiro daquela equipe mágica no Chicago Stadium.

    Segundo a casa de leilões Grey Flannel, o banner tá em “excelente condição” e vem com certificado de autenticidade. Os lances começaram em mil dólares, mas já tem quatro ofertas rolando. E olha, considerando que estamos falando dos Bulls dos anos 90, com certeza vai sair bem mais caro que isso.

    Vocês acham que vale a pena desembolsar uma fortuna por um pedaço da história? Eu, no lugar de qualquer fanático pelos Bulls, já taria vendendo o carro pra dar um lance.

  • LeBron finalmente fala sobre o debate com MJ: ‘Espero ter deixado ele orgulhoso’

    LeBron finalmente fala sobre o debate com MJ: ‘Espero ter deixado ele orgulhoso’

    Cara, depois de 23 anos de carreira, o LeBron finalmente resolveu entrar de cabeça no debate que todo mundo quer ouvir: ele versus Michael Jordan. E olha, foi bem melhor do que eu esperava.

    Em uma entrevista recente com a ESPN, o Rei abriu o coração sobre as comparações com MJ — e sinceramente, achei a postura dele muito madura. Em vez de tentar se colocar acima do ídolo, LeBron foi na real: somos diferentes, mas ambos somos absurdos.

    “Nunca me comparei com MJ porque nossos jogos são totalmente diferentes”

    E é isso aí! LeBron mandou a real: “Eu sempre fui um armador-ala/ala-armador. Sempre procurei o passe. MJ procurava o arremesso. Não meio que procurava — ele procurava mesmo.” Mano, essa diferença é gritante quando você para pra analisar.

    O cara cresceu estudando cada movimento do Jordan, cada jogada, aqueles arremessos de média distância que eram pura poesia. “Cresci analisando tudo que ele fazia, como conseguia chegar no seu ponto e se elevar acima de todo mundo”, falou LeBron.

    Mas o que mais me chamou atenção foi quando ele disse: “Há várias coisas onde eu diria que meu jogo é um pouco diferente e um pouco melhor que o dele, mas cara, ele era f*da. Nós dois somos grandes.”

    Os números não mentem (mas também não contam toda a história)

    Olha só os dados: Jordan tem 6 anéis contra 4 do LeBron, 5 MVPs contra 4. Mas LeBron tem 21 seleções para o All-NBA e é o maior pontuador da história com mais de 43 mil pontos. Jordan “só” tem 32 mil — mas também se aposentou no auge, né?

    A média de pontos? Jordan leva com 30.1 contra 26.8 do LeBron. Mas aí entra a questão da longevidade — LeBron tá jogando há mais de duas décadas, mano. É surreal.

    “Espero ter deixado ele orgulhoso usando a camisa 23”

    Essa parte me arrepiou. LeBron falou que sempre sonhou em seguir os passos do Jordan, tanto dentro quanto fora de quadra. E aí veio aquela frase que resume tudo: “Espero ter deixado ele orgulhoso pelo menos, usando essa camisa 23.”

    Cara, isso mostra o quanto Jordan ainda é referência pra ele. Mesmo sendo considerado por muitos como o GOAT, LeBron ainda carrega aquela admiração genuína pelo ídolo de infância.

    O que mais me incomoda nesse debate todo — e o próprio LeBron tocou nesse ponto — é como sempre tentam diminuir um para exaltar o outro. “Você pode olhar pra nós dois e dizer que ama os dois sem tentar atacar a outra pessoa. E geralmente, é comigo que fazem isso”, desabafou.

    E aí, vocês acham que essa postura do LeBron vai amenizar o debate ou só vai esquentar mais? Sinceramente, acho que mostra a maturidade do cara. Reconhecer a grandeza do Jordan sem se diminuir é coisa de gente grande.

    Uma coisa é certa: independente de quem vocês acham que é o GOAT, tivemos a sorte de acompanhar duas lendas que marcaram gerações inteiras. E olha que o LeBron ainda não terminou — quem sabe o que mais vem por aí?

  • LeBron manda a real sobre MJ: ‘Somos diferentes, mas os dois são monstros’

    LeBron manda a real sobre MJ: ‘Somos diferentes, mas os dois são monstros’

    Olha, eu não esperava que o LeBron fosse ser TÃO sincero sobre o assunto Michael Jordan. Mas numa entrevista gigantesca com a ESPN, o Rei abriu o jogo de uma forma que eu nunca tinha visto antes.

    Cara, aos 41 anos, o homem tá naquela fase da carreira onde você pode falar qualquer coisa sem medo — e foi exatamente isso que ele fez. Durante uma série de entrevistas ao longo da temporada, LeBron falou sobre TUDO: o debate de quem é o GOAT, as diferenças entre ele e Jordan, e até sobre aquele famoso 4-6 nas Finais que a galera não para de jogar na cara dele.

    “Nunca me comparei com o MJ”

    A parte mais interessante? Quando ele admite que nunca se comparou diretamente com Jordan por causa dos estilos completamente diferentes. “Eu sempre fui um ala-armador a vida toda. Sempre procurei o passe. O MJ procurava o arremesso. Não ‘meio que’ procurava — ele PROCURAVA o arremesso mesmo.”

    E aí vem a bomba: “Tem várias coisas onde eu diria que meu jogo é diferente e um pouco melhor que o dele, mas porra, ele era f*da demais. Nós dois somos grandes. Somos grandes jogadores de basquete.”

    Sinceramente? Achei corajoso pra caramba ele falar isso. Quantos jogadores teriam peito pra admitir que em alguns aspectos são melhores que o próprio Michael Jordan?

    O menino de Akron que sonhava em voar

    A parte que mais me pegou foi quando ele falou da infância em Akron. “Eu nunca pensei que poderia ser ele, mas sonhava com a oportunidade de viver nos sapatos que ele viveu.”

    Cara, isso me lembrou de quando eu era moleque assistindo Jordan nos Bulls. O LeBron descreveu exatamente o que todo garoto que jogava basquete sentia: sonhar em acertar a cesta da vitória no último segundo, ter o próprio tênis, voar pela quadra… “Tudo que ele fazia. Eu precisava de inspiração de certas pessoas na música e no esporte durante minha criação.”

    Sobre o 4-6 nas Finais: “Tô puto, sim”

    E sobre aquelas seis derrotas nas Finais que todo mundo adora lembrar? LeBron não fugiu do assunto.

    “Eu tô puto por não ter tido uma porcentagem melhor individualmente nas Finais, mas quando as pessoas tentam transformar isso em algo negativo, não me incomoda como incomodava quando eu era mais novo.”

    Olha, eu entendo perfeitamente. Chegar em 10 Finais e ganhar 4 é muito melhor do que chegar em 6 e ganhar 6, na minha visão. Mas sei que muita gente discorda disso.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão quando diz que os estilos são muito diferentes pra comparar diretamente? Ou ainda acham que MJ é inalcançável?

  • LeBron aos 41 é absurdo, mas MJ ainda é o GOAT pela eficiência

    LeBron aos 41 é absurdo, mas MJ ainda é o GOAT pela eficiência

    Cara, o LeBron James aos 41 anos fazendo enterradas de moinho reverso é simplesmente surreal. O cara está levando o Lakers numa boa contra o Houston Rockets nos playoffs, 2 a 0 na série, e eu aqui pensando: será que isso muda alguma coisa no debate do GOAT?

    Olha, vou ser sincero com vocês. Ver o King jogando nesse nível na sua 23ª temporada é de arrepiar. Mas longevidade sozinha define quem é o maior de todos os tempos? Na minha opinião, não.

    A matemática não mente, pessoal

    Se formos falar de eficiência — que pra mim é o que realmente importa — o Jordan ainda leva essa. Vamos aos números que doem:

    MJ jogou 15 temporadas e ganhou 6 títulos. Isso dá um anel a cada 2,5 anos. O LeBron? 22 temporadas completas, 4 anéis. Um título a cada 5,5 anos. Monstro demais? Sim. Mais eficiente que o 23? Não.

    E tem mais. Jordan foi cestinha da liga em 10 das suas 15 temporadas (a cada 1,5 temporada, basicamente). O James foi cestinha UMA vez em 23 temporadas. Uma. Absurdo quando você para pra pensar.

    Defesa também conta, né?

    No garrafão defensivo, a coisa fica ainda mais clara. Jordan entrou no primeiro time defensivo da NBA 9 vezes (a cada 1,7 temporada). LeBron conseguiu isso 5 vezes (a cada 4,6 anos).

    Claro, o King tem vantagem nos rebounds e assistências na média da carreira — afinal, o cara é mais completo mesmo. Mas quando você olha a eficiência pura, Jordan ainda reina.

    Eu admiro demais o que o LeBron está fazendo. Sinceramente, achei que ele não chegaria nem perto dos 40 jogando nesse nível. Mas GOAT status? Acho que ainda é do Michael, e vocês, o que acham?

    É tipo comparar longevidade com excelência concentrada. Os dois são monstros, mas Jordan foi um furacão mais destrutivo em menos tempo. E isso, pra mim, pesa mais na balança do debate eterno.

  • Barkley e Jordan finalmente fazendo as pazes depois de 12 anos brigados

    Barkley e Jordan finalmente fazendo as pazes depois de 12 anos brigados

    Olha, eu nunca pensei que fosse ver esse dia chegando. Charles Barkley e Michael Jordan — dois dos maiores da história — estão tentando resolver essa treta que já dura mais de uma década. E o Chuck foi direto ao ponto na semana passada: “A gente não é o Príncipe William e o Harry, cara. Sempre teve muito amor entre nós”.

    Sinceramente? Era hora. Essa briga toda começou em 2012 quando o Barkley meteu o pau na gestão do Jordan como dono do Charlotte Hornets. E olha, sendo bem honesto aqui — o Chuck não tava errado não. O time era uma várzea completa naquela época.

    A treta que dividiu dois monstros

    A situação ficou feia mesmo quando o Barkley disse que o MJ não tinha gente ao redor dele pra falar “não”. Imagina só — você critica seu melhor amigo publicamente e ele fica pistola. O Jordan “surtou” (palavras do próprio Chuck) e mandou aquele papo de “você era pra ser meu melhor amigo e faz uma dessa”.

    Mas aí que tá: o Barkley tava fazendo o trabalho dele de comentarista. Como ele mesmo falou, “se eu critico outros caras por escolhas ruins no draft, como vou passar pano pro Jordan?”. Faz sentido, né?

    Durante os 13 anos que o MJ foi dono majoritário do Charlotte (primeiro como Bobcats, depois Hornets), o time foi uma piada. Playoffs só três vezes. Uma gestão que, vamos combinar, não foi nada boa mesmo.

    Golf pode curar qualquer ferida

    Agora parece que os dois decidiram que chega de chilique. Barkley disse que conversaram nos últimos dias e já marcaram um golf assim que a temporada acabar. Cara, se tem uma coisa que une os caras da NBA aposentados é uma boa partida de golf — é praticamente terapia pra eles.

    O mais engraçado é que em 2023 o Barkley ainda jogava a responsa pro Jordan: “Ele tem meu número”. Agora que o MJ vendeu o time e tá focado na NASCAR com a 23XI Racing, talvez tenha ficado mais de boa pra resolver as paradas.

    Vocês acham que essa amizade volta ao normal? Eu torço pra que sim — esses dois juntos sempre deram muito entretenimento pra gente. E convenhamos, já passou da hora de enterrar o machado de guerra.

  • Jordan e Barkley vão jogar golf juntos após 15 anos de treta

    Jordan e Barkley vão jogar golf juntos após 15 anos de treta

    Gente, depois de quase 15 anos de fria total, Michael Jordan e Charles Barkley finalmente vão se encontrar. E onde? No campo de golf, é claro. O Chuck confirmou no rádio que os dois já conversaram e marcaram um golfe para quando acabar a temporada.

    “Tivemos uma conversa”, disse Barkley na Sirius XM. “Vamos nos encontrar e jogar golf assim que o basquete acabar.”

    A treta que durou uma década e meia

    Cara, essa história começou lá em 2012, quando o Barkley mandou a real sobre a gestão do Jordan como dono do Charlotte Bobcats (que hoje é o Hornets). Na época, Chuck não teve papas na língua e disse que o MJ não estava fazendo um bom trabalho como proprietário.

    “Eu amo o Michael, mas ele simplesmente não fez um bom trabalho”, disparou Barkley na época. “Mesmo sendo um dos meus grandes amigos, não posso chegar aqui e dizer que ele fez um bom trabalho. Ele não fez, simples assim.”

    E olha, sinceramente? O Barkley não estava mentindo. O Bobcats foi um desastre por anos, e Jordan realmente demorou pra entender o lado empresarial da coisa. Mas essa sinceridade custou caro — 15 anos de silêncio entre duas lendas.

    O gelo finalmente derreteu

    O que mais me impressiona é como esses caras conseguiram ficar tanto tempo sem se falar. Tipo, eram amigos de verdade, jogaram juntos no Dream Team, viveram os anos dourados dos anos 90… Mas o orgulho falou mais alto.

    Barkley até tentou quebrar o gelo antes. Em 2020, durante “The Last Dance”, ele disse: “Ele tem meu número. Pode me ligar.” Mas o Jordan, teimoso como sempre, não ligou.

    Agora, finalmente, parece que a maturidade venceu. “Não somos como o Príncipe William e o Príncipe Harry. Sempre tivemos muito amor um pelo outro”, explicou Chuck. “Conversamos nas últimas 72 horas e decidimos nos encontrar para jogar golf.”

    E aí, vocês acham que essa amizade volta ao que era antes? Jordan vendeu sua parte majoritária no Hornets em 2023 por uns 3 bilhões de dólares — pelo menos provou que aprendeu a mexer com negócios, né?

    Uma coisa eu garanto: esse vai ser um golf bem interessante. Dois competitivos históricos, 15 anos de mágoa para resolver… Quero ver quem vai ganhar essa partida!

  • Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Cara, essa notícia me deixou pensando. O Brian Windhorst, do ESPN, soltou uma bomba no podcast dele: a Nike perdeu 15% do valor nas ações e parte da culpa pode ser dos próprios astros da NBA que não conseguem mais vender tênis como antigamente.

    Olha só que loucura — desde o Michael Jordan nos anos 90, a Nike e a NBA eram praticamente inseparáveis. Quem não queria ter um Air Jordan? Mas agora a situação tá complicada. Windhorst falou que a receita da empresa despencou nos últimos 18 meses e o mercado tá sentindo.

    O que realmente tá acontecendo?

    A parada fica mais séria quando você vê que analistas independentes do UBS (que só se importam com números, não com hype) chegaram na mesma conclusão: os jogadores de basquete não são mais tão populares quanto eram antes. E isso impacta diretamente na venda de tênis de basquete.

    Sinceramente? Faz sentido. Pensa comigo — quantos jogadores hoje em dia têm o mesmo apelo global que o Jordan tinha? O LeBron ainda vende, o Curry também, mas depois disso… fica difícil. Os caras são monstros na quadra, mas não conseguem transcender o esporte como os ícones do passado faziam.

    Mas calma, NBA ainda fatura pesado

    Por outro lado, a liga não tá exatamente quebrada. Os números são absurdos: a franquia mais valiosa vale $5.4 bilhões (segundo a Forbes), com o Warriors liderando em $11 bilhões. E a NBA como um todo deve faturar $14.3 bilhões só nesta temporada.

    É meio contraditório, né? A liga vale mais que nunca, as franquias são negócios bilionários, mas os jogadores individualmente não conseguem mais vender produtos como antes. Talvez seja reflexo de uma geração mais diversificada — hoje temos muitas estrelas, mas nenhuma que domine completamente o cenário cultural.

    E vocês, o que acham? Os astros de hoje realmente perderam aquele “algo a mais” que fazia a gente querer comprar o tênis deles? Ou será que é só o mercado que mudou mesmo? Uma coisa é certa: a Nike precisa repensar a estratégia se quiser voltar aos tempos áureos do basquete.

  • Luka fecha março com 600 pontos — só Jordan fez isso antes!

    Luka fecha março com 600 pontos — só Jordan fez isso antes!

    Cara, o Luka Doncic simplesmente decidiu que março era dele. E quando eu digo dele, é DELE mesmo — o cara fechou o mês com 600 pontos. Seiscentos! Só o Michael Jordan em 1987 tinha conseguido isso antes.

    Na vitória dos Lakers sobre o Cleveland por 127-113, o esloveno mandou mais 42 pontos com 12 assistências. Foi o terceiro jogo consecutivo com mais de 40 pontos. Sinceramente, tô até com dó dos adversários nessa sequência.

    JJ Redick não consegue acreditar no que vê

    O técnico JJ Redick não economizou nos elogios: “Acho que o Luka teve um dos melhores meses de que consigo me lembrar na NBA moderna”. E olha que o cara já viu muita coisa no basquete, né?

    Os Lakers também foram monstros em março — 15 vitórias e apenas 2 derrotas. “Se você não ganha, não significa nada”, disse o Luka quando perguntaram sobre a sequência de pontuação. O cara entende que individual sem coletivo não vale de nada.

    Vocês sabiam que apenas 10 jogadores na história conseguiram 600 pontos em um mês? E o Luka ainda passou dos 15 mil pontos na carreira durante esse jogo. Detalhe: massacrou o Donovan Mitchell, que fez apenas 10 pontos com 4/10 nos arremessos.

    LeBron também faz história

    Mas não foi só o Luka que brilhou. O LeBron passou o Kareem Abdul-Jabbar e agora é o jogador com mais vitórias na história da NBA — 1.229 entre temporada regular e playoffs. Absurdo de marca, né?

    E o JJ Redick? Chegou nas 100 vitórias como técnico e se tornou o primeiro treinador dos Lakers desde Phil Jackson a levar o time a 50 vitórias em temporadas consecutivas. “Não mereço ser mencionado junto com o Phil ou Pat Riley”, disse com humildade.

    Os Lakers já garantiram vaga nos playoffs com seis jogos restantes. Dois desses jogos são contra o Oklahoma City Thunder — time que os humilhou por 29 pontos mais cedo na temporada.

    Falando em Thunder, o Shai Gilgeous-Alexander também teve um março surreal: 14-1 de campanha, média de 30,7 pontos com 56,8% de aproveitamento. Va ser um duelo épico na quinta-feira em OKC.

    “Muito empolgante”, disse Austin Reaves sobre o confronto. “Obviamente eles são os atuais campeões. Uma oportunidade de ir ao OKC e batalhar com eles.”

    E aí, acham que os Lakers conseguem dar o troco no Thunder depois de apanhar tanto no primeiro turno?