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  • Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Olha só que história louca: Michael Malone quase deixou escapar uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano. O cara que foi demitido do Denver Nuggets recusou North Carolina várias vezes antes de finalmente aceitar comandar os Tar Heels por seis anos e US$ 50 milhões.

    Na coletiva de apresentação desta terça, Malone revelou que quando o diretor atlético Steve Newmark primeiro entrou em contato, ele nem levou a sério. Pensou que era só uma cortesia, sabe? “Cada vez que eu dizia não, eu me arrependia”, confessou o técnico. “Eu pensava: acho que estou cometendo um erro.”

    A reviravolta no Final Four

    A situação mudou completamente durante o Final Four. Tommy Lloyd (Arizona) e Dusty May (Michigan) — que eram as principais opções da Carolina — tiraram seus nomes da disputa. Aí sim a coisa ficou séria.

    Newmark e o diretor de operações Eric Hoots literalmente voaram de Indianapolis até a casa do Malone no Colorado no domingo de Páscoa. Imagina a cena: os caras cruzaram o país inteiro pra tentar convencer o técnico.

    “Muito mais tempo do que queríamos ele lá”, brincou Malone sobre a reunião que durou cinco horas. “Minha primeira reação quando disseram que queriam voar de Indianapolis foi tipo, não… mas estou tão feliz que eles vieram, porque mudou minha opinião e a da minha esposa.”

    O fator família pesou muito

    Aqui que a história fica ainda mais interessante. A filha dele, Bridget, joga vôlei na própria UNC e falou diretamente pro pai: “aceita essa vaga”. Além disso, o pai falecido do Malone, Brendan (que também era técnico), sempre foi um admirador de North Carolina e do lendário Dean Smith.

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente tanto da Carolina quanto do Malone. Ele estava sem emprego na NBA desde que saiu dos Nuggets, e a UNC conseguiu um técnico experiente que conhece o basquete de alto nível. US$ 50 milhões por seis anos não é brincadeira — mostra o quanto eles acreditam no cara.

    E aí, vocês acham que o Malone vai conseguir devolver North Carolina ao topo do basquete universitário? A pressão vai ser gigantesca, especialmente com esse salário astronômico.