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  • Tom Izzo quase virou técnico dos Suns – e seria uma loucura total

    Tom Izzo quase virou técnico dos Suns – e seria uma loucura total

    Olha, imaginem só essa: Tom Izzo, o cara que é praticamente uma lenda do basquete universitário americano, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns na última offseason. E eu aqui pensando que já tinha visto de tudo na NBA.

    O veterano técnico do Michigan State confirmou que recebeu uma proposta séria dos Suns. Mat Ishbia, que é o dono do time e jogou com Izzo na faculdade, obviamente queria trazer seu antigo treinador pra Arizona. Faz sentido, né? Quando você tem uma conexão dessas, você pelo menos tenta.

    A decisão mais difícil da carreira

    “Tive mais de algumas ofertas da NBA, analisei uma ano passado com o Phoenix – meu ex-jogador Mat Ishbia”, disse Izzo. “Foi difícil, foi uma coisa muito difícil de recusar… conversamos seriamente sobre isso.”

    Cara, dá pra sentir o peso da decisão na fala do cara. E olha que ele não é novato nessas situações — Cavaliers, Hawks, Bulls e Nets já tentaram tirá-lo de Michigan State antes. Mas essa dos Suns parece que foi a que mais balançou mesmo.

    E tem mais: Brian Gregory, que é o GM dos Suns agora, era assistente do Izzo quando Michigan State ganhou o título nacional em 2000. A conexão era total, mano.

    Jordan Ott aproveitou a chance

    No final, a vaga ficou com Jordan Ott — que ironicamente também veio do programa do Izzo em Michigan State. O cara trabalhou anos com Tom antes de migrar pra NBA. É quase como se fosse um “presente” indireto do próprio Izzo pros Suns.

    E sinceramente? Ott tá fazendo um trabalho do caramba. Os Suns estão brigando firme pelos playoffs no Oeste, já passaram e muito das expectativas da temporada (eram só 31,5 vitórias previstas). Phoenix tá voando.

    Mas fico aqui imaginando: como seria Tom Izzo comandando Kevin Durant, Devin Booker e companhia? O cara que fez Michigan State chegar no Sweet 16 esse ano poderia ter dado uma chacoalhada interessante naquele elenco carregado de estrelas.

    Vocês acham que ele se arrepende da decisão? Ou será que prefere mesmo a estabilidade e o carinho da torcida universitária?

  • Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Cara, acabei de ler uma parada que me pegou completamente de surpresa. Tom Izzo, o lendário técnico da Michigan State, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns no ano passado!

    O próprio Izzo revelou no programa do Dan Patrick que “conversou seriamente” com Mat Ishbia, dono do Suns, sobre assumir o comando técnico da equipe. E olha só a conexão: Ishbia foi jogador (walk-on) da Michigan State quando Izzo ganhou o título nacional em 2000. Imagina a pressão emocional?

    A decisão mais difícil da carreira

    “Isso foi difícil”, admitiu Izzo. “Foi uma coisa muito difícil de recusar porque… eu meio que queria ir com ele.”

    Quando perguntaram se o Suns ofereceu o cargo pra ele, Izzo foi diplomático: “Conversamos seriamente sobre isso, vamos dizer assim.” Ou seja, rolou proposta séria mesmo.

    Cara, imagina o Izzo comandando Durant, Booker e Beal? Seria absolutamente surreal ver um dos maiores técnicos universitários da história tentando traduzir sua magia no college para a NBA.

    Michigan State invadiu Phoenix

    O mais interessante é que o Suns tá praticamente virando uma filial da Michigan State. Jordan Ott (que acabou sendo contratado) foi assistente graduado e coordenador de vídeo dos Spartans. Brian Gregory, GM do time, também passou anos como assistente em Michigan State. E ainda contrataram Mateen Cleaves, ex-estrela dos Spartans, como técnico de desenvolvimento.

    Sinceramente? Acho que seria fascinante ver o Izzo na NBA. O cara tem 71 anos, levou Michigan State para 28 torneios da NCAA consecutivos e 8 Final Fours. Mas será que o estilo college dele funcionaria com os egos da NBA?

    No final das contas, Izzo ficou em East Lansing perseguindo seu segundo título nacional. E vocês, acham que ele fez a escolha certa? Ou perdeu a chance da vida de testar seu talento no maior palco do basquete mundial?

  • Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Olha, eu sei que todo técnico fala pra não pensar muito à frente no March Madness, mas Dan Hurley simplesmente cagou e andou pra essa regra. O cara está literalmente falando sobre um possível confronto contra St. John’s nas oitavas de final — sendo que ainda nem passou do Michigan State de Tom Izzo nas quartas.

    E sabe de uma coisa? Eu meio que entendo a empolgação dele.

    A matemática do March Madness

    Vamos aos fatos: UConn pega Michigan State na sexta-feira, enquanto St. John’s enfrenta Duke (que é favorito por 6,5 pontos). Se as duas equipes do Big East passarem, teremos o quarto confronto da temporada entre elas — só que dessa vez com vaga no Final Four em jogo.

    “Acho que temos que nos apoiar na sexta contra nossos oponentes para que possamos ter uma carnificina no domingo”, disse Hurley. Cara, esse maluco não tem papas na língua mesmo.

    O mais bizarro? Hurley pediu para as torcidas rivais torcerem uma pela outra por uma noite. Imagina isso no basquete brasileiro — Flamengo torcendo pro Vasco só pra ter clássico depois. Surreal, né?

    O retrospecto que assombra Connecticut

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio dolorosa pro lado de UConn). St. John’s ganhou dois dos três confrontos essa temporada, incluindo uma surra de 20 pontos na final do torneio da Big East. A única derrota do Red Storm foi por 25 pontos em Connecticut, em fevereiro.

    Desde janeiro, St. John’s perdeu apenas esse jogo. Enquanto isso, UConn começou 22-1 mas fechou a temporada regular num modesto 7-4. Pra um time bicampeão nacional (2023 e 2024), é meio decepcionante.

    Vocês acham que essa confiança do Hurley é justificada ou ele tá subestimando demais o Tom Izzo?

    Os heróis da ressurreição

    Depois de cair na segunda rodada ano passado pro Florida (que depois virou campeão), UConn precisava dessa volta por cima. E cara, que volta foi essa.

    Tarris Reed Jr. fez algo absurdo contra Furman: 31 pontos e 27 rebotes. Isso é coisa que não se via no torneio há quase 60 anos, meu amigo. Double-double? Isso aí foi triple-double com sobra.

    Já contra UCLA, Alex Karaban meteu 27 pontos — recorde da carreira dele. E olha que legal: o cara é veterano de quarto ano que jogou a carreira inteira em UConn. Raridade no basquete universitário atual, onde todo mundo sai pulando de time.

    Sinceramente? Acho que Hurley pode estar certo em já pensar em St. John’s. Michigan State não é mais aquela máquina de guerra dos anos 2000, e UConn tem fome de mais um título. Mas no March Madness, qualquer vacilo te manda pra casa — e Tom Izzo sabe como ninguém aproveitar essas brechas.