Tag: Michigan Wolverines

  • Cadeau desiste do Draft e volta pra Michigan: decisão certa?

    Cadeau desiste do Draft e volta pra Michigan: decisão certa?

    Olha, eu não esperava essa. Elliot Cadeau acabou de anunciar que vai tirar o nome do Draft da NBA de 2026 e voltar pra Michigan para a temporada sênior. E sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente.

    O armador de 1,85m foi peça fundamental na conquista do título nacional dos Wolverines — jogou os 40 jogos como titular, cara. Quarenta! E não foi só presença de corpo não, fez a diferença mesmo.

    Os números falam por si só

    Na temporada júnior, Cadeau fez médias bem sólidas: 10.5 pontos, 2.7 rebotes e 5.8 assistências por jogo. Não são números de superstar, mas pra um armador que comanda o time campeão nacional? Tá mais que bom.

    A história dele é interessante também. Passou dois anos em North Carolina (imagina a pressão de jogar lá) antes de se transferir pra Michigan na temporada passada. E olha no que deu — título nacional logo de cara. Às vezes uma mudança de ares faz toda a diferença mesmo.

    Prazo final se aproximando

    O prazo final pro pessoal do NCAA que se declarou pro Draft desistir é 27 de maio. Cadeau foi esperto em tomar a decisão agora — dá tempo de se preparar direito pra última temporada universitária.

    Na minha visão, ele tem tudo pra crescer ainda mais em Michigan. Com mais um ano de experiência e sendo o veterano do time, pode facilmente melhorar esses números e chegar mais preparado pro Draft de 2027.

    E aí, vocês acham que ele fez a escolha certa? Ou deveria ter tentado a sorte na NBA mesmo?

  • Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    E lá se vai o time campeão da NCAA de 2026. Michigan acabou de perder quatro peças fundamentais pro Draft da NBA, incluindo três que devem sair na primeira rodada. Sinceramente? Era esperado, mas dói ver um elenco tão dominante se desmanchando assim.

    O trio de ouro — Aday Mara, Morez Johnson Jr. e Yaxel Lendeborg — tá entre os primeiros 25 prospects da ESPN. Mara aparece em 13º, Johnson em 24º, e Lendeborg em 12º lugar. Ou seja: primeira rodada garantida pra todos.

    Aday Mara: o gigante de 2,20m que assombrava o garrafão

    Cara, esse Mara é um monstro mesmo. Com seus 2,20m de altura, o pivô espanhol foi titular em 39 dos 40 jogos que disputou como junior. Os números dele são absurdos: 12.1 pontos, 6.8 rebotes, 2.4 assistências e 2.6 tocos por jogo.

    O que mais impressiona é a versatilidade — um cara dessa altura distribuindo quase 2.5 assistências por partida não é comum. E aqueles 2.6 bloqueios? Pure intimidação no garrafão. Na minha opinião, ele tem tudo pra ser uma surpresa positiva na NBA.

    Johnson Jr. e Cadeau: a dupla que completava o quebra-cabeça

    Morez Johnson Jr., o ala-pivô de 2,05m, foi um dos mais consistentes do time. Titular absoluto em todos os 40 jogos como sophomore, fechou a temporada com 13.1 pontos e 7.3 rebotes por partida. Double-double praticamente garantido a cada jogo.

    Já Elliot Cadeau traz uma história interessante — veio transferido de North Carolina e se adaptou perfeitamente ao esquema de Michigan. O armador de 1,85m comandou a orquestra Wolverine com 10.5 pontos e 5.8 assistências por jogo. Apesar de estar “só” em 68º na lista da ESPN, o cara tem jogo de sobra.

    O que isso significa pro futuro de Michigan?

    Olha, perder quatro jogadores fundamentais de um time campeão nacional nunca é fácil. Michigan vai ter que praticamente reconstruir o elenco do zero pra próxima temporada. A pergunta que fica é: como diabos eles vão substituir um pivô de 2,20m que tocava quase 3 bloqueios por jogo?

    Vocês acham que Michigan consegue manter o nível competitivo mesmo perdendo tanto talento de uma vez? Na minha visão, vai ser um teste de fogo pro coaching staff dos Wolverines. Recruiting pesado nas transferências vai ser fundamental.

    Uma coisa é certa: esses quatro caras fizeram história em Ann Arbor. Agora é torcer pra que brilhem tanto na NBA quanto brilharam no college.

  • Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Meus amigos, acabou! Michigan é campeão da NCAA 2026 e que final foi essa contra UConn, hein? Os Wolverines quebraram um jejum de 37 anos — desde 1989 que eles não levantavam o troféu do March Madness. E cara, eles mereceram muito.

    Quem acompanha basquete universitário sabe o que significa esse momento. Aquela sensação de ver o ‘One Shining Moment’ no final do torneio, com os melhores lances, as emoções, os choros… É tradição desde 1987, e sinceramente? Este ano não decepcionou nem um pouco.

    Os momentos que marcaram o torneio

    Olha só que loucura foi esse March Madness. Chase Johnston, do High Point, metendo uma bandeja no último segundo pra derrubar Wisconsin (cabeça de chave 5!) na primeira rodada. Absurdo, né? Mas o lance que mais me arrepiou foi o Otega Oweh acertando uma bomba lá do meio da quadra pra forçar a prorrogação e salvar Kentucky. Monstro!

    E Duke? Coitados. Perderam a chance de ir pra Final Four pelo segundo ano consecutivo. Braylon Mullins mandou uma de três pontos que mandou UConn pra semifinal, depois que Cayden Boozer perdeu a bola no último segundo. Basquete universitário é isso aí — um segundo você tá no céu, no outro…

    Michigan finalmente volta ao topo

    Mas vamos falar do que realmente importa: Michigan campeão! Cara, que temporada espetacular eles fizeram. Aday Mara no garrafão fazendo a diferença, o time jogando junto… 37 anos esperando por esse momento.

    Vocês viram aquela disputa de bola no início do jogo entre o Tarris Reed Jr. (UConn) e o Mara? Ali você já sentia que seria um jogaço. E foi mesmo — duas equipes que chegaram na final merecendo estar lá.

    Na minha opinião, esse foi um dos melhores March Madness dos últimos anos. Teve de tudo: zebras, jogadas impossíveis, drama até o último segundo. E agora Michigan pode comemorar como campeão nacional.

    E aí, pessoal — quem de vocês tava torcendo pros Wolverines? Esse jejuito de quase 40 anos sendo quebrado foi emocionante demais!

  • Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Galera, chegou a hora da verdade no March Madness e temos uma notícia que todo mundo tava esperando: tanto Yaxel Lendeborg (Michigan) quanto Solo Ball (UConn) estão LIBERADOS pra final de segunda-feira!

    Os dois caras saíram do relatório oficial de lesões das equipes que foi divulgado no domingo à noite. Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Lendeborg torcendo o tornozelo na semifinal, pensei “pronto, era isso”. O cara pisou no pé do Krivas tentando uma bandeja e ficou meio mancando. Depois soubemos que foi entorse no joelho esquerdo E tornozelo machucado. Dois lugares ao mesmo tempo, monstro.

    Solo Ball também no sufoco

    Do lado dos Huskies, o Solo Ball também deu aquele susto. Se enrolou com o Tarris Reed Jr. numa tela e machucou o pé. Domingo mesmo ele tava andando com aquela bota ortopédica, sabe? Mas o cara é raçudo — disse que ia “fazer de tudo pra estar pronto amanhã”. E conseguiu!

    Sinceramente, imagina se esses dois ficassem de fora da final? Seria um crime contra o basquete. O Lendeborg tem sido fundamental no garrafão do Michigan, e o Solo Ball é peça-chave no esquema do Dan Hurley.

    Michigan x UConn: sede de 89 contra dinastia

    Essa final tem tudo pra ser histórica, pessoal. Michigan correndo atrás do primeiro título desde 1989 (cara, 1989! Eu nem tinha nascido), enquanto UConn quer o terceiro título em quatro anos. É sede contra dinastia, fome contra fartura.

    E vocês sabiam que os times não se enfrentam desde 2015? Foi num torneio nas Bahamas, desses eventos de pré-temporada. Agora se reencontram no palco máximo do basquete universitário.

    A bola sobe às 21h50 (horário de Brasília) desta segunda, no Lucas Oil Stadium em Indianapolis. Vai passar na TBS, TNT e truTV — ou seja, não tem desculpa pra perder!

    Michigan tem apenas LJ Carson e Winter Grady no departamento médico, enquanto UConn não tem ninguém na lista de lesionados. Ou seja: os dois times vão com força máxima pra essa decisão.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô dividido, mas com esses dois craques liberados, a final ficou ainda mais imprevisível!

  • Michigan fisga estrela 5 estrelas e mostra que voltou pra briga

    Michigan fisga estrela 5 estrelas e mostra que voltou pra briga

    Gente, o Michigan acabou de dar um golpe que ninguém esperava. Brandon McCoy Jr., armador 5 estrelas e um dos maiores talentos da classe de 2026, anunciou no sábado à noite que vai vestir a camisa dos Wolverines. E olha, isso é MUITO maior do que parece.

    McCoy é rankeado como #18 no SC Next 100, ou seja, estamos falando de um moleque que tem tudo pra ser lottery pick no futuro. E o mais louco? Ele é o primeiro recruta 5 estrelas que o técnico Dusty May consegue desde que assumiu Michigan. Cara começou com o pé direito, ein?

    A aposta no futuro fez a diferença

    “A visão do técnico May bateu certinho com a minha visão e meus sonhos, que são virar profissional e ficar muito tempo na liga”, disse McCoy pra ESPN. E não parou por aí — May vendeu o peixe direitinho: falou que o garoto pode encher a planilha de estatísticas, jogar basquete vencedor, ser um defensor elite e atuar em várias posições.

    Sinceramente? Essa é exatamente a conversa que um jovem armador quer ouvir. May não prometeu que seria fácil, mas mostrou um caminho claro pro sonho da NBA. Inteligente pra caramba.

    Michigan voltou ao mapa

    Vocês lembram quando Michigan era potência no recrutamento? Pois é, parece que os tempos estão voltando. Conseguir um 5 estrelas não é brincadeira — é sinal de que o programa tá sendo levado a sério de novo pelos garotos que realmente fazem a diferença.

    E o timing não podia ser melhor. Com Michigan enfrentando UConn na final nacional na segunda-feira (ok, isso foi no basquete feminino, mas o hype tá aí), o programa todo tá em evidência. McCoy deve ter visto isso e pensou: “É aqui que eu quero estar”.

    E aí, acham que Michigan consegue transformar esse talento todo em títulos? Porque uma coisa é certa: com McCoy chegando em 2026, os Wolverines já tão pensando grande de novo.

  • Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Cara, que surra foi essa que Michigan deu em Arizona no Final Four de 2026! 91 a 73 parece placar ‘normal’, mas quem assistiu sabe que foi muito pior do que isso. Os Wolverines simplesmente destruíram os Wildcats desde o primeiro minuto.

    Eu tava esperando um jogaço entre dois dos melhores times do país, mas Michigan resolveu transformar isso numa aula de basquete. A diferença chegou a 30 pontos durante o jogo — imagina a cara dos torcedores do Arizona vendo aquilo!

    Onde essa surra se encaixa na história?

    Olha, não é todo dia que você vê uma lavada dessas no Final Four. Normalmente os jogos são pegados, decididos nos detalhes. Mas acontece, né?

    Checando aqui os maiores atropelos da história do Final Four (desde 1951, quando o torneio virou coisa séria), a diferença de 18 pontos de Michigan nem entra no top 10! Isso mesmo que vocês leram.

    O maior massacre de todos os tempos foi Villanova 95 x 51 Oklahoma em 2016. Quarenta e quatro pontos de diferença! Aquilo ali foi desumano. Lembro até hoje do Jay Wright na beira da quadra, quase com dó do adversário.

    Os maiores atropelos da história

    A lista é de arrepiar: Princeton meteu 118 x 82 no Wichita State em 1965 (36 pontos de diferença), Cincinnati fez 80 x 46 no Oregon State em 1963, Michigan State aplicou 101 x 67 na Penn em 1979… Cada uma dessas foi uma humilhação histórica.

    E olha só que coincidência massa: UNLV 103 x 73 Duke em 1990 — exatos 30 pontos de diferença, que foi justamente o pico da vantagem de Michigan ontem. Aquele time do UNLV com Larry Johnson era uma máquina de guerra, impossível de parar.

    Kansas também aparece duas vezes na lista — em 2003 contra Marquette (33 pontos) e lá em 1953 contra Washington (26 pontos). Os Jayhawks sempre souberam dar show quando a coisa aperta.

    Michigan rumo ao título?

    Agora é final contra Connecticut. E vocês acham que Michigan consegue manter esse ritmo alucinante? Porque uma coisa é atropel Arizona (que não tava no seu melhor dia), outra é fazer isso contra UConn numa final de March Madness.

    Sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não duvidaria de nada vindo dos Wolverines. Quando um time tá ‘quente’ assim no torneio universitário, é capaz de qualquer coisa. Lembram do Villanova em 2016? Fizeram aquela surra histórica no Oklahoma e depois foram lá e ganharam o título todo.

    Vamos ver se Michigan consegue coroar essa campanha monstro com o troféu. Uma coisa é certa: depois dessa exibição, eles chegam na final como favoritos absolutos.

  • Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Cara, eu vi muita coisa bonita no basquete universitário, mas o que rolou ontem em Chicago foi simplesmente emocionante demais. Charlie May, filho do técnico Dusty May, acertou uma bomba de 3 nos segundos finais da goleada de Michigan sobre Tennessee por 95 a 62 no Elite 8 do March Madness.

    Imagina a cena: time já ganhando de 30 pontos, 1 minuto e 2 segundos no relógio, e o garoto — que mal jogou na temporada — recebe a bola no cantinho e não perdoa. Swish! O banco de Michigan explodiu igual torcida de final de campeonato.

    O menino que quase não joga virou herói por um dia

    Vou ser sincero com vocês: Charlie May não é exatamente o craque do time. O cara é um ala de 1,95m no último ano, veio transferido da UCF quando o pai foi contratado por Michigan em 2024. Até domingo, tinha feito apenas 4 pontos na carreira inteira e convertido um único arremesso de quadra. Nesta temporada? Apenas 18 minutos em 7 jogos.

    Mas ó, foi justamente isso que tornou o momento ainda mais especial. As estrelas do time como Yaxel Lendeborg e Aday Mara comemoraram como se tivesse sido a cesta da classificação. E o narrador da CBS mandou um “Mayday em Chicago!” que ficou perfeito.

    Dusty May voltando ao Final Four

    E não é que o velho Dusty conseguiu de novo? Segunda vez em quatro anos que o cara leva um time ao Final Four — e em programas diferentes, né não? Em 2023, ele fez aquela corrida absurda com Florida Atlantic até a semifinal nacional, onde perderam no último segundo pro San Diego State.

    Agora com Michigan, o cara tá simplesmente destruindo todo mundo neste March Madness. Quatro vitórias por uma diferença combinada de 90 pontos! Só uma das vitórias foi por menos de 21 pontos de diferença. Isso é dominância total.

    Vocês acham que Michigan tem chances reais de título? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser bem difícil parar esse trem. E com esses momentos familiares no meio do caminho, dá até pra sonhar com algo especial acontecendo…

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Cara, eu não estava preparado pro show que o Yaxel Lendeborg deu ontem. O cara simplesmente DESTRUIU o Tennessee por 95 a 62 e levou Michigan de volta à Final Four pela primeira vez desde 2018. Que paulada!

    Lendeborg foi eleito o jogador mais valioso da região Midwest e não é pra menos: 27 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e ZERO turnovers. Zero, gente. O maluco não perdeu uma bola sequer. E olha só esse dado que me deixou maluco — ele se tornou o primeiro jogador de Michigan a marcar 20+ pontos em três jogos consecutivos do March Madness desde Juwan Howard em 1994. Juwan Howard, o mesmo que hoje é técnico na NBA!

    A corrida que mudou tudo

    Os primeiros nove minutos foram meio tenebrosos, não vou mentir. Mas aí o bicho pegou. Michigan fez uma corrida de 21 a 0 que praticamente acabou com o jogo ali mesmo. Tennessee ficou perdido, não conseguia nem encostar na bola.

    E tem que falar do Elliot Cadeau também — 10 assistências! O cara virou primeiro jogador da Big Ten a dar 7+ assistências em quatro jogos seguidos do torneio desde Trey Burke em 2013. Essa equipe de Michigan tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    Tennessee desabou completamente

    Olha, eu até sinto pena do Tennessee. Apenas 15 pontos no primeiro tempo — quinze! E 5 de 26 do perímetro, o que dá uns 19% de aproveitamento. Isso não ganha nem jogo de rua, imagine numa Elite Eight.

    O Ja’Kobi Gillespie até tentou com seus 21 pontos, mas sozinho não dá. E o Rick Barnes? Coitado, agora são 0-3 em Elite Eights como técnico do Tennessee. A última Final Four dele foi com o Texas em 2003 — há mais de 20 anos!

    Sinceramente, acho que o peso da história pesou. Tennessee nunca consegue dar esse último passo, e ontem ficou claro que Michigan queria muito mais.

    Dusty May fazendo história

    E tem que dar os parabéns pro técnico Dusty May. O cara pegou um programa que ganhou apenas 8 jogos na temporada anterior e em dois anos já tá na Final Four. Essa é a segunda dele em quatro temporadas (levou Florida Atlantic em 2023).

    “Temos um cartaz no vestiário que diz ‘Hábitos de Abril’”, disse May. Cara, isso é mentalidade vencedora. Desde o dia um eles se prepararam pra chegar longe no torneio, e tá dando certo.

    Agora é Arizona na semifinal, dia 4 de abril em Indianapolis. Michigan entra como favorito por 1.5 ponto — e olha, depois do que eu vi ontem, acho pouco. Vocês acham que eles conseguem chegar na final?

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Alabama e vai pra Elite Eight

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Alabama e vai pra Elite Eight

    Gente, que show do Yaxel Lendeborg ontem! O cara simplesmente decidiu que ia carregar Michigan nas costas contra Alabama e foi isso aí — 23 pontos, 12 rebotes e 7 assistências numa vitória de 90 a 77 que levou os Wolverines pro Elite Eight do March Madness.

    Olha, eu não esperava essa performance toda do pivô de 2,06m, mas o maluco foi um verdadeiro canivete suíço em quadra. Até passe de 65 pés (!) pro Nimari Burnett fazer uma enterrada ele deu. Sessenta e cinco pés, cara. Isso é quase metade da quadra.

    Virada épica no segundo tempo

    A parada começou meio feia pro Michigan — chegaram a estar perdendo por 9 pontos no primeiro tempo e foram pro intervalo atrás por 2. Mas aí que tá a beleza do basquete universitário: nos primeiros 11 minutos da volta, os Wolverines simplesmente viraram o jogo e abriram 15 pontos de vantagem.

    E como fizeram isso? Chuva de três pontos. 13 cestas de 27 tentativas do perímetro (48% de aproveitamento) e 50% nos arremessos gerais. Lendeborg sozinho acertou 4 bombas de três. Pra um cara da altura dele, isso é absurdo mesmo.

    O Alabama até tentou responder — acertaram 14 cestas de três também — mas não conseguiram sustentar o ritmo do primeiro tempo. Como o próprio Burnett (que curiosamente é ex-Alabama) falou: um jogador adversário gritou que o ritmo de chutes de Michigan era insustentável. “E nós mantivemos”, respondeu ele depois. Que tapa de luva, né?

    Big Ten fazendo história

    Essa vitória de Michigan tem um peso histórico que talvez vocês não saibam: agora a Big Ten tem QUATRO times no Elite Eight pela primeira vez na história da conferência. Michigan junta-se a Purdue, Illinois e Iowa nessa fase.

    Sinceramente, isso mostra como o nível do basquete universitário na região dos Grandes Lagos está insano. E olha que Michigan não chegava numa Final Four desde 2018, quando perdeu a final nacional pra Villanova.

    Agora é Tennessee no domingo, com Michigan sendo favorito por 7,5 pontos. O técnico Dusty May já tá sonhando: “A melhor forma de quebrar essa seca é mandar quatro times da Big Ten pra Indianapolis”, disse ele, se referindo ao local da Final Four.

    Vocês acham que Michigan consegue chegar lá? Com Lendeborg nesse nível, eu não duvido de nada. O cara mesmo falou: “Estamos um passo mais perto do nosso objetivo. Temos a chance de cortar mais uma rede no domingo e depois outra em Indianapolis”.

    Que confiança, hein? E olha que não é à toa — quando você faz 23/12/7 num jogo eliminatório do March Madness, pode falar o que quiser.