Tag: Milwaukee Bucks

  • Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Olha, eu tô indignado com essa história. O Giannis Antetokounmpo perdeu uma grana PESADA da Nike porque os Bucks simplesmente se recusaram a liberá-lo para jogar no final da temporada. É de fuder, bicho.

    O contrato do Greek Freak com a Nike tinha uma cláusula que exigia pelo menos 41 jogos na temporada para ele receber um bônus substancial. Ele jogou apenas 36 – o menor número da carreira. E o pior? Ele QUERIA jogar, mas o time não deixou.

    A treta toda começou em março

    Depois de hiperextender o joelho esquerdo contra o Indiana Pacers no dia 15 de março, os Bucks pediram para o Giannis parar de jogar pelo resto da temporada. Mas ele recusou! O cara literalmente disse “não, eu quero jogar” e ainda empurrou para voltar já contra o Utah Jazz dois dias depois.

    A resposta do departamento médico? “Não, você não está liberado.” Imagina a frustração do cara, mano. Ele continuou insistindo durante a road trip, mas nunca mais pisou em quadra.

    E aqui que fica interessante: o Doc Rivers aparentemente disse para outros veteranos do time que a diretoria esperava que NINGUÉM ficasse fora por lesões “ilegítimas”. Mas essa ordem nunca chegou no Giannis. Suspeito, né?

    NBA teve que investigar essa palhaçada

    A coisa ficou tão feia que o sindicato dos jogadores soltou uma nota no dia 24 de março basicamente acusando Milwaukee de prejudicar a integridade da liga ao manter o Giannis no banco. A NBA teve que abrir uma investigação formal!

    Entrevistaram todo mundo: Giannis, seus representantes, dirigentes dos Bucks, médicos do time. E olha que foi o próprio Greek Freak que pediu para o sindicato e a liga investigarem. O cara não estava brincando.

    “Para alguém vir e me dizer para não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara”, disparou o Giannis pros repórteres no dia 3 de abril. “Eu estou disponível para jogar. Agora mesmo. Estou disponível. Então, eu não sei onde vai parar essa relação.”

    Os Bucks ainda tiveram a cara de pau de dizer para os investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Ele negou, obviamente.

    Sinceramente? Essa situação toda é um absurdo. O cara quer jogar, está saudável o suficiente na visão dele, e ainda perde uma grana considerável por causa de uma decisão questionável da organização. E aí, vocês acham que os Bucks fizeram certo ou foi protecionismo demais?

  • Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Gente, essa história do Giannis é muito mais séria do que a gente imaginava. O Greek Freak e o empresário dele se reuniram com os donos do Milwaukee em janeiro pra cobrar um acordo que já existia desde 2020 — basicamente, se a situação ficasse ruim, eles ajudariam numa troca “amigável”.

    E olha, a situação realmente ficou ruim. Logo depois dessa reunião, o GM Jon Horst foi direto ao ponto com o Giannis: “cara, eu tô negociando sua troca e você pode não estar aqui na temporada 26-27”.

    Imagina receber essa no vestiário?

    A dança das cadeiras antes do deadline

    Mais de 12 times ligaram pro Milwaukee antes do deadline de fevereiro. Os principais interessados? Minnesota, Miami e Golden State. E pelo que rolou, o Horst tava negociando sério mesmo — não era só pra subir o preço.

    O Heat chegou perto, cara. MUITO perto. A proposta deles era o Tyler Herro, o rookie Kel’el Ware e várias picks de draft. Milwaukee quase aceitou no dia 4 de fevereiro, mas no último minuto a diretoria resolveu segurar pra tentar algo melhor no verão.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. O Herro é bom jogador, mas trocar o Giannis por ele seria meio… questionável.

    Alguns executivos ficaram putos porque Milwaukee demorava dias pra responder as ligações (meio desrespeitoso, né?). E teve pedido absurdo também — queriam o Evan Mobley do Cleveland e o VJ Edgecombe dos Sixers, mais outras peças. Aí é demais.

    E agora, josé?

    A situação tá assim: Giannis tem mais um ano garantido de contrato, com opção de jogador em 2027. Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de 4 anos por 275 milhões de dólares em outubro. Se for trocado, só pode renovar 6 meses depois.

    O dono Wes Edens foi claro em março: “uma de duas coisas vai acontecer — ou ele renova, ou é trocado”.

    Na minha visão, o verão vai ser decisivo. Milwaukee precisa mostrar pro Giannis que pode montar um time competitivo ao redor dele. Se não conseguir, acho que a troca acontece mesmo. E vocês, acham que ele fica ou vaza? Pra mim, Miami continua sendo o destino mais provável se ele sair.

    Uma coisa é certa: essa novela tá longe do fim.

  • Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Cara, que temporada azarada pro Kevin Porter Jr. O armador do Milwaukee Bucks operou o joelho direito e já era — temporada acabou pra ele. E olha que ironia: a lesão começou logo nos primeiros 8 minutos do primeiro jogo da temporada. Oito minutos!

    A cirurgia foi feita na terça-feira em Vail, Colorado, pelo Dr. Tom Hackett. Procedimento artroscópico no joelho direito, aquela coisa que a gente torce pra ser simples mas que acabou sendo mais complicada do que imaginavam.

    Doc Rivers conta os bastidores

    O técnico Doc Rivers foi bem honesto sobre a situação toda. “Começou oito minutos depois do primeiro jogo da temporada”, disse Rivers antes do jogo contra o Brooklyn Nets. “Quando você olha como ele jogou no geral, ele teve um ano do caramba e ia ter um ano ainda melhor, mas a lesão pegou ele nos primeiros oito minutos e ele nunca se recuperou totalmente.”

    E aqui que fica emocionante — Porter foi falar com Rivers no domingo e disse: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu na lata: “Não, você tá bem. Você só se machucou. Faz parte do jogo e acontece.”

    Números que mostram o que perdemos

    Olha só os números do Porter nessa temporada: 17.4 pontos, 7.4 assistências e 5.2 rebotes em 38 jogos. Pra um cara jogando machucado desde o começo da temporada, esses números são absurdos. Imagina se ele tivesse 100% saudável?

    O último jogo dele foi em 17 de março. Desde então, o Milwaukee teve que se virar sem um dos seus principais criadores de jogada. E agora é oficial: não volta mais essa temporada.

    Sinceramente, acho que essa história do Porter mostra como o basquete pode ser cruel às vezes. O cara com 25 anos, na força da idade, querendo mostrar serviço no Milwaukee, e uma lesão no joelho direito estraga tudo. Vocês acham que ele volta com força total na próxima temporada, ou essas lesões no joelho sempre deixam aquela pulga atrás da orelha?

  • Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Cara, tem coisa mais triste no basquete do que ver um time campeão virando piada? Os Bucks de 2026 conseguiram esse feito “épico” — e olha que eu uso épico no sentido mais irônico possível.

    A temporada virou funeral depois que mandaram Damian Lillard embora e gastaram 113 milhões de dólares pra… bem, pra nada. Imaginem só: eles esticaram esse dinheiro por cinco anos pra poder contratar Myles Turner por quatro anos e 108 milhões. Matemática que nem eu entendo direito, mas o resultado tá aí: 22,5 milhões por ano jogados no lixo até 2030.

    O grito de desespero do Bobby Portis

    Dezembro foi o mês em que tudo desmoronou de vez. Depois de levar uma surra histórica de 45 pontos do Brooklyn Nets (sim, aquele mesmo Brooklyn que tava uma bagunça), os caras chegaram no treino como se nada tivesse acontecido.

    Aí que o Bobby Portis — que é meio que a alma desse time desde 2021 — perdeu a paciência completamente:

    “É por isso que somos uma m***a — agimos como se tudo estivesse bem, sem nenhuma urgência. Perdemos por 45 pontos. A linguagem corporal de todo mundo é terrível. Ninguém escuta os técnicos.”

    Imagina a cena: um cara que conquistou título com essa franquia tendo que gritar com os companheiros porque ninguém mais ligava. Sinceramente, dói só de pensar.

    Giannis pedindo música

    E o Giannis? Rapaz, o cara basicamente implorou pra sair desde maio passado. Teve até reunião na Grécia no meio do ano — coisa de filme mesmo — onde ele deixou claro que só jogaria nos Knicks se saísse de Milwaukee.

    Os números não mentem: 17-19 com ele em quadra, 14-28 sem ele. O cara jogou apenas 36 partidas na temporada — recorde negativo da carreira. E quando jogou aquele jogo contra o Minnesota onde levaram 33 de diferença em casa, a torcida vaiou ele. ELE! O cara que trouxe o único título da história moderna da franquia.

    “Parece um funeral”, disse uma fonte do time após aquela derrota. E olha, não tá errado não.

    O fim de uma era dourada

    Pela primeira vez desde 2016, os Bucks vão participar da loteria do draft. Nove anos consecutivos de playoffs pelo ralo. Não ganham uma série de playoff desde 2022. E pra fechar com chave de ouro, bateram o recorde histórico da franquia com 13 derrotas por 25+ pontos numa única temporada.

    Entre 27 de fevereiro e 4 de março, eles perderam quatro seguidas sendo superados por 97 pontos somados. Noventa e sete! É um número que nem faz sentido pra quem torce pra esse time.

    Vocês acham que dá pra recuperar essa relação entre Giannis e Milwaukee? Porque pela forma que as coisas andam, esse divórcio vai ser bem mais feio do que a gente imagina. E pensar que há poucos anos eles eram os reis do Leste…

    O basquete é isso aí: uma hora você tá no topo do mundo, na outra tá explicando como conseguiu desperdiçar um dos melhores jogadores da década.

  • Bucks destrói Grizzlies por 131-115 com show do banco

    Bucks destrói Grizzlies por 131-115 com show do banco

    Cara, que jogaço foi esse dos Bucks ontem! Milwaukee simplesmente atropelou Memphis por 131-115 em casa, numa partida que mostrou a diferença que um banco forte faz na NBA.

    O destaque da noite foi Ryan Rollins, que voltou de uma lesão no quadril e mandou 24 pontos — o cara tava claramente com saudade de jogar bola. Do outro lado, Rayan Rupert fez o que pôde pelos Grizzlies com 33 pontos, mas sozinho não dá, né?

    Primeiro tempo de montanha-russa

    Memphis começou bem (até aí normal, sempre tem essa), abrindo 9-3 com Rupert mandando logo 5 pontos. Mas aí os Bucks acordaram pra vida. Foi um show: sequência de 13-0 com bolas de três de Myles Turner e AJ Green que deixou a galera de Memphis meio perdida.

    Rollins mostrou por que tava com tanta saudade — dois dribles desconcertantes no Toby Okani e um fadeaway de meio da quadra que foi pura poesia. O primeiro quarto terminou 34-25 para Milwaukee depois de um buzzer-beater do Cormac Ryan que deixou todo mundo de pé.

    No segundo quarto foi mais do mesmo, só que pior para Memphis. Rollins continuou destruindo — 8 pontos logo de cara numa sequência de 12-3 que abriu 19 pontos de vantagem. Sinceramente, dava até dó de ver como o ataque dos Grizzlies não funcionava. A única coisa boa era o Rupert (francês, aliás) fazendo chuva com 25 pontos só no primeiro tempo.

    A virada que não veio

    Terceiro quarto foi tenso. Memphis voltou com tudo, Walter Clayton Jr. finalmente acordou do sono profundo que tava no primeiro tempo. A diferença que era gorda foi minguando, mas Milwaukee ainda segurava 92-87 entrando no último período.

    E foi aí que a coisa ficou interessante. Olivier Maxence-Prosper fez uma enterrada que deixou tudo 2 pontos de diferença e, cara, por um momento eu pensei “vai que Memphis vira isso aqui”.

    Mas aí entrou em cena o herói improvável da noite: Jericho Sims. O cara simplesmente decidiu que Memphis não ia passar. Defesa nos caras importantes, assistência certeira pro Ryan embaixo da cesta, tela libertadora pro Prince meter uma bola de três e ainda uma enterrada de putback que abriu 10 pontos quando faltavam 6 minutos.

    O banco fez a diferença

    Olha, tem uma estatística que conta toda a história: o banco dos Bucks fez 61 pontos. Sessenta e um! Os caras de Memphis? 29. Diferença de 32 pontos vindos do banco — isso ganha jogo em qualquer lugar do mundo.

    Milwaukee fechou com estilo: arremesso de meia distância do Alex Antetokounmpo (sim, irmão do Giannis) e uma enterrada do Thanasis após passe alley-oop que fez o Fiserv Forum explodir de vez.

    Com essa vitória, os Bucks chegaram a 31-47 na temporada. Não é lá essas coisas, mas pelo menos estão mostrando que têm peças interessantes para o futuro. E vocês, acham que esse time tem potencial para crescer mais ou ainda falta muita coisa?

  • Bucks zoam LeBron após vitória: ‘todo mundo ama essas cidades’

    Bucks zoam LeBron após vitória: ‘todo mundo ama essas cidades’

    Os Bucks simplesmente não perdoaram. Depois do LeBron mandar aquela sobre Milwaukee e Memphis, o time de Wisconsin decidiu zuar o Rei após vencer os Grizzlies por 131 a 115 no domingo.

    A treta toda começou na semana passada quando o LeBron foi sincero demais (ou sem filtro demais, vai saber) num podcast. Perguntaram se ele tava cansado das viagens da NBA aos 41 anos, e aí ele soltou o verbo:

    “O King desabafou mesmo”

    “Uma terça-feira aleatória em Milwaukee ficando no Hyatt aos 41 anos, vocês acham que eu quero fazer essa merda? Estar em Memphis numa quinta-feira aleatória”, disse LeBron. E não parou por aí — ainda sugeriu que os Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville porque lá tem “tudo que precisa”.

    Cara, eu até entendo a frustração do cara. Depois de 20 anos na liga, ficar em hotel ruim deve ser punk mesmo. Mas falar isso publicamente? Meio desnecessário, né não?

    Milwaukee não esquece, Milwaukee não perdoa

    E os Bucks, que conhecem bem o LeBron de longas datas, decidiram revidar na rede social. Postaram a vitória sobre Memphis com a legenda: “Vencemos o confronto entre as duas cidades favoritas de todo mundo”.

    Genial. Simplesmente genial. É o tipo de zoação que eu faria se fosse admin da conta dos Bucks (risos). O timing foi perfeito — acabaram de bater Memphis e já mandaram a indireta.

    O Doc Rivers, técnico dos Bucks, ainda brincou depois: “Acho que deveríamos fazer uma troca por ele. Deixa ele ver Milwaukee direito que vai mudar de opinião”. Mesmo sabendo que ia tomar multa por falar de trade, o cara não resistiu.

    LeBron tentou se explicar (meio tarde)

    No sábado, quando a polêmica já tava pegando fogo, LeBron tentou dar uma amenizada. Disse que o problema não era com as cidades em si, mas com o hotel específico onde fica em Memphis — o Hyatt Centric.

    “Não tô falando da cidade, do povo de Memphis. Eu não gosto de ficar no Hyatt Centric”, explicou. “Qual o problema nisso? As pessoas precisam relaxar.”

    Olha, eu meio que entendo o ponto dele. Hotel ruim estraga qualquer viagem mesmo. Mas será que não dava pra resolver isso internamente com os Lakers ao invés de desabafar em público?

    Sorte do LeBron que os Lakers não jogam mais em Milwaukee nem Memphis nesta temporada. E olha que ganharam os dois jogos lá — imagina se tivessem perdido, a zoação seria ainda pior. O que vocês acham? LeBron exagerou ou foi só sincero demais?

  • Giannis pode sair do Bucks? A bomba que pode explodir na NBA

    Giannis pode sair do Bucks? A bomba que pode explodir na NBA

    Olha, eu não queria acreditar nisso, mas as coisas estão ficando cada vez mais tensas entre Giannis Antetokounmpo e o Milwaukee Bucks. Marc Stein, que é uma fonte confiável pra caramba, está dizendo que a expectativa de uma troca do Greek Freak neste verão só aumenta.

    E cara, a situação está um caos total. A NBA está investigando os Bucks por causa da política de participação de jogadores — basicamente questionando se o Giannis realmente estava machucado ou se estava sendo poupado sem motivo.

    O climão entre Giannis e a direção

    A história fica ainda mais bizarra. Os Bucks falaram pros investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Mas o próprio jogador disse pra liga que já está 100% recuperado da lesão no joelho esquerdo que sofreu em março.

    Sinceramente? Parece que ninguém está falando a mesma língua nessa organização.

    Mas o que mais me chocou foi a declaração do governador do time, Wes Edens, que praticamente deu um ultimato: ou o Giannis assina uma extensão ou é trocado nesta offseason. Mano, imagina falar isso publicamente sobre um bicampeão de MVP?

    “Como um tapa na minha cara”

    A resposta do Giannis foi devastadora. Ele disse que aquilo foi “como um tapa na minha cara”. E complementou falando que não se sente “confortável conversando com ninguém” da direção do Bucks.

    Cara, quando um jogador do calibre do Giannis fala isso publicamente, é porque a coisa está realmente feia nos bastidores. Lembra um pouco do que rolou com o Kawhi em San Antonio, não acham?

    Olha, eu sempre torci pra que o Giannis ficasse em Milwaukee — é bonito ver um cara construir um legado numa cidade pequena. Mas se a relação chegou nesse ponto, talvez seja melhor mesmo cada um seguir seu caminho.

    A questão agora é: que time teria estrutura pra bancar uma troca dessas? Porque estamos falando de um dos cinco melhores jogadores da liga. Miami? Brooklyn? Ou será que ele volta pras raízes e vai pro Warriors tentar mais um anel?

    Uma coisa é certa: se essa troca realmente rolar, vai ser o movimento mais impactante da offseason. E vocês, acham que o Giannis realmente vai sair de Milwaukee?

  • Bucks podem demitir Doc Rivers e Taylor Jenkins surge como opção

    Bucks podem demitir Doc Rivers e Taylor Jenkins surge como opção

    Olha, eu não queria acreditar nisso mas parece que a situação do Doc Rivers no Milwaukee tá complicada mesmo. Segundo o Marc Stein, que é uma das fontes mais confiáveis da NBA, os Bucks podem dispensar ou realocar o técnico nesta offseason.

    E sinceramente? Não dá pra dizer que é uma surpresa total. O cara tem 95 vitórias e 100 derrotas em pouco mais de duas temporadas à frente do time. Com um elenco que tem Giannis Antetokounmpo e Damian Lillard, essa campanha é no mínimo decepcionante.

    A ironia do Hall da Fama

    O mais bizarro de tudo? Doc Rivers acabou de ser anunciado como membro do Basketball Hall of Fame para a classe de 2026. Imagina a situação: o cara entra pro Hall da Fama mas pode estar desempregado na mesma época. Só na NBA mesmo pra essas reviravoltas malucas acontecerem.

    Não vou mentir — Rivers tem um currículo respeitável. Campeão em 2008 com os Celtics, experiente, conhece a liga como poucos. Mas às vezes o timing não bate, né? E em Milwaukee, parece que a química nunca rolou de verdade.

    Taylor Jenkins como plano B

    Se os Bucks realmente decidirem partir pra outra, Taylor Jenkins aparece como um nome forte na corrida. Ex-técnico do Memphis Grizzlies, o cara fez um trabalho interessante por lá — principalmente desenvolvendo o Ja Morant e criando uma identidade defensiva sólida.

    Jenkins tem 39 anos e representa essa nova escola de técnicos da NBA. Será que ele conseguiria extrair o máximo desse elenco dos Bucks? Na minha opinião, vale a tentativa. O time precisa de uma nova energia, de alguém que consiga fazer os caras jogarem como um grupo unido.

    E vocês, acham que é hora de mudança mesmo em Milwaukee? Ou dão mais uma chance pro Doc Rivers mostrar serviço?

  • Giannis detona os Bucks: ‘Foi um tapa na minha cara’

    Giannis detona os Bucks: ‘Foi um tapa na minha cara’

    Cara, o Giannis finalmente falou o que todo mundo tava esperando ouvir sobre essa confusão toda com os Bucks. E não foi nada bonito. O Greek Freak simplesmente detonou a diretoria de Milwaukee numa entrevista que vai dar o que falar.

    A bomba veio quando o dono do time, Wes Edens, basicamente deu um ultimato público: ou o Giannis assina a extensão de contrato de 275 milhões de dólares em outubro, ou vai ser trocado. Imagina você sendo leal a uma organização por anos e o cara vai lá e fala isso pro mundo inteiro?

    “Um tapa na minha cara”

    E o que o Giannis achou disso? “Para mim, foi como um tapa na minha cara”. Duas vezes ele repetiu essa frase na entrevista. Duas!

    Olha, eu entendo a revolta do cara. Aqui temos um jogador que sempre foi transparente sobre querer ficar em Milwaukee, que já trouxe um título pra cidade, e a diretoria resolve fazer esse tipo de pressão pública? Meio deselegante, né não?

    O mais absurdo é que durante toda essa temporada 2025-26, o Giannis teve apenas UMA chamada no Zoom com os donos. Uma! Como é que você constrói relacionamento assim? O cara descobriu sobre a posição do time através da mídia, igual a gente. Que situação…

    Comunicação quebrada

    Quando perguntado sobre como anda o papo com a diretoria, a resposta do Giannis foi direta: “Ninguém. Eu não me sinto confortável falando com ninguém”.

    Isso é preocupante demais, gente. Um jogador do calibre do Giannis não se sentir à vontade pra conversar com a própria organização? Algo tá muito errado nessa história. Ele até admitiu que se fechou mais, tanto nesta temporada quanto no verão passado.

    E vocês acham que isso vai se resolver até outubro? Porque se não rolar, vamos ter uma das maiores trocas da história da NBA. Imaginem o Giannis vestindo outra camisa…

    O mais legal da entrevista foi quando ele falou sobre lealdade e respeito. “Sou alguém que foi leal e mostrou gratidão ao time, à comunidade, aos fãs”. E realmente, o cara sempre foi classe total em Milwaukee. Nunca criou caso, sempre deu a cara a tapa.

    Sinceramente? Acho que os Bucks erraram feio nessa abordagem. Você não trata um cara como o Giannis dessa forma. Ele mesmo falou que já desmentiu rumores de troca duas vezes nesta temporada – no início e em fevereiro. Cara comprometido, né?

    A única carta que sobrou pro Giannis é mesmo o contrato. Como ele disse, podem menosprezar, falar “ah, ele é um Buck pra vida”, mas no final das contas, é a única alavanca que ele tem pra pressionar por mudanças na franquia.

    E aí, será que rola uma reconciliação até outubro ou vamos ver o Giannis de mudança? Uma coisa eu garanto: se ele sair de Milwaukee, vai ser culpa da diretoria que não soube valorizar uma lenda.

  • LeBron dobra a aposta e detona Milwaukee e Memphis: ‘Não gosto’

    LeBron dobra a aposta e detona Milwaukee e Memphis: ‘Não gosto’

    Cara, o LeBron James simplesmente não tá nem aí pra polêmica. Depois de causar um rebuliço ao sugerir que o Memphis Grizzlies deveria se mudar pra Nashville, o Rei dobrou a aposta e ainda meteu Milwaukee no meio da história.

    Aos 41 anos, o cara tá cansado de viajar pra certos lugares — e não esconde isso de ninguém. “Eu disse Milwaukee também”, disparou LeBron após o treino dos Lakers em Dallas. “Tenho 41 anos, há duas cidades que eu não gosto de jogar agora: Milwaukee e Memphis. Eu nem gosto de ir pra casa, cara, e eu sou de lá.”

    O que realmente incomoda o Rei

    Olha, vou ser sincero aqui: eu entendo a frustração do cara. Imagina você com 41 anos, corpo moído, tendo que ficar num Hyatt qualquer em Milwaukee numa terça-feira aleatória? O LeBron foi bem específico sobre isso no programa “Bob Does Sports” que gerou toda essa confusão.

    “Uma terça-feira aleatória em Milwaukee, ficando no Hyatt aos 41 anos; vocês acham que eu quero fazer essa merda?”, disse ele no show. E sobre Memphis: “Estar em Memphis numa quinta-feira aleatória? Vocês têm que se mudar. Vão pra Nashville. Lá tem Vanderbilt, tem NASCAR, tem estádio. Não têm um time de hockey também? Têm tudo.”

    A polêmica racial que ninguém pediu

    Aí que a coisa ficou complicada. Muita gente interpretou os comentários como algo racial, já que Memphis tem uma das maiores populações negras proporcionalmente entre as cidades da NBA. Mas o LeBron foi direto: “Eu disse que não gosto de pessoas negras? Não.”

    Sinceramente, acho que o pessoal forçou a barra nessa. O cara tá reclamando de hotel ruim, não da população da cidade. “Não estou falando sobre a cidade ou as pessoas de Memphis. Não gosto de ficar no Hyatt Centric. Qual o problema nisso?”, explicou LeBron.

    E vocês sabem como é — quando você tem 41 anos e já conquistou tudo, o filtro meio que sai, né? (Sem contar que ele ainda defendeu o Bronny estar no time, que é outra polêmica à parte).

    O prefeito de Memphis, Paul Young, até tentou transformar a crítica em algo positivo, convidando o LeBron pra conhecer melhor a cidade. “Venha pra Memphis e dê uma volta comigo”, escreveu no Facebook. “Vou te mostrar a cultura e as oportunidades de investimento numa das maiores cidades majoritariamente negras do país!”

    No final das contas, vocês acham que o LeBron foi longe demais ou só falou o que muitos veteranos pensam mas não têm coragem de dizer?