Tag: Minnesota Timberwolves

  • Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Cara, que primeiro tempo maluco foi esse entre Nuggets e Timberwolves! Sinceramente, eu já tava pensando que ia ser mais um passeio de Denver depois que eles abriram 44-25 no primeiro quarto. Mas aí que você vê — playoffs é outro nível, mano.

    Os Nuggets começaram destruindo tudo, principalmente no garrafão. Parecia que ia ser fácil fazer 2-0 na série. Só que Minnesota não tava nem um pouco disposto a entregar os pontos de bandeja. No segundo quarto foi praticamente o oposto: 39-25 para os Wolves, atacando a defesa interior de Denver sem dó.

    A bomba do Murray

    Quando você achava que Minnesota ia pro intervalo na frente, o Jamal Murray resolve fazer uma dessas que a gente só vê em filme. Com 2.6 segundos no relógio e Denver perdendo por 3, Anthony Edwards vacilou feio e cometeu uma caminhada que devolveu a posse pros Nuggets.

    E aí que acontece a mágica: Murray recebe a bola no fundo da quadra e simplesmente manda uma bomba de além do meio da quadra. Do MEIO DA QUADRA, meu amigo. A bola entra limpinha no buzzer e empata o jogo em 64 a 64.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essas cestas do meio da quadra no buzzer ainda me arrepiam. É o tipo de jogada que muda completamente o clima do jogo.

    Rivalidade que não decepciona

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves tá virando tradição nos playoffs — terceiro encontro em quatro anos. E cara, nunca decepciona. São sempre jogos pegados, com muito drama e jogadas decisivas.

    Murray já tinha sido o cara no Jogo 1 com 30 pontos, e tá mostrando mais uma vez por que é tão perigoso nessa época do ano. O moleque simplesmente cresce nos momentos grandes.

    Vocês acham que essa cesta vai ser o ponto de virada da série? Porque momentum em playoffs é coisa séria, e entrar pro segundo tempo empatado depois de estar perdendo é completamente diferente de entrar atrás no placar.

    Uma coisa é certa: se o primeiro tempo já foi assim, imagina o que vem pela frente nesse jogo. Playoff basketball no seu melhor!

  • Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou no primeiro tempo entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite. Foi uma montanha-russa emocional que só os playoffs da NBA conseguem entregar.

    Denver começou voando — e quando eu digo voando, é voando mesmo. 44 a 25 no primeiro quarto. Eu já tava ali pensando “pronto, os Nuggets vão fazer 2 a 0 na série sem nem suar”. Ledo engano.

    Os Wolves acordaram no segundo quarto

    Minnesota simplesmente decidiu que não ia morrer na praia. No segundo quarto, os caras viraram uma máquina de atacar o garrafão de Denver e aplicaram um 39 a 25 que quase virou o placar completamente. Anthony Edwards comandando a reação, óbvio.

    Com 2.6 segundos no relógio, Minnesota na frente por 3 pontos, e eu já imaginando os Wolves indo pro vestiário com vantagem. Aí que entra a magia do Jamal Murray.

    A bomba que parou tudo

    Depois de um traveling do Edwards (que azar, né?), os Nuggets tiveram uma última chance. E olha, quando vi Murray pegando a bola quase na linha de meio campo, pensei “não vai fazer isso, né?”. Fez. E que arremesso foi esse!

    O cara soltou uma bomba de além do logo da NBA no meio da quadra. A bola subiu, subiu, desceu e… SWISH! Empate em 64 a 64 no buzzer. Sinceramente, essas são as jogadas que fazem a gente lembrar por que amamos tanto esse esporte.

    Murray já tinha feito 30 pontos no Jogo 1 e tava comandando o ataque dos Nuggets novamente. Mas essa jogada? Isso aí é coisa de monstro mesmo. E vocês viram a reação do banco de Denver? Parecia que tinham ganhado o título já.

    Rivalry que não decepciona

    Esses dois times têm um histórico absurdo nos playoffs — se enfrentaram em três das últimas quatro pós-temporadas. E toda vez é essa loucura. Sinceramente acho que não existe rivalidade mais equilibrada na NBA hoje.

    O que mais me impressiona é como esses jogos sempre entregam momentos épicos. E esse arremesso do Murray? Vai ficar na memória por muito tempo. Agora é torcer pra que o segundo tempo tenha mantido esse nível — porque se foi assim, os fãs de basquete ganharam um presente e tanto.

  • Finch explode: ‘Talvez a gente devesse começar a simular também’

    Finch explode: ‘Talvez a gente devesse começar a simular também’

    Cara, o Chris Finch não engoliu essa. O técnico dos Wolves tá pistola com a disparidade de lances livres no Jogo 1 contra os Nuggets e mandou a real: “Talvez a gente devesse começar a simular também”.

    O que deixou o cara mais irritado? Jamal Murray indo 16 de 16 nos lances livres. Dezesseis tentativas perfeitas! Enquanto isso, Minnesota arremessou apenas 19 lances livres no total na derrota por 116-105. Finch chamou as 16 tentativas do Murray de “quebra-cabeça” – e olha, eu entendo a frustração dele.

    A filosofia dos lances livres na NBA atual

    “A liga está em um ponto agora onde você cria o contato, cai para o lado, e é recompensado”, desabafou Finch antes do Jogo 2. “Caras que tentam jogar através do contato, esse primeiro nível de contato, e ficam firmes na penetração, eles tendem a não ser recompensados.”

    E aí ele foi direto ao ponto, citando seus dois principais jogadores. “Julius [Randle] não é um simulador. Ant [Anthony Edwards] não é um simulador. Esses são penetradores físicos. Eles jogam através da primeira linha de contato muitas vezes.”

    Sinceramente? Finch tem um ponto. Edwards e Randle são jogadores que vão com tudo pro garrafão, mas parece que quem “vende” melhor o contato leva vantagem na arbitragem moderna.

    Murray responde e Adelman entra na conversa

    Murray, claro, não gostou das reclamações. O cara disse que não entende o escândalo todo porque foi realmente faltado pelos físicos Wolves. “Nem todas eram faltas. Algumas eram faltas”, admitiu Finch depois, meio que dando o braço a torcer.

    David Adelman, técnico assistente dos Nuggets, jogou uma pazada: “São os playoffs. Todo mundo faz política depois dos jogos”. E completou lembrando que algumas das idas de Murray à linha foram por faltas flagrantes e técnicas de Minnesota no Jogo 1 físico.

    O interessante é que Adelman tocou numa questão importante: “Às vezes quando você assiste o filme, você fala: ‘É, esse cara foi faltado mesmo’. Há noites que jogamos contra alguém que arremessa muitos lances livres, e eu não volto nos lances pensando ‘não acredito que conseguimos todas essas marcações’. Eu penso: ‘Por que estamos cometendo tantas faltas?’”

    O que vocês acham? Finch tem razão em reclamar da arbitragem ou os Wolves precisam se adaptar melhor ao jogo moderno? Uma coisa é certa: com arbitragem diferente no Jogo 2, vai ser interessante ver se o padrão muda.

  • Finch explode: ‘Talvez a gente tenha que começar a encenar também’

    Finch explode: ‘Talvez a gente tenha que começar a encenar também’

    Olha, o Chris Finch tá pistola. E não é pra menos — ver o Jamal Murray indo pra linha de lance livre 16 vezes no Jogo 1 contra apenas 9 tentativas dos seus dois craques principais? Dá pra entender o desespero do técnico do Minnesota.

    “Talvez a gente tenha que começar a encenar também”, disparou Finch antes do Jogo 2. Cara, quando um técnico fala isso abertamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A matemática não fecha

    Vamos aos números que deixaram o Minnesota revoltado: Denver teve 33 lances livres no total contra apenas 19 do Timberwolves. Julius Randle e Anthony Edwards — os caras que carregam o ataque — somaram míseros 9 lances livres juntos. Murray sozinho teve quase o dobro disso.

    “Julius não é um cara que encena. Ant não é um cara que encena”, explicou Finch. “Eles são jogadores físicos que dirigem forte pra cesta. Eles jogam através do primeiro contato. Muitas vezes nesse ponto de contato, se você fingir que caiu, você ganha a falta. Mas se você continua jogando, os árbitros pensam ‘deixa o jogo fluir’”.

    Sinceramente? Finch tem um ponto. Quantas vezes a gente não vê o Edwards voando pra cesta, tomando pancada e não ganhando falta porque ele é forte demais pra “vender” o contato?

    David Adelman rebate

    Do outro lado, o técnico do Denver não gostou nada da insinuação. David Adelman foi na matemática: quatro dos 16 lances livres do Murray vieram de uma falta flagrante num arremesso de 3 e de uma técnica. “Então foram 12”, disse. “E ele foi faltado. São os playoffs. Todo mundo faz política depois dos jogos”.

    E o cara tem razão também — Murray não tava “passeando” pra linha de lance livre. O menino tava jogando no meio da pancadaria que o Minnesota sempre promove. Vocês sabem como é o Timberwolves: eles vão no limite da físicalidade o tempo todo.

    Mas Finch não deu o braço a torcer: “Algumas eram faltas sim, mas quando você revê o filme, nem todas eram faltas”.

    A eterna polêmica da arbitragem

    No fundo, isso é reflexo de uma discussão maior que rola na NBA há anos. A liga tá num momento onde quem “vende” o contato ganha mais falta do que quem tenta jogar através dele. É frustrante pra caramba ver caras como Edwards e Randle — que são máquinas de ir pra cesta — sendo prejudicados por jogar “do jeito certo”.

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves começou naquela série épica de 2024, quando o Minnesota eliminou Denver em sete jogos. E pelo visto, continua pegando fogo em 2026.

    O que vocês acham? Finch tá certo em reclamar ou é só choro de técnico que perdeu o primeiro jogo?

  • Nuggets viram jogo físico e abrem 1-0 contra os Wolves nos playoffs

    Nuggets viram jogo físico e abrem 1-0 contra os Wolves nos playoffs

    Que jogaço foi esse entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite! Denver conseguiu virar um jogo que começou péssimo e abriu 1-0 na série dos playoffs com uma vitória por 116-105. E olha, não foi nada fácil não.

    Jamal Murray foi simplesmente monstro: 30 pontos com um aproveitamento PERFEITO nos lances livres — 16 de 16. Cara, isso é coisa de outro mundo. O mais impressionante? Ele tava 0 de 8 do perímetro, mas encontrou outras formas de decidir o jogo. Isso que é estrela, né?

    Jokic com triple-double e nariz sangrando

    O Joker fez mais um triple-double (25 pontos, 13 rebotes, 11 assistências), mas dessa vez levou uma porrada que deixou o nariz sangrando. O jogo foi físico pra caramba — 42 faltas marcadas! Teve empurrada do Jaden McDaniels no Jokic, técnica no técnico David Adelman, enfim… foi guerra mesmo.

    Na minha visão, esse tipo de jogo é exatamente o que define playoffs. Nada vem fácil, cada posse é uma batalha. E o Denver mostrou que tem a experiência pra lidar com essa pressão.

    A virada épica no terceiro período

    Os Nuggets estavam perdendo por 12 pontos no começo, mas aí veio aquela sequência absurda: 17-2 no terceiro quarto. Os Wolves ficaram mais de 4 minutos sem fazer uma cesta sequer. Sinceramente, quando um time pára assim nos playoffs, é sinal de que a pressão bateu.

    Anthony Edwards fez 22 pontos mesmo jogando machucado (problema no joelho direito), mas não conseguiu sustentar o ritmo do começo. Do lado de Denver, Aaron Gordon contribuiu com 17 pontos mesmo com problema de falta no início.

    O mais louco foi um arremesso do Murray do meio da quadra quando o cronômetro tava acabando — a bola raspou no aro, zerou o cronômetro e resultou numa enterrada do Gordon que praticamente fechou o jogo (108-101 faltando 1:50).

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar no Jogo 2? Porque sinceramente, quando você perde um jogo desses em casa do adversário, a pressão só aumenta. E olha que essas duas equipes são muito pareadas — desde 2022-23, Denver lidera o histórico por apenas 15-14!

    Jogo 2 é na segunda-feira. Espero outro jogaço como esse.

  • Murray perfeito nos lances livres destrói Timberwolves no Jogo 1

    Murray perfeito nos lances livres destrói Timberwolves no Jogo 1

    Cara, o Jamal Murray simplesmente decidiu que não ia errar NADA na linha do lance livre ontem à noite. 16 de 16! Dezesseis acertos em dezesseis tentativas. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Os Nuggets venceram os Timberwolves por 116-105 no primeiro jogo da série de playoffs, e sinceramente? Foi muito mais emocionante do que esse placar final sugere. Murray terminou com 30 pontos sendo perfeito nos lances livres, enquanto o Jokic fez mais um daqueles triple-doubles absurdos: 25 pontos, 13 rebotes e 11 assistências.

    Jogo físico demais (e o Jokic até sangrou)

    Olha, quando eu falo que o jogo foi físico, é porque foi FÍSICO mesmo. 42 faltas marcadas no total – isso é coisa pra caramba. O Jokic terminou até com o nariz sangrando, e rolou empurra-empurra com o Jaden McDaniels que rendeu técnica por conduta antidesportiva.

    O mais impressionante é que Denver estava perdendo por 12 pontos no começo do jogo. Doze! Aí veio aquela virada clássica dos Nuggets: uma sequência de 17-2 no terceiro quarto que mudou completamente o rumo da partida. Os Timberwolves ficaram mais de 4 minutos sem marcar um ponto sequer – isso em playoffs é praticamente uma eternidade.

    A jogada da noite (que quase não deu certa)

    Mas a jogada que eu mais curti foi uma que o Murray fez quase no final. O tempo do ataque tava acabando, ele arremessou da meio da quadra mesmo (tipo aqueles arremessos desesperados que a gente faz no fim do tempo), a bola bateu na aro e resetou o relógio. Resultado? Aaron Gordon conseguiu fazer uma enterrada que praticamente selou o jogo, 108-101.

    Anthony Edwards jogou machucado (joelho dolorido) e ainda assim fez 22 pontos. Isso que é guerreiro. Do lado dos Nuggets, o Aaron Gordon contribuiu com 17 pontos mesmo tendo problemas com faltas no começo.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem reagir no Jogo 2? Porque Denver tá numa sequência de 13 vitórias consecutivas desde março. Na minha opinião, vai ser difícil parar esse time quando o Murray tá acertando tudo e o Jokic fazendo as jogadas impossíveis parecerem fáceis.

  • Murray explode com 30 e Jokic faz triple-double na vitória dos Nuggets

    Murray explode com 30 e Jokic faz triple-double na vitória dos Nuggets

    Cara, que jogaço! Os Nuggets abriram a série contra os Timberwolves da melhor forma possível: com uma vitória convincente por 116-105 em casa, e olha que não foi fácil não.

    Jamal Murray simplesmente resolveu destruir todo mundo na noite de sábado. 30 pontos. Trinta! E o mais impressionante? O cara foi perfeito nos lances livres: 16/16. É isso mesmo, não errou nenhum. Murray carregou o ataque no primeiro tempo e mostrou exatamente por que a dupla dele com Jokic é tão temida nos playoffs.

    O MVP fazendo MVP things

    E por falar em Jokic… meu Deus, que aula o sérvio deu. Triple-double com 25 pontos, 13 rebotes e 11 assistências. Na moral, esse cara faz isso parecer fácil demais. Especialmente no final do jogo, quando Minnesota conseguiu encostar no placar (chegou a 2 pontos de diferença!), foi o Jokic quem botou a casa em ordem com 7 pontos consecutivos.

    Aaron Gordon também apareceu bem quando precisou: 17 pontos e 8 rebotes. O cara é fundamental nesse time dos dois lados da quadra, e quem esqueceu disso tomou uma bela lição de casa ontem.

    Minnesota lutou mas não foi suficiente

    Olha, os Timberwolves não entregaram fácil não. Anthony Edwards até que tentou (22 pontos), mas dava pra ver que ele ainda tá sentindo aquela lesão no joelho que o tirou do final da temporada regular. Começou 4/12 nos arremessos e claramente não tava 100%.

    Julius Randle também teve uma noite complicada – 16 pontos em 16 tentativas. Quando seus dois principais pontuadores não estão no ritmo, fica difícil. O cara que mais se destacou pelos Wolves foi o Rudy Gobert: 17 pontos em 8/9 nos arremessos. Pelo menos alguém acertou a cesta por lá.

    A defesa de Denver, que foi meio apagada na temporada regular (21º colocada na liga), resolveu aparecer na hora certa. Seguraram Minnesota numa rating ofensiva de apenas 104 – muito abaixo da média da temporada deles.

    O jogo teve de tudo: corridas, contra-ataques, tensão (Jaden McDaniels até empurrou o Jokic pelas costas e tomou técnica) e aquele drama todo de playoff que a gente ama. Minnesota ainda conseguiu uma corrida de 17-6 no último quarto e deixou tudo emocionante, mas no finalzinho apareceu o DNA de campeão dos Nuggets.

    Agora é esperar o Jogo 2 na segunda-feira. Vocês acham que Minnesota consegue empatar a série em Denver? Eu tenho minhas dúvidas, mas essa rivalidade sempre entrega jogos incríveis.

  • Murray meteu 16/16 nos lances livres e o técnico de Minnesota ficou puto

    Murray meteu 16/16 nos lances livres e o técnico de Minnesota ficou puto

    Cara, que jogaço foi esse Game 1 entre Nuggets e Timberwolves! Mas o que tá todo mundo comentando não são os 30 pontos do Jamal Murray, nem o triple-double do Jokić. É os 16 lances livres que o Murray converteu — TODOS os 16.

    Pra vocês terem ideia do absurdo: o time INTEIRO de Minnesota foi 19 vezes na linha. O Murray sozinho foi quase tantas vezes quanto o time adversário completo. Chris Finch, técnico dos Wolves, não conseguiu engolir essa.

    “Os 16 lances livres do Murray foi algo que não dá pra entender”, disse Finch depois da derrota por 116-105. “Achei que fizemos uma boa defesa nele.”

    Murray não tá nem aí pras reclamações

    E o canadense? Nem esquentou a cabeça. “Achei que fui faltado em todas elas. Não sei do que todo mundo tá reclamando. Foram faltas reais”, respondeu Murray, que ainda completou: quando o arremesso de 3 não tava entrando (0 de 8 do perímetro, viu só), ele simplesmente decidiu ir pro garrafão buscar contato.

    Olha, eu entendo a revolta do Finch. Oito lances livres só no segundo quarto? Isso aí é coisa de maluco mesmo. Mas convenhamos — se o cara tá indo pro corpo e conseguindo as faltas, tem que saber aproveitar. E o Murray aproveitou como ninguém.

    O mais impressionante? Ele quebrou um recorde histórico dos Nuggets: maior número de lances livres sem errar em playoffs. O antigo recorde era de Bryant Stith em 1994, com 14 acertos. Murray foi lá e meteu 16/16 como se fosse treino.

    Jokić fazendo Jokić

    Enquanto isso, o Nikola Jokić tava lá fazendo suas coisinhas: 25 pontos, 13 rebotes e 11 assistências. Mais um triple-double pros playoffs (o 22º da carreira dele). O cara é um monstro mesmo — quando ele faz triple-double em playoffs, Denver tem 15-7 de aproveitamento.

    Do outro lado, Anthony Edwards ainda tá voltando de lesão no joelho direito. Fez 22 pontos e 7 assistências, mas admitiu que ainda não tá 100%: “Um pouco cansado”, disse o Ant. Cara, imagina quando ele voltar no ritmo total?

    E aí, pessoal — acham que essa chuva de faltas pro Murray foi justa ou os árbitros exageraram? Porque olhando os números, 16 lances livres pra um cara só é realmente de impressionar. Game 2 na segunda, e aposto que a defesa de Minnesota vai ser bem mais… digamos, criativa.

  • Wolves e Nuggets se enfrentam mais uma vez nos playoffs

    Wolves e Nuggets se enfrentam mais uma vez nos playoffs

    Cara, parece que foi ontem que vimos Timberwolves e Nuggets se pegando nos playoffs, e olha eles aí de novo! Terceira vez em quatro anos que essas duas equipes se encontram na pós-temporada — e sinceramente, eu não me canso desse confronto.

    Os números impressionam: foram 29 jogos entre esses times nos últimos quatro anos. Vinte e nove! É praticamente um relacionamento sério já. Minnesota chega como 6º colocado (49-23) depois de ganhar três dos últimos quatro jogos, enquanto Denver (54-28) garantiu a 3ª posição e também embalou com duas vitórias seguidas.

    Edwards questionável preocupa

    Aqui temos o primeiro drama da série. Anthony Edwards está listado como questionável por causa do joelho, e vocês sabem o quanto isso pode mudar tudo. O cara é o coração ofensivo dos Wolves — sem ele, Minnesota vira um time completamente diferente.

    Na minha opinião, se o Ant-Man não estiver 100%, pode esquecer. Denver já ganhou três dos quatro confrontos da temporada regular, jogando em casa, com Jokic voando… é receita pra massacre. Mas se Edwards estiver bem? Aí a coisa muda de figura.

    Jokic vs Edwards: o confronto que vale ouro

    As projeções apontam Edwards fazendo 29.5 pontos e Jokic com 28.7. Números parecidos, mas estilos completamente opostos. De um lado, a explosão atlética do jovem Edwards. Do outro, a genialidade cerebral do sérvio que já provou que pode carregar time sozinho.

    O que me chama atenção é que Minnesota deve ter sete jogadores em dois dígitos, contra seis de Denver. Isso fala muito sobre o coletivo dos Wolves, que não depende só do Edwards — embora ele seja fundamental.

    Ball Arena às 21h30 (horário brasileiro) de sábado. Denver favoritaço por 6.5 pontos, o que até me parece conservador considerando o fator casa e o histórico recente. Os Nuggets lideram o confronto direto por 100-70 na história.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue surpreender logo de cara? Ou Denver vai mostrar por que é o atual campeão e favorito ao título?

  • Murray meteu 16/16 nos lances livres e deixou os Wolves pistola

    Murray meteu 16/16 nos lances livres e deixou os Wolves pistola

    Cara, o que o Jamal Murray fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. 16 lances livres tentados, 16 convertidos. Cem por cento de aproveitamento numa partida de playoff. E olha que não estou falando de qualquer jogo — foi no Game 1 contra os Timberwolves, aquela série que promete ser guerra desde o primeiro minuto.

    O maluco fez 30 pontos na vitória por 116-105 dos Nuggets, quebrando um recorde da franquia no processo. Mas a parte mais engraçada? Os caras de Minnesota ficaram pistola achando que os lances não eram falta. Murray, na dele, falou depois: “Achei que sofri falta em todos eles. Não sei do que todo mundo tá reclamando. Eram faltas de verdade”.

    Quando a bola de três não entra, você vai na raça

    E olha só a maluquice: Murray errou TODOS os oito arremessos de três que tentou. Isso mesmo, 0/8 do perímetro. Qualquer outro jogador ia desandar, mas não o Murray. O cara simplesmente mudou o jogo, foi pra cima, forçou as faltas e resolveu no lance livre.

    Segundo os dados da ESPN, ele virou apenas o quinto jogador na história dos playoffs a ter 0% de aproveitamento nas bolas de três (mínimo cinco tentativas) e 100% nos lances livres (mínimo dez tentativas) no mesmo jogo. Estatística bizarra, né?

    Os Nuggets como um todo foram monstros nos lances livres: 30/33. E ainda bem, porque eles fizeram apenas 1/17 das bolas de três no segundo tempo. Se não fosse essa clínica nos lances livres, poderiam ter entregado os 15 pontos de vantagem que tinham construído.

    Rivalidade que promete muito suor

    Essa história entre Nuggets e Wolves é fascinante, cara. Desde 2023, eles se enfrentaram mais vezes que qualquer outro par de times na liga. Agora os Nuggets lideram por 15-14 no geral (temporada regular + playoffs). É praticamente par a par.

    Murray falou uma parada interessante sobre como ele evoluiu nos primeiros jogos de série. Lembrou de quando era mais novinho e ficava nervoso, com muita adrenalina — até contou que uma vez contra o Spurs roubou a bola na primeira jogada e arremessou do meio da quadra de tanta empolgação.

    “Aprendi ao longo dos anos a relaxar e jogar como se fosse mais um jogo”, disse Murray. “Sei que vou jogar a maior parte do tempo, não preciso caçar arremesso, o jogo vem até mim.”

    E realmente, o cara está numa temporada espetacular — médias de carreira em pontos, rebotes, assistências e porcentagem de três. Foi o segundo colocado em pontos no clutch time esta temporada. Único jogador a fazer 25 pontos e 7 assistências de média com 40% de aproveitamento nas bolas de três.

    Com Jokic tentando apenas quatro arremessos no primeiro tempo e Aaron Gordon com problemas de falta logo cedo, Murray carregou o piano sozinho. E vocês acham que ele consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, os Wolves vão ter que suar muito pra virar essa parada.