Tag: Minnesota Timberwolves

  • Ant volta segunda e os Wolves precisam MUITO disso

    Ant volta segunda e os Wolves precisam MUITO disso

    Olha, finalmente uma notícia boa pros fãs dos Timberwolves! Anthony Edwards deve voltar na segunda-feira contra o Dallas Mavericks depois de ficar seis jogos fora por causa de uma lesão no joelho. E cara, que momento pra voltar — Minnesota tá literalmente brigando pra não despencar na tabela do Oeste.

    O garoto foi liberado na sexta pra todas as atividades na quadra, mas ainda precisa passar no teste do treino de domingo e no shootaround de segunda antes de ter o aval final. Protocolo normal, né? Mas pelo jeito que os Wolves tão jogando sem ele, apostaria que vão liberar até de maca se precisar.

    A situação tá feia sem o Ant

    No sábado mesmo, os caras tomaram uma surra histórica do Detroit Pistons por 109-87. Mano, que vexame. Pior pontuação da temporada, pior aproveitamento de arremessos, pior dos três pontos — tudo de ruim que você pode imaginar. E olha que ainda tavam sem Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu machucados também.

    32% de aproveitamento geral e 21% das três pontos. Vinte e um por cento! Eu já vi jogador de fim de semana no Ibirapuera acertar mais que isso. Forçaram 20 turnovers do Detroit mas conseguiram converter em apenas 7 pontos. É de chorar mesmo.

    “A gente não pode relaxar agora que o Ant tá voltando e falar ‘ei, dá as chaves pro Ant e vai’”, disse Mike Conley. Cara esperto o Conley — sabe que não pode depender só do Edwards pra resolver tudo, mesmo ele sendo um monstro.

    Corrida maluca no Oeste

    A situação na tabela tá absurda. Os Wolves são quintos com 45-29, mas estão apenas 1.5 jogo atrás do Denver (quarto) e meio jogo na frente do Houston (sexto). Ou seja, qualquer escorregada e eles podem despencar feio na classificação.

    E tem mais: Edwards precisa jogar TODOS os oito jogos restantes da temporada regular pra atingir os 65 jogos necessários pra concorrer ao All-NBA. Ele já ganhou o Second Team nos últimos dois anos, seria uma pena perder por não atingir o mínimo de jogos.

    Sinceramente, acho que ele joga mesmo lesionado se for preciso. O cara é competitivo demais pra deixar isso passar. E olhando a agenda que vem pela frente — Detroit, Philadelphia, Orlando e Houston fora de casa — os Wolves vão precisar de cada gota do talento dele.

    Vocês acham que Edwards consegue carregar esse time nas costas pros playoffs? Porque pelo jeito que eles jogaram sem ele, vai ser exatamente isso que ele vai ter que fazer.

  • Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Gente, eu não sei mais o que falar dos Mavericks. Doze derrotas consecutivas jogando em casa. DOZE! É o tipo de sequência que faz qualquer torcedor questionar tudo na vida.

    Dallas recebe Minnesota hoje à noite, e sinceramente? Eu tô mais curioso pra ver se eles conseguem quebrar essa maldição do que propriamente animado com o jogo. Os Wolves estão com 45-29 no quinto lugar do Oeste, enquanto os Mavs… cara, 24-50 no 13º lugar. É deprimente.

    A realidade cruel dos números

    Olha só a situação: Dallas faz 113.9 pontos por jogo, Minnesota permite 114.4. Na teoria, deveria ser equilibrado. Mas quando você está numa sequência dessas, os números viram só papel — o psicológico pesa demais.

    E o pior é que os Mavs não são ruins defensivamente nos rebotes. Terceiro lugar na conferência com 34.2 rebotes defensivos por jogo, liderados pelo P.J. Washington pegando 5.5 por partida. Mas de que adianta pegar rebote se você não consegue ganhar em casa?

    Do lado de Minnesota, os caras estão com aquela confiança de quem briga por playoff. 6-4 em jogos decididos por 3 pontos ou menos — isso é clutch, é mentalidade vencedora. Coisa que Dallas perdeu faz tempo.

    Quando eles se enfrentaram antes…

    Lembra do último confronto em fevereiro? Anthony Edwards meteu 40 pontos e os Wolves ganharam por 122-111. Quarenta pontos! O moleque simplesmente resolveu destruir. Do lado dos Mavs, Khris Middleton fez seus 18 pontos, mas foi insuficiente — como tem sido a temporada toda.

    Agora Edwards está questionável com problema no joelho. Será que isso dá uma chance pros Mavs? Eu quero acreditar, mas com Kyrie Irving fora pela temporada toda (lesão no joelho) e Dereck Lively II também cortado (pé), fica difícil.

    Cooper Flagg tem sido o destaque de Dallas com 20.4 pontos, 6.6 rebotes e 4.6 assistências por jogo. O garoto joga bem, mas carregar um time inteiro nas costas é complicado. E vocês acham que ele aguenta essa pressão toda?

    O que esperar dessa partida

    Minnesota vem irregular — 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é aquela máquina, mas ainda assim são infinitamente mais consistentes que Dallas (3-7 no mesmo período). Julius Randle fazendo seus 20.9 pontos e 6.8 rebotes, Bones Hyland contribuindo com 12.9 pontos…

    Eu vou assistir na esperança de ver Dallas finalmente vencer em casa. Doze jogos seguidos perdendo no próprio território é surreal. Tem que acabar uma hora, né? Mas sendo realista, Minnesota é favorito moleza.

    A única coisa que pode salvar os Mavs é se Edwards realmente não jogar e eles conseguirem explorar isso. Mas conhecendo a temporada deles… melhor nem criar expectativa.

  • Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Mano, o que foi esse massacre defensivo do Detroit ontem? Os Pistons simplesmente destruíram os Timberwolves por 109 a 87, e olha que o ataque deles não tava nada inspirado. Mas quando a defesa resolve aparecer desse jeito, não tem conversa.

    Foi a SEXTA vez na temporada que Detroit segurou o adversário abaixo dos 90 pontos. Sexta! Nenhum outro time na liga conseguiu isso tantas vezes. E os coitados dos Wolves? Apenas 31% de aproveitamento nos arremessos. Trinta e um por cento, cara. Isso é quase desumano.

    Todo mundo machucado, mas a pancadaria continuou

    O negócio tava feio pros dois lados em questão de elenco. Detroit sem Cade Cunningham e Isaiah Stewart. Minnesota sem Anthony Edwards, Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu. Basicamente os caras principais de cada time assistindo de casa.

    Daniss Jenkins, que vinha numa sequência boa substituindo o Cade, simplesmente sumiu do mapa. Até os cinco minutos finais (quando o jogo já tava decidido), o cara tava 2/12 nos arremessos. Dois de doze! E ainda por cima com três assistências e três turnovers. No garbage time conseguiu melhorar os números, mas foi só maquiagem mesmo.

    Jalen Duren também teve dificuldades contra o paredão que é o Rudy Gobert – apenas 10 pontos e 13 rebotes, tentando só sete arremessos. O Gobert tava fazendo sua vida um inferno no garrafão.

    Os coadjuvantes viraram protagonistas

    Aqui que a coisa ficou interessante. Detroit teve SETE caras em dois dígitos de pontuação, com Tobias Harris liderando com 18. Ron Holland acertou duas bolas de três (cada arremesso dele de longa distância é uma benção, vamos combinar) e ainda jogou uma defesa monstruosa.

    Kevin Huerter tá me lembrando muito do Dennis Schröder do ano passado – um cara que você confia de olhos fechados pra tomar a decisão certa. Fez 11 pontos e várias jogadas inteligentes cortando pro cesto e organizando as jogadas.

    Do lado dos Wolves, só Donte DiVincenzo conseguiu fazer alguma coisa. O cara fez 22 pontos e acertou cinco bolas de três, mas olha só: Julius Randle, Naz Reid, Bones Hyland e Mike Conley JUNTOS fizeram 8/38 nos arremessos. Vinte e um por cento de aproveitamento. É de chorar.

    Defesa que dá orgulho

    Ausar Thompson e Ron Holland foram simplesmente implacáveis na marcação. Thompson conseguiu quatro roubos de bola, Holland dois. Mas foi trabalho de equipe mesmo – a defesa dos Pistons tá num nível que dá até arrepio.

    O mais louco? Detroit cometeu 19 turnovers (aquela especialidade deles de entregar a bola de graça), mas Minnesota só conseguiu transformar essas 19 posses extras em… sete pontos. SETE! Isso mostra como a defesa de Detroit tava sufocante.

    Sinceramente, acho que essa é a cara do Detroit quando todo mundo voltar de lesão. Se eles conseguirem manter esse nível defensivo com Cade e Stewart de volta, podem incomodar muito na conferência leste. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse padrão defensivo elite?

  • Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Harris comanda, Pistons destroem Wolves e disparam na liderança do Leste

    Cara, os Pistons estão voando! Na vitória de 109-87 sobre os Timberwolves ontem, Detroit mostrou por que está brigando sério pela primeira colocação no Leste. Tobias Harris foi o cara da partida com 18 pontos, mas o que mais me impressiona é como esse time está jogando coletivamente.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição há uns dois anos atrás. Mas olha só: nove vitórias em 11 jogos e uma vantagem de quatro jogos sobre os Celtics na liderança da conferência. Isso é coisa séria!

    Jogo coletivo que emociona

    O que mais me chamou atenção foi a distribuição dos pontos. Harris liderou com 18, mas teve cinco caras fazendo pelo menos dois dígitos. Daniss Jenkins e Ronald Holland II meteram 13 cada um, e o pivô Jalen Duren fez um double-double sólido: 10 pontos e 13 rebotes.

    Essa distribuição ofensiva é o que separa times bons de times especiais na NBA. Quando você não depende só de uma estrela, fica muito mais difícil de parar.

    Minnesota sem seus principais

    Do outro lado, Minnesota está vivendo um pesadelo com lesões. Anthony Edwards perdeu o sexto jogo seguido por causa de inflamação no joelho direito — e olha que ele é praticamente o motor ofensivo dos Wolves. Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu também ficaram fora.

    Detroit também teve baixa importante: Cade Cunningham continua fora (pulmão colapsado, algo bem sério), mas a diferença é que os Pistons conseguiram se adaptar melhor às ausências.

    Donte DiVincenzo foi praticamente um exército de um homem só para Minnesota, acertando cinco bolas de três e terminando com 22 pontos. Rudy Gobert fez sua parte com 14 pontos e 12 rebotes, mas não foi suficiente. Os Wolves erraram MUITO: apenas 32% dos arremessos de quadra. É difícil ganhar assim.

    E aí, vocês estão acreditando nesse Pistons? Porque eu tô começando a ver esse time fazendo barulho nos playoffs do Leste. Com essa consistência e jogo coletivo, podem incomodar muito os favoritos.

  • Naz Reid leva multa de R$ 300 mil por xingar os árbitros

    Naz Reid leva multa de R$ 300 mil por xingar os árbitros

    Mano, o Naz Reid se deu mal ontem. O pivô do Minnesota Timberwolves levou uma multa de 50 mil dólares — isso é quase 300 mil reais, gente — por ‘questionar a integridade dos árbitros’ durante a vitória apertada por 110-108 contra o Houston Rockets.

    E olha que o cara nem falou algo assim tão absurdo, pelo que a gente sabe. Mas aparentemente foi o suficiente pra deixar os zebras pistolas.

    O que rolou na prorrogação

    A coisa ficou tensa na prorrogação. Faltando 4:13 pro jogo acabar, o Reid tomou uma técnica e foi expulso direto. Não foi só uma reclamação básica, né? O árbitro-chefe Scott Foster disse que o jogador fez uma declaração que questionou a integridade da equipe de arbitragem.

    Sinceramente, eu fico imaginando o que o cara falou. Deve ter sido pesado mesmo, porque geralmente os árbitros passam pano pra muita coisa. Mas questionar a integridade deles é mexer no vespeiro.

    50 mil dólares pelo descontrole

    Cara, 50 mil dólares é muita grana. Pra vocês terem noção, isso é mais que o salário anual da maioria dos brasileiros. E o Reid perdeu tudo isso por uns segundos de raiva.

    O mais bizarro é que o Minnesota ainda ganhou o jogo, então pelo menos não custou a vitória pro time. Mas imagina a cara do técnico Chris Finch quando soube da multa?

    O que vocês acham? Valeu a pena o desabafo do Reid ou foi só jogar dinheiro fora? Porque olha, eu já vi jogador reclamar muito mais e sair ileso…

  • Reid paga caro por falar demais: multa de $50 mil na NBA

    Reid paga caro por falar demais: multa de $50 mil na NBA

    Cara, o Naz Reid dos Timberwolves acabou de aprender da pior forma possível que existe hora pra reclamar e hora pra ficar quieto. A NBA multou o pivô em $50 mil por “questionar a integridade dos árbitros” na vitória suada contra o Houston Rockets por 110-108.

    E olha, não foi pouca coisa não. O cara foi expulso faltando 4:13 para o fim da prorrogação — justo no momento mais tenso do jogo. Imagina a frustração dos companheiros vendo o Reid indo pro vestiário bem quando mais precisavam dele.

    O que rolou de verdade?

    Segundo Scott Foster, o árbitro chefe da partida, Reid fez “uma declaração que questionou a integridade da equipe de arbitragem”. Sinceramente, não sabemos exatamente o que ele falou, mas pra render uma multa dessas… deve ter sido coisa feia.

    O mais bizarro é que Reid nem tinha tomado técnica antes no jogo. Normalmente você toma a primeira, aí se bobear e levar a segunda, já era — expulsão automática. Mas não, o cara conseguiu ir direto pro chuveiro com um comentário só.

    Cinquenta mil dólares pelo bico

    Mano, $50 mil! Dá pra comprar um carro zero com essa grana. Reid deve estar mordendo os dedos agora, porque os Wolves conseguiram segurar a vitória mesmo sem ele — mas e se tivesse dado zebra? O cara seria crucificado pela torcida.

    É aquela velha lição da NBA: você pode reclamar, pode fazer cara feia, pode até xingar baixinho. Mas questionar a honestidade dos árbitros? Aí já é mexer onde não pode. A liga não perdoa mesmo.

    E vocês, acham que Reid exagerou ou os árbitros que foram muito sensíveis? Eu acho que no fim das contas, $50 mil é uma facada no orçamento de qualquer um — mesmo pra quem joga na NBA.

  • Naz Reid perde 50 mil por questionar Scott Foster — e valeu cada centavo

    Naz Reid perde 50 mil por questionar Scott Foster — e valeu cada centavo

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Naz Reid foi multado em 50 mil dólares por questionar a integridade do Scott Foster, minha primeira reação foi: valeu cada centavo.

    A situação aconteceu na vitória absolutamente insana dos Timberwolves contra os Rockets essa semana. Prorrogação rolando, Reid vai pra cima do Alperen Şengün e levou uma falta ofensiva. Até aí, normal. O problema é que qualquer um com dois olhos viu que o turco estava se movendo na hora do contato.

    Scott Foster sendo Scott Foster

    Minnesota pediu revisão — porque óbvio, né? — e parecia ter um caso sólido. Os pés do Şengün estavam claramente em movimento. Mas aí entra em cena o nosso querido Scott Foster, que depois de olhar o replay, manteve a decisão original.

    Reid, visivelmente confuso (e quem não estaria?), falou alguma coisa pro Foster. Os especialistas em leitura labial interpretaram como “ele estava se movendo”. Resultado? Expulsão na hora.

    Sinceramente, eu entendo a frustração do cara. Imagina você jogando uma prorrogação crucial, fazendo tudo certo, e aí vem uma decisão dessas que simplesmente não faz sentido?

    Time quebrado ainda ganhou o jogo

    O mais louco de tudo é que os Wolves estavam literalmente quebrados. Anthony Edwards e Ayo Dosunmu já tinham perdido o jogo por lesão, o Jayden McDaniels saiu machucado no quarto período, o Gobert foi expulso por faltas no fim do tempo regulamentar, e aí o Reid também foi mandado embora.

    Chegaram a estar perdendo por 13 pontos na prorrogação! Mas mesmo assim conseguiram virar e ganhar um dos jogos mais malucos da temporada. É o tipo de vitória que marca uma equipe, sabe?

    E o melhor de tudo? Depois do jogo, alguém dos Timberwolves foi ouvido gritando nos corredores: “Essa m**** não funcionou, Scott Foster!”. Cara, eu ri alto quando li isso. É exatamente o que qualquer torcedor estaria pensando.

    Foster, claro, defendeu as decisões depois do jogo, insistindo que Şengün “chegou no local antes” e estabeleceu posição defensiva legal. Tá bom, Scott. Tá bom.

    No fim das contas, Reid perdeu 50 mil mas ganhou o respeito de qualquer um que já se frustrou com arbitragem duvidosa. E vocês, acham que a multa foi justa ou o cara só estava defendendo o que era óbvio?

  • Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Finalmente uma boa notícia pros fãs dos Timberwolves! Anthony Edwards foi liberado pra voltar aos treinos depois de ficar cinco jogos parado com uma síndrome de dor no joelho direito. E olha, não podia ter hora melhor pra esse retorno.

    Pra quem não lembra, o Ant-Man tava simplesmente voando antes da lesão — 29.5 pontos por jogo, cara. VINTE E NOVE E MEIO. Além de pegar 5.1 rebotes e distribuir 3.7 assistências em 35 minutos de quadra. Os números são absurdos mesmo.

    O que essa volta significa pros Wolves

    Minnesota tá numa situação delicada na conferência oeste. Quinto lugar, ok, mas com Houston respirando no pescoço — apenas uma vitória de diferença na coluna de derrotas. Sem o Edwards, os Wolves perderam aquela pegada ofensiva que fazia toda a diferença nos jogos duros.

    O mais impressionante é que o cara tá tendo a melhor temporada da carreira dele. PER de 22.2, recorde pessoal. Pra vocês terem noção, isso coloca ele entre os 15 jogadores mais eficientes da liga toda. Um monstro mesmo.

    E agora, será que aguenta o tranco?

    A grande questão é: como vai ser esse retorno? Síndrome de dor patelofemoral não é brincadeira, é aquele tipo de lesão chata que pode voltar se não for bem tratada. Mas pelo que parece, o departamento médico dos Wolves não quis correr risco — cinco jogos fora é bastante tempo pra uma lesão que muita vez os caras voltam em dois, três jogos.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Melhor perder alguns jogos agora do que arriscar ter o Anthony fora nos playoffs, né? E vocês, acham que ele volta com tudo ou vai precisar de uns jogos pra pegar o ritmo de novo?

    Uma coisa é certa: com Edwards de volta, os Wolves voltam a ser um time perigoso no oeste. Aquela dupla dele com o Jaden McDaniels na defesa e o Gobert protegendo o garrafão… pode dar muito certo se todo mundo estiver 100%.

  • Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que eu vi ontem à noite. Os Minnesota Timberwolves acabaram de protagonizar a maior virada da história da NBA em prorrogação — e olha que fizeram isso sem cinco dos seus sete principais jogadores!

    13 pontos de desvantagem na prorrogação. Treze! E os caras viraram com uma sequência de 15 a 0 para bater o Houston Rockets por 110 a 108. Desde que a liga começou a registrar essas estatísticas detalhadas em 1997-98, NUNCA ninguém tinha conseguido uma virada dessas proporções no tempo extra.

    O caos que virou épico

    A situação estava apocalíptica mesmo. Anthony Edwards fora pelo quinto jogo seguido (problema no joelho), Jaden McDaniels saiu mancando no final do quarto período depois de fazer 25 pontos e marcar o Kevin Durant, Rudy Gobert foi expulso por faltas, e pra completar o caos, Naz Reid levou expulsão na prorrogação por reclamar com o árbitro Scott Foster.

    Sinceramente? Eu teria saído do ginásio também, igual muitos torcedores fizeram. Alperen Sengun enterrou uma que deixou Houston na frente por 108-95, completando uma sequência absurda de 26 a 2. Parecia acabado.

    Mas aí que os Wolves mostraram por que são candidatos sérios ao título. Julius Randle — que fez 24 pontos TODOS no segundo tempo — assumiu o protagonismo junto com Kyle Anderson pra marcar o KD.

    A virada que ninguém esperava

    Mike Conley abriu a reação com uma bomba de três. Anderson fez aquela jogada genial: pegou o rebote ofensivo do Randle, sofreu falta do Sengun e converteu o and-one. Os Wolves forçaram uma violação de oito segundos (coisa linda de se ver), DiVincenzo cortou pro garrafão, e de repente o jogo tinha virado.

    O momento decisivo? DiVincenzo empata com mais uma de três, Sengun erra, e Randle — que tava simplesmente impossível — acerta um pull-up com 8.8 segundos restantes pra dar a vitória.

    “A gente tem competidores de verdade aqui, caras que querem o desafio”, disse Randle depois. E olha, ele não tava mentindo não.

    Por que isso importa tanto

    Com essa vitória, Minnesota (45-28) se manteve meio jogo atrás do Denver na quarta colocação do Oeste. Mais importante ainda: empataram a série da temporada em 1-1 com Houston e abriram 1.5 jogo de vantagem sobre os Rockets na tabela.

    E vocês acham que foi sorte? Os caras tentaram 63 arremessos na área e só ganharam 10 lances livres! Mesmo assim acharam um jeito de ganhar. Isso que eu chamo de personalidade.

    Rudy Gobert resumiu bem: “Eu tô muito orgulhoso que a gente não desistiu. A gente quer ganhar um título, então sabemos que vai ter adversidade”.

    Olha, se os Wolves conseguem fazer isso sem o Edwards e mais quatro titulares, imaginem quando estiverem 100%. Esse time tem algo especial, e jogos como esse provam que eles não vão facilitar pra ninguém nos playoffs.