Tag: Minnesota Timberwolves

  • Spurs destroem os Wolves por 38 pontos e empate se torna realidade

    Spurs destroem os Wolves por 38 pontos e empate se torna realidade

    Cara, que porrada foi essa? Os Spurs simplesmente DESTRUÍRAM os Timberwolves por 133 a 95 no Jogo 2, empatando a semifinal do Oeste em 1-1. Trinta e oito pontos de diferença. Na semifinal de playoffs. Isso não é normal, galera.

    Depois daquela derrota apertada por dois pontos no Jogo 1, parece que rolou uma conversa séria no vestiário dos Spurs. De’Aaron Fox e Victor Wembanyama se encontraram nos vestiários e bateram um papo que mudou tudo.

    “Conversamos sobre como estávamos bem posicionados”, disse Fox à ESPN. “Jogamos como m**** e perdemos por dois.” Sinceramente? Adoro essa honestidade brutal.

    A dupla que resolveu aparecer

    Fox e Wembanyama tinham feito apenas 21 pontos juntos no primeiro jogo, acertando só 32,2% dos arremessos. Ontem? Completamente diferente. Os caras acertaram 48% e mostraram porque são All-Stars.

    Fox começou destruindo logo no primeiro período com 9 pontos, ditando o ritmo desde cedo. Já o Wemby — meu Deus, que monstro — anotou 19 pontos, 15 rebotes e 2 tocos. Quarto double-double consecutivo nos playoffs com múltiplos bloqueios. A última vez que um Spur fez isso foi Tim Duncan em 2010. Tradição francesa seguindo tradição texana.

    E o Stephon Castle? Simplesmente explodiu com 21 pontos, sendo o cestinha da noite. Os Spurs fizeram 34 a 8 no contra-ataque — isso é humilhação pura.

    Minnesota se perdeu completamente

    Os Wolves fizeram apenas 17 pontos no primeiro período e 18 no segundo. Perderam a bola 22 vezes. Vinte e duas! Anthony Edwards até tentou avisar o time antes do jogo, mas ninguém escutou.

    “Entramos frios em quadra”, disse Edwards. “Olha o que aconteceu. Minha mãe sempre me disse que cabeça dura deixa a bunda mole. Foi isso que rolou hoje.”

    O técnico Chris Finch foi direto: disse pro time que eles “levaram uma surra”. E quando o técnico fala assim, é porque a situação foi feia mesmo.

    O que mais me chamou atenção? Minnesota acertou só 9 de 30 tentativas de três, erraram 26 de 44 arremessos no garrafão. A defesa dos Spurs estava simplesmente perfeita, pressionando a bola toda e fazendo dobra seletiva no Edwards.

    E agora?

    Jaden McDaniels, que é fundamental pros Wolves, jogou só 20 minutos por causa das faltas. Edwards foi claro: “Vocês precisam do Jaden em quadra o tempo todo. Quando ele sai por faltas, eles ficam felizes.”

    Sexta-feira tem Jogo 3 no Target Center, com os Spurs favoritos por 3,5 pontos. Acham que Minnesota consegue se recuperar dessa humilhação em casa? Porque sinceramente, depois de levar 38 pontos de diferença, a confiança deve estar lá embaixo.

    Uma coisa é certa: essa série prometia ser apertada e agora virou uma montanha-russa total.

  • Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Cara, depois do susto no Jogo 1, os Spurs simplesmente resolveram mostrar quem manda. 133 a 95. Cento e trinta e três a noventa e cinco! Uma surra histórica nos Timberwolves que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu não esperava uma resposta tão avassaladora assim dos Spurs, mas faz sentido né? Time com 62 vitórias na temporada regular não ia ficar quieto depois de perder em casa. E o Wemby? O monstro simplesmente decidiu que ia dominar dos dois lados da quadra.

    Wembanyama comandou a defesa

    O francês não repetiu os 12 bloqueios do primeiro jogo (Minnesota reclamou que vários foram goaltending mesmo), mas a defesa dos Spurs foi simplesmente absurda. Os Wolves acertaram apenas 5 de 21 arremessos no garrafão nos três primeiros quartos. No perímetro? Mesma coisa: 5/21 nas bolas de três.

    É impressionante como o Wemby mudou totalmente a dinâmica defensiva dessa franquia. Primeiro jogador unânime para DPOY do ano e tá provando que merece mesmo. O cara tem 2,24m e se move como se fosse um ala – é de outro planeta literalmente.

    Champagnie pegou fogo do perímetro

    Mas não foi só defesa não. O ataque dos Spurs fluiu de uma forma linda, com todos os cinco titulares chegando aos dois dígitos antes mesmo do último quarto começar. E aí que entra a loucura do Julian Champagnie – o cara acertou QUATRO bolas de três seguidas e praticamente enterrou o jogo ali no segundo quarto.

    Sinceramente, quando vi aquela sequência do Champagnie eu já sabia que não tinha mais jogo. Os Wolves tavam claramente sem ritmo, ainda se ajustando com o Anthony Edwards vindo do banco (ele voltou de lesão mas ainda não tá 100%), e o Ayo Dosunmu ainda saiu machucado cedo.

    Stephon Castle liderou a pontuação com 21, enquanto Dylan Harper contribuiu com 11 pontos, 7 rebotes e 5 assistências saindo do banco. Do lado de Minnesota, Edwards fez só 12 pontos em 24 minutos – dá pra ver que ele ainda tá se readaptando ao ritmo de playoffs.

    Agora é guerra em Minneapolis

    A série tá empatada 1 a 1 e vai pra Minnesota na sexta-feira. Os Wolves ainda têm a vantagem de jogar em casa, mas essa surra deve ter mexido com o psicológico. Como que você recupera de uma derrota de 38 pontos?

    Por outro lado, os Spurs mostraram que quando tão ligados, são praticamente imbatíveis. A defesa é sufocante, o ataque tem múltiplas opções, e o Wemby… bom, o Wemby é o Wemby né.

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar jogando em casa? Ou os Spurs vão manter esse nível e passar de fase? Jogo 3 vai ser crucial – quem ganhar vai ter uma vantagem psicológica enorme no resto da série.

  • Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Mano, às vezes o que acontece na arquibancada é quase mais divertido que o jogo em si. Ontem, no Jogo 2 entre Timberwolves e Spurs, rolou uma das cenas mais aleatórias que eu já vi nos playoffs.

    Uma torcedora de San Antonio decidiu que ia desconcentrar o Rudy Gobert de um jeito bem criativo: pegou um cartaz gigante com a cara do Keldon Johnson e ficou abanando o francesão durante o jogo. Sério, quem pensa nisso? A criatividade da torcida americana não tem limites mesmo.

    Gobert nem aí pra zoação

    O mais engraçado é que o Gobert nem ligou. O cara tava tão concentrado na missão de parar o Wembanyama que nem percebeu a performance teatral da tia na primeira fileira. Profissionalismo puro — ou talvez ele só não entendeu por que diabos estavam abanando ele com a cara do Johnson.

    Olha, eu admiro essa frieza do Gobert. No Jogo 1, ele já tinha mostrado serviço: segurou o Wemby em apenas 5 de 17 arremessos, incluindo um 0 de 8 do perímetro. Simplesmente anulou o fenômeno francês. Sete pontos, 10 rebotes, três assistências e quatro roubadas de bola. O monstro não precisa pontuar pra dominar.

    O duelo franco-francês continua

    É bonito ver o respeito que o Wembanyama tem pelo Gobert. Antes da série, o garoto falou que se inspirou muito no veterano, principalmente na dedicação aos cuidados com o corpo. “Ele deveria ser modelo para todos os pivôs”, disse o Wemby.

    Sinceramente? Essa admiração mútua deixa tudo mais especial. Dois franceses se enfrentando nos playoffs da NBA, um passando conhecimento pro outro mesmo sendo adversários. É isso que o basquete tem de lindo.

    Mas no final das contas, parece que a zoação da torcida surtiu algum efeito. Os Wolves acabaram perdendo o Jogo 2, com o Wembanyama fazendo 19 pontos e 14 rebotes contra os 5 pontos e 10 rebotes do Gobert.

    E aí, vocês acham que a torcedora merece crédito pela vitória dos Spurs? Porque eu tô começando a acreditar que essa brincadeira com o cartaz do Keldon Johnson foi o fator decisivo mesmo.

  • Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Olha, eu sempre respeitei a postura do Christian Braun, mas o que ele falou depois da eliminação dos Nuggets me deixou meio dividido. O cara jogou toda a série contra os Wolves com uma torção séria no tornozelo esquerdo e ainda uma lesão na panturrilha que ninguém sabia — e mesmo assim botou a culpa toda nas costas dele.

    “É inaceitável. Especialmente com o talento que temos neste elenco”, disse Braun após Denver cair por 4-2 na primeira rodada. “Uma eliminação na primeira fase não é aceitável. Temos que nos recuperar. Vocês podem botar isso nas minhas costas.”

    Cara, que maturidade absurda. Mas será que não é maturidade demais?

    Os números contam a história

    Vamos aos fatos: Braun fez média de apenas 8.3 pontos e 3.5 rebotes nos playoffs, bem longe dos números que o fizeram ganhar aquela extensão de cinco anos por US$ 125 milhões. Na temporada passada, o monstro liderou todos os armadores da NBA em eficiência de arremesso (66.5%) e foi o cara que mais fez pontos em contra-ataques.

    Desta vez? A porcentagem de três caiu de 39.7% para 30.1%. Nos últimos quatro jogos da série, fez apenas 5.5 pontos por jogo com 6 acertos em 17 tentativas. O pior é que você via ele recuando nos ataques à cesta — justamente o que fazia dele especial.

    A lesão na panturrilha aconteceu logo no Jogo 1 contra Minnesota, e olha que o tornozelo esquerdo já tinha tirado ele de 38 jogos na temporada regular. Coincidência? O pé esquerdo é o de apoio dele pros saltos.

    Entre a responsabilidade e o bom senso

    “Eu poderia ficar aqui inventando todas as desculpas”, continuou Braun. “Poderia culpar meu tornozelo, poderia culpar lesões que as pessoas nem sabem que existem. Mas isso não importa realmente. Se vou estar em quadra, a expectativa é ganhar.”

    Sinceramente? Eu admiro a postura, mas acho que ele tá sendo duro demais consigo mesmo. Claro que Denver tinha que ir além da primeira rodada — era a primeira eliminação precoce em quatro anos. Mas jogar machucado desse jeito e ainda assim assumir toda a responsabilidade… não sei se é heroísmo ou falta de bom senso da comissão técnica.

    O problema maior é que agora os Nuggets estão numa situação complicada. Trocar Braun significaria mandar assets junto, já que eles não têm picks de primeira rodada disponíveis (usaram a escolha de 2032 pra se livrar do contrato do Michael Porter Jr. no ano passado).

    E aí, vocês acham que Braun consegue se recuperar e justificar aquele contratão na próxima temporada? Ou Denver deveria ter pensado duas vezes antes de apostar tanto num cara que já tinha histórico de lesões?

  • Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Cara, que início de semifinais da NBA! Os playoffs estão pegando fogo e eu já tô viciado em assistir cada jogo. Ontem rolaram dois jogaços que mexeram com o psicológico de todo mundo — principalmente dos fãs dos Spurs e dos Sixers.

    Vamos começar pelo Oeste, onde os Minnesota Timberwolves conseguiram fazer algo que poucos times fizeram essa temporada: incomodar Victor Wembanyama. E olha, não foi pouco não. O pivô francês de 2,24m simplesmente não conseguiu impor seu jogo como de costume.

    Como os Wolves ‘resolveram’ Wemby?

    A estratégia de Minnesota foi genial, na minha opinião. Eles não tentaram enfrentar o monstro de frente — isso seria burrada. Em vez disso, forçaram o Wemby a sair do garrafão constantemente, usando muito pick-and-roll e obrigando ele a defender na linha de 3 pontos.

    Jaden McDaniels teve uma atuação defensiva absurda, e o Karl-Anthony Towns aproveitou cada momento em que Wembanyama não estava protegendo o aro. Foi uma aula tática dos Wolves, que mostraram que experiência em playoffs conta muito.

    Sinceramente? Eu não esperava que seria tão ‘fácil’ assim para Minnesota no Jogo 1. Os Spurs ainda são um time muito jovem e isso fica evidente em momentos de pressão como esse.

    Knicks massacram os Sixers sem dó

    No Leste, a situação foi ainda mais brutal. Os New York Knicks simplesmente atropelaram os Philadelphia 76ers e nem deu pra chamar aquilo de jogo competitivo depois do primeiro quarto.

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo nesses playoffs. O cara virou uma máquina de fazer cestas difíceis e ainda por cima distribui assistências como se fosse coisa mais natural do mundo. E o Julius Randle? Meu amigo, esse cara ressuscitou na pós-temporada.

    Os Sixers pareciam cansados, sem energia. Joel Embiid até tentou, mas o joelho dele claramente ainda incomoda. Tyrese Maxey sozinho não consegue carregar o piano — e olha que ele é craque.

    A pergunta que fica é: será que Philly consegue se recuperar ou já era? Na minha visão, se eles não ganharem o Jogo 2 em casa, pode arquivar essa série.

    OKC: o time que ninguém consegue gostar?

    E teve uma discussão interessante no podcast do Kevin O’Connor e do Russillo sobre o Oklahoma City Thunder. Eles levantaram uma questão curiosa: por que diabos esse time não consegue conquistar o coração dos fãs neutros?

    Olha, eu entendo o ponto deles. O Thunder tem jovens talentosos, joga um basquete bonito, mas tem algo ali que não ‘clica’ com o público geral. Talvez seja porque eles acumularam tantas escolhas de draft que parece meio artificial, sabe?

    E se eles terminarem com uma pick no top 4 ainda? Cara, seria o pesadelo da liga. Um time que já tem Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren e Josh Giddey ganhando mais uma peça de elite via lottery…

    Vocês acham que o Thunder consegue se tornar mais carismático? Ou eles vão continuar sendo esse time tecnicamente perfeito mas sem alma?

    De qualquer forma, essas semifinais prometem muito. Wolves mostrando que podem incomodar qualquer um, Knicks fazendo Nova York sonhar alto de novo, e o drama todo dos times veteranos tentando se segurar. Que playoffs, meus amigos!

  • Timberwolves contestam tocos históricos do Wembanyama: ‘Foram 4 interferências!’

    Timberwolves contestam tocos históricos do Wembanyama: ‘Foram 4 interferências!’

    Olha, eu pensei que fosse só eu que estava achando alguns tocos do Wemby meio suspeitos no Jogo 1 contra o Minnesota. Turns out que não estava sozinho — os próprios Timberwolves estão questionando se todos aqueles 12 bloqueios históricos do francês foram legítimos mesmo.

    Para quem perdeu: o Alien quebrou o recorde de playoffs da NBA com 12 tocos numa única partida, passando o antigo recorde por duas unidades. Fez um triple-double ainda por cima, com 11 pontos e 15 rebotes. Histórico total.

    “Pelo menos quatro foram interferências”

    Mas aí que a coisa fica interessante. Depois de reverem as imagens do jogo (que o Minnesota ganhou por 104-102, diga-se de passagem), o técnico Chris Finch foi direto ao ponto:

    “Obviamente ele teve uma noite histórica, mas quando olhamos as jogadas, pelo menos quatro delas foram interferências na bola, talvez até uma quinta. Para mim é alarmante que nenhuma foi marcada.”

    Cara, imagina a situação. Você ganha o jogo mas tem que ouvir sobre o recorde histórico do adversário sendo quebrado no seu nariz. Aí você olha o replay e pensa: “Pera aí, esses tocos aí tão meio estranhos…”

    Até o Gobert entrou na polêmica

    E não foi só o Finch não. Rudy Gobert, que é francês igual o Wemby (e que sabe um bocado sobre bloqueios), também deu sua opinião: “Ele fez falta em mim no primeiro. Mas se você olhar direito, foram provavelmente três ou quatro interferências.”

    O Gobert ainda brincou no final: “Eu queria ter esse tipo de tratamento também” — e eu ri alto aqui. O cara tem quatro prêmios de Melhor Defensor e tá vendo o compatriota ganhar uns tocos de presente dos árbitros.

    Finch foi além e fez as contas: se fossem quatro interferências mesmo, isso daria oito pontos extras pro Minnesota. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É enorme. E isso representa 33% dos bloqueios dele sendo interferências não marcadas.”

    Sinceramente, eu entendo a revolta. Wembanyama é um fenômeno defensivo, não precisa de ajudinha dos árbitros. O cara já é o Defensive Player of the Year mais jovem da história — conquistou de forma unânime ainda por cima.

    Mas olha, no fim das contas o Minnesota ganhou o jogo. E como o próprio Finch falou: “Vamos continuar indo pra cima. Temos que tomar decisões melhores em como atacar o garrafão.”

    E aí, vocês acham que os árbitros passaram a mão na cabeça do Wemby? Ou os Wolves que estão chorando demais? Jogo 2 é hoje à noite, e tenho certeza de que os árbitros vão estar de olho mais atento dessa vez.

  • Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Finch detona arbitragem: ‘4 dos 12 bloqueios do Wemby foram infrações’

    Cara, que rolo foi esse jogo 1 entre Wolves e Spurs! Victor Wembanyama quebrou o recorde de tocos numa partida de playoffs (12 bloqueios), mas o técnico do Minnesota, Chris Finch, não tá nada feliz com a arbitragem. Segundo ele, pelo menos quatro desses bloqueios eram infrações claras que não foram marcadas.

    “Quando analisamos as jogadas, pelo menos quatro eram infrações. Talvez até uma quinta”, disparou Finch na coletiva. “É um pouco alarmante que nenhuma delas foi marcada. Estamos falando de um cara de 2,21m que vai atrás de tudo, e não teve uma atenção especial pra essas jogadas?”

    A matemática da revolta

    O técnico dos Wolves fez as contas — e olha, ele tem razão. Se fossem quatro infrações não marcadas, são oito pontos que ficaram na mesa. “Vocês sabem o valor de oito pontos num jogo da NBA? É gigantesco”, falou Finch. “Isso representa 33% dos bloqueios dele. Se eu te desse um aumento de 33%, você gostaria, né?”

    Rudy Gobert, que conhece bem o francesinho por serem conterrâneos, concordou com tudo. “Se você olhar as jogadas, são provavelmente três ou quatro infrações mesmo”, disse o pivô. “Eu queria ter esse tipo de tratamento também”, brincou.

    A jogada mais óbvia

    A terceira posse do jogo foi a mais gritante. Terrence Shannon Jr. chegou rápido na cesta, conseguiu colocar a bola no vidro e aí o Wemby foi lá e cortou. Até o próprio Victor pareceu saber que tinha feito besteira — ele pausou, abriu os braços esperando o apito que nunca veio.

    Sinceramente? Essas coisas me irritam profundamente. Playoffs é outra parada, a pressão é máxima e os árbitros perdem lances assim? O cara tem 2,21m de altura, é óbvio que vai ter situações limítrofes. Mas quando a bola já tá no vidro e ele corta, não tem o que discutir.

    E não foi só isso não. Teve falta clara no Gobert que passou batida, outra infração no segundo quarto quando o Julius Randle já tinha posto a bola na tabela… Enfim, foi uma arbitragem bem questionável mesmo.

    O mais louco é que mesmo com toda essa polêmica, os Wolves conseguiram roubar o jogo 1 fora de casa (104-102) e tomaram a vantagem de quadra. Anthony Edwards saiu do banco por causa de uma lesão no joelho, jogou só 25 minutos, e mesmo assim deu conta do recado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os árbitros realmente passaram pano pro Wembanyama ou é frescura do Finch? Uma coisa é certa: esse vai ser um assunto quente pro resto da série!

  • Ant volta mais cedo que esperado e salva Wolves no Game 1

    Ant volta mais cedo que esperado e salva Wolves no Game 1

    Cara, ninguém esperava por isso. Anthony Edwards voltou antes do previsto de uma lesão no joelho e foi fundamental na vitória dos Minnesota Timberwolves por 104-102 sobre o San Antonio Spurs no Game 1 das semifinais da Conferência Oeste.

    Olha só a situação: o moleque machucou o joelho há oito dias tentando dar um toco, e todo mundo achava que ele só voltaria no Game 3, em Minneapolis. Até o próprio técnico Chris Finch falou que no máximo esperava ele no Game 2. Mike Conley foi direto: “Ninguém esperava que ele jogasse”.

    Edwards forçou a própria volta

    Mas o Ant é diferente mesmo. Ele mesmo pressionou o departamento médico e a direção, dizendo que o joelho estava respondendo bem. Apareceu no treino de segunda-feira de manhã com uma proteção grossa no joelho esquerdo e foi liberado pra jogar.

    Os Wolves foram cautelosos e limitaram ele a apenas 25 minutos — mas que 25 minutos, né? 18 pontos com 8/13 nos arremessos, incluindo 11 pontos nos últimos nove minutos que praticamente garantiram a vitória. Saindo do banco, o cara simplesmente resolveu o jogo.

    “Eu sei que só de eu estar lá em quadra, todo mundo fica mais calmo”, disse Edwards depois do jogo. “Não que tenha pressão nos meus companheiros, mas alivia todo mundo saber que eu tô disponível e fazendo o que eu faço de melhor: enfiar a bola na cesta.”

    Defesa dos Wolves foi absurda

    Não foi só o Edwards que brilhou. A defesa de Minnesota foi monstruosa, segurando De’Aaron Fox e Victor Wembanyama em apenas 10/31 nos arremessos — imagina a frustração desses caras.

    O Wemby até quebrou um recorde da NBA nos playoffs com 12 tocos (DOZE!), mas não adiantou nada. No final, Julian Champagnie tentou um arremesso de 3 no último segundo que poderia ter empatado o jogo, mas errou. Que sufoco!

    “Temos que jogar melhor”, admitiu Wembanyama. “Aparece na estatística. Precisamos descobrir em 48 horas o que podemos fazer melhor, e não tenho dúvida de que vamos conseguir.”

    Sinceramente? Eu não esperava que os Wolves conseguissem essa vitória fora de casa sem o Edwards em 100%. Mas é isso aí — na NBA playoffs, qualquer coisa pode acontecer. E vocês, acham que o Edwards aguenta o tranco jogando machucado? O Game 2 é quarta-feira, também em San Antonio, e os Spurs são favoritos por 9.5 pontos. Vai ser interessante ver como eles respondem.

  • Wemby quebra recorde histórico mas ataque some no playoffs

    Wemby quebra recorde histórico mas ataque some no playoffs

    Cara, que noite maluca foi essa na NBA! O segundo turno dos playoffs começou e já veio com surpresas do tamanho de um prédio. Vou ser sincero: não esperava ver o Wemby quebrando recordes históricos E ao mesmo tempo passando sufoco no ataque.

    O garoto francês fez algo absurdo — 12 bloqueios em um jogo só. DOZE! O recorde anterior era 10, que já era uma loucura. Mas olha só que situação estranha: ele conseguiu um triple-double (11 pontos, 15 rebotes, 12 bloqueios) e mesmo assim saiu como “perdedor” da noite porque o ataque simplesmente não funcionou.

    Minnesota surpreende todo mundo

    Enquanto isso, do outro lado, os Timberwolves fizeram aquilo que só eles sabem fazer: chegar como azarão e meter o louco. Eram dados como 9.5 pontos de desvantagem contra o Spurs em San Antonio, e o que fizeram? Roubaram o Jogo 1 por 104-102.

    E olha que eles estavam sem o Ayo Dosunmu e o Donte DiVincenzo. O Anthony Edwards ainda estava se recuperando de uma lesão no joelho, jogou apenas 25 minutos, mas quando precisou aparecer no último quarto, apareceu. 8/13 nos arremessos — o moleque é diferenciado mesmo.

    O Chris Finch, técnico dos Wolves, merece todos os aplausos. O cara tem uma capacidade impressionante de fazer esse time render mais nos playoffs do que na temporada regular. Terceiro ano seguido que eles ganham uma série como azarões. Isso não é sorte, é competência.

    Knicks atropelam os Sixers

    Mas se você achou que só Minnesota surpreendeu, se enganou. O Jalen Brunson e os Knicks simplesmente massacraram o Philadelphia 76ers por 137-98. Uma surra histórica no Jogo 1 de uma série que todo mundo esperava que fosse equilibrada.

    Brunson dominou completamente a partida. O cara está numa fase impressionante e mostrando por que vale cada centavo que os Knicks investiram nele. Philadelphia nem sabia o que tinha acontecido quando acabou o jogo.

    Wemby precisa encontrar o meio-termo

    Voltando pro Wembanyama, é impressionante como um jogador pode ser dominante defensivamente e ao mesmo tempo ter dificuldades no ataque. Ele diminuiu a quantidade de tentativas de 3 pontos de 47% na temporada passada para 32,4% agora — o que foi uma mudança positiva.

    Mas sinceramente, acho que ele ainda está encontrando seu lugar no ataque dos playoffs. É diferente da temporada regular, a marcação é mais intensa, os esquemas são mais elaborados. O cara tem 2,24m de altura e habilidade técnica absurda, mas precisa ser mais assertivo perto da cesta.

    E aí, vocês acham que Wemby vai conseguir equilibrar melhor ataque e defesa no restante da série? Porque se ele conseguir somar 20+ pontos com essa defesa monstruosa, aí o bicho vai pegar pro Minnesota.

    Os playoffs estão só começando e já temos história pra contar. Que venham os próximos jogos!

  • Edwards volta com susto: joelho preocupa na estreia contra Spurs

    Edwards volta com susto: joelho preocupa na estreia contra Spurs

    Olha, eu não sei vocês, mas eu estava aqui torcendo pra que o Anthony Edwards voltasse logo pros playoffs. E ele voltou mesmo — mas agora tô com um friozinho na barriga.

    O cara estava fora há nove dias por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e um edema ósseo. Nove dias! Qualquer um que já se machucou jogando bola sabe que isso não é brincadeira. Mas lá estava ele, disponível pro Jogo 1 contra os Spurs na segunda-feira.

    Volta cautelosa mas eficiente

    Os Wolves foram espertos e não colocaram ele no quinteto inicial — mantiveram a mesma formação que funcionou nos jogos 5 e 6 contra Denver. Sinceramente, achei a decisão correta. Melhor prevenir do que remediar, né?

    Nos três primeiros quartos, Edwards teve números modestos: 7 pontos, 3 rebotes e 2 assistências em pouco mais de 15 minutos. Claramente estava com restrição de minutos, o que faz todo sentido considerando a lesão recente.

    O quarto período e o susto

    Aí chegou o último quarto e o monstro acordou. Em cinco minutos, o cara meteu 11 pontos acertando 5 de 6 arremessos. Tava destruindo! Mas foi aí que veio o momento que deixou todo mundo preocupado.

    Numa jogada mais intensa, Edwards aparentemente sentiu algo no joelho esquerdo e começou a segurar a região. Meu coração quase parou na hora. Será que forçou demais? Será que voltou cedo demais?

    É difícil avaliar se foi só o impacto do lance ou se realmente está relacionado à lesão anterior. O Edwards é um guerreiro e conseguiu continuar jogando, mas qualquer sinal assim deixa qualquer fã de Minnesota nervoso.

    E aí, vocês acham que foi precipitação colocar ele pra jogar já? Ou era necessário arriscar pensando na importância da série? Eu fico dividido — por um lado, Minnesota precisa dele contra os Spurs, mas por outro, uma recaída seria devastadora pros playoffs inteiros.

    O que sabemos é que vamos acompanhar de perto como ele se sente pros próximos jogos. Torcendo pra que tenha sido só um susto mesmo!