Tag: Minnesota Timberwolves

  • Jokic manda a real após vexame dos Nuggets: ‘Estamos longe’

    Jokic manda a real após vexame dos Nuggets: ‘Estamos longe’

    Cara, que vexame foi esse dos Denver Nuggets ontem à noite? Perder por 110-98 pro Minnesota Timberwolves no jogo 6 e dar tchau pros playoffs na primeira rodada — sendo que eram os campeões de 2023, gente!

    O mais doloroso? Os Wolves estavam sem Anthony Edwards, Donte DiVincenzo, Ayo Dosunmu e Kyle Anderson. Ou seja, jogaram basicamente com os reservas e mesmo assim meteram 4-2 na série. Isso dói na alma de qualquer fã de basquete.

    McDaniels destruiu tudo

    Jaden McDaniels foi simplesmente monstro: 32 pontos e 10 rebotes, acertando 13 de 25 arremessos. O cara jogou 45 minutos e fez os Nuggets de brinquedo. Terrence Shannon Jr., que nem titular costuma ser, contribuiu com 24 pontos saindo do banco pra começar o jogo.

    Do lado do Denver, Jokic fez sua parte com 28 pontos e quase um triple-double (10 assistências e 9 rebotes), mas não adiantou nada. Cameron Johnson até tentou ajudar com 27 pontos, mas Jamal Murray? Rapaz, 12 pontos com 4/17 nos arremessos. Simplesmente sumiu quando mais precisava aparecer.

    A real dolorosa do MVP

    Depois da eliminação, perguntaram pro Jokic o quão longe o time está de brigar pelo título. A resposta foi cirúrgica e dolorosa:

    “Cara, nós acabamos de perder na primeira rodada, então acho que estamos muito longe”, disse o três vezes MVP.

    Olha, eu admiro a honestidade do sérvio, mas imagina o baque pra torcida? O time que foi campeão há apenas dois anos agora ouve isso do seu principal jogador. É de cortar o coração mesmo.

    Os números não mentem: Minnesota dominou completamente no garrafão (64-40 pontos na pintura) e nos rebotes (50-33). Murray terminou a série com míseros 35,6% nos arremessos de quadra e 26,1% nas bolas de três. Até o próprio Jokic sofreu além da conta do perímetro, acertando apenas 19,4% das tentativas de três pontos.

    E agora, Denver?

    Sinceramente acho que os Nuggets precisam de uma reformulação urgente no elenco. Não dá pra depender só do Jokic carregando piano nas costas — por mais genial que ele seja. Murray claramente não está no mesmo nível de 2023, e a defesa do time virou uma peneira.

    Enquanto isso, Minnesota segue voando pros playoffs pela terceira temporada consecutiva, mesmo com um monte de lesionados. Agora vão enfrentar o San Antonio Spurs nas semifinais do Oeste.

    Vocês acham que Denver consegue se reerguer na próxima temporada ou vai ser mais uma franquia que ganhou um título e depois entrou em decadência? A declaração do Jokic me deixou bem preocupado, não vou mentir.

  • McDaniels destrói os Nuggets e leva Wolves aos playoffs!

    McDaniels destrói os Nuggets e leva Wolves aos playoffs!

    Cara, que noite absurda do Jaden McDaniels! O cara simplesmente decidiu que ia carregar Minnesota nas costas e mandou 32 pontos e 10 rebotes na vitória por 110-98 sobre Denver no jogo 6. E o mais louco? Os Timberwolves estavam completamente desfalcados!

    Olha só a situação: Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu todos machucados. Era pra ser o fim da linha pros Wolves, mas McDaniels falou “não hoje” e virou protagonista de uma das maiores zebras dos playoffs.

    O show de McDaniels nos dois lados da quadra

    Sinceramente, eu não esperava que o McDaniels conseguisse segurar o Jamal Murray desse jeito. O cara colou no canadense e não deu nem espaço pra respirar – Murray terminou com apenas 12 pontos em 4 de 17 arremessos. Isso é defesa de gente grande!

    E no ataque? Monstro total. McDaniels abraçou o papel de vilão da série (depois daquela cutucada chamando os Nuggets de “maus defensores”) e mostrou que não estava brincando. A cesta que matou o jogo foi uma obra de arte – um pull-up de média distância que entrou limpinho com 1:06 no relógio.

    Terrence Shannon Jr. surpreende na escalação

    Quem diria que Terrence Shannon Jr. ia ser peça-chave numa eliminatória contra o tricampeão MVP? O cara entrou no cinco inicial e mandou 24 pontos com uma velocidade que os Nuggets simplesmente não conseguiram acompanhar.

    A estratégia de jogar “grande” com Gobert, Randle e Naz Reid funcionou perfeitamente. 64-40 em pontos no garrafão e 50-33 em rebotes. Foi domínio total na pintura, exatamente onde Denver não queria ser batida.

    Jokic fez a parte dele, mas não foi suficiente

    Não dá pra falar mal do Jokic – 28 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Quase um triple-double numa eliminatória. Mas cara, quando seu segundo melhor jogador some do jogo (Murray com 12 pontos), fica difícil até pro MVP.

    O Rudy Gobert, tetracampeão de melhor defensor da liga, simplesmente não deu sossego pro sérvio no garrafão. Aqueles braços longos e a antecipação absurda do francês tornaram cada cesta uma batalha.

    Agora Minnesota vai pra San Antonio enfrentar os Spurs na segunda rodada. Vocês acham que os Wolves conseguem manter esse nível sem Edwards? Eu tô começando a acreditar nesse time – quando todo mundo escreve eles, eles aparecem com essas atuações monstruosas.

    Uma coisa é certa: McDaniels mostrou que pode ser o cara quando a pressão aperta. E olha que delícia ver DiVincenzo sorrindo no banco com o pé engessado, comemorando com os companheiros. Esse é o espírito que pode levar longe nos playoffs!

  • Denver perdeu a janela? Era Jokić pode estar chegando ao fim

    Denver perdeu a janela? Era Jokić pode estar chegando ao fim

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Denver Nuggets. Eliminados na primeira rodada pelos Timberwolves — um time quebrado, machucado, longe do que era há dois anos. Como assim?

    O George Karl, ex-técnico dos Nuggets, postou uma parada que me fez pensar: “Janelas de título abrem e fecham mais rápido que nunca na NBA”. E olha, ele não tá errado não. O San Antonio saiu de uma segunda escolha do draft direto pra 62 vitórias. Faz oito anos que não temos um bicampeão. Mas com Denver, a história é mais complicada que isso.

    A janela que nunca abriu direito

    Sabe o que mais me incomoda? A janela do Denver não fechou cedo demais — ela abriu tarde demais. Lembra quando eles pegaram o Aaron Gordon em 2021? Por três semanas foram imparáveis. Aí o Murray rompeu o ligamento e pronto: dois anos de playoffs perdidos.

    A janela só abriu pra valer em 2023, quando ganharam o título. Mas pensa comigo: esse core já tinha seis anos juntos. Na NBA moderna, quantos grupos duram tanto assim? Eles já fizeram tudo que times contendores fazem quando ficam velhos: trocaram técnico, negociaram jogador importante (o Michael Porter Jr. saiu por questões financeiras, convenhamos), gastaram todas as escolhas de draft.

    O problema se chama dinheiro

    E aí que a coisa fica feia. O Jokić ganha o máximo, o Murray também. O Gordon tá começando uma extensão que vai levar ele de 16% do teto salarial pra 20% — justo quando o corpo dele tá começando a dar problema (lesões musculares aos 30 anos, galera). O Cam Johnson, que veio no lugar do Porter Jr., ainda custa mais de $23 milhões.

    Só esses caras já levam Denver quase ao segundo nível da taxa de luxo. E ainda tem que pagar o Peyton Watson, que finalmente despontou, e o Tim Hardaway Jr., que foi finalista a Sexto Homem do Ano. Como que faz?

    E agora, José?

    Sinceramente? Eu acho que Denver tá numa sinuca de bico. O Gordon tá com 30 anos e o corpo não ajuda mais. A defesa do Jokić (que nunca foi grande coisa) só vai piorar com a idade. E eles não têm praticamente nada pra trocar.

    O mais louco é que esse time parecia invencível quando saudável na temporada regular. Jokić disputou o MVP a temporada toda, Murray teve sua melhor temporada. Mas aí você perde pra um Minnesota sem suas principais peças de 2022…

    Vocês acham que ainda dá tempo do Denver arrumar a casa? Ou a era Jokić já era mesmo? Porque uma coisa eu sei: na NBA de hoje, janela de título é igual convite de casamento — se você não aproveitar na hora certa, depois não adianta chorar.

    A real é que Denver construiu um time perfeito… só que dois anos depois do que deveria. Agora tá todo mundo velho, caro e sem margem pra melhorar. É triste, mas é a vida na NBA moderna.

  • Jokic e McDaniels fazem as pazes após eliminação épica dos Nuggets

    Jokic e McDaniels fazem as pazes após eliminação épica dos Nuggets

    Olha, eu não sei vocês, mas essa cena do Jokic cumprimentando o McDaniels no final do jogo 6 me pegou desprevenido. Depois de toda aquela treta, com o garoto dos Wolves falando mal da defesa inteira dos Nuggets e colocando até o nome do sérvio na roda, eu realmente não esperava ver os dois se dando as mãos.

    Mas aconteceu. E de uma forma que só mostra a grandeza do Jokic como pessoa e competidor.

    McDaniels provou que não era só papo furado

    Sinceramente, quando o McDaniels soltou aquelas declarações depois do jogo 2, muita gente achou que ele estava se queimando à toa. Falar que os caras dos Nuggets não sabem defender? Com o atual MVP na equipe? Parecia loucura.

    Mas aí o moleque foi lá e fez 32 pontos e 10 rebotes no jogo decisivo. Trinta e dois pontos! E ainda por cima grudou no Jamal Murray de um jeito que o cara só conseguiu acertar 4 de 17 arremessos. Isso é colocar o dinheiro onde a boca está, como dizem os gringos.

    Eu tenho que admitir: McDaniels me surpreendeu. Com o Anthony Edwards machucado e o time todo zureta por lesão, ele assumiu a parada e carregou Minnesota nas costas. Isso é coisa de craque — e olha que ele nem é considerado uma estrela da liga.

    O fair play do Jokic impressiona (mas não deveria)

    Agora, sobre o Nikola… cara, que classe. Depois de ser eliminado pela segunda vez em três anos pelos mesmos caras, ainda conseguir cumprimentar o adversário que te provocou a série toda? Isso é grandeza pura.

    Vocês viram aquele momento no final do jogo 4 quando os dois quase se pegaram? Pois é, eu pensei que a rivalidade ia esquentar ainda mais. Mas não — o sérvio mostrou que é um competidor nato, mas também uma pessoa de caráter.

    E olha, eu acho que isso fala muito sobre a mentalidade dele. O Jokic sabe reconhecer quando o adversário jogou melhor, mesmo quando dói. Mesmo quando te eliminaram da sua casa, na frente da sua torcida, com um garoto que passou a série toda falando que vocês não sabem defender.

    Agora os Wolves vão enfrentar o Wembanyama e os Spurs na próxima fase. E aí, McDaniels? Vai ter coragem de falar que o franzão de 2,20m não sabe defender? (risos) Eu duvido muito. O Victor é um monstro defensivo, uma coisa absurda de se ver em quadra.

    Mas independente do que acontecer daqui pra frente, essa série entre Nuggets e Timberwolves já entrou pro meu top 5 de playoffs mais emocionantes dos últimos anos. Que jogaço, cara. Que jogaço.

  • Wolves eliminam Nuggets sem Edwards e McDaniels vira herói

    Wolves eliminam Nuggets sem Edwards e McDaniels vira herói

    Olha, eu admito que não acreditava muito quando vi a escalação dos Timberwolves ontem. Edwards machucado, DiVincenzo fora, Dosunmu também no departamento médico… cara, parecia que ia dar ruim pro Minnesota. Mas que bofetada nos Nuggets! 110 a 98 no Jogo 6 e adeus Denver.

    E sabe quem salvou a pátria? Jaden McDaniels. O moleque simplesmente resolveu virar o Michael Jordan da noite pro dia. 32 pontos, 10 rebotes e ZERO turnovers. Zero! Enquanto ainda incomodava pra caramba na defesa. Sinceramente, não esperava essa explosão dele num momento tão decisivo.

    Um coletivo que funcionou na pressão

    O mais impressionante é como todo mundo apareceu quando precisava. Rudy Gobert fez o trabalho sujo com Jokić (10 pontos, 13 rebotes, 8 assistências), Julius Randle contribuiu com seus 18 pontos, e o destaque vai pro Terrence Shannon Jr. – 24 pontos saindo praticamente do banco!

    Shannon tinha jogado apenas 21 minutos em toda a série até então. Ontem? 34 minutos e sua primeira largada nos playoffs da carreira. É isso que eu chamo de aproveitar a oportunidade, monstro.

    O jogo foi pegado do início ao fim – nenhum time abriu duplo dígito até o último minuto. Aquele clima de playoff onde cada posse vale ouro, sabe?

    Jokić perdeu a cabeça de novo

    E o Jokić? Cara, o cara não consegue se controlar nos momentos decisivos. Já tinha levado multa por confusão no Jogo 4, e ontem arrumou outra briga com Jaylen Clark no último período. Começou com uma tela polêmica, Clark empurrou ele pelas costas, e aí virou aquela bagunça que a gente já conhece.

    No final, Jokić, Clark e Naz Reid levaram técnica. Mas convenhamos, isso só mostrou o desespero de Denver vendo a eliminação chegando.

    E agora? Spurs pela frente

    Olha, vencer os Spurs nas semis vai ser bem mais complicado, especialmente se o Edwards não voltar. Mas depois do que vi ontem, tô começando a acreditar nesse time dos Wolves. McDaniels mostrou que pode carregar o piano quando precisa, e o coletivo tá funcionando mesmo quebrado.

    Vocês acham que Minnesota consegue surpreender San Antonio também? Porque depois dessa performance, qualquer coisa é possível. O Oeste tá uma loucura total!

  • Jokic se envolveu numa briga feia contra os Wolves

    Jokic se envolveu numa briga feia contra os Wolves

    Cara, o Jokic não consegue ficar quieto quando a coisa esquenta, né? O sérvio se meteu numa confusão generalizada no último quarto do jogo de vida ou morte dos Nuggets contra os Timberwolves.

    A coisa começou “inocente” — se é que dá pra chamar assim. Jaylen Clark levou uma falta pessoal faltando 9:47 pro fim do jogo e, do nada, empurrou o MVP. Jokic não é de levar desaforo pra casa e empurrou de volta. Aí que a banda tocou mesmo.

    A confusão tomou conta da quadra

    Clark ainda puxou o Jokic enquanto caía, e aí você já sabe como é — quando um gigante de 2,11m tá no chão sendo puxado, todo mundo se mete. Naz Reid apareceu do nada e empurrou Jokic pelas costas. Sinceramente, não sei o que passa na cabeça desses caras às vezes.

    No final das contas, depois de muito empurra-empurra e os seguranças separando todo mundo, a arbitragem revisou tudo e deu técnica pros três: Jokic, Clark e Reid. O resultado? Um lance livre pro Denver. Uma mixaria considerando a confusão que foi.

    Momento decisivo da série

    Olha, eu entendo a tensão. Minnesota tá liderando a série por 3-2 e pode eliminar os Nuggets — os caras querem fechar em casa mesmo. E sem o Anthony Edwards em quadra, a pressão tá toda em cima do resto do elenco dos Wolves.

    Mas o Jokic… cara, esse sérvio é fogo! Não é a primeira vez que ele se mete numa dessas. Lembram da confusão com os Morris twins? O homem pode ser zen na maior parte do tempo, mas quando alguém mexe com ele, vira outra pessoa.

    E vocês, acham que essa confusão pode mexer com o psicológico dos dois times? Às vezes uma briga dessas acorda um time que tava meio morto no jogo.

  • Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Olha, quando o Chris Finch fala assim de um jogador publicamente, você sabe que a coisa tá séria. O técnico dos Timberwolves não poupou o Terrence Shannon Jr. depois do Game 5 contra o Denver, e sinceramente? Era de se esperar.

    Shannon Jr. virou peça importante nos Wolves depois que o Anthony Edwards e o Donte DiVincenzo se machucaram — coisa que ninguém esperava acontecer nos playoffs. O cara ficou três jogos inteiros encostado no banco contra os Nuggets, aí de repente teve que entrar em quadra: 7 minutos no Game 4, 14 no Game 5.

    No ataque ele até que vai bem…

    E vamos dar o crédito onde é devido: ofensivamente o Shannon Jr. não decepciona. Fez 15 pontos em 14 minutos no Game 4 — isso é monstro, cara. Mas basquete não é só fazer cesta, né?

    Finch foi direto ao ponto quando perguntaram sobre o que precisa melhorar no jovem: “Eu não limpo isso pra ele. Ele que limpa. Começa com estar pronto, ele tem que estar engajado, tem que estar totalmente comprometido com esse lado da quadra… A única forma que eu posso limpar isso é sentando ele no banco, certo? É a única forma. Ele sabe o que precisamos dele agora.”

    Eita. Isso é basicamente o técnico falando: “se não defender, não joga”. E olha, com o físico e atletismo que o Shannon Jr. tem, realmente não tem desculpa pra não ser um bom defensor.

    Momento delicado nos playoffs

    A situação fica ainda mais tensa porque os Wolves tinham tudo pra fechar a série no Game 5 — e não conseguiram. Agora é Game 6 em casa, aquela pressão de não deixar ir pra um Game 7 em Denver.

    E convenhamos, sem Edwards e DiVincenzo, cada minuto conta. Não dá pra ter jogador em quadra que não contribui dos dois lados. O Finch tá certo em cobrar — até porque a cultura dos Wolves é essa mesmo, next man up.

    Vocês acham que o Shannon Jr. vai conseguir se encaixar defensivamente a tempo? Ou vai ser mais um jovem que não aguenta a pressão dos playoffs? Eu torço pra que dê certo, porque ofensivamente o cara tem potencial de sobra.

    O Game 6 vai mostrar se essa bronca pública do Finch surtiu efeito ou se os Wolves vão ter que encontrar outras alternativas pra fechar essa série em casa.

  • Nuggets acordaram? Adelman vê virada de chave no jogo 5

    Nuggets acordaram? Adelman vê virada de chave no jogo 5

    Olha, eu não sei vocês, mas eu senti uma energia diferente no jogo 5 entre Nuggets e Timberwolves. David Adelman também sentiu — e ele não tá escondendo o otimismo depois da vitória por 125-113 que manteve Denver vivo na série.

    “Quem nós somos foi o jogo 5. É isso que podemos ser consistentemente”, disse o técnico dos Nuggets. E cara, depois de ver o time meio perdido nos primeiros jogos, essa declaração tem um peso enorme.

    Jokic voltou a ser Jokic (finalmente!)

    O sérvio monstro fez o que a gente sabe que ele sabe fazer: 27 pontos, 12 rebotes e 16 assistências. Triple-double dominante. Jamal Murray também acordou pra vida com 24 pontos e 7 assistências — dupla que a gente conhece e ama.

    O mais impressionante? O terceiro quarto foi uma aula. Denver fez 37 contra 24 de Minnesota e simplesmente não deixou o jogo escapar mais. Parecia aquele Nuggets campeão de 2023, sabe?

    A confiança tá voltando no momento certo

    Adelman fez questão de lembrar: “Tem uma razão pela qual esses caras ganharam 54 jogos com formações diferentes. Eles confiam um no outro.” E isso é real. Denver sempre foi um time que se encontra nos momentos mais tensos.

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar numa virada histórica. Minnesota ainda lidera 3-2, mas tá lidando com lesões (Edwards perdeu o jogo 5, DiVincenzo segue fora). Enquanto isso, Denver parece mais saudável e, mais importante, redescobriu sua identidade.

    A pergunta que não quer calar: será que os Nuggets conseguem manter esse nível nos próximos jogos? Se conseguirem, essa série pode virar muito rapidamente. E olha, conhecendo o playoff do Jokic, eu não duvido de nada.

  • Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Cara, o Nikola Jokic simplesmente resolveu aparecer na hora que mais precisava. Triple-double de 27 pontos, 16 assistências e 12 rebotes pra manter o Denver vivo na série contra o Minnesota. 125 a 113 pro Nuggets no jogo 5, e agora vai ter jogo 6 em Minneapolis na quinta-feira.

    Olha, eu não vou mentir — depois de três derrotas seguidas, já tava achando que o Denver tinha entregado os pontos. Mas o Jokic é diferente, né? O cara é um monstro absoluto quando a pressão aperta.

    O sérvio salvou o time das próprias cinzas

    “Jok is Jok”, disse o técnico David Adelman após o jogo. E é isso mesmo, pessoal. Vocês viram como ele distribuiu bola? 16 assistências é coisa de louco. E não foram assistências forçadas não — o time finalmente acertou os arremessos (38% de 3 depois de uns míseros 28,5% nos primeiros quatro jogos).

    O Christian Braun foi sincero demais: “Apenas os primeiros quatro jogos embaraçosos da série”. Cara falou a real. Mas é isso aí — no basquete, às vezes você precisa de uma pancada na cara pra despertar.

    Coadjuvantes finalmente apareceram

    Spencer Jones fez 20 pontos com quatro bolas de três no lugar do Aaron Gordon machucado. O Cam Johnson — lembram dele? Veio na troca que mandou o Michael Porter Jr. pro Brooklyn — contribuiu com 18 pontos. E a defesa? Forçaram 25 turnovers e converteram em 35 pontos. Absurdo.

    Do lado do Minnesota, o Jaden McDaniels teve uma noite pra esquecer. Quatro turnovers, errou todas as tentativas de três pontos. E olha que o cara tava falando tanto dos “defensores ruins” do Denver… Futebol americano não, basquete é assim mesmo — uma hora a conta chega.

    “Nada sujo”, disse McDaniels depois. “É tudo diversão pra mim. Eu me alimento disso. Só temos que fazer o trabalho no próximo jogo, e não há mais conversa.” E completou: “Nós vamos ganhar o próximo”.

    Sinceramente? Essa confiança do McDaniels me impressiona. O cara perdeu feio em casa e ainda tá falando que vai ganhar o jogo 6. Vocês acham que o Minnesota consegue fechar em casa, ou o Denver vai completar essa virada histórica de 3-1?

    As casas de apostas agora dão 61% de chance pro Nuggets completarem o comeback. E cara, considerando que eles já fizeram duas viradas de 3-1 em 2020, eu não duvido de nada. Jokic em playoffs é outro nível.

  • Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os Timberwolves estavam com 3-1 na série, praticamente com o pé na próxima fase, e agora tão vendo o pesadelo acontecer na frente dos próprios olhos.

    O jogo 5 de segunda-feira foi de doer. Denver 125 x 113 Minnesota, e olha que o placar até que não mostra o sufoco que foi. Os Nuggets meteram um 37-24 no terceiro quarto que simplesmente acabou com qualquer esperança dos Lobos naquela noite.

    A ausência do Edwards tá pesando demais

    Sinceramente? Sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo, esse time do Minnesota virou uma sombra do que era. O Ant-Man estava fazendo uma temporada monstruosa – 28,8 pontos por jogo na temporada regular, terceiro melhor da liga. E agora o cara tá no DM (departamento médico) justamente nos playoffs.

    O Ayo Dosunmu até tentou repetir a mágica do jogo 4, quando meteu 43 pontos históricos, mas fez “só” 18 dessa vez. E eu coloco só entre aspas porque 18 pontos tá longe de ser pouco, mas a real é que Minnesota precisa de mais, muito mais.

    Os Nuggets forçaram 25 turnovers dos Wolves – três a mais do que Minnesota tinha perdido de bola nos jogos 3 e 4 SOMADOS. Isso aí é desespero puro, time tentando forçar jogadas que não existem.

    Denver acordou no momento certo

    O mais assustador é que Denver tá jogando com uma confiança completamente diferente agora. Cameron Johnson e Spencer Jones, que fizeram apenas 9 pontos no jogo 4, combinaram para 38 no jogo 5. O banco dos Nuggets, que tinha sido patético com 16 pontos no jogo anterior, saltou para 27.

    E tem o Jokić ali, né? O cara é simplesmente imparável quando quer. O Rudy Gobert até conseguiu incomodar bastante, mas quando o MVP mode do sérvio liga, não tem muito o que fazer.

    Na minha visão, o Chris Finch resumiu bem: “Achei que começamos o jogo querendo fazer todas as jogadas de home run, em vez de querer fazer as jogadas que nos ajudam a entrar no ritmo”. É exatamente isso – sem o Edwards, todo mundo quer ser herói e acaba se atropelando.

    E agora? Dá pra reverter?

    Olha, matematicamente ainda dá. Mas apenas 13 times na história da NBA conseguiram virar uma série depois de estar perdendo por 3-1. Os Nuggets querem ser o 14º, e pelo que vi ontem, eles tão acreditando cada vez mais nisso.

    Para Minnesota conseguir segurar a bronca, vai precisar de uma defesa perfeita – igual fizeram nos jogos 2, 3 e 4, quando limitaram Denver a apenas 38,7 pontos no garrafão por jogo. No jogo 5? Tomaram 62 pontos na área. Absurdo.

    O Jaden McDaniels precisa continuar irritando o Jamal Murray, o Gobert tem que seguir no modo “muralha” contra o Jokić, e alguém precisa aparecer no ataque além do Dosunmu.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Wolves conseguem segurar essa? Ou vamos ver uma das maiores zebras dos playoffs acontecendo bem na nossa cara?