Tag: Mitch Johnson

  • Wemby entregou o jogo 2 das Finals, mas a culpa é só dele?

    Wemby entregou o jogo 2 das Finals, mas a culpa é só dele?

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Victor Wembanyama — o MONSTRO que tava carregando os Spurs nas costas — simplesmente entregou o Jogo 2 das Finals com um dos piores turnovers da história da NBA. E olha que eu não tô exagerando não.

    A situação era perfeita: 13.5 segundos, jogo empatado em 104, Wemby pega o rebote depois de um arremesso perdido do Jalen Brunson. Aí o gigante francês resolve… passar a bola nas costas do Stephon Castle? Sem ele nem ver? Brunson intercepta, sofre a falta e converte o lance livre da vitória.

    Déjà vu dos Spurs

    Mas aqui que fica interessante: o técnico Mitch Johnson já tinha passado por isso há um mês atrás. Mesma situação, mesmo placar (104 pontos pro adversário), mesma decisão de NÃO pedir tempo. Na primeira vez foi contra o Minnesota na segunda rodada dos playoffs. Dylan Harper tentou um triplo no finalzinho… e errou.

    Agora aconteceu de novo. E eu fico pensando: será que a culpa é só do Wemby? O garoto tem 22 anos, tá na primeira campanha dele nos playoffs, claramente cansado depois de liderar uma virada absurda de 12 pontos no último quarto. Por que diabos o Johnson não pediu tempo?

    O dilema do técnico jovem

    Sinceramente, eu entendo os dois lados. Johnson tinha dois tempos na manga, podia ter organizado a jogada, tirado o caos da equação. Os Spurs são tecnicamente o segundo time mais jovem a chegar numa Final da história (atrás só do Portland de 1977). Castle tem 21 anos. Esses caras estão EXAUSTOS.

    Por outro lado, tem algo a ser dito sobre jogar no instinto. Wemby é provavelmente o melhor jogador da liga agora, estava em estado de graça. Às vezes você confia no seu cara pra resolver.

    Mas mano… passar a bola nas costas do companheiro sem ele ver? Isso não é nem questão de talento, é erro básico mesmo. Me lembra aqueles airball do Kobe contra o Utah em 98, ou o timeout errado do Chris Webber em 94. Erros que marcam uma carreira.

    E agora, José?

    A real é que os Spurs tão numa fria. Perderam em casa, o Wemby vai carregar esse peso pro resto da vida (espero que não), e os Knicks têm toda a moral agora. Vocês acham que o garoto consegue se recuperar disso? Porque olha, a pressão em Nova York vai ser INSANA.

    Uma coisa eu garanto: se eu fosse o Johnson, no próximo finalzinho de jogo eu tava gritando “TEMPO!” antes mesmo da bola sair da mão do adversário. Porque duas vezes com a mesma situação e duas derrotas? Aí já é demais pro meu coração.

    O que vocês acham? Foi culpa do Wemby ou do técnico que não organizou a jogada?

  • Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Cara, eu não esperava ver os Spurs jogando desse jeito no Jogo 1 das Finais da NBA. Perder em casa para os Knicks por 105-95 já dói, mas perder atirando apenas 25,6% do perímetro? Isso sim é de dar dor de barriga.

    Mitch Johnson não tentou mascarar a realidade depois da derrota. Quando perguntado sobre os arremessos de 3 pontos da equipe, o técnico foi direto: “Acho que erramos alguns arremessos bons”. E olha, foram 43 tentativas do perímetro — muitas delas com espaço para atirar.

    A diferença entre arremesso ruim e oportunidade perdida

    O mais interessante foi ver Johnson falando sobre ser mais “ganancioso” nas posses de bola. Na minha visão, ele tá certo. Os Spurs tiveram uma liderança de 14 pontos no terceiro período e simplesmente deixaram escapar.

    “Acho que haverá algumas posses que poderíamos ter trabalhado mais o cronômetro, trabalhado mais defensivamente contra eles”, explicou Johnson. “Provavelmente poderíamos ser um pouco mais gananciosos nessas posses para conseguir algo melhor como grupo.”

    Sinceramente, faz sentido. Às vezes a equipe tava forçando arremessos quando podia trabalhar melhor a jogada. Johnson mesmo admitiu que precisa rever o filme para analisar algumas tentativas de 3 pontos muito cedo no cronômetro de posse.

    O fantasma das finais anteriores

    Essa performance me lembrou da derrota no Jogo 4 contra Minnesota na segunda rodada, quando os Spurs acertaram apenas 23% dos arremessos de 3. A diferença? Naquele jogo eles tentaram apenas 26 vezes, não 43 como contra os Knicks.

    Ah, e claro, teve aquela polêmica expulsão do Wembanyama por dar uma cotovelada no Naz Reid. Coincidência ou não, quando o garoto francês não tá em quadra, o ataque dos Spurs perde muito da identidade.

    Johnson foi claro sobre o que precisa mudar: “Definitivamente não tivemos pressão suficiente no garrafão durante toda a noite. Temos que ter certeza de que ainda estamos colocando força no garrafão. Vamos conseguir nossos arremessos de 3 com isso. Não podemos trabalhar de fora para dentro. Temos que ir mais de dentro para fora, com certeza.”

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque se continuarem atirando assim do perímetro, essa série pode acabar rápido demais.

  • Daigneault manda recado sincero pro rival antes do jogo 4

    Daigneault manda recado sincero pro rival antes do jogo 4

    Olha, eu sempre falo que o basquete é sobre respeito também, né? E o Mark Daigneault acabou de dar uma dessas demonstrações que a gente ama ver na NBA. Antes do jogo 4 contra os Spurs, o técnico do Thunder mandou uma mensagem super respeitosa pro Mitch Johnson — e cara, isso mostra muito sobre o caráter dos caras.

    A situação é essa: Thunder tá 2-1 na série das finais de conferência contra San Antonio. Dois times que muita gente considera os melhores da NBA nesta temporada. Primeiro e segundo colocados do Oeste, respectivamente. É briga de gigante mesmo.

    Respeito entre técnicos que se conhecem há anos

    “Tenho um tremendo respeito pelo Mitch”, disse Daigneault. “Eu o conheço há muito tempo. Estávamos juntos na G League. Sempre respeitei seu caráter, seu profissionalismo, mesmo só observando ele de longe operar.”

    E aí que fica interessante — Johnson tá numa situação de muita pressão, né? Técnico dos Spurs numas finais de conferência, todo mundo de olho. Mas segundo Daigneault, o cara tá lidando com isso “com classe, elegância e competência”.

    Na minha visão, isso é o que separa os grandes técnicos dos medianos. Saber que você tá enfrentando alguém que você respeita pra caramba, mas que na quadra não vai ter amizade que segure.

    “Só quatro times sobraram”

    Daigneault ainda soltou uma que eu achei sensacional: “É como os jogadores — não há lugar onde você preferiria estar nesta época do ano do que jogando nesses jogos. Só quatro times restaram jogando agora, e é o auge da competição, o auge dos desafios.”

    Cara, isso me arrepia. Final de conferência é isso aí mesmo — você vai levar porrada, vai dar porrada, mas é muito melhor estar no ringue do que assistindo de casa.

    E vocês, o que acham? Esse tipo de declaração antes de um jogo decisivo demonstra confiança ou pode tirar um pouco do foco? Eu sinceramente acho que mostra maturidade, mas sei que tem gente que prefere o técnico mais “sangue no olho”.

    Agora é torcer pra ver se o Thunder consegue abrir 3-1 na série ou se os Spurs vão empatar essa parada. Jogaço garantido!

  • Spurs admite: erramos feio na marcação do SGA

    Spurs admite: erramos feio na marcação do SGA

    Olha, eu até entendo a revolta da torcida dos Spurs com o Shai Gilgeous-Alexander. O cara é simplesmente imparável e tem esse jeito de jogar que irrita qualquer adversário — principalmente quando você tá vendo seu time levar uma surra de 123-108 em casa, como aconteceu no Jogo 3 das Finais de Conferência.

    A galera de San Antonio não perdoou. Ficaram gritando “flopper” pro cara a noite toda. E sinceramente? Eu entendo a frustração. Ninguém gosta de ver o adversário indo pra linha de lance livre o tempo todo.

    Mas o técnico foi honesto

    Só que o Mitch Johnson, técnico dos Spurs, foi bem honesto na entrevista pós-jogo. Admitiu que pelo menos metade das faltas que fizeram no SGA foram “indisciplinadas”. Traduzindo: erraram feio na marcação.

    “Ele nos tirou de posição e aproveitou isso”, disse Johnson. E cara, não tem como discordar. Os Spurs morderam várias fintas durante o jogo, saíram da posição defensiva e deram de bandeja os lances livres pro cara.

    O resultado? SGA acertou 12 de 12 da linha de lance livre. Doze de doze, mano! Mesmo arremessando mal do campo (6/17), ainda assim anotou 26 pontos. Isso que é eficiência.

    A dor de cabeça defensiva

    E o mais frustrante pra San Antonio deve ter sido ver que nenhum dos seus defensores conseguiu parar o cara. Tentaram o Devin Vassell, o Stephon Castle, o Julian Champagnie… nada funcionou.

    Na minha opinião, o Johnson fez bem em assumir os erros. É melhor do que ficar reclamando dos árbitros ou inventar desculpa. Os caras erraram na marcação, o SGA aproveitou como todo craque faz, e pronto.

    Agora a pergunta que fica: será que conseguem se ajustar pro próximo jogo? Porque marcar o Shai é um dos maiores desafios da NBA hoje em dia. O cara é bicampeão de MVP por um motivo — e noites como essa mostram exatamente o porquê.

  • Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Mitch Johnson falando sobre a expulsão do Wembanyama ontem, pensei: finalmente alguém teve coragem de falar a real.

    O técnico dos Spurs não engoliu seco a expulsão do Victor na derrota para o Minnesota. E sinceramente? Ele tá coberto de razão. O francesão levou um Flagrant 2 por acertar o Naz Reid com o cotovelo na cara/pescoço, mas o contexto é que os Wolves estavam metendo o pau no menino o jogo inteiro.

    “Se não protegem, ele vai ter que se proteger”

    A frase que mais me chamou atenção foi quando Johnson disse que “se as pessoas que controlam o jogo não protegerem a fisicalidade, então em algum momento ele vai ter que se proteger”. Mano, isso aí é quase uma declaração de guerra contra a arbitragem.

    E não é exagero não. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que jogadores altos e habilidosos como o Wemby sempre apanham mais. Lembra do que faziam com o Shaq? Com o LeBron no início da carreira? É sempre a mesma história.

    Suspensão seria “ridícula”

    Johnson ainda foi além e disse que seria “ridículo” se o Victor fosse suspenso pelo lance. Na visão dele, não teve intenção nenhuma de machucar o Reid. E olhando o lance (porque eu assisti umas cinco vezes), realmente parece mais um movimento natural de proteção do que uma jogada suja.

    Vocês acham que a liga vai mesmo suspender o cara? Porque se fizer isso, vai estar mandando um recado bem claro: que é mais fácil punir quem se defende do que controlar quem agride primeiro.

    O Wembanyama já mostrou que não é moleque — ele sabe jogar duro quando precisa. Mas se a arbitragem não fizer o trabalho dela de proteger os jogadores, aí as coisas podem ficar feias mesmo. E ninguém quer ver o maior talento da nova geração se machucando por causa de descaso dos árbitros, né?

  • Spurs fazem história e chegam a 60 vitórias — algo não visto desde 2008

    Spurs fazem história e chegam a 60 vitórias — algo não visto desde 2008

    Gente, eu sabia que os Spurs iam melhorar nesta temporada, mas isso aqui tá passando dos limites. 60 vitórias. SESSENTA! O time que ano passado ganhou só 34 jogos agora tá brigando pela primeira colocação do Oeste.

    E olha só que loucura: San Antonio se tornou apenas o quarto time na história da NBA a chegar nas 60 vitórias depois de ter perdido os playoffs na temporada anterior. Os outros foram os Celtics (2007-08 e 1979-80) e o Suns (2004-05). Ou seja, isso aí é raridade mesmo.

    Wemby e Castle viraram monstros

    O Victor Wembanyama tá jogando como se fosse de outro planeta — literalmente. O francês tá tendo uma temporada de MVP no terceiro ano dele, e isso com apenas 21 anos nas costas. Absurdo demais.

    E o Stephon Castle? Cara, esse garoto ganhou o prêmio de Rookie do Ano ano passado e tá provando que não foi sorte. Tá jogando um basquete maduro, fazendo as jogadas certas na hora certa. Esses dois juntos formam uma dupla que vai dar dor de cabeça na liga por muito tempo.

    Sem falar na chegada do De’Aaron Fox, que trouxe aquela liderança que o time precisava. O cara tem experiência de playoffs e tá ajudando os mais novos a entenderem como é que se joga no alto nível.

    O retorno do “Spurs Way”

    Eu não vou mentir: quando o Popovich se aposentou, fiquei preocupado se o time conseguiria manter aquela cultura vitoriosa de San Antonio. Mas o Mitch Johnson tá mostrando que aprendeu direitinho com o mestre.

    A forma como ele conseguiu fazer o Devin Vassell, Keldon Johnson, Julian Champagnie e todo o resto da turma comprarem a ideia do basquete coletivo é impressionante. Cada um no seu papel, ninguém tentando ser mais do que é.

    Na vitória de quarta contra o Portland (112-101), deu pra ver isso na prática. Movimento de bola, defesa sólida, todo mundo contribuindo. É o DNA dos Spurs voltando com força total.

    Vocês acham que esse time tem potencial pra incomodar os favoritos nos playoffs? Eu sinceramente acho que sim. Wemby já calou a boca de quem falava sobre falta de experiência, e com esse apoio todo ao redor dele, qualquer coisa pode acontecer.

    Os Spurs estão de volta, pessoal. E isso é uma notícia excelente pro basquete — a liga fica mais divertida quando San Antonio tá brigando lá em cima.

  • Wemby se machuca, mas Spurs respiram aliviados com atualização

    Wemby se machuca, mas Spurs respiram aliviados com atualização

    Cara, que susto foi esse ontem! O Victor Wembanyama levou uma pancada feia contra o Philadelphia 76ers e saiu de quadra segurando o ombro esquerdo. Por alguns segundos ali, todos nós que acompanhamos o francesão pensamos o pior, né?

    O que aconteceu foi assim: Paul George tentou roubar uma bola no meio da quadra e acabou trombando com o Wemby. O gigante de 2,24m despencou no chão, claramente sentindo dor. Aqueles segundos com ele caído foram tensos demais.

    A volta heroica no primeiro tempo

    Mas aqui que fica interessante — e mostra o caráter do moleque. Depois de sair para o vestiário, Wembanyama VOLTOU e jogou quase todos os últimos seis minutos do primeiro tempo. Isso mesmo, com contusão na costela esquerda, o cara voltou pra quadra.

    Só que no finalzinho, com menos de um minuto pro intervalo, ele pediu substituição de novo. E aí não voltou mais pro segundo tempo.

    O técnico Mitch Johnson deu uma declaração que pelo menos tranquilizou um pouco a galera: “Acho que é positivo ele ter sentido que podia voltar, e jogou os últimos quatro ou cinco minutos do tempo. Isso é positivo na minha perspectiva.”

    Os números e a preocupação real

    Mesmo machucado, Wemby terminou com 17 pontos (7/11 nos arremessos), 5 rebotes e 3 tocos. Números sólidos, mas a questão agora é outra.

    Sinceramente? O que mais me preocupa não é nem os playoffs — os Spurs já têm praticamente garantida a segunda colocação. A parada é que o francês precisa de APENAS MAIS UM JOGO para chegar aos 65 jogos na temporada. E vocês sabem o que isso significa, né? Elegibilidade pro MVP, All-NBA, todos os prêmios individuais.

    Imaginem a frustração se ele perder a chance de concorrer ao MVP por causa de um jogo? Com a temporada monstruosa que ele tá fazendo…

    E agora, José?

    Olha, pela forma como o Johnson falou, parece que não é nada muito grave. O fato do Wemby ter voltado a jogar já é um sinal positivo. Mas convenhamos — com três jogos restantes na temporada regular, qualquer machucado assusta.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que ele consegue voltar a tempo de garantir os 65 jogos? Eu tô torcendo muito, porque seria uma injustiça tremenda ele ficar de fora das premiações por causa disso.

  • A dupla que está transformando o Spurs em candidato ao título

    A dupla que está transformando o Spurs em candidato ao título

    Olha, eu sempre acreditei que time bom se constrói de cima — e o que tá rolando em San Antonio é a prova viva disso. Os Spurs estão em segundo no Oeste com 55-18, e claro que o Wembanyama é um monstro, mas tem uma história bem mais profunda por trás dessa ressurreição.

    A química entre o técnico Mitch Johnson e o GM Brian Wright é algo que você não vê todo dia na NBA. Esses caras se conhecem há quase dez anos, cara. Dez anos! Começaram juntos em 2016 — Johnson como assistente no Austin Spurs (o time de desenvolvimento) e Wright como assistente do lendário R.C. Buford.

    Uma parceria forjada na base

    “Tenho sorte de ter um histórico pessoal e uma relação pessoal que nos permite ter conversas honestas e confiar um no outro”, disse Johnson sobre Wright. E sinceramente, isso transparece demais quando você vê como eles construíram esse elenco.

    Wright virou GM em 2019. Johnson? Bom, o cara pagou o preço — seis anos como assistente, quase uma temporada inteira como técnico interino quando o Pop sofreu o AVC, até finalmente assumir o posto em 2025. Essa caminhada juntos pela organização moldou a parceria deles de um jeito único.

    O mais legal é que Johnson não tem ego nenhum em admitir que Wright é “o líder da construção do nosso projeto e de muitas coisas que estão no nível fundamental da nossa organização”.

    Resultados que falam por si

    Seis temporadas consecutivas perdendo. Seis! Era de dar dó ver o Spurs assim, né? Agora olha onde estão — candidatos legítimos ao título com o Wemby dominando, mas também com um elenco bem construído ao redor dele.

    Wright tá cotado pra ser Executivo do Ano da NBA. Se ganhar, seria o primeiro Spurs desde o Buford em 2016. Merecidíssimo, na minha opinião.

    “Ele é um grande homem e um grande líder”, disse Johnson sobre Wright. Cara, quando você vê essa humildade e esse respeito mútuo entre técnico e GM, você sabe que a coisa tá no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa dupla consegue levar o Spurs de volta ao topo? Porque do jeito que as coisas estão andando, eu não duvidaria nada…