Tag: Mitchell Robinson

  • Lakers de olho no Mitchell Robinson? Pode ser a solução pro garrafão

    Lakers de olho no Mitchell Robinson? Pode ser a solução pro garrafão

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi essa notícia do Mitchell Robinson sendo cotado pros Lakers, meu primeiro pensamento foi “finalmente alguém que entende de basquete nessa diretoria”.

    O gigante dos Knicks tá na free agency e, cara, faz todo sentido os Lakers correrem atrás. Depois daquela tentativa meio meia-boca com o Deandre Ayton na temporada passada (que sinceramente não deu muito certo), eles PRECISAM de um pivô de verdade.

    Por que Robinson faz sentido?

    Os números não mentem: 23.9% de taxa de rebote ofensivo. Vinte e três vírgula nove! Pra vocês terem ideia do que isso significa, o Ayton ficou em 11.5%. É quase o dobro. O cara é um monstro no rebote ofensivo.

    E tem mais — 97 enterradas em 60 jogos. Quase duas por partida. Imaginem esse cara recebendo passes do LeBron e do AD? Seria um festival de alley-oops no Crypto.com Arena.

    Segundo o Jake Fischer (que é bem ligado nessas movimentações), Lakers, Bulls, Hornets e Raptors estão todos de olho. Mas convenhamos, qual desses times oferece a chance de brigar por título igual LA?

    O grande problema: ele joga mesmo?

    Aqui que a coisa complica. Robinson é daqueles jogadores que quando tá em quadra, faz diferença absurda. O problema? Ele não fica em quadra.

    Essa temporada foram 60 jogos — que olha, pra ele já é recorde nos últimos anos. Entre 2023-24 e 2024-25, o cara jogou APENAS 48 partidas no total. Ou seja, uma temporada e meia em duas temporadas completas.

    É aquela situação clássica: quando joga, é fundamental. Mas e quando não joga? Aí fica aquele buraco no elenco que todo mundo conhece.

    Vale o risco?

    Na minha visão, sim. Os Lakers não têm muito o que perder nesse ponto. O Anthony Davis não pode fazer tudo sozinho no garrafão, e o que eles tentaram até agora não funcionou.

    Robinson tem só 26 anos, então não é questão de idade. É mais questão de conseguir manter o corpo inteiro. E olha, se os Knicks chegaram até as Finals com ele como peça importante, alguma coisa ele deve estar fazendo certo.

    Vocês acham que vale apostar nele? Ou preferem que os Lakers procurem uma opção mais “segura” mas talvez menos impactante? Deixem nos comentários o que pensam dessa possível aquisição!

  • Mitchell Robinson pode sair dos Knicks? Lakers e Bulls na espreita

    Mitchell Robinson pode sair dos Knicks? Lakers e Bulls na espreita

    Olha, eu tô aqui assistindo os Knicks nos playoffs e uma coisa que não dá pra ignorar é como o Mitchell Robinson tá jogando quando sai do banco. O cara simplesmente resolve na defesa, principalmente marcando o Wembanyama — e isso não é brincadeira não.

    Mas aqui vem a bad news para os fãs dos Knicks: o Robinson vai ser agente livre na offseason. E pelo jeito, meio mundo tá de olho nele.

    Lakers, Bulls e mais time na briga

    Segundo o Jake Fischer (que manja das fofocas da NBA), quatro times já estão sendo cotados como principais interessados: Lakers, Bulls, Hornets e Raptors. Cara, faz sentido total — todos esses times precisam de um pivô confiável saindo do banco.

    O que me impressiona é como o Robinson tá se destacando mesmo jogando poucos minutos. No Jogo 2 contra os Spurs, ele ficou apenas 14 minutos em quadra, mas foi o suficiente para arrancar elogios do técnico e até do Karl-Anthony Towns. A defesa individual dele no Wemby foi absurda de assistir.

    E tem mais: ele fez a parada decisiva no último lance do Jogo 2. Imagina a confiança que isso dá pro cara na hora de negociar contrato?

    Jogando machucado e mesmo assim arrasando

    O mais louco é que o Robinson tá fazendo tudo isso com uma fratura no quinto metacarpo da mão direita. Sinceramente, eu não sei como ele consegue jogar nessa condição, mas tá aí fazendo a diferença quando entra.

    Na minha visão, cada jogo que ele joga bem nessa série final aumenta o preço dele no mercado. E olha que os Knicks já sabem disso — eles vão ter que abrir a carteira se quiserem manter o cara.

    Vocês acham que vale a pena os Knicks gastarem uma grana preta pra segurar o Robinson? Ou será que é melhor deixar ele ir e investir em outra posição? Eu tô dividido, porque o cara realmente faz diferença, mas pivô reserva caro sempre me deixa com um pé atrás.

    Uma coisa é certa: se ele continuar jogando assim até o final da série, vai ter fila de time querendo contratar ele. E aí os Knicks vão ter que decidir se querem entrar nessa guerra de lance ou não.

  • NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    Olha, a NBA fez algo que raramente acontece: admitiu que errou. A liga voltou atrás e cancelou a falta técnica que Mitchell Robinson, do Knicks, tinha levado no Jogo 2 das Finais contra o Spurs.

    A situação foi assim: Robinson e Wembanyama estavam brigando por posição no garrafão quando o francesão deu um empurrão no pivô do Knicks. Robinson empurrou de volta — nada demais, só aquela briguinha normal de pivô que a gente vê todo jogo. Mas os árbitros marcaram técnica só pro Robinson.

    Decisão que não fez sentido

    Sinceramente, quando eu vi a jogada ao vivo, pensei: “Que técnica é essa?”. O contato foi mínimo, coisa normal de disputa no garrafão. Wembanyama empurrou primeiro, Robinson respondeu, e só o americano levou a punição? Não batia.

    O timing foi péssimo também. Faltavam 4:56 pro fim do primeiro tempo, e o técnico dos Knicks teve que tirar Robinson de quadra, colocando Karl-Anthony Towns no lugar. Wemby ainda converteu o lance livre da técnica.

    Mas aqui está a ironia: foi justamente o Robinson quem defendeu o arremesso final do Wembanyama que poderia ter empatado o jogo. Que jogada absurda foi aquela defesa, monstro!

    Robinson jogando machucado

    O que torna tudo mais impressionante é que o cara tá jogando com a mão direita enfaixada. Ele quebrou o quinto metacarpo (aquele ossinho da mão) antes das Finais e teve que operar. Imagina defender o Wembanyama com uma mão só funcionando direito?

    “Eu sabia que a gente precisava de paradas defensivas e eu já tinha umas três faltas nele no início”, disse Robinson após o jogo. “Na minha cabeça era só: defender sem cometer falta.”

    O pivô terminou com 7 pontos, 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola em 14 minutos. Os Spurs tentaram a estratégia de mandá-lo pra linha de lance livre algumas vezes, mas Robinson se virou bem.

    Com essa decisão da NBA, os Knicks lideram a série por 2-0 e voltam pra casa no Madison Square Garden. Vocês acham que essa polêmica pode influenciar a arbitragem do Jogo 3? Eu espero que não, mas arbitragem em Finais sempre é um negócio delicado.

  • Robinson liberado! Knicks com força máxima no Jogo 2 das Finals

    Robinson liberado! Knicks com força máxima no Jogo 2 das Finals

    Galera, que notícia boa pra começar o dia! Mitchell Robinson foi liberado pelo departamento médico dos Knicks e está confirmado para o Jogo 2 das Finals NBA 2026 contra o San Antonio Spurs. O cara tava com uma lesão na mão que deixou todo mundo preocupado, mas conseguiu superar.

    Olha, sinceramente eu achei que ele ia desfalcar o time hoje. No Jogo 1, deu pra ver que ele tava sentindo — teve uma hora que ele tentou uma enterrada, errou, e ficou balançando a mão como se tivesse doendo muito. Mas o monstro aguentou firme e deu 13 minutos sólidos de quadra.

    Performance no Jogo 1 foi suficiente

    Tá, 2 pontos e 6 rebotes em 13 minutos não parece muito no papel. Mas quem assistiu sabe que a contribuição do Robinson foi muito além dos números. O cara teve algumas defesas importantes no Wembanyama — e convenhamos, parar o francesinho não é brincadeira.

    Na minha visão, ter o Robinson disponível é fundamental pra rotação dos Knicks. O time tá 1-0 na série depois daquela virada épica no quarto período, e manter a consistência no garrafão vai ser crucial pra segurar essa vantagem.

    Spurs precisam reagir em casa

    Do outro lado, o San Antonio deve vir com tudo no Jogo 2. Perder em casa nas Finals é algo que nenhum time quer, ainda mais quando você tem o Wembanyama no seu elenco. Mas com o Robinson confirmado, os Knicks têm mais uma opção pra incomodar o pivô francês.

    E aí, vocês acham que o Robinson vai conseguir manter o nível mesmo com a mão machucada? Eu tô confiante que ele vai dar conta do recado. O cara já mostrou que é guerreiro, e nas Finals é isso que faz a diferença — jogar no limite quando precisa.

    Enfim, Knicks com força máxima pra tentar abrir 2-0 na série. Se conseguirem, aí fica muito difícil pros Spurs. Jogaço hoje à noite!

  • Robinson mandando a real: ‘Adoro estragar a estratégia deles’

    Robinson mandando a real: ‘Adoro estragar a estratégia deles’

    Cara, o Mitchell Robinson tá mandando um recado claro pros Spurs: pode mandar ele pra linha de lance livre à vontade que ele não vai se intimidar. E olha que isso é coragem pura, considerando que o cara converte apenas 29,5% dos lances livres.

    No segundo quarto do jogo, com os Knicks já com problemas de faltas, San Antonio resolveu apostar na velha estratégia do Hack-a-Shaq — só que agora virou Hack-a-Mitch. Mandaram o pivô pra linha várias vezes, esperando que ele perdesse a compostura.

    O gigante não se abalou

    Resultado? Robinson converteu 3 de 6 tentativas e ainda saiu falando como quem não deve nada. “Significa muito quando eu estrago essa estratégia deles”, disse o cara na coletiva pós-jogo. “Eles só querem me tirar de quadra, então na minha visão, eu sou uma ameaça.”

    Sinceramente? Eu não esperava essa frieza toda dele. Ver um pivô que sabe das próprias limitações no lance livre e ainda assim abraçar o desafio… isso é mentalidade de campeão.

    E tem outro ponto que tá passando batido: enquanto todo mundo fala do duelo Towns vs Wembanyama (e com razão), o Robinson tá sendo fundamental pra conter o francesão. O cara pode não ser o mais rápido lateralmente, mas seu posicionamento tá impecável. Ele tá impedindo que Wemby receba a bola em posições cômodas no garrafão.

    Peça-chave na rotação

    Com o Towns entrando em problema de faltas no segundo tempo, Robinson teve que carregar o piano. E carregou bem — deu minutos de qualidade que permitiram o KAT descansar e voltar fresquinho pro último quarto.

    Agora a série volta pra Nova York, e vocês podem ter certeza que Robinson vai ser testado de novo. A pergunta é: será que ele mantém essa confiança toda? Porque uma coisa é falar bonito depois de converter 50% dos lances livres. Outra é manter a mesma energia quando estiver 1 de 8 numa situação decisiva.

    Mas pelo que vi até agora, o cara tá com a cabeça no lugar certo. E isso pode ser a diferença entre os Knicks chegarem no topo ou verem mais um sonho de título escorrer pelos dedos.

  • NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    Olha só que situação bizarra rolou nos playoffs: a NBA decidiu cancelar a falta técnica que Mitchell Robinson levou no Jogo 2 contra o Spurs. E graças a Deus, porque aquela decisão da arbitragem foi de doer os olhos mesmo.

    O lance que revoltou todo mundo

    A parada aconteceu no final do segundo quarto, e cara… foi de ficar indignado. O Wembanyama empurrou o Robinson, claramente provocando a confusão toda, mas adivinha quem levou a técnica? Isso mesmo, o pivô dos Knicks que nem reagiu!

    Sinceramente, eu assisti o replay umas cinco vezes e não consegui entender o que passou pela cabeça do árbitro. Robinson literalmente não fez NADA. Foi empurrado e ainda tomou a falta técnica de brinde. Parecia até coisa de FIFA isso aí (quem joga videogame sabe do que tô falando).

    Robinson voltando no timing perfeito

    O mais impressionante é que o cara nem tinha certeza se ia conseguir jogar esses playoffs. Ele machucou o dedo depois da série contra o Cavaliers e ficou aquela dúvida no ar. Mas viajou com o time pra San Antonio e foi liberado na hora H.

    E olha, que diferença ele fez! Em apenas 14 minutos no Jogo 2, o monstro fez 7 pontos, 3 rebotes e ainda bloqueou uma bola. Não são números absurdos, mas é aquela presença que faz toda diferença no garrafão.

    Peça fundamental no banco

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série sem o Robinson? Porque olhando os números dele nestes playoffs, o cara tá convertendo 73,8% dos arremessos. Setenta e três vírgula oito por cento! É praticamente só bandeja e enterrada.

    Com 5,2 pontos e 5,3 rebotes de média saindo do banco, Robinson virou aquele sexto homem que você não vê muito no stat sheet, mas que muda completamente a dinâmica do jogo. Principalmente na defesa e na luta pelo rebote.

    A boa notícia é que agora ele tá limpo dessa técnica injusta e pode focar no que realmente importa: ajudar os Knicks a manterem essa vantagem de 2-0 quando a série voltar pro Madison Square Garden. E cara, que ambiente vai ser aquele!

  • NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    Olha só que situação bizarra rolou nas Finals! A NBA decidiu cancelar a falta técnica que o Mitchell Robinson dos Knicks tomou no Jogo 2 contra o Wembanyama. E cara, essa decisão veio bem a tempo — imagina só o pivô perdendo uma final por conta de uma falta duvidosa dessas?

    A jogada aconteceu no segundo quarto, quando os dois gigantes estavam brigando por posição no garrafão. Os árbitros marcaram técnica no Robinson por empurrar o Wemby, mas — e aqui tá o ponto — não viram que o francês tinha feito exatamente a mesma coisa um segundo antes. Duas medidas, dois pesos. Clássico da arbitragem da NBA, né?

    Knicks dominando as Finals mesmo com polêmica

    O mais louco é que mesmo com toda essa confusão, os Knicks ganharam aquele jogaço por 105-104. Que partida! E agora estão 2-0 na série, numa sequência absurda de 13 vitórias seguidas que começou ainda nos playoffs contra o Hawks.

    Sinceramente, acho que essa decisão da liga foi mais que justa. O Robinson tá jogando com o dedo mindinho da mão direita operado há uma semana — imagina a dor — e ainda assim entregou um jogo sólido: 7 pontos (100% nos arremessos), 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola.

    Do outro lado, o Wembanyama foi um monstro ofensivo com 29 pontos e 9 rebotes, mas — e isso é crucial — deu umas vaciladas no final que custaram caro pros Spurs. A dupla Robinson-KAT tá fazendo um trabalho excepcional contra o francês, que é sem dúvida o grande x da questão nessas Finals.

    MSG vai virar um caldeirão no Jogo 3

    Agora o negócio fica interessante mesmo. Jogo 3 na segunda-feira no Madison Square Garden, com os ingressos custando uma fortuna (literalmente astronômicos) e até o Trump confirmado pra assistir. Vocês acham que os Knicks conseguem fechar 3-0 em casa?

    Uma coisa é certa: cancelar essa técnica foi o mínimo que a NBA podia fazer. Robinson não merecia ser penalizado por algo que o adversário fez primeiro. E olha que eu não sou muito fã dessas revisões pós-jogo, mas nesse caso específico, foi mais que necessário.

    O que importa agora é que os Knicks estão a dois jogos do título, e o Robinson pode focar 100% em parar o Wembanyama sem se preocupar com suspensão automática. Vai ser épico!

  • Knicks podem perder Mitchell Robinson na agência livre

    Knicks podem perder Mitchell Robinson na agência livre

    Olha, o Mitchell Robinson vai estar livre no mercado esse verão e o negócio não tá fácil pro New York Knicks. O pivô de 28 anos vai ter opções de sobra, e algumas bem tentadoras.

    Sinceramente? Eu acho que os Knicks vão ter que abrir a carteira mesmo. Robinson provavelmente vai ser o melhor pivô disponível na free agency, e todo mundo sabe que pivô bom é raridade na liga.

    A concorrência tá pesada

    Chicago Bulls, Charlotte Hornets, Lakers e Toronto Raptors — todos esses times estão de olho em melhorar a posição de centro. E convenhamos, Robinson não é qualquer um. O cara é um monstro no garrafão defensivo e ainda pega uns rebotes que é uma beleza.

    O problema pros Knicks é que tanto Bulls quanto Lakers podem ter espaço salarial suficiente pra fazer uma oferta que vai doer no bolso. E os Knicks já tão com a folha apertada — cinco caras ganhando entre 20 e 57 milhões. Imaginem só a dor de cabeça do front office.

    Hornets também na disputa

    Charlotte pode oferecer até 15 milhões através da Mid-Level Exception. Não é pouco dinheiro não, principalmente se o cara quiser mais minutos e protagonismo. E tem ainda a possibilidade de sign-and-trade tanto com os Hornets quanto com Toronto.

    Na minha visão, Robinson merece um contrato gordo mesmo. O cara evoluiu muito desde que chegou na NBA, e defensivamente é um dos melhores da posição. Mas será que os Knicks conseguem — ou querem — pagar o preço?

    E aí, vocês acham que ele fica em Nova York ou vai testar as águas em outro lugar? Eu tenho a impressão de que essa vai ser uma das negociações mais interessantes da offseason.

  • Banco do Knicks humilha Wemby e garante 13ª vitória seguida nos playoffs

    Banco do Knicks humilha Wemby e garante 13ª vitória seguida nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 2 das finais! O Knicks simplesmente dominou os Spurs por 105-104 em San Antonio e agora tá 2-0 na série. Treze vitórias consecutivas nos playoffs — isso é história pura, galera.

    O mais louco? O Mitchell Robinson virou protagonista depois que os Spurs tentaram aquela velha estratégia do hack-a-player no primeiro quarto. Sabe quando o time adversário fica dando falta de propósito pra mandar um jogador ruim de lance livre pra linha? Pois é, tentaram fazer isso com o Robinson.

    Robinson vira o jogo de cabeça pra baixo

    “Significa muito quando eu arruíno a estratégia deles, mas parece que eles só querem me tirar de quadra”, disse Robinson depois do jogo. “Aos meus olhos, sinto que sou uma ameaça.”

    E que ameaça! O cara não só converteu 3 de 6 lances livres no primeiro quarto como ainda fechou o jogo na defesa contra o Wembanyama. Duas paradas cruciais nos momentos finais — uma com 30 segundos restantes e outra com 2 segundos no relógio.

    Sinceramente, eu não esperava que o Robinson fosse ter esse protagonismo todo numa final da NBA. O cara sempre foi conhecido pela defesa e pelos rebotes, mas ontem ele mostrou personalidade de veterano.

    O banco que decidiu tudo

    Karl-Anthony Towns até liderou a pontuação com 21 pontos, mas ele mesmo reconheceu: os heróis da noite foram os reservas. Landry Shamet (13 pontos), Deuce McBride (5), Jose Alvarado (2) e o próprio Robinson (7) — um verdadeiro show coletivo.

    “Nosso jogo coletivo nos trouxe até aqui”, disse Towns na entrevista pós-jogo. E tá certo mesmo. Quando Towns saiu com problema de faltas e o Brunson foi descansar, o técnico Mike Brown confiou no banco e foi recompensado com sobras.

    O mais impressionante foi a corrida de 11-3 que conectou o terceiro com o quarto período. Pura magia coletiva — Shamet mandou uma bomba de três que deixou o placar 87-75 logo no começo do último quarto. Mikal Bridges também deu sua contribuição nessa sequência vital.

    Wemby sentiu a pressão

    Victor Wembanyama até tentou ser o herói francês, mas sentiu o peso do momento. Errou dois arremessos que poderiam ter virado o jogo — um de 17 metros e outro de 20, ambos com o Robinson colado nele.

    “Na minha cabeça, era só defender sem fazer falta”, explicou Robinson sobre as jogadas finais. “Só contestei bem e foi isso.”

    Vocês acham que o Knicks já tá com a taça na mão? Porque 13 vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira não. E esse banco jogando desse jeito… Os Spurs vão ter que inventar algo muito especial pra virar essa série.

    O mais legal é ver como o basquete coletivo ainda funciona na era do individualismo. O Knicks tá provando que ter um elenco profundo e que se sacrifica um pelo outro ainda ganha jogos grandes. É isso aí, galera — o Sexto Homem às vezes vira o Primeiro Homem mesmo!

  • Robinson acerta 2/2 nos lances livres e frustra estratégia dos Spurs

    Robinson acerta 2/2 nos lances livres e frustra estratégia dos Spurs

    Olha, eu não esperava isso mesmo. Mitchell Robinson, que normalmente é um desastre nos lances livres, simplesmente decidiu virar clutch no momento que mais importava. Os Spurs apostaram na famosa estratégia “Hack-a-Mitch” — mandar o cara pra linha de lance livre de propósito porque ele costuma errar — mas a coisa saiu pela culatra de uma forma absurda.

    Robinson começou o jogo 1/4 nos lances livres, ou seja, exatamente o que San Antonio queria ver. Mas aí, quando a pressão apertou e eles continuaram mandando ele pra linha, o cara simplesmente acertou 2/2. E não foi qualquer 2/2 não — foi com a torcida dos Spurs fazendo um barulho ensurdecedor no Frost Bank Center.

    A estratégia que deu errado

    Sinceramente, eu entendo a lógica dos Spurs. Robinson sempre foi o calcanhar de aquiles do Knicks nos lances livres. É aquele cara que você QUER que vá pra linha porque geralmente ele trava. Mas basketball é isso aí — nunca se sabe quando um jogador vai te surpreender.

    O mais impressionante é que Robinson estava lidando com um dedo machucado que quase o tirou das finais. O cara tava jogando no sacrifício e ainda assim conseguiu manter a compostura quando mais precisava. Mike Brown deixou ele seis minutos em quadra no primeiro tempo, e Robinson respondeu com 5 pontos importantes.

    KAT assumiu o protagonismo

    Enquanto Robinson segurava a bronca nos lances livres, Karl-Anthony Towns estava fazendo a festa no ataque. KAT marcou 14 pontos ainda no primeiro tempo — uma atuação monstro que ajudou os Knicks a diminuírem uma desvantagem de 12 pontos para apenas 3, com menos de 6 minutos pro intervalo.

    Jalen Brunson, o herói do Jogo 1, também começou bem fazendo a primeira cesta do Knicks e marcando 8 pontos rapidinho. Mikal Bridges contribuiu com 6, e OG Anunoby botou mais 5 no placar. Mas a grande surpresa mesmo foi ver Robinson aguentar a pressão física dos Spurs e manter o foco quando foi pra linha.

    Agora é ver se Robinson consegue manter essa consistência pelo resto do jogo. Os Knicks precisam muito dessa versão dele se quiserem abrir 2-0 na série. Vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai voltar a errar nos momentos decisivos?

    Ah, e claro que ele tomou uma técnica aos 4:56 do segundo quarto. Porque não seria Mitchell Robinson sem um pouco de drama, né?