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  • Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Olha, eu não esperava que esse Draft de 2026 fosse ficar tão interessante assim. Com menos de um mês pro grande dia (23 de junho), as desistências de última hora podem ter aberto uma porta dourada pra dois caras que todo mundo meio que esqueceu: Jaden Henley (Grand Canyon) e MJ Collins (Utah State).

    Os dois são ex-jogadores da Mountain West Conference que já esgotaram toda elegibilidade universitária — ou seja, é agora ou nunca pra eles. E sinceramente? Acho que as chances melhoraram bastante nas últimas semanas.

    Por que as desistências mudaram o jogo

    Cara, esse Draft começou com apenas 71 early entrants — 106 a menos que no ano passado! E o mais louco: mais da metade voltou pra faculdade. Colby Garland (San Jose State) desistiu e foi pro Georgia Tech. Rueben Chinyelu (Florida), Milan Momcilovic (Iowa State), Tyler Tanner (Vanderbilt)… todos voltaram.

    Eu sei que esses caras não são da Mountain West, mas cada nome que sai da lista é uma oportunidade que se abre. É matemática pura. Menos competição = mais chances pros nossos dois guerreiros.

    Henley tem tudo pra surpreender

    Jaden Henley tá ranqueado como 75º no consensus big board da Rookie Scale, mas eu tenho um pressentimento sobre esse moleque. O cara é um monstro atlético defensivo que averaged 17.7 pontos, 5.7 rebounds e 2.9 assistências. E olha só esse dado: 46.6% de arremessos e 56.2% de true shooting. Absurdo.

    Já fez workouts pra 13 times! Atlanta Hawks, Dallas Mavericks, Toronto Raptors, Orlando Magic, Sacramento Kings… A lista não para. Quando um jogador tem tanto interesse assim, alguma coisa boa vai acontecer.

    Collins, o pontuador esquecido

    MJ Collins pode ser a surpresa da noite. Athletic multi-level scorer que cravou 17.5 pontos por jogo com splits de 48.7/36.1/81.0. Esses números de três pontos (36.1%) são exatamente o que times da NBA procuram hoje em dia.

    Ok, só fez workout pra três times (Charlotte Hornets, Indiana Pacers, Memphis Grizzlies), mas às vezes é qualidade, não quantidade. Esses três times sabem identificar talento.

    Mesmo que não sejam chamados no top-60, as chances de conseguirem um two-way contract aumentaram muito. São três vagas por time, mais de $600K por temporada, e podem jogar até 50 jogos. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que pelo menos um dos dois vai ouvir o nome sendo chamado? Eu tô apostando no Henley, mas o Collins pode ser aquela surpresa que ninguém vê vindo. Draft night é sempre uma caixinha de surpresas mesmo.

  • Dois ex-Mountain West tentam vaga na NBA: um brilhou, outro…

    Dois ex-Mountain West tentam vaga na NBA: um brilhou, outro…

    Olha só, o Draft de 2026 tá chegando (menos de seis semanas!) e dois caras que jogaram na Mountain West Conference tentaram mostrar serviço no G-League combine em Chicago. A pergunta que fica é: será que conseguiram chamar atenção dos scouts?

    Vou ser sincero com vocês — quando vejo esses combines, sempre fico curioso pra saber quem vai conseguir pular da obscuridade pra uma chance real na NBA. E olhando esses dois, MJ Collins da Utah State e Jaden Henley da Grand Canyon, dá pra ver perfis bem diferentes.

    MJ Collins: números impressionantes, jogo nem tanto

    O Collins é um cara que sabe testar bem, isso eu tenho que dar o braço a torcer. O armador teve o quarto melhor salto vertical parado (82 cm!), terceiro melhor salto máximo (praticamente 1 metro) e nono melhor tempo no shuttle drill entre os 44 participantes. Isso é coisa de monstro atlético.

    Nos treinos de arremesso, o maluco acertou 24 dos 30 mid-range pull-ups. Vinte e quatro de trinta! Na moral, isso é porcentagem de quem sabe onde fica a cesta. No drill dos três pontos teve uns números confusos (26 de 25 — claramente erro de digitação), mas pelo visto mandou bem.

    O problema? Nos jogos foi uma decepção. Apenas 5 pontos em chutes livres, errou os três arremessos de quadra que tentou. E isso que importa no final das contas, né? Jogar basquete de verdade, não só testar bem.

    Jaden Henley: o oposto completo

    Já o Henley foi exatamente o contrário — não impressionou nos testes, mas quando botaram uma bola na mão dele… aí sim a coisa mudou de figura.

    Quinze pontos em 20 minutos, liderando o time dele, pegando 8 rebotes. O cara foi uma máquina de destruição lá dentro, jogando com aquela intensidade que a gente ama ver. Problema? Continua errando muito do perímetro.

    Na faculdade, o maluco arremessou apenas 30,7% dos três pontos em quatro temporadas. Na Grand Canyon então, foi ainda pior: 26,8%. No combine não melhorou — só acertou 9 tiros no star drill, um dos piores números entre todos os participantes.

    Sinceramente? Henley tem aquele perfil de jogador que pode dar certo como role player defensivo, mas precisa URGENTEMENTE desenvolver o arremesso. Sem isso, vai ficar sempre naquela de “quase”.

    E aí, pessoal — vocês acham que algum desses dois consegue pelo menos um contrato de two-way? Collins com os números físicos impressionantes ou Henley com a intensidade no jogo real?

    Na minha visão, os dois provavelmente vão ficar como agentes livres não draftados, mas Henley tem mais chance de conseguir uma oportunidade justamente por mostrar que sabe jogar quando importa. Números de teste são bonitos, mas basquete se joga é na quadra mesmo.