Tag: MLB

  • Morreu Ted Turner, o cara que transformou o Braves em ‘time da América’

    Morreu Ted Turner, o cara que transformou o Braves em ‘time da América’

    Cara, é o fim de uma era. Ted Turner morreu aos 87 anos, e sinceramente, o esporte americano nunca mais vai ser o mesmo. O cara que transformou o Atlanta Braves no ‘Time da América’ nos deixou na quarta-feira — uma notícia que me pegou de jeito.

    Olha, eu sei que muita gente aqui no Brasil conhece o Turner mais pela CNN ou pelo TBS, mas pra nós que acompanhamos MLB há décadas, esse cara foi REVOLUCIONÁRIO. Imagina só: em 1976, ele comprou o Braves por 12 milhões de dólares (uma pechincha hoje em dia) e transformou o time numa máquina de entretenimento.

    O maluco que mudou tudo

    Turner não era só um empresário — era um showman nato. Nos primeiros anos, o Braves era um dos piores times da liga (sem clubismo, era sofrível mesmo), mas o cara conseguiu fazer a galera se apaixonar pelo time através das transmissões na TBS. Foi o primeiro a colocar baseball na TV a cabo 24/7, praticamente inventando o conceito de ‘superstation’.

    E tem uma história absurda: em 1977, o cara literalmente tentou TÉCNICO do próprio time por um jogo! A Liga Nacional teve que intervir e parar a brincadeira. Imaginem se o Galvão Bueno resolvesse técnico do Corinthians por uma partida — foi esse o nível de loucura.

    A dinastia que a gente nunca esquece

    Mas foi nos anos 90 que a mágica aconteceu de verdade. Com Bobby Cox na comissão técnica e John Schuerholz como GM, Turner construiu uma das maiores dinastias da história do baseball. 14 títulos de divisão consecutivos! Quatorze! É como se o Flamengo ganhasse o Carioca 14 anos seguidos — absurdo demais.

    O auge foi em 1995, quando finalmente levaram a World Series. Eu lembro de assistir aqueles jogos na madrugada, e cara, que time monstruoso. Greg Maddux, Tom Glavine, John Smoltz… uma rotação de arremessadores que era pura poesia.

    Vocês conseguem imaginar a pressão que era ser dono de time na TV nacional toda noite? Porque o Braves tava literalmente na casa de milhões de americanos através da TBS. Turner transformou o time local num fenômeno nacional — ‘America’s Team’ não era só marketing, era realidade.

    Muito além do baseball

    Turner também teve os Hawks (NBA) entre 1977-82, mas admito que não foi lá essas coisas. E tinha a WCW, que bateu de frente com a WWE por anos — 83 semanas consecutivas ganhando na audiência! Para quem curtia wrestling nos anos 90, sabe que foi uma guerra épica.

    O cara também era velejador profissional e ganhou a Copa América em 1977. Monstro completo, né? E detalhe: o Turner Field, onde o Braves jogou de 1997 a 2016, levava o nome dele. Merecidíssimo.

    Turner tinha Demência com Corpos de Lewy desde 2018 e estava internado com pneumonia desde 2025. Uma perda gigantesca para o esporte mundial. Sem ele, talvez nunca teríamos visto o baseball se globalizar da forma que aconteceu.

    E aí, galera — quem mais aqui cresceu assistindo os jogos do Braves na madrugada? O legado do Turner é eterno no mundo dos esportes.

  • McGonigle vai usar a camisa 7 no Tigers – e eu já tô comprando a minha

    McGonigle vai usar a camisa 7 no Tigers – e eu já tô comprando a minha

    Cara, vocês viram a notícia? O Kevin McGonigle, aquela promessa absurda do Detroit Tigers, finalmente vai estrear na MLB e já tem até número oficial: a camisa 7. Sinceramente? Já tô pensando em comprar uma.

    O moleque de 21 anos vai usar a mesma numeração que o Manuel Margot vestiu na temporada passada. E olha, não é qualquer um não — McGonigle é o segundo maior prospect da MLB segundo a lista oficial. Segundo colocado! Isso significa que praticamente só tem um cara melhor que ele em todo o baseball americano.

    De draft pick a realidade

    Lembro quando os Tigers selecionaram ele em 37º lugar no draft de 2023. Na época pensei: “mais um projeto que vai demorar anos pra render”. Que nada. Três anos no sistema de base e o cara já tá pronto pra guerra.

    E que números ele fez nas ligas menores, meu amigo. Média de .313 no bastão, OBP de .419 (isso é coisa de monstro), 233 rebatidas, 30 home runs, 149 RBIs e ainda roubou 43 bases. O cara faz de tudo! É aquele tipo de jogador completo que a gente sonha em ter.

    Disputa pela posição

    Agora a pergunta que não quer calar: será que o McGonigle vai começar como titular já na estreia contra o San Diego Padres? O técnico AJ Hinch ainda tem uns dois dias pra decidir, mas cara… com esses números todos, seria crime deixar o garoto no banco.

    Claro que tem o Javier Baez e o Zach McKinstry disputando a posição de shortstop também. Talvez o Hinch queira ir com calma, não queimar o prospect logo de cara. Mas olha, se fosse eu comandando (risos), botava o moleque pra jogar sem pestanejar.

    E vocês, o que acham? McGonigle aguenta a pressão de ser o segundo maior prospect da liga logo na estreia? Eu tô apostando todas as fichas que sim. Esse garoto tem cara de quem veio pra ficar.

    Opening Day na quinta-feira, dia 26 de março. Já marquei na agenda.

  • Cubs têm que provar que sabem gastar depois do contrato do PCA

    Cubs têm que provar que sabem gastar depois do contrato do PCA

    Olha, eu sempre defendi que o Chicago Cubs é um dos times que mais decepciona quando o assunto é gastar dinheiro. E agora, depois de renovar com Pete Crow-Armstrong, eles têm a chance perfeita de provar se realmente querem brigar pelos grandes ou se vão continuar sendo econômicos na hora H.

    O PCA fechou um contrato de longo prazo que mostra que a franquia acredita no garoto — e com razão, né? O cara é completo: defesa de elite no campo externo e um bastão que vem evoluindo. Mas a renovação dele meio que jogou uma pressão gigante nas costas da diretoria.

    Nico Hoerner é o próximo teste

    Porque agora vem o verdadeiro desafio: Nico Hoerner vai virar agente livre depois da temporada 2026. E cara, esse é um jogador que você NÃO pode deixar escapar. Duas luvas de ouro, defesa impecável, consistência no ataque e ainda por cima é um dos líderes no vestiário.

    Ken Rosenthal, do The Athletic, disse uma coisa que me fez pensar: “Os Cubs ainda têm que provar que conseguem gastar como um time de grande mercado”. E sinceramente? Ele tá certíssimo.

    O Hoerner não é só mais um jogador qualquer. Os próprios companheiros e técnicos consideram ele parte essencial da identidade do time. Então a pergunta que não quer calar é: será que vão renovar com ele também ou vão deixar outro talento ir embora?

    A hora da verdade

    Eu acho que essa situação do Hoerner vai definir de vez qual é a real dos Cubs. Times que se dizem de “grande mercado” normalmente seguram jogadores desse calibre. Mas Chicago tem um histórico meio duvidoso nessa área, não vou mentir.

    A flexibilidade salarial vai ser fundamental aqui. Eles renovaram com o Crow-Armstrong, que foi um sinal positivo, mas agora precisam mostrar que não foi só sorte de principiante.

    E vocês, o que acham? Os Cubs vão fazer o dever de casa e renovar com o Hoerner, ou vamos ver mais uma vez eles deixando um jogador importante escapar por questão de grana? Porque se deixarem o Nico ir embora, aí sim vão provar que realmente não têm ambição de título.

  • Joey Votto instala relógio gigante pra homenagear Cincinnati

    Joey Votto instala relógio gigante pra homenagear Cincinnati

    Olha, eu já vi muito jogador aposentado fazendo homenagens malucas, mas o Joey Votto acabou de elevar o nível. O cara simplesmente instalou um relógio de mais de 5 metros de altura do lado de fora do Great American Ball Park — e não é qualquer relógio não, é uma obra de arte em homenagem a Cincinnati.

    Votto passou 17 temporadas defendendo os Reds e construiu uma das carreiras mais sólidas da MLB. Agora aposentado, resolveu retribuir o carinho da torcida de uma forma bem única. O relógio fica no Crosley Terrace e tem quatro faces com elementos clássicos do time — algarismos romanos, o famoso logo C dos Reds, e até alto-falantes que tocam música e sinos.

    “Queria dar isso desde 2023”

    A mensagem que ele deixou pros fãs é emocionante mesmo. “O presente que eu queria dar pra vocês há muito tempo finalmente foi instalado”, escreveu Votto. Ele contou com a ajuda da cidade de Cincinnati, da diretoria dos Reds e da Verdin Clock Company pra fazer o projeto sair do papel.

    Sinceramente? Achei genial. Quantos jogadores você conhece que deixam um marco físico assim pra cidade que os adotou? É muito mais do que uma estátua tradicional — é algo funcional que vai fazer parte do dia a dia dos fãs por décadas.

    O timing também não poderia ser melhor. Com a temporada 2026 chegando, esse relógio vira automaticamente um ponto de encontro pros torcedores antes dos jogos. A diretoria dos Reds já está apostando que vai virar parada obrigatória.

    Mais que estatísticas

    Votto sempre foi especial em Cincinnati, e não é só pelos números (que são absurdos, diga-se de passagem). O cara criou uma conexão real com a cidade e com a torcida. Esse relógio é a prova de que o sentimento era recíproco.

    Vocês acham que outros jogadores aposentados vão seguir essa tendência de presentes grandiosos? Porque convenhamos, depois dessa do Votto, a régua subiu bastante pra quem quiser homenagear uma cidade.

  • Cubs blindam PCA com US$ 115 mi — jovem monstro vai ficar até 2031

    Cubs blindam PCA com US$ 115 mi — jovem monstro vai ficar até 2031

    Cara, os Cubs acabaram de fazer uma jogada que eu não esperava ver tão cedo. Pete Crow-Armstrong — ou PCA como a galera chama — assinou uma extensão de contrato de US$ 115 milhões por seis anos. É isso mesmo que vocês leram: cento e quinze milhões de dólares.

    O negócio foi fechado nesta terça e vai manter o jovem outfielder em Chicago até 2031. Sinceramente? Achei que os Cubs iam esperar mais um pouco pra ver se o cara realmente ia sustentar o nível, mas eles decidiram apostar pesado no moleque.

    A temporada monstro que mudou tudo

    E olha, não é pra menos. Em 2025, PCA fez sua primeira temporada 30-30 — trinta home runs e trinta roubos de base. Absurdo, né? Além disso, ainda levou o Gold Glove pelo trabalho defensivo no center field. O cara é completo mesmo.

    O mais impressionante é que ele começou a temporada destruindo com o bastão, mas quando esfriou um pouco na segunda metade do ano, continuou sendo valioso pela defesa e velocidade. Isso mostra maturidade, principalmente pra um jogador ainda tão jovem.

    Cubs apostando no futuro (e gastando dinheiro)

    A extensão só começa a valer em 2027, e não tem cláusula de clube — ou seja, PCA vai poder testar a free agency antes dos 31 anos. Estratégico demais, porque se ele continuar nesse nível, vai conseguir outro contratão ainda no auge da carreira.

    Vocês acham que os Cubs fizeram a escolha certa? Eu tô achando que sim. Com essa extensão do PCA e a contratação do Alex Bregman, Chicago tá mandando um recado claro: quer brigar de igual pra igual com os grandes times da liga.

    O que mais me impressiona é ver os Cubs voltando a gastar dinheiro de verdade. Depois de anos meio mornos no mercado, eles estão mostrando que querem voltar a ser protagonistas. E com um talento como o Crow-Armstrong blindado até 2031, as coisas podem ficar bem interessantes no Wrigley Field.

  • Angels pescam veterano Lucchesi véspera da estreia da temporada

    Angels pescam veterano Lucchesi véspera da estreia da temporada

    Olha só que movimentação de última hora! Os Angels acabaram de anunciar a contratação do veterano Joey Lucchesi, ex-Giants e Mets, literalmente às vésperas da estreia da temporada 2026. O cara vai estar disponível já na Opening Day contra os Astros na quinta-feira.

    Sinceramente? Essa contratação faz todo sentido quando você para pra pensar. Com Grayson Rodriguez na lista de lesionados pra começar a temporada (dead arm, aquela lesão chata que todo pitcher teme), os Angels precisavam de alguém pra segurar a onda. E Lucchesi, aos 32 anos, é exatamente o tipo de peça que você quer ter no elenco — versátil, experiente, e pronto pra entrar.

    O curinga perfeito pro bullpen

    Lucchesi começou a carreira como titular lá em 2018 pelos Padres, mas nos últimos anos se adaptou como reliever. Na minha opinião, essa versatilidade é ouro puro. O manager Kurt Suzuki pode usar ele tanto saindo do bullpen quanto como spot starter se precisar mexer na rotação.

    São sete anos de MLB nas costas do cara — três com os Padres, três com os Mets e um com os Giants na temporada passada. Experiência não falta, e isso é fundamental quando você tá montando um elenco competitivo.

    Timing estratégico dos Angels

    A contratação bem na véspera da temporada não é coincidência. Com Rodriguez fora, alguém precisa dar conta do recado, e Lucchesi chega como uma opção segura tanto pro bullpen quanto pra algumas aberturas emergenciais.

    Os Angels ainda têm o último jogo de pré-temporada contra os Dodgers hoje, mas já devem estar com a cabeça na estreia oficial contra Houston. E aí, vocês acham que Lucchesi vai conseguir ajudar os Angels a fazer uma temporada mais consistente? Porque se tem uma coisa que esse time precisa é de profundidade no pitching.

    Uma coisa é certa: pra um cara que estava disponível no mercado até agora, essa pode ser a oportunidade perfeita pra Lucchesi mostrar que ainda tem lenha pra queimar na liga.

  • Jeremy Peña machucado pode abrir as portas pro jovem Brice Matthews

    Jeremy Peña machucado pode abrir as portas pro jovem Brice Matthews

    Olha, quando você menos espera, uma lesão pode mudar tudo no baseball. O Jeremy Peña, shortstop titular do Houston Astros, fraturou o dedo anelar direito numa partida de exibição do World Baseball Classic — e isso tá mexendo com todo o planejamento da equipe para o Opening Day.

    Sinceramente? Essa situação tá mais interessante do que parecia no começo. A recuperação do Peña tá indo bem, então não é garantido que ele vai perder a estreia da temporada. Mas e se perder?

    A oportunidade de ouro do Matthews

    Aí que entra o Brice Matthews, um dos principais prospectos da organização. Segundo o pessoal do The Athletic, se o Peña não estiver pronto, fica fácil levar três caras no roster: Joey Loperfido, Zach Cole e o próprio Matthews. Mas se o Peña voltar? Sobram apenas duas vagas para três jogadores.

    E cara, o Matthews não tá facilitando a decisão dos técnicos não. Na Grapefruit League (a pré-temporada), ele simplesmente destruiu: .257/.395/.429 em 35 rebatidas, com oito bases roubadas, oito walks e 12 strikeouts. Números melhores que os outros dois concorrentes.

    Versatilidade que vale ouro

    O que mais me chama atenção no Matthews é a versatilidade. O cara é infielder de origem, mas jogou no centerfield na Triple-A temporada passada. E convenhamos — no baseball moderno, ter um utility player que consegue jogar em várias posições é praticamente obrigatório.

    Loperfido e Cole têm a vantagem de serem rebatedores canhotos (coisa que os Astros querem mais no lineup), mas o Matthews pode forçar a situação se continuar jogando assim. Imagina ele indo bem no lugar do Peña no shortstop e depois se mantendo no time jogando no outfield quando o titular voltar?

    A verdade é que o Matthews tá com tudo pra melhorar depois de uma estreia meio decepcionante em 2024. E uma lesão do veterano pode ser exatamente a porta de entrada que ele precisava.

    Vocês acham que o garoto consegue agarrar essa chance? Porque pelo que tô vendo, ele não vai desperdiçar essa oportunidade.

  • Blue Jays vai distribuir bobblehead NOSTÁLGICO do Vlad Jr com Expos

    Blue Jays vai distribuir bobblehead NOSTÁLGICO do Vlad Jr com Expos

    Olha, quando eu vi essa notícia quase derramei meu café. Os Blue Jays anunciaram que vão distribuir um bobblehead do Vladimir Guerrero Jr. vestindo uniforme do Montreal Expos. Gente, que sacada genial!

    A peça vai ser entregue no dia 25 de maio e mostra o Vlad Jr. ainda criança, numa foto histórica ao lado do pai usando a camisa dos Expos. Para quem não lembra (ou é mais novo), Vladimir Guerrero pai foi uma lenda absoluta em Montreal nos anos 90.

    Uma homenagem que emociona

    Sinceramente, achei linda essa homenagem. Os Expos foram o outro time canadense da MLB até 2004, quando a franquia mudou pra Washington e virou Nationals. Tem muito fã que ainda sente saudade daquele time — e ver o filho do Guerrero homenageando essa história é de arrepiar.

    O timing não podia ser melhor. Toronto acabou de chegar na World Series em 2025 (perdeu pros Dodgers em sete jogos, que dor), e agora quer repetir a dose em 2026. O Vlad Jr. tá sendo a cara dessa nova era dos Jays.

    Time montado pra brigar pelo título

    E não é só o Guerrero Jr. que tá motivado não. Os Blue Jays contrataram Dylan Cease na offseason — arremessador que já mostrou na spring training que veio pra somar. O cara postou ERA de 0.93 em três jogos. Monstro!

    “Estou numa situação melhor do que eu esperava”, disse o Cease. E o Vlad Jr.? Bateu .444 na preparação. Quarenta e quatro por cento de aproveitamento! O cara tá simplesmente voando.

    Vocês acham que Toronto consegue finalmente quebrar a maldição e conquistar a World Series? A temporada 2026 começa na sexta contra os Athletics, e eu já tô ansioso pra ver se esse time consegue transformar todo esse hype em resultado.

    PS: Quem mais quer esse bobblehead? Imagino que vai ter uma fila quilométrica no Rogers Centre no dia 25 de maio!

  • Jovem monstro do Pirates fecha com Under Armour mesmo rebaixado

    Jovem monstro do Pirates fecha com Under Armour mesmo rebaixado

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Konnor Griffin tinha sido rebaixado pelos Pirates antes da temporada começar, pensei “lá se foi o hype do garoto”. Mas esse moleque de 20 anos acabou de provar que às vezes o timing não importa tanto assim — fechou um contrato multianual com a Under Armour mesmo sem estar nas grandes ligas.

    E cara, que jogada inteligente da Under Armour. Griffin é considerado o prospect número 1 de todo o baseball americano. Vinte anos. Prospect número 1. É tipo pegar o Endrick antes dele estrear no Real Madrid, sacam?

    Por que Under Armour?

    Em uma entrevista rápida, Griffin explicou a escolha: “Under Armour é única. Me ajuda em cada aspecto do meu jogo e fora de campo também. As chuteiras são uma das peças mais importantes que uso, e a Under Armour tem chuteiras fenomenais.”

    Sinceramente? Discurso de manual, mas pelo menos o garoto sabe falar bem. E olhem só a estratégia da marca — em vez de esperar ele chegar nas majors e custar uma fortuna, fecharam agora enquanto ainda dá pra negociar.

    Os números que justificam todo esse hype

    Vocês querem saber por que todo mundo tá de olho nesse Griffin? Os números da temporada passada no minor league são absurdos: .333 de aproveitamento, 21 home runs, 94 RBIs e — pasmem — 65 bases roubadas. Sessenta e cinco! O cara é completo demais.

    Foi escolhido em 9º lugar no Draft de 2024 e em apenas uma temporada no minor já tá batendo na porta das grandes ligas. O Pirates pode ter rebaixado ele agora, mas é questão de tempo até ele aparecer por lá. Aliás, todo mundo espera que ele estreie ainda nesta temporada.

    E aí, acham que a Under Armour fez um bom investimento? Eu tô apostando que sim. Esse Griffin tem cara de quem vai dar o que falar por muito tempo no baseball.

  • Técnicos vão brigar mesmo com árbitros robôs na MLB

    Técnicos vão brigar mesmo com árbitros robôs na MLB

    Cara, a MLB vai começar a usar árbitros robôs pra marcar bolas e strikes nesta temporada, e todo mundo tá se perguntando: será que os técnicos vão parar de fazer aquele showzinho de xingar árbitro e ser expulso? Spoiler: não vão, não.

    Kevin Cash, técnico do Tampa Bay Rays, já deixou claro que vai ter motivo pra brigar sim. “Você só tem dois desafios por jogo, né? Isso pode acontecer já no primeiro inning”, falou o cara. E olha, ele tem razão — imagina desperdiçar seus desafios cedo e depois ter que engolir uma decisão duvidosa no final?

    O show deve continuar (só que diferente)

    Sinceramente, eu vou sentir falta daquelas brigas épicas. Quem não lembra do Billy Martin chutando terra no árbitro em 1988? Ou do Lou Piniella jogando a primeira base no campo direito em 1990? Era puro entretenimento! Earl Weaver indo na cara do árbitro Bill Haller… monstro demais.

    Mas a verdade é que essas expulsões já vinham diminuindo faz tempo. Desde que começaram com o replay em 2008, e principalmente depois de 2014 quando expandiram o sistema, os técnicos têm menos motivo pra surtar. No ano passado, 61,5% das expulsões (99 de 161) foram por causa de bolas e strikes. Com o sistema automatizado, essa porcentagem vai despencar.

    Jim Leyland, que foi expulso 73 vezes em 22 temporadas (o cara era fogo!), tá adorando a ideia: “Eu curto muito o ABS. Acho que vai ser ótimo pro jogo”.

    Aaron Boone não vai se aposentar tão cedo

    O Aaron Boone do Yankees é o rei das expulsões atualmente — liderou ou empatou na liderança nos últimos quatro anos. Em 2022, levou nove cartões vermelhos, mais que qualquer técnico desde 2007. O recordista histórico? Bobby Cox com 162 expulsões na carreira. Absurdo!

    Boone tá mais preocupado com outra coisa: e se o árbitro marcar strike três, o pitcher comemorar, e aí o sistema reverter a decisão? “É algo totalmente novo que os pitchers nunca lidaram. É uma parada emocional que vocês têm que lidar”, explicou ele.

    Cara, imagina a cena: bases lotadas, terceiro strike, o pitcher já tá comemorando saindo do monte, e de repente… “Peraí, foi bola. Volta lá”. Vai ser um reset mental complicado mesmo.

    A nova era dos protestos

    Derek Shelton, do Minnesota Twins, acha que vai rolar menos reclamação no geral sobre bolas e strikes no começo. Mas e depois que os desafios acabarem? Aí é que vamos ver o circo pegando fogo de novo.

    Bobby Valentine, que foi expulso 44 vezes na carreira (incluindo aquela vez épica que voltou pro dugout com bigode falso e óculos escuros), acha que os jogadores já evoluíram. “No final da minha carreira, aquilo era só entretenimento mesmo. Não motivava ninguém, só deixava minha esposa preocupada com a multa”.

    Olha, eu entendo o ponto dele, mas vocês acham mesmo que vai acabar a tradição das brigas? Na minha opinião, os técnicos sempre vão achar um motivo pra fazer drama. Seja por uma jogada no campo, uma interpretação de regra, ou qualquer coisa do tipo.

    No final das contas, o baseball sem aquele teatrinho de vez em quando não é a mesma coisa, né?