Tag: Morez Johnson Jr

  • O pivô que tá explodindo no Draft e pode ir pro top 15

    O pivô que tá explodindo no Draft e pode ir pro top 15

    Cara, quem acompanha March Madness sabe que essa é a época onde os sonhos acontecem — e onde os valores no Draft disparam da noite pro dia. E Michigan tá sendo o exemplo perfeito disso.

    Os Wolverines entraram no torneio com três caras cotados pra primeira rodada, mas todos meio que “esquecidos” ali pelo meio da primeira rodada. Agora? Os três tão sendo especulados pra lottery. Isso é March Madness, meu amigo.

    Mas tem um nome que tá chamando atenção de todo mundo: Morez Johnson Jr., o pivô que veio de Illinois e simplesmente resolveu mostrar serviço quando mais importava.

    De “late first” pra lottery em questão de semanas

    Johnson era visto como um cara pra final da primeira rodada há pouco tempo. Hoje? Tá sendo mockado consistentemente na lottery, e tem gente dizendo que ele pode até passar o Yaxel Lendeborg — que era considerado o melhor jogador do time Michigan.

    O que mudou? Simples: o cara é pura raça. Motor sempre ligado nos dois lados da quadra. Rebote, defesa no garrafão, enterradas violentas e aquelas bandejas de segunda chance que fazem a torcida delirar. Exatamente o tipo de jogador que traduz bem pra NBA.

    Na última projeção do ClutchPoints, ele foi mockado em 13º pelo Miami Heat. E faz todo sentido — é a cara do Erik Spoelstra esse tipo de prospect.

    Por que Miami faria sentido perfeito

    “Johnson é o tipo clássico de prospecto que o Spoelstra iria querer simplesmente pela entrega, intensidade e físico nos dois lados da quadra”, escreveu Brett Siegel. “O Heat tem sentido falta de jogo mais gritty, e o Kel’el Ware não é um pivô físico como o Bam Adebayo.”

    Olha, eu concordo 100%. Miami sempre foi time que pega esses caras meio “escondidos” e transforma em peça importante. Johnson tem tudo pra dar certo lá — principalmente porque combina habilidades que já funcionam hoje com potencial pra crescer.

    E vocês, acham que ele realmente consegue furar a barreira da lottery? Sinceramente, do jeito que tá jogando e com essa fome toda, eu não duvidaria nada.

    Michigan pode ter três na lottery

    Agora imagina só: Michigan com três caras na lottery do mesmo Draft. Aday Mara (o gigante de 2,21m) provavelmente vai ser o primeiro a ser chamado, Lendeborg continua sendo o mais “NBA-ready” dos três, mas Johnson virou o mais intrigante.

    É isso que eu amo no basquete universitário — às vezes o cara que menos esperamos é quem mais cresce quando a pressão aperta. Johnson tá provando que motor e entrega ainda valem muito na NBA moderna.

  • Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    E lá se vai o time campeão da NCAA de 2026. Michigan acabou de perder quatro peças fundamentais pro Draft da NBA, incluindo três que devem sair na primeira rodada. Sinceramente? Era esperado, mas dói ver um elenco tão dominante se desmanchando assim.

    O trio de ouro — Aday Mara, Morez Johnson Jr. e Yaxel Lendeborg — tá entre os primeiros 25 prospects da ESPN. Mara aparece em 13º, Johnson em 24º, e Lendeborg em 12º lugar. Ou seja: primeira rodada garantida pra todos.

    Aday Mara: o gigante de 2,20m que assombrava o garrafão

    Cara, esse Mara é um monstro mesmo. Com seus 2,20m de altura, o pivô espanhol foi titular em 39 dos 40 jogos que disputou como junior. Os números dele são absurdos: 12.1 pontos, 6.8 rebotes, 2.4 assistências e 2.6 tocos por jogo.

    O que mais impressiona é a versatilidade — um cara dessa altura distribuindo quase 2.5 assistências por partida não é comum. E aqueles 2.6 bloqueios? Pure intimidação no garrafão. Na minha opinião, ele tem tudo pra ser uma surpresa positiva na NBA.

    Johnson Jr. e Cadeau: a dupla que completava o quebra-cabeça

    Morez Johnson Jr., o ala-pivô de 2,05m, foi um dos mais consistentes do time. Titular absoluto em todos os 40 jogos como sophomore, fechou a temporada com 13.1 pontos e 7.3 rebotes por partida. Double-double praticamente garantido a cada jogo.

    Já Elliot Cadeau traz uma história interessante — veio transferido de North Carolina e se adaptou perfeitamente ao esquema de Michigan. O armador de 1,85m comandou a orquestra Wolverine com 10.5 pontos e 5.8 assistências por jogo. Apesar de estar “só” em 68º na lista da ESPN, o cara tem jogo de sobra.

    O que isso significa pro futuro de Michigan?

    Olha, perder quatro jogadores fundamentais de um time campeão nacional nunca é fácil. Michigan vai ter que praticamente reconstruir o elenco do zero pra próxima temporada. A pergunta que fica é: como diabos eles vão substituir um pivô de 2,20m que tocava quase 3 bloqueios por jogo?

    Vocês acham que Michigan consegue manter o nível competitivo mesmo perdendo tanto talento de uma vez? Na minha visão, vai ser um teste de fogo pro coaching staff dos Wolverines. Recruiting pesado nas transferências vai ser fundamental.

    Uma coisa é certa: esses quatro caras fizeram história em Ann Arbor. Agora é torcer pra que brilhem tanto na NBA quanto brilharam no college.