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  • NBA muda tudo: novo sistema de draft pode acabar com tanking

    NBA muda tudo: novo sistema de draft pode acabar com tanking

    Galera, a NBA acabou de aprovar uma mudança GIGANTE que vai mexer com tudo que a gente conhece sobre draft. O novo sistema “3-2-1 Lottery” foi aprovado por 29 votos a 1 e promete acabar de vez com o famoso tanking. Sinceramente? Era hora.

    A partir do draft de 2027, em vez dos 14 times de sempre na loteria, agora serão 16. E não é só isso — as chances ficaram muito mais equilibradas. A ideia é simples: parar de premiar quem perde de propósito.

    Como funciona essa nova loucura?

    Olha só que interessante: os três piores times da temporada vão ter MENOS chances de pegar a primeira escolha do que os outros times que ficaram de fora dos playoffs. Isso mesmo que você leu. Os três últimos colocados ficam com 5,4% de chance cada um, enquanto os outros sete times que perderam os playoffs têm 8,1%.

    É o que eles estão chamando de “rebaixamento do draft”. Basicamente, se você for um dos três piores, você tá sendo punido. A mensagem é clara: parem de perder de propósito, porque não vai mais compensar.

    E tem mais regras malucas: nenhum time pode pegar a primeira escolha em anos consecutivos, ou ficar no top-5 por três anos seguidos. Chega de dinastias construídas na base da derrota programada.

    O dilema dos times medianos

    Agora vem a parte que eu acho mais interessante (e complicada). Se você é um time que briga pelo play-in, tipo 9ª ou 10ª colocação, você tem as mesmas chances dos três piores times: 5,4%. Mas se você ficar em 11º, 12º lugar… aí suas chances sobem pra 8,1%.

    Vocês conseguem ver a cilada? Um time que está brigando pelo play-in pode preferir PERDER alguns jogos no final da temporada pra garantir uma posição melhor na loteria. É meio contraditório, não acham?

    Os times que perdem na primeira fase do play-in (7º vs 8º) ficam com apenas 2,7% de chance. Ou seja, ir pro play-in e perder logo de cara é a pior situação possível.

    Vai dar certo mesmo?

    Na minha opinião, a NBA acertou em tentar resolver o problema do tanking, mas criou outros problemas no processo. Imaginem um time como o Jazz do ano passado — que estava claramente reconstruindo — tendo que decidir se vale a pena ganhar alguns jogos pra sair do fundo do poço.

    E tem uma coisa que me preocupa: com mais de 40 picks desprotegidas já trocadas entre os times, a situação pode ficar maluca. Um time pode querer ficar entre os três piores de propósito se tiver o pick de outro time, só pra ferrar o rival.

    O sistema vai funcionar até 2029 e depois eles vão votar de novo. Três anos pra ver se deu certo ou se foi mais uma ideia que parecia boa no papel mas complicou na prática.

    Eu fico curioso pra ver como os GMs vão reagir a isso. Será que vai realmente acabar com o tanking ou só vai criar novas formas de manipular o sistema? O que vocês acham?

  • Saída de Riccardi dos Mavs marca nova era com Masai Ujiri

    Saída de Riccardi dos Mavs marca nova era com Masai Ujiri

    Olha, os Dallas Mavericks estão mesmo fazendo uma faxina geral. Matt Riccardi acabou de deixar o front office da franquia, e isso é só mais um capítulo dessa reformulação comandada por Masai Ujiri.

    Riccardi vinha dividindo o cargo de gerente-geral com Michael Finley depois que mandaram o Nico Harrison embora. E cara, uma das últimas pegadas dele foi aquela troca polêmica do Anthony Davis para o Washington Wizards no deadline. Sinceramente? Eu ainda não sei se foi genial ou loucura.

    A revolução de Ujiri em Dallas

    Desde que Masai Ujiri chegou em Dallas, a coisa mudou de figura completamente. O cara que transformou o Toronto Raptors em campeão não veio pra brincar. Primeiro foi o Harrison, agora o Riccardi… e vocês viram que na terça também demitiram o Jason Kidd do comando técnico?

    É uma reformulação total mesmo. Riccardi tinha chegado do Brooklyn Nets em 2022, então nem deu tempo de criar raízes direito. Mas é assim mesmo no mundo da NBA – quando muda a direção, muda tudo.

    E o Finley? Qual o futuro dele?

    A grande pergunta que fica no ar é: o que vai acontecer com o Michael Finley? O ex-jogador ainda não teve o futuro definido na organização. Na minha visão, seria estranho demais manter só ele ali sozinho depois de toda essa mudança.

    Finley tem história com a franquia como jogador, mas executivo é outra parada. E com Ujiri assumindo o controle, imagino que ele vai querer montar a própria equipe do zero.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? Ujiri vai conseguir transformar Dallas numa potência como fez com Toronto? Porque uma coisa é certa: eles não estão brincando em serviço não. É mudança real mesmo.

  • NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    Cara, a NBA tá prestes a virar o Draft de cabeça pra baixo. E sinceramente? Eu acho que vão acabar criando mais problema do que solução.

    A proposta do sistema “3-2-1” vai ser votada dia 28 de maio pelos donos das franquias. Se 23 dos 30 aprovarem (e tudo indica que vão), a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Só que os executivos das equipes estão meio pistola com a coisa toda.

    O que muda na prática?

    A ideia é expandir a loteria de 14 pra 16 times. Os três piores times vão ganhar apenas duas bolinhas cada (perdendo uma como “punição”), mas não podem cair além da 12ª posição. Os times do 4º ao 10º lugar ganham três bolinhas cada. E aqui vem o absurdo: as chances máximas de ganhar a 1ª escolha caem de 14% pra apenas 8,1%.

    “Eles estão obcecados em fazer isso”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E olha, dá pra entender a revolta.

    Na minha visão, isso é reagir demais a um problema que talvez nem seja tão grande assim. Vários executivos acham que as regras atuais só precisam ser aplicadas com mais rigor – não mudadas completamente.

    A real sobre o tanking

    Todo mundo sabe que alguns times fazem corpo mole no final da temporada pra pegar uma escolha melhor no Draft. A NBA multou o Utah Jazz em 500 mil dólares e o Indiana Pacers em 100 mil em fevereiro, mas foi só isso. Os três piores times tiveram um recorde combinado de 12-72 após o All-Star break. Doze vitórias em 72 jogos, gente!

    “David Stern não mudaria o sistema”, disse um executivo. “Ele pegaria um martelo maior”. E tem razão – às vezes a solução é aplicar melhor as regras que já existem, não criar regras novas que podem ferrar todo mundo.

    Vocês acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou só vai prejudicar os times que estão genuinamente ruins?

    Consequências que ninguém pensou

    Aqui vem o que me deixa mais preocupado: essas mudanças podem bagunçar o mercado de trades de um jeito que ninguém esperava. Com as chances mais distribuídas, até a 16ª escolha vai ter 2,7% de chance de virar a 1ª pick. Isso é mais que os 1,8% que o Dallas tinha quando ganhou o direito de draftar o Cooper Flagg.

    Resultado? Todas as escolhas de primeira rodada vão ficar mais valiosas. Num mercado já complicado por causa das restrições salariais, isso pode fazer os times segurarem ainda mais suas picks futuras.

    Olha, eu entendo a frustração da liga com o tanking. É chato ver time fazendo corpo mole. Mas será que essa não é uma solução mais complicada que o problema original? Só o tempo vai dizer.