Olha só que situação absurda: North Carolina está sem técnico! Hubert Davis levou a porta depois de mais uma temporada decepcionante dos Tar Heels, e agora uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano está aberta. E vocês sabem o que isso significa, né? Guerra de ofertas pelos grandes nomes do esporte.
A saída do Davis não foi exatamente uma surpresa. O cara perdeu uma vantagem de 19 pontos (DEZENOVE!) contra o VCU na primeira rodada do March Madness. Foi a segunda eliminação precoce seguida. Numa universidade como UNC, isso é inadmissível. Tradição obriga, mano.
Os nomes que estão na mira
A especulação já começou, e os candidatos são de dar água na boca. Billy Donovan, atualmente nos Chicago Bulls, é um nome que faz todo sentido. Bicampeão nacional pela Florida e com experiência na NBA – seria perfeito para ajudar UNC a se adaptar ao basquete universitário moderno, que tá cada vez mais parecido com o profissional.
Nate Oats também tá na lista. Sinceramente, o trabalho dele no Alabama é monstruoso. Quatro Sweet 16 consecutivas numa escola onde o football é rei? Isso é ser absurdamente competente. O time dele joga um basquete ofensivo que dá gosto de ver, com muito arremesso de 3. Mas convenhamos, sempre tem alguma polêmica rondando o programa dele.
Dusty May é outro nome interessante. O cara fez milagre na Florida Atlantic levando eles até o Final Four, e agora tá construindo algo sólido em Michigan. É um técnico moderno que entende as mudanças do jogo.
A tradição familiar vai continuar?
Aqui que fica a pergunta de um milhão de dólares: UNC vai continuar com a tradição de contratar gente da “família”? Desde que Dean Smith saiu em 1997, todos os técnicos tiveram alguma ligação com o programa – Bill Guthridge, Matt Doherty, Roy Williams e Hubert Davis.
Mas olha, talvez seja a hora de quebrar esse padrão. O basquete universitário mudou MUITO. NIL, portal de transferências, agentes… é um mundo completamente diferente. Precisa de alguém que saiba navegar nessas águas turbulentas.
A universidade já disse que vai fazer uma “busca nacional” com ajuda de uma empresa especializada. Ou seja: vão atrás dos melhores nomes disponíveis, não importa de onde venham.
E aí, galera do Sexto Homem, quem vocês acham que seria a contratação ideal? Apostam que vão manter a tradição ou é hora de uma revolução em Chapel Hill? Uma coisa é certa: com o prestígio e os recursos de UNC, não vai faltar candidato de peso interessado na vaga.

