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  • Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Olha só que loucura: Nate Oats acabou de assinar uma extensão de contrato com Alabama que vai deixar ele entre os cinco técnicos mais bem pagos do basquete universitário americano. O acordo vai até a temporada 2031-32 — ou seja, mais oito anos pela frente.

    Sinceramente? Merecido demais.

    O que esse cara fez em Alabama é coisa de outro mundo

    Desde que assumiu o programa em 2019, Oats transformou Alabama numa máquina de resultados. Cinco aparições no Sweet 16 consecutivas e uma chegada histórica ao Final Four. Cara, isso não é sorte — é trabalho.

    E tem um detalhe que me impressiona: em 2023, Alabama conseguiu sua primeira cabeça de chave número 1 na história do March Madness. Primeira vez, pessoal! Imaginem a pressão que foi e como ele soube lidar com tudo isso.

    Eu lembro quando ele chegou em Alabama vindo de Buffalo — muita gente duvidou. “Mais um técnico de programa pequeno que não vai conseguir dar o salto”, diziam por aí. Que bobagem. O cara provou que sistema de jogo bem montado e desenvolvimento de jogadores funciona em qualquer lugar.

    Vale cada centavo desse contrato

    Vocês acham que Alabama está pagando caro demais? Eu discordo completamente. Num esporte onde consistência é tudo, ter um técnico que te leva pro Sweet 16 todo ano é ouro. E olhem que estamos falando da SEC, uma das conferências mais brutais do país.

    O que mais me impressiona no trabalho do Oats é como ele consegue fazer os caras jogarem como um time de verdade. Não é só sobre recrutar cinco estrelas — é sobre fazer eles funcionarem juntos. E isso, meus amigos, é a marca de um técnico especial.

    Alabama acertou em cheio com essa renovação. Com estabilidade até 2032, Oats pode planejar a longo prazo e continuar construindo esse programa que virou uma potência nacional. E aí, acham que ele consegue levar o título nacional pros Crimson Tide?

  • Oats dispensa UNC e quer fazer história no Alabama

    Oats dispensa UNC e quer fazer história no Alabama

    Olha, quando vi as especulações rolando sobre o Nate Oats possivelmente indo para North Carolina, já imaginei que ia dar em nada. E não é que o cara foi lá e mandou a real?

    “Absolutamente nenhum motivo” — essas foram as palavras do técnico do Alabama quando perguntaram sobre uma possível saída. Cara, que rispidez gostosa de se ver!

    Oats deixou bem claro que tem um objetivo muito específico em Tuscaloosa: trazer o primeiro título nacional de basquete para o Alabama. E sinceramente? Faz todo sentido. O cara já levou o time até a Final Four — coisa que ninguém esperava há alguns anos. Por que não tentar terminar o trabalho?

    Dinheiro não é problema

    A situação financeira do técnico também tá bem resolvida. Ele assinou um contrato novo em 2024 que vai até 2030, com aumentos automáticos de meio milhão de dólares todo dia 15 de março. Dinheiro que fala né?

    O mais engraçado foi ele admitir que é “honesto demais” com a administração. Disse que não tá procurando vazar e que eles não precisam se desesperar pra “consertar um contrato muito bom” que ele já tem. Monstro being monstro.

    Vocês acham que ele vai conseguir mesmo levar Alabama ao topo? Porque olhando o que ele construiu lá, não duvido nada.

    UNC vai ter que procurar em outro lugar

    North Carolina agora vai ter que virar a página e procurar outro nome. E convenhamos — perder um cara que já provou que consegue montar programa competitivo no SEC não deve estar sendo fácil de engolir.

    Oats ainda disse que fica lisonjeado quando mencionam seu nome para outras vagas, mas que não tá afim de ficar “pulando de galho em galho”. Cara focado no projeto, gosto disso.

    Alabama fechou a temporada regular com força total e agora parte pro March Madness querendo mostrar que aquela Final Four não foi sorte. E com o técnico garantindo que fica, a torcida pode sonhar alto mesmo.

  • UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    Olha só que situação absurda: North Carolina está sem técnico! Hubert Davis levou a porta depois de mais uma temporada decepcionante dos Tar Heels, e agora uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano está aberta. E vocês sabem o que isso significa, né? Guerra de ofertas pelos grandes nomes do esporte.

    A saída do Davis não foi exatamente uma surpresa. O cara perdeu uma vantagem de 19 pontos (DEZENOVE!) contra o VCU na primeira rodada do March Madness. Foi a segunda eliminação precoce seguida. Numa universidade como UNC, isso é inadmissível. Tradição obriga, mano.

    Os nomes que estão na mira

    A especulação já começou, e os candidatos são de dar água na boca. Billy Donovan, atualmente nos Chicago Bulls, é um nome que faz todo sentido. Bicampeão nacional pela Florida e com experiência na NBA – seria perfeito para ajudar UNC a se adaptar ao basquete universitário moderno, que tá cada vez mais parecido com o profissional.

    Nate Oats também tá na lista. Sinceramente, o trabalho dele no Alabama é monstruoso. Quatro Sweet 16 consecutivas numa escola onde o football é rei? Isso é ser absurdamente competente. O time dele joga um basquete ofensivo que dá gosto de ver, com muito arremesso de 3. Mas convenhamos, sempre tem alguma polêmica rondando o programa dele.

    Dusty May é outro nome interessante. O cara fez milagre na Florida Atlantic levando eles até o Final Four, e agora tá construindo algo sólido em Michigan. É um técnico moderno que entende as mudanças do jogo.

    A tradição familiar vai continuar?

    Aqui que fica a pergunta de um milhão de dólares: UNC vai continuar com a tradição de contratar gente da “família”? Desde que Dean Smith saiu em 1997, todos os técnicos tiveram alguma ligação com o programa – Bill Guthridge, Matt Doherty, Roy Williams e Hubert Davis.

    Mas olha, talvez seja a hora de quebrar esse padrão. O basquete universitário mudou MUITO. NIL, portal de transferências, agentes… é um mundo completamente diferente. Precisa de alguém que saiba navegar nessas águas turbulentas.

    A universidade já disse que vai fazer uma “busca nacional” com ajuda de uma empresa especializada. Ou seja: vão atrás dos melhores nomes disponíveis, não importa de onde venham.

    E aí, galera do Sexto Homem, quem vocês acham que seria a contratação ideal? Apostam que vão manter a tradição ou é hora de uma revolução em Chapel Hill? Uma coisa é certa: com o prestígio e os recursos de UNC, não vai faltar candidato de peso interessado na vaga.

  • Golden e Oats pra UNC? Eu tenho minhas dúvidas…

    Golden e Oats pra UNC? Eu tenho minhas dúvidas…

    Cara, que loucura essa conversa sobre Todd Golden e Nate Oats cogitarem ir pra North Carolina. Sinceramente? Eu fico dividido nessa parada.

    Olha só a situação: os blue-bloods do basquete americano estão numa bad, véi. Indiana perdeu a mão completamente — time que era potência virou zebra no March Madness. UCLA caiu cedo e o técnico tá chorando por mais NIL. Kentucky? Montou um elenco caríssimo e tomou sapatada logo na segunda rodada. E a própria UNC perdeu na primeira fase pelo segundo ano seguido.

    Duke tá carregando a bandeira sozinho praticamente. UConn também segue firme, mas o resto dos tradicionalões tá mais perdido que cego em tiroteio.

    Por que diabos sair de um lugar bom?

    Golden tá no Florida depois de conquistar o título nacional ano passado. Cara de 35 anos sendo o técnico mais novo a ganhar uma championship desde Jim Valvano — isso não é pouca coisa, não. E o Oats? Alabama chegou no Sweet 16 pelo quarto ano consecutivo, foi pra Final Four em 2024 e ainda atropelou a própria UNC no caminho.

    Por que largar uma situação dessas pra ir pra Chapel Hill lidar com a pressão absurda de competir com Duke duas, três, até quatro vezes por temporada? Mano, essa rivalidade Duke vs UNC é de outro nível — você vai viver sendo comparado o tempo todo.

    A pergunta que não quer calar: vale mesmo a pena trocar estabilidade por tradição nos dias de hoje?

    O outro lado da moeda

    Mas ó, vou ser sincero aqui. Se eu fosse o Golden ou o Oats, uma parte de mim ia ficar tentada, sim. UNC é UNC, cara. Os recursos são gigantescos, a estrutura é de outro mundo, e mesmo com toda essa bad phase, o nome ainda atrai talento pra caramba.

    E tem uma coisa que o pessoal tá comentando: se eles esperarem mais um pouco, pode rolar uma vaga em Kentucky. Aí sim seria interessante — Kentucky tem grana, tradição, mas não tem esse inferno de rivalidade interna que é Duke.

    Na minha visão, Golden tem mais a perder que Oats nessa. Cara acabou de conquistar tudo em Florida, tem 35 anos, tempo de sobra pra esperar uma oportunidade ainda melhor. Já Oats… sei lá, Alabama pode não ter o mesmo apelo histórico.

    E aí, o que vocês acham? Seria loucura eles saírem agora ou faz sentido apostar numa tradição secular? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai terminar.