Tag: NBA Combine

  • Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Cara, que reviravolta louca na situação do Koa Peat. O cara que era praticamente garantido na primeira rodada do Draft da NBA agora tá vendo seu sonho desmoronar depois de uma performance absolutamente catastrófica no combine da semana passada.

    Olha só esses números: 6 de 25 nos arremessos de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, mano. Pra um cara que quer jogar na NBA, é simplesmente inadmissível. No drill de spot-up shooting foi a mesma coisa — mais 6 de 25. Pelo menos nos arremessos saindo do drible ele foi um pouco melhor: 15 de 30. Mas mesmo assim, longe do que você espera de um possível primeira rodada.

    O problema não são só os números

    E o pior de tudo? Segundo os analistas que estavam lá, não foi só a porcentagem que assustou — foi a forma como ele arremessou. Isaac Trotter, da 247Sports, foi direto: “Não são os resultados, é como pareceu. Foi um movimento que simplesmente parecia estranho, desconfortável, esquisito.”

    Aparentemente o Peat tentou mexer na mecânica do arremesso pra ter mais arco na bola. Cara, que timing horrível pra fazer isso! Você não muda seu arremesso na véspera do combine mais importante da sua vida. É como mudar o pênalti no meio da Copa do Mundo.

    A queda livre nos mock drafts

    E agora a conta chegou. Os mock drafts pós-combine tão sendo cruéis com o garoto:

    A NBC Sports tirou ele completamente da primeira rodada. O Yahoo Sports fez a mesma coisa. Já a ESPN ainda tem uma pontinha de esperança — colocou ele na 27ª posição pro Boston Celtics.

    Jeremy Woo, da ESPN, foi bem realista na análise: “Peat foi um tópico quente no combine, já que os times expressaram preocupação com o que parecia ser uma mecânica de arremesso completamente refeita enquanto ele lutava nos drills de tiro.”

    Na minha visão, o Celtics até faria sentido pra ele. Eles têm um histórico muito bom de desenvolver jogadores internamente, e com 2,01m de altura, o Peat poderia ser uma boa opção como pivô pequeno no futuro.

    E agora? Volta pra faculdade ou arrisca?

    A pergunta que não quer calar: o que vocês fariam no lugar dele? Ficar no draft e torcer pra alguém apostar no potencial, ou voltar pro Arizona pra mais um ano de faculdade?

    O prazo tá apertado — dia 27 de maio às 23h59 é o deadline pra desistir do draft e manter a elegibilidade universitária. Sinceramente, se eu fosse ele, voltava. Um ano a mais pra arrumar esse arremesso pode valer a diferença entre ser escolhido na primeira rodada ou nem ser draftado.

    Porque olha, no basquete moderno você precisa saber arremessar. Não tem jeito. Por mais que ele tenha um físico interessante e agilidade boa (testou bem nos drills de agilidade), se não conseguir acertar chutes abertos, vai ser muito difícil se estabelecer na liga.

    O Arizona deve tá torcendo pra ele voltar, né? Um jogador com esse potencial por mais um ano seria ótimo pro programa. E pra ele, seria a chance de chegar no próximo draft bem mais preparado e confiante.

  • Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Olha, o Combine da NBA sempre mexe com a cabeça dos scouts — e 2026 não foi diferente. Depois de uma semana intensa em Chicago, alguns nomes subiram na minha lista pessoal e outros… bom, vamos dizer que deram uma escorregada.

    AJ Dybantsa continua sendo o consenso absoluto para a primeira escolha. O moleque de 19 anos, com 2,06m, simplesmente não dá brecha pra discussão. Jogando em BYU, ele mostrou que tem tudo pra ser aquela estrela que muda franquia — coisa rara de ver.

    O top 4 tá definido (mas a ordem não)

    Por mais que todo mundo concorde nos quatro primeiros nomes, a ordem ainda é uma bagunça gostosa. Darryn Peterson (Kansas) pode muito bem roubar a segunda posição do Utah Jazz. O cara é um armador de 1,96m que joga como veterano — me lembra muito o Jason Tatum quando era calouro, sabe?

    Cameron Boozer em terceiro no Memphis faz todo sentido. Filho do Carlos Boozer, o garoto tem basquete no DNA e mostrou em Duke que sabe jogar o jogo moderno. Mas confesso que Caleb Wilson (North Carolina) no quarto lugar me surpreendeu um pouco. Um pivô de 2,08m que sabe se movimentar assim… é raro mesmo.

    E vocês viram como o Combine mudou algumas posições? Keaton Wagler subiu pra quinta posição no Clippers, e eu to achando que pode subir ainda mais. O moleque de Illinois tem aquele perfil ala moderno que todo técnico quer hoje em dia.

    A revolução dos armadores

    Uma coisa que me chamou atenção foi a quantidade de guards nas primeiras 15 escolhas. Darius Acuff Jr. (Arkansas), Mikel Brown Jr. (Louisville), Kingston Flemings (Houston)… cara, essa geração de armadores é diferenciada.

    Mikel Brown Jr. especialmente me impressiona — 20 anos, 1,96m, e aquela maturidade que você só vê em caras que passaram tempo suficiente no college. Às vezes vale mais a pena pegar o veterano do que apostar no talento bruto, não acham?

    O mais louco é que alguns desses caras podem até voltar pra faculdade por causa do NIL (aqueles contratos de patrocínio no college). Imagina você sendo projetado pro final da primeira rodada e tendo a chance de fazer uma grana boa ficando mais um ano na universidade…

    As surpresas que ninguém esperava

    Aday Mara no Warriors me pegou de surpresa total. Um espanhol de 2,21m no Golden State? Steve Kerr deve estar planejando algo muito diferente. Lembram quando pegaram o Wiseman? Será que aprenderam a lição?

    E o Oklahoma City com duas escolhas no top 15? Sam Presti continua colecionando picks como se fosse Pokémon. Yaxel Lendeborg e Chric Cenac Jr. podem muito bem virar peças importantes naquele time que já tá armado pra dominar por anos.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 tem cara de ser especial. A profundidade é absurda e tem talento pra todo lado. Agora é esperar pra ver quem vai acertar nas escolhas e quem vai se arrepender depois…

    O que vocês acham? AJ Dybantsa realmente merece ser consenso no topo ou tem alguém que pode roubar a primeira posição até junho?

  • Caleb Wilson: duas lesões nas mãos mudaram minha visão sobre o basquete

    Caleb Wilson: duas lesões nas mãos mudaram minha visão sobre o basquete

    Cara, imagina só a situação: você está tendo uma temporada sólida na North Carolina e do nada quebra um osso da mão esquerda tentando fazer um toco. Aí quando está quase voltando, vai e quebra o polegar direito batendo na tabela durante um treino. É exatamente isso que aconteceu com Caleb Wilson, e sinceramente? Acho que essa experiência pode ter sido a melhor coisa que aconteceu com ele antes do Draft.

    Wilson chegou no Combine da NBA esta semana com as duas mãos 100% recuperadas e uma perspectiva completamente diferente sobre o jogo. O cara ficou limitado a apenas 24 jogos pelos Tar Heels por causa dessas lesões — a primeira em 10 de fevereiro, a segunda em 5 de março. Duas fraturas em menos de um mês, mano.

    A mentalidade que pode fazer a diferença

    Mas olha só o que ele falou pros repórteres: “Nunca senti que a lesão foi um obstáculo. Claro que fiquei de coração partido quando aconteceu. Mas minha mão está perfeita agora, e sinto que isso me deu uma perspectiva diferente sobre basquete em geral. Agora sou muito mais grato por jogar.”

    Isso aí é maturidade, pessoal. Quantos caras de 20 anos conseguem transformar duas lesões seguidas numa lição de vida? O Wilson continuou: “Todo dia eu acordo e tenho a oportunidade de jogar, de arremessar, de driblar…” É o tipo de mentalidade que os times da NBA adoram ver.

    No radar de vários times

    E pelo visto, a gurizada está prestando atenção mesmo. Wilson já passou por entrevistas com Utah Jazz, Chicago Bulls, Los Angeles Clippers, Brooklyn Nets e Charlotte Hornets. Tem sessão marcada com o Washington Wizards e provável encontro com o Memphis Grizzlies também.

    O que me chama atenção é como ele se vende: não fica só falando de pontos e rebotes (embora tenha qualidade técnica de sobra). O cara foca em liderança e cultura vencedora. “Conseguir impactar vitórias e a cultura do time é algo que vou trazer desde o primeiro dia”, disse ele.

    Na minha visão, essa atitude pode ser o diferencial dele no Draft. Tem muito talento por aí, mas jogador que entende que basquete é mais que números individuais? Isso é ouro, principalmente pra times em reconstrução que precisam de caras com cabeça feita.

    Vocês acham que essas lesões realmente ajudaram ele a amadurecer, ou é só papo bonito pra impressionar os scouts?

  • AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    Olha, vocês lembram da cara de paisagem que o AJ Dybantsa fez quando os Wizards ganharam a loteria do Draft? Pois então, o moleque finalmente falou sobre aquela reação que virou meme na internet toda.

    “Eu literalmente não tive reação nenhuma, e o pessoal arruma um jeito de dizer que eu não queria ser escolhido por eles. Mas eu queria sim”, disse Dybantsa durante o Combine da NBA. E sinceramente? Eu acredito nele. Às vezes a gente fica sem reação mesmo quando acontece algo muito importante.

    Vestindo a camisa do profissionalismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele aparecer de terno completo — terno xadrez cinza, camisa azul escura, gravata. Enquanto a maioria dos caras chega de moletom e tênis, o garoto estava parecendo que ia fechar negócio no Faria Lima.

    “Nunca tive um emprego antes. Comecei a levar o basquete a sério quando tinha 13 anos. Mas isso aqui é tipo minha primeira entrevista de emprego. Meu pai falou: ‘Cara, essa é sua entrevista. Então vai profissional, vai de terno’”, explicou.

    E o pai dele tem razão, né? O moleque de 18 anos tá disputando ser a primeira escolha do Draft. É literalmente a entrevista de emprego mais importante da vida dele.

    Rodada de reuniões com os times

    Até quarta-feira, AJ já tinha se encontrado com Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers, Hawks e Mavericks. Basicamente uma maratona de convencimento para mostrar que ele é o cara.

    E quando perguntaram por que deveria ser a primeira escolha, a resposta foi direta: “Acho que consigo marcar do 1 ao 4, jogar do 1 ao 4. Jogo do jeito certo. Mas sou super empolgante como jogador, explosivo. Eu encho estádio”.

    Cara, essa confiança é absurda — mas é exatamente isso que você quer ouvir de um possível número 1 do Draft, não acham? O garoto sabe que tem talento e não tem medo de falar sobre isso.

    Agora é esperar pra ver se Washington vai mesmo cravar nele ou se vai rolar alguma surpresa. Mas uma coisa é certa: depois dessa explicação, aquela cara sem expressão faz muito mais sentido. Às vezes o choque é tão grande que a gente só congela mesmo.

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Olha, eu sempre fico animado quando vejo jogadores universitários conseguindo essas chances de mostrar serviço para a NBA. E dessa vez são três caras de Gonzaga que estão no radar: Graham Ike, Isiah Harwell e Jack Kayil.

    O interessante é que cada um deles está em situações bem diferentes. Ike e Harwell foram convidados pro G-League Combine (que rola de 8 a 10 de maio em Chicago), enquanto Jack Kayil já foi direto pro NBA Combine — que é o evento principal, de 10 a 17 de maio.

    A estratégia do G-League Combine

    Sinceramente, eu acho essa divisão super inteligente da NBA. O G-League Combine virou tipo uma “peneira” — quem se destaca lá ganha o direito de participar do evento principal. Foi exatamente isso que aconteceu com Ryan Nembhard ano passado, que hoje está no Dallas Mavericks.

    Graham Ike é um cara que eu acompanho há um tempo. Forward sólido, joga duro no garrafão e tem um arremesso decente de média distância. Já o Harwell chegou como transfer de Houston e mostrou que tem potencial pra jogar nas duas posições (armador e ala). Vocês acham que eles conseguem se destacar o suficiente pra subir pro NBA Combine?

    Jack Kayil e o dilema alemão

    Agora, o caso do Kayil é mais complicado. O moleque foi convidado direto pro NBA Combine — o que já mostra que alguém lá em cima está de olho nele. Mas tem um porém: ele tem compromissos com o Alba Berlin, na Alemanha.

    Na minha opinião, isso pode até ser bom pros fãs de Gonzaga. Se ele não participar do Combine por causa dos compromissos na Europa, as chances dele ficar mais um ano na universidade aumentam bastante. E olha, pra um time como Gonzaga, ter um cara com potencial NBA no elenco não é pouca coisa.

    O prazo pra jogadores universitários desistirem do Draft vai até 27 de maio. Pros internacionais, como o Kayil, é até 13 de junho. Vai ser interessante acompanhar essas decisões.

    A temporada de Draft sempre traz essas histórias fascinantes. Desde caras lutando pra conseguir uma chance no G-League até outros que já estão no radar direto da NBA. E o bacana é que dá pra acompanhar tudo isso — o G-League Combine rola no site oficial da G-League, enquanto o NBA Combine vai passar na ESPN2.

    O Draft 2026 vai ser no Barclays Center, no Brooklyn, nos dias 23 e 24 de junho. Duas noites de sonhos se realizando e corações se partindo. Enfim, é isso que a gente ama no basquete, não é?