Tag: NBA Draft 2024

  • Peterson não faz drama: ‘Se me quiserem de ala, eu jogo de ala’

    Peterson não faz drama: ‘Se me quiserem de ala, eu jogo de ala’

    Mano, que maturidade do Darryn Peterson! O cara tava sendo questionado se ia fazer frescura com posição na NBA, e ele mandou a real: ‘Quem me quiser, eu jogo onde precisar.’

    Rolou uma especulação de que o garoto do Kansas só toparia times que deixassem ele jogar de armador titular. Aí na Combine, os repórteres foram direto no ponto: ‘E aí, Peterson, vai riscar time da lista se te virem como ala-armador?’

    A resposta dele foi cirúrgica: ‘Não, cara. No final das contas, quem quer te escolher vai te escolher. Se chegarem e disserem que sou ala-armador, beleza — já me acostumei jogando assim no Kansas.’

    Versatilidade que impressiona

    Olha, eu curto demais essa mentalidade. Na minha visão, jogador que não se adapta não sobrevive na liga. E o Peterson claramente entendeu isso.

    Até meio-dia de quarta, ele já tinha conversado com uns 10 times — Washington Wizards, Utah Jazz, Memphis Grizzlies… A agenda tá corrida, e o moleque tá aproveitando cada oportunidade.

    O que mais me chamou atenção foi como ele se vendeu: ‘Posso me encaixar em qualquer time porque sei jogar com e sem a bola.’ Cara esperto. Essa versatilidade é ouro puro no basquete moderno.

    Kansas preparou bem o garoto

    E tem que dar créditos pro Kansas também. Jogar lá te prepara pra NBA de verdade — não é à toa que tantos caras do programa se dão bem na liga.

    Peterson entende que na NBA atual, principalmente pros calouros, é sobre se adaptar e ajudar onde o time precisar. Ninguém vai te dar as chaves do ataque de cara (bom, quase ninguém).

    Sinceramente acho que essa postura vai ajudar muito ele no Draft. Times gostam de jogador que não vem com frescura, que aceita o role e trabalha pra crescer. E vocês, acham que essa flexibilidade vai fazer diferença na escolha dele?

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    Galera, preparem-se porque a NBA tá pensando em fazer algo que não rola desde 1989: transmitir o sorteio da loteria do Draft ao vivo na TV! E olha, se aprovarem esse novo formato “3-2-1” no dia 28 de maio, a gente pode estar vendo história sendo feita de novo.

    Pra quem não lembra (ou nem era nascido), a última vez que viram isso ao vivo foi em 89, quando o Sacramento Kings ganhou a primeira escolha e pegou o Pervis Ellison. Eu sei, eu sei… “quem?” Exatamente por isso que essas mudanças são importantes.

    Como vai funcionar esse novo sistema

    O novo formato é bem diferente do que temos hoje. Ao invés daquelas 14 bolinhas de ping pong numeradas com 1.001 combinações possíveis (que sinceramente, quem entende isso?), eles querem usar 37 bolinhas com os logos dos times entre os 16 que participam da loteria.

    Na minha opinião, isso torna tudo mais visual e emocionante. Imaginem ver a bolinha do seu time sendo sorteada ao vivo? O coração ia sair pela boca!

    Mas calma aí – precisa da aprovação de 23 dos 30 times da liga. E vocês sabem como é… quando envolve mudança no sistema de Draft, sempre tem muito choro e ranger de dentes.

    Por que mudaram da primeira vez?

    A história dessa loteria é interessante, cara. Começou tudo depois da temporada de 1984 porque os times estavam fazendo aquela “corrida pro fundo” descarada pra conseguir a primeira escolha. Antes era literalmente no cara ou coroa – e o Houston Rockets foi esperto e ganhou em 83 E 84.

    Aí a NBA falou “não rola mais” e criou o sistema de envelope em 85, onde todos os times ruins tinham chances iguais. Depois mudou pra determinar só as três primeiras escolhas em 87, e finalmente chegou no sistema atual em 1990.

    Olha, eu acho que qualquer mudança que torne o processo mais transparente e emocionante é bem-vinda. Esse negócio de ficar esperando o resultado numa sala fechada é meio sem graça mesmo. E aí, vocês acham que os times vão topar essa mudança? Eu tô curioso pra ver se vai rolar!

  • Thomas Haugh recusa NBA e volta pra Florida: decisão que mudou tudo

    Thomas Haugh recusa NBA e volta pra Florida: decisão que mudou tudo

    Cara, vocês viram a bomba que o Thomas Haugh soltou? O cara que estava cotado para ser escolhido na loteria do Draft da NBA resolveu dar uma de maluco e voltar para a Florida para a temporada sênior. Isso mesmo — um prospecto Top 15 preferiu ficar na faculdade.

    Olha, eu sinceramente não esperava isso. Haugh estava rankeado como 13º melhor prospecto disponível e tinha tudo para ser selecionado entre as picks 11-15. O moleque teve números absurdos na temporada passada: 17.1 pontos, 6.2 rebotes e 2.1 assistências em 34 jogos pelos Gators.

    A decisão mais difícil da vida

    “A maioria dos caras na minha posição no draft, seria óbvio ir para a NBA”, disse Haugh para a ESPN. Mas aí que tá — não foi só sobre dinheiro (embora o NIL tenha pesado). O cara falou que quer jogar com os parceiros dele, pelo técnico Todd Golden, pela escola que ele ama.

    E vocês sabem o que mais me impressiona? Haugh é o primeiro prospecto de loteria a voltar para a faculdade desde Miles Bridges, do Michigan State, em 2017. Sete anos, gente! Isso mostra como essa decisão foi realmente única.

    O maluco ganhou honras de terceiro time All-American e primeiro time All-SEC na temporada passada. Números que falam por si só.

    O poder do NIL mudando o jogo

    Aqui que fica interessante (e meio louco, na minha opinião). Aparentemente, Haugh vai ganhar MAIS dinheiro ficando na Florida do que seria pago como calouro na NBA. O técnico Golden foi direto: “O valor de NIL legítimo do Tommy na Florida é 10 a 20 vezes maior do que seria em um time da NBA no ano que vem”.

    Mano, isso é uma mudança de paradigma total! Antes, se você tinha talento para NBA, você ia — ponto final. Agora os caras estão fazendo contas e descobrindo que podem ganhar mais na faculdade. É o mundo de cabeça para baixo.

    A família do Haugh e o agente Aaron Klevan procuraram Golden para saber como seria uma possível volta, e aparentemente não precisaram vender muito peixe. “Eles são meus caras”, disse Haugh sobre a equipe técnica.

    Nostalgia que pesa na decisão

    Uma coisa que me chamou atenção foi quando Haugh falou: “Eu cresci sendo fã da Florida. Tim Tebow. Os campeonatos nacionais consecutivos. O time de 2014, eu lembro”. Cara, isso aí é amor verdadeiro pelo programa.

    Vocês acham que essa tendência vai pegar? Imaginem quantos outros prospectos não estão olhando para essa situação e pensando: “Poxa, talvez eu também devesse ficar mais um ano”.

    Sinceramente, acho que o Haugh fez uma jogada inteligente. Vai desenvolver mais o jogo dele, ganhar uma grana boa com NIL e ainda por cima jogar onde se sente em casa. Win-win-win, como dizem por aí.

    E aí, o que vocês acham dessa decisão? Acertou em cheio ou perdeu a oportunidade da vida?

  • Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Gente, finalmente aconteceu. Caleb Wilson oficializou hoje que tá indo pro Draft da NBA, e olha… eu tô com sentimentos mistos sobre isso.

    O cara fez um vídeo todo bonitinho agradecendo North Carolina, falando que foi uma honra usar a camisa 8 dos Tar Heels e que sempre deu o máximo. Bonito, né? Mas vamos aos fatos aqui.

    Os números são monstros, mas…

    Wilson teve médias absurdas na temporada de calouro: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo. Pra um freshman, isso é coisa de outro planeta mesmo. O problema? O cara simplesmente não conseguiu ficar inteiro.

    Primeiro quebrou um osso da mão esquerda. Beleza, lesão acontece. Mas aí, quando voltou, quebrou o polegar direito num treino SEM CONTATO. Cara, sem contato! Que azar é esse?

    E agora a ESPN tá projetando ele como 4ª escolha geral. Quarta! Com uma temporada cortada pela metade por duas lesões diferentes.

    Aposta arriscada pra times da NBA

    Olha, eu entendo o hype. Wilson tem 2,08m, é atlético pra caramba e mostrou que pode pontuar de várias formas. Mas me digam uma coisa: vocês drafcariam um cara que teve duas lesões em ossos diferentes na mesma temporada?

    Na minha visão, ele deveria ter ficado mais um ano em Chapel Hill. Trabalhar na força física, provar que consegue ficar saudável uma temporada inteira, desenvolver mais o jogo exterior. Mas né, quando a ESPN te coloca no top 5, é difícil resistir.

    O draft tá cada vez mais jovem mesmo. Esses caras saem direto do ensino médio achando que vão dominar a liga. Alguns conseguem — olha o Paolo Banchero ano passado. Outros… bem, a lista de bustos é longa.

    E aí, vai dar liga?

    Sinceramente? Wilson tem potencial pra ser especial. O físico tá lá, o instinto pra marcar pontos também. Mas NBA é outro nível de intensidade física, e se o cara já se machuca em treino de faculdade…

    Vai ser interessante ver qual time vai apostar nele no top 5. Provavelmente alguém que acredita mais no potencial do que no histórico de lesões. E torço pra que dê certo — o garoto merece.

    Só espero que ele tenha um bom círculo ao redor dele e trabalhe pesado na preparação física. Porque talento ele tem de sobra.

  • Alex Sarr deve encerrar temporada de rookie com lesão no dedão

    Alex Sarr deve encerrar temporada de rookie com lesão no dedão

    Olha, não é assim que você quer terminar sua primeira temporada na NBA. Alex Sarr, o pivô francês que foi a segunda escolha geral do Draft 2024, provavelmente vai ficar de fora dos últimos três jogos do Washington Wizards por causa de uma lesão no dedão do pé esquerdo.

    O técnico Brian Keefe foi direto ao ponto na quinta-feira: “É bem improvável que ele volte com o pouco tempo que temos aqui”. E olha, considerando que o Washington está com apenas três jogos restantes na temporada, faz sentido não forçar a barra.

    Temporada de rookie interrompida

    Sarr já perdeu os últimos seis jogos por causa dessa capsulite no dedão — que é basicamente uma inflamação na articulação. Para quem não conhece, é uma dessas lesões chatas que parece bobagem, mas incomoda demais na hora de correr e saltar.

    E cara, que azar para o garoto. Em 48 jogos na temporada, o francês de 2,13m estava fazendo uma campanha decente para um rookie: 16,3 pontos e 7,4 rebotes por jogo. Números respeitáveis, principalmente considerando que ele tava jogando numa equipe completamente perdida.

    Vocês acham que ele vai conseguir disputar o prêmio de Rookie do Ano mesmo perdendo esses jogos finais? Sinceramente, acho difícil — a concorrência tá pesada esse ano.

    Wizards no fundo do poço

    E o Washington? Meu amigo, 17 vitórias e 62 derrotas. É oficial: pior campanha da liga. Eles ainda têm jogos contra Miami (sexta) e Cleveland (domingo), mas já tão pensando é na loteria do draft mesmo.

    O mais louco é que Sarr é apenas UM dos dez jogadores machucados listados no relatório médico antes do jogo contra o Bulls. Dez! Isso inclui as estrelas Trae Young (lombar e coxa direita) e Anthony Davis (dedo da mão esquerda), que vieram em trocas no inverno mas jogaram combinados apenas cinco partidas desde então.

    Cara, quando você vê uma situação dessas, fica claro que o Wizards tá numa reconstrução total. Melhor mesmo é preservar o futuro da franquia — e Sarr definitivamente faz parte desse futuro.

  • Risacher vira banco no Hawks e passa aniversário fora de quadra

    Risacher vira banco no Hawks e passa aniversário fora de quadra

    Cara, que situação complicada pro Zaccharie Risacher. O cara que foi primeira escolha geral do Draft 2024 passou o aniversário de 21 anos dele inteirinho no banco, vendo o Hawks perder pros Cavaliers por 122-116. Primeira vez na carreira que ele nem entrou em quadra como reserva técnica.

    Olha, eu não esperava isso quando a temporada começou, mas o negócio mudou completamente em Atlanta. Risacher começou como titular nos primeiros dois terços da temporada, aí depois daquela surra de 128-97 pro Miami Heat (que dor), o Hawks estava 27-31 e precisava de uma mudança drástica.

    A virada de chave que mudou tudo

    Desde que o CJ McCollum assumiu a vaga do francês no quinteto inicial, os Hawks simplesmente decolaram: 18 vitórias em 22 jogos. Isso mesmo, 18-4. Subiram pro quinto lugar no Leste e agora estão brigando sério pelos playoffs.

    Sinceramente? É difícil tirar um time que está funcionando assim. Mas o que mais complicou a situação do Risacher foi a chegada do Jonathan Kuminga via trade. Os dois jogam na mesma posição, e com o JK finalmente 100% depois da lesão no joelho, raramente você vê os dois juntos em quadra.

    Na segunda-feira contra o Knicks, o Risacher jogou apenas 7 minutos — recorde negativo da carreira dele. Ontem, nem isso. O técnico Quin Snyder preferiu colocar o Corey Kispert na rotação.

    Snyder tenta amenizar a situação

    O treinador está fazendo um malabarismo diplomático pra explicar a situação. “Zach tem feito tudo que pedimos”, disse Snyder. “Só temos um número limitado de caras que podemos colocar no jogo. O JK jogou mais, então esses minutos têm que vir de algum lugar.”

    E completou: “Precisamos que ele continue fazendo o que tem feito. Ele tem brigado no rebote, são jogadas importantes pra gente.”

    Mas vamos combinar uma coisa — quando você é a primeira escolha do draft e não consegue nem entrar no jogo contra Cleveland e Knicks (que provavelmente vão ser os adversários dos Hawks nos playoffs), a situação está complicada mesmo.

    E aí, vocês acham que o Risacher consegue dar a volta por cima ainda nesta temporada? Ou vai ter que esperar o ano que vem pra mostrar por que foi escolhido em primeiro lugar?