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  • Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Cara, enquanto os Knicks estão voando nas finais da NBA (que loucura, né?), por trás dos panos está rolando uma movimentação bilionária que pode mudar tudo. Os donos do time, a família Dolan, querem separar os Knicks dos Rangers em empresas diferentes. Estamos falando de US$ 13,5 bilhões em jogo aqui.

    O plano dos Dolans que ninguém esperava

    Em fevereiro, o conselho da Madison Square Garden Sports aprovou um plano pra explorar essa separação. James Dolan, o CEO (e filho do falecido patriarca da família), disse que isso daria “flexibilidade estratégica” pra cada empresa. Traduzindo: eles acham que vão ganhar mais dinheiro assim.

    Na semana passada rolou o próximo passo — eles protocolaram os documentos na SEC, a nossa “CVM” americana. Sinceramente? Não é a primeira vez que os Dolans fazem isso. Eles são meio que especialistas em fatiar empresas pra tentar aumentar o valor das ações.

    O velho Charles Dolan (que morreu em 2024 aos 98 anos) construiu o império da família com televisão a cabo, fundou a HBO e transformou a Cablevision numa potência que foi vendida por US$ 18 bilhões em 2016. O cara era um visionário, não dá pra negar.

    Por que separar agora?

    Aqui que fica interessante. A MSGS (a empresa que controla ambos os times) está sendo negociada por muito menos do que os times valem individualmente. O valor de mercado atual é de US$ 9,6 bilhões, mas o Knicks vale US$ 9,85 bilhões e o Rangers US$ 3,65 bilhões segundo o Sportico. Ou seja, tem um “desconto Dolan” de 29% aí.

    Olha, eu entendo a lógica. Times de esporte sempre foram negociados abaixo do valor real quando estão na bolsa. O Manchester United é o exemplo clássico — as ações ficaram patinando em US$ 13 até os rumores de venda em 2022, quando dobraram de preço.

    E vocês acham que vai dar certo? Porque separar times que dividem até o estádio parece meio complicado, não? Os Knicks e Rangers vão ter que pagar aluguel pro Madison Square Garden — que pertence a OUTRA empresa dos Dolans (sim, eles têm várias).

    O quebra-cabeças das empresas Dolan

    Pra entender essa jogada, precisa ver o histórico. Desde 2010 os Dolans vêm fatiando o império: primeiro separaram o MSG da Cablevision, depois criaram a MSG Network, depois separaram os times dos locais de entretenimento, e por aí vai.

    Agora querem mais uma fatia. A família também tem aquela Sphere maluca em Las Vegas (que custou uma fortuna mas é impressionante, admito).

    No fim das contas, ainda falta aprovação das ligas — NBA e NHL precisam dar o ok. E mesmo que role, será que realmente vai resolver o problema do “desconto Dolan”? Ou os investidores vão continuar desconfiando da família?

    Uma coisa é certa: com os Knicks finalmente competitivos de novo (primeira final desde 1999!), o timing não podia ser melhor pra mexer no valor da franquia.

  • Rogers vai criar gigante esportivo de R$ 100 bi com os Raptors

    Rogers vai criar gigante esportivo de R$ 100 bi com os Raptors

    Olha, quando eu li essa notícia quase cuspi meu café. A Rogers Communications, empresa que controla 75% do Toronto Raptors, anunciou planos pra comprar a fatia restante da franquia e criar uma das maiores entidades esportivas do mundo — estamos falando de mais de 18 bilhões de dólares, pessoal. Isso é coisa de R$ 100 bilhões!

    O CEO Tony Staffieri confirmou na chamada de resultados da empresa que eles pretendem comprar os 25% restantes da MLSE (Maple Leaf Sports & Entertainment) que ainda pertencem ao Larry Tanenbaum. A ideia é fechar essa compra na segunda metade de 2025.

    Um império do esporte canadense

    Sinceramente, eu não esperava uma jogada dessas. A Rogers já tem uma posição absurda no mercado esportivo canadense — além dos Raptors da NBA, a MLSE controla o Maple Leafs (hockey) e o Toronto FC (futebol). E olha que a Rogers ainda tem o Blue Jays do baseball por fora.

    “Após o fechamento, planejamos combinar nossos ativos em uma das entidades de propriedade esportiva, mídia e entretenimento mais significativas globalmente”, disse o Staffieri. Cara, imagina só o poder que essa galera vai ter no esporte norte-americano.

    O mais interessante é que eles querem trazer investidores minoritários depois pra ajudar a reduzir a dívida da empresa. O CFO Glenn Brandt falou que esse processo de recapitalização deve rolar lá pro final de 2026 ou início de 2027.

    Quanto vale essa bagaça toda?

    Vamos aos números que fazem a gente ficar de boca aberta. Segundo a Sportico, os Raptors valem 4,66 bilhões de dólares hoje — nosso time brasileiro favorito tá valendo mais que muito PIB por aí. O Maple Leafs vale 4,25 bi, o Blue Jays 2,9 bi e o Toronto FC uns 730 milhões.

    Somando tudo isso dá 12,5 bilhões só nos times. Mas a entidade maior ainda vai incluir os ativos de mídia da Sportsnet, que é a rede de TV esportiva da Rogers.

    E olha, o mercado gostou da notícia — as ações da Rogers subiram quase 14% na quarta-feira, fechando em 37,48 dólares. Os caras devem estar comemorando pra caramba lá no Canadá.

    Vocês acham que isso vai mudar alguma coisa pro nosso Raptors? Eu tô curioso pra ver se eles vão investir ainda mais pesado no time de basquete. Quem sabe não rola uma contratação bombástica por aí…