Tag: NBA recordes

  • NBA quebra tudo: audiência explode em 24 anos de recorde!

    NBA quebra tudo: audiência explode em 24 anos de recorde!

    Gente, vocês viram isso? A NBA simplesmente destruiu todos os números de audiência da temporada passada. Estou falando de 170 milhões de espectadores americanos na temporada regular — o maior número em 24 anos! Vinte e quatro anos, pessoal. Isso significa que não víamos números assim desde 2001.

    E o mais louco? Foi um aumento de 86% comparado com a temporada anterior. Oitenta e seis por cento! Eu já esperava que os números fossem bons com toda a movimentação no mercado, mas isso aí passou das minhas expectativas mais otimistas.

    O novo contrato de US$ 76 bilhões fazendo a diferença

    Essa explosão marca o primeiro ano do novo acordo de direitos de transmissão da liga — um contrato monstruoso de 11 anos que vale mais de US$ 76 bilhões. Sinceramente, quando vi esse número pela primeira vez pensei “não é possível”, mas os resultados estão aí provando que valeu cada centavo.

    A grande sacada foi trazer a Amazon Prime Video e ressuscitar a parceria com NBC/Peacock, que ficou fora por anos. Junto com ABC/ESPN e NBA TV, agora temos quatro plataformas principais bombardeando basquete pra geral. E funcionou, né não?

    A audiência média das quatro plataformas chegou no maior pico em 13 anos — aumento de 35% comparado com a temporada passada. Foram 57 jogos com pelo menos 2 milhões de espectadores cada, o melhor número desde 2011-12.

    All-Star Game voltou a bombar na NBC

    Olha só que absurdo: o All-Star Game na NBC teve média de 8,8 milhões de telespectadores. É a maior audiência do meio da temporada em 15 anos! Eu lembro como o pessoal reclamava que o jogo das estrelas estava perdendo o brilho, mas parece que mudou de canal e mudou tudo.

    E tem mais — os jogos da fase de grupos da NBA Cup (aquele torneio no meio da temporada) tiveram aumento de 90% na audiência. Noventa por cento! Quem diria que uma competição meio artificial ia colar tanto assim.

    No total, foram mais de 920 milhões de horas assistidas — aumento de 25% e também o melhor desde 2011-12. Vocês conseguem imaginar esse número? É muita gente grudada na TV vendo nossos caras jogarem.

    Redes sociais também explodiram

    Fora da TV tradicional, as redes sociais da NBA geraram 228 bilhões de visualizações segundo a Videocites — crescimento de 13% comparado com a temporada anterior. Duzentos e vinte e oito bilhões. Minha cabeça nem processa direito um número desses.

    E não para por aí: a frequência nos ginásios nos últimos três anos superou qualquer período comparável na história da liga. O pessoal não tá só assistindo em casa — tá lotando as arenas também.

    Na minha opinião, a NBA acertou em cheio com essa estratégia de diversificar as transmissões. Ter o jogo em streaming, TV aberta, TV fechada… cada um assiste onde prefere e todo mundo fica feliz. E aí, vocês acham que esses números se mantêm na próxima temporada ou foi só o hype inicial do novo contrato?

  • Flagg virou favorito ao ROY depois de 96 pontos em dois jogos

    Flagg virou favorito ao ROY depois de 96 pontos em dois jogos

    Cara, o Cooper Flagg simplesmente resolveu acabar com tudo no fim de semana. 96 pontos em dois jogos. Noventa e seis!

    O garoto de 19 anos dos Dallas Mavericks não só quebrou recordes como também virou as odds do Rookie of the Year de cabeça pra baixo. Agora ele é o favorito nas casas de apostas (-250) na frente do Kon Knueppel (+180), que até sexta-feira era quem tava na ponta.

    O show que mudou tudo

    Sexta-feira: 51 pontos contra o Magic (mesmo na derrota). Domingo: 45 pontos, quase um triple-double na vitória sobre os Lakers por 134-128. Nove assistências, oito rebotes, duas roubadas de bola e um toco. É coisa de louco mesmo.

    “Acho que é definitivamente algum tipo de declaração”, disse o próprio Flagg após o jogaço. Modesto o garoto, né? Na minha visão, isso foi muito mais que uma declaração — foi praticamente um grito de “olha aqui quem é que manda”.

    E olha só esse dado absurdo: Flagg se tornou o primeiro calouro desde Allen Iverson — e o único teenager da história — a fazer pelo menos 45 pontos, 5 rebotes e 5 assistências em dois jogos seguidos. Para ter uma ideia, só o Walt Bellamy em 1962 havia conseguido dois jogos seguidos de 45+ pontos sendo rookie.

    Na companhia dos monstros

    Agora vem a parte que me arrepia: dos seis caras que fizeram pelo menos três jogos de 45+ pontos sendo calouros, cinco ganharam o ROY e todos foram pro Hall da Fama. Os nomes? Bellamy, Wilt Chamberlain, Michael Jordan, Earl Monroe e Lew Alcindor. Só falta o Flagg nessa lista.

    O técnico Jason Kidd tá tão confiante no garoto que apareceu nas últimas duas coletivas usando camisa com o slogan “AIN’T NO PRESSURE” (algo como “sem pressão nenhuma”). Sinceramente, se eu fosse o Flagg, tava era sentindo pressão demais — mas o moleque parece que nasceu pra isso.

    “Ele nunca reclamou e sempre entregou pra gente”, disse Kidd. “Fazer isso na televisão nacional não é fácil. Especialmente depois de um jogo de 50 pontos.”

    Os números não mentem

    Flagg lidera todos os rookies em pontuação (20.8 por jogo), é o terceiro em rebotes (6.6) e segundo em assistências (4.5). Só quatro caras desde a fusão ABA-NBA conseguiram pelo menos 20 pontos, 6 rebotes e 4 assistências por jogo sendo rookies: Larry Bird, Jordan, Luka Dončić e agora o Flagg.

    O Knueppel não tá brincando também, viu? 18.7 pontos por jogo e já quebrou o recorde de rookie com 265 bolas de três convertidas. Mas convenhamos — depois desses dois jogos do Flagg, o prêmio tá praticamente decidido.

    E aí, vocês acham que o garoto aguenta a pressão até o final da temporada? Porque uma coisa é certa: com apenas 19 anos, ele já tá fazendo coisas que só LeBron e Luka fizeram nessa idade. Monstro demais!

  • Cooper Flagg faz 51 pontos mas não consegue evitar derrota dos Mavs

    Cooper Flagg faz 51 pontos mas não consegue evitar derrota dos Mavs

    Mano, o Cooper Flagg simplesmente decidiu que ia fazer história ontem à noite. 51 pontos. CINQUENTA E UM! E o mais absurdo? O moleque tem só 18 anos e já quebrou o recorde de mais jovem a fazer 50+ na NBA.

    Mas olha, vou ser sincero com vocês — mesmo com essa performance monstruosa, os Mavericks perderam pro Orlando Magic por 138 a 127. E isso deixou o garoto puto da vida, como qualquer competidor de verdade ficaria.

    “A cesta parecia gigante”

    A frase do Flagg depois do jogo resume tudo: “A cesta parecia gigante”. Cara, todo mundo que já jogou basquete sabe dessa sensação, né? Quando tá no ritmo, parece que você não vai errar nunca mais. E realmente, o moleque acertou 19 de 30 arremessos — um aproveitamento absurdo.

    “É sempre divertido entrar nesse tipo de modo”, disse ele. “Seus companheiros ficam de olho em você, te ajudando. Mas eu amo vencer, então esse era meu foco principal. É difícil me divertir completamente quando estamos perdendo por 20, por 10, por 15 durante a maior parte do jogo.”

    E aí que tá — o garoto tem mentalidade de campeão. Não adianta fazer 50 se o time perde. Isso me lembra muito da mentalidade que o Kobe tinha, sabe?

    Jason Kidd foi expulso defendendo o calouro

    A coisa ficou tensa durante o jogo. O Jason Kidd foi expulso reclamando de uma falta não marcada no Flagg — técnico defendendo o jogador, isso sim é bom de ver. O Frank Vogel assumiu o banco e inicialmente tirou o garoto de quadra quando ele tinha 45 pontos, faltando menos de 4 minutos.

    Mas aí voltou com tudo e superou seus 49 pontos anteriores (que já eram seu recorde pessoal). Só no último quarto foram 24 pontos. Vinte e quatro! No quarto final!

    Depois do jogo, o Kidd não economizou nos elogios: “Ele deveria ser o Rookie of the Year. É inacreditável. O país não está vendo a mesma coisa que nós vemos diariamente. As coisas que ele tem feito, ele está em um patamar raro. Ele está com o GOAT quando você fala do MJ e o que ele fez no ano de calouro — e como adolescente.”

    Comparar com Michael Jordan? Caramba, isso é pancada pesada.

    Os números não mentem

    Flagg tá com médias de 20.8 pontos, 6.6 rebotes e 4.5 assistências na temporada. Para um calouro de 18 anos, esses números são simplesmente doentes.

    E vocês, acham que ele realmente tem chances de ser ROY? Ou a concorrência tá muito pesada? Sinceramente, depois de uma performance dessas, tá difícil apostar contra o moleque.

  • Knueppel quebra recorde dos Hornets e disputa Rookie do Ano

    Knueppel quebra recorde dos Hornets e disputa Rookie do Ano

    Gente, que temporada absurda esse Kon Knueppel tá fazendo! O garoto simplesmente quebrou o recorde de cestas de 3 dos Charlotte Hornets em uma temporada e ainda tá brigando pelo prêmio de Rookie do Ano. Sinceramente? Eu não esperava tanto dele quando foi draftado como 4ª escolha geral.

    Na vitória por 127-107 contra o Phoenix Suns, Knueppel fez 4 arremessos de 3 pontos e ultrapassou a marca de Kemba Walker (260 cestas em 2018-19). Agora já são 261 bolas de três na temporada — número que lidera TODA a NBA, pessoal. É muita bola.

    O momento do recorde foi cinematográfico

    O mais legal é que o técnico Charles Lee foi lá e jogou uma garrafa d’água no mlk depois do jogo (risos). Mas o recorde em si foi dramático demais. Ele precisava de 4 cestas de 3 no jogo pra quebrar o recorde, fez a terceira no final do terceiro período, mas aí perdeu duas chances abertas no último quarto.

    A torcida toda vez que ele ia arremessar ficava de pé esperando o recorde, e quando ele errava era aquele “oooooh” de decepção. Knueppel falou que isso na verdade é bom pra um arremessador — quando a galera espera que toda bola entre, é porque confiam no seu arremesso.

    A cesta do recorde veio numa jogada maluca no final, com Grant Williams achando ele no cantinho esquerdo. E aí? Swish! Rede balançou e história feita.

    Disputa acirrada pelo Rookie do Ano

    Olha, eu tô impressionado com essa batalha entre Knueppel e Cooper Flagg do Dallas pelo prêmio de calouro do ano. Os dois tão voando e tornando essa uma das classes de rookie mais emocionantes dos últimos anos.

    Knueppel já tinha quebrado o recorde de rookies para cestas de 3 numa temporada (que era do Keegan Murray). Agora lidera a liga inteira em bolas de três. Absurdo demais. E o Charlotte ainda tá brigando por uma vaga no play-in — imagina se conseguem?

    “Acho que talvez eu tenha superado minhas próprias expectativas”, disse o garoto. Humildade pura. Ele contou que não teve um verão muito bom depois de ser draftado, mas quando chegou no training camp se sentiu confortável e já começou como titular.

    E vocês, acham que ele leva o Rookie do Ano? Pra mim tá bem disputado, mas esses números de 3 pontos são insanos.

  • Kon Knueppel quebra recorde histórico dos Hornets e dispara na briga pelo ROY

    Kon Knueppel quebra recorde histórico dos Hornets e dispara na briga pelo ROY

    Mano, que temporada absurda esse Kon Knueppel tá fazendo! O cara simplesmente quebrou um recorde que parecia intocável dos Charlotte Hornets na vitória contra o Phoenix Suns por 127-107. E não é qualquer recorde não — ele superou nada menos que Kemba Walker na marca de cestas de 3 pontos em uma temporada.

    Com 261 bolas de 3 convertidas até agora, Knueppel passou dos 260 que Kemba fez na temporada 2018-19. Cara, lembro até hoje daquela temporada do Walker, foi simplesmente mágica. Ver um rookie quebrando esse recorde é de dar arrepio.

    O monstro que veio de Duke

    Contra os Suns, o garoto de 20 anos fez 20 pontos com 7 de 14 nos arremessos (4 de 9 do perímetro), pegou 3 rebotes e deu 2 assistências. Números sólidos, mas o mais impressionante mesmo é a consistência que ele vem mostrando a temporada inteira.

    Sinceramente? Quando vi que Charlotte tinha draftado ele na 4ª posição, achei que era uma aposta alta demais. Mas o moleque tá provando que entende do negócio. Médias de 18.8 pontos, 5.4 rebotes e 3.4 assistências por jogo, com uns absurdos 43.1% de aproveitamento nas bolas de 3. É coisa de maluco!

    Na cola dos maiores da história

    E olha só que loucura: ele já tem o recorde da NBA de cestas de 3 por um rookie (passou o Keegan Murray lá em fevereiro), e agora tá no ritmo de fazer uma das melhores temporadas de arremessos da história. Com 5 jogos restantes fazendo 3.4 cestas de 3 por partida, ele pode chegar nas 277 bolas convertidas.

    Pra vocês terem noção do que isso significa: seria o 20º melhor desempenho na história da liga! À frente dele só tem monstros como Stephen Curry, James Harden, Anthony Edwards e outros poucos. Um rookie disputando espaço com essa galera? É de outro planeta.

    E tem mais: os Hornets tão com 40 vitórias e 36 derrotas, brigando pra voltar aos playoffs depois de uma década praticamente. A última vez que eles classificaram foi em 2015-16. Coincidência? Eu acho que não. O garoto chegou pra mudar o patamar do time.

    Nas casas de apostas, ele tá -275 favorito pro Rookie of the Year, bem na frente do Cooper Flagg (+200) — que, por sinal, era colega dele em Duke. Que dupla era aquela, hem? E aí, vocês acham que alguém ainda consegue tirar esse prêmio dele?

  • Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Cara, eu tô aqui olhando os números do Draymond Green e sinceramente não acredito no que tô vendo. O maluco tá a apenas 11 rebotes de passar o Larry Smith e se tornar o TERCEIRO maior reboteiro da história dos Warriors. Terceiro. Na. História.

    Vocês lembram do que falavam dele no Draft de 2012? “Pequeno demais pra ala-pivô, lento demais pra ala”. Os scouts basicamente disseram que ele não tinha lugar na liga. 35 jogadores foram escolhidos antes dele — imaginem a cara desses caras hoje.

    O “tweener” que virou lenda

    Olha só a ironia: Draymond chegou onde chegou sendo exatamente o contrário do que os scouts esperavam. Não foi na base da altura ou atleticismo absurdo — foi na raça, posicionamento e um QI de basquete que assombra.

    E quando ele passar o Larry Smith? Vai ficar atrás apenas do Nate Thurmond (12.771) e do Wilt Chamberlain (10.768). WILT CHAMBERLAIN, gente! O cara que uma vez pegou média de 27 rebotes por jogo numa temporada inteira. É muita loucura.

    Na minha visão, isso mostra perfeitamente quem é o Draymond: o cara que faz o trabalho sujo parecer arte. Cada rebote dele é tipo um dedo no meio pra todos os executivos que acharam que ele não tinha posição definida.

    Curry também tá no páreo

    Ah, e descobri uma parada absurda pesquisando: o Curry tá em OITAVO na lista histórica dos Warriors com 4.957 rebotes. O melhor armador da história também rebota pra caramba há mais de 15 anos e a gente nem percebe direito, hipnotizado com aquelas bolas de três do meio da quadra.

    Mas esse momento é do Draymond mesmo. Dez rebotes pra empatar com o Smith, onze pra fazer história sozinho. Os scouts disseram que ele fazia várias coisas bem mas nenhuma de forma genial.

    Engraçado né? O livro de recordes da franquia discorda completamente. E aí, vocês acham que ele consegue esses rebotes nos próximos jogos? Eu tô torcendo demais pra ver esse monstro fazendo história mais uma vez.

  • Collin Gillespie tá voando e pode quebrar recorde histórico dos Suns

    Collin Gillespie tá voando e pode quebrar recorde histórico dos Suns

    Mano, quem diria que Collin Gillespie ia ser uma das maiores surpresas da NBA essa temporada? O cara que mal jogava na liga regular agora tá sendo citado pelo Fred Katz, do The Athletic, como um dos 10 jogadores que mais evoluíram na temporada. E olha, não é papo furado não.

    Gillespie entrou no “Second Team” da lista do Katz, dividindo espaço com outros jovens talentos como Keyonte George e Anthony Black. Mas o mais louco mesmo é que ele tá a apenas SETE cestas de três de quebrar o recorde histórico de uma franquia dos Suns. Sete! Com nove jogos ainda pela frente.

    De banco do G-League pra artilheiro de três

    Cara, a transformação é absurda. Antes desta temporada, Gillespie tinha jogado o mesmo tanto de minutos na NBA e no G-League — basicamente era um ilustre desconhecido. Agora? Tá em quarto lugar na liga inteira em cestas de três convertidas. QUARTO LUGAR!

    Como o próprio Katz escreveu: “Se Gillespie vê uma fresta de luz, ele vai arremessar de longe”. E tá certíssimo. O garoto ganhou uma confiança que tá sendo fundamental pros Suns, especialmente com Jalen Green machucado e o time precisando de criação no ataque.

    Encaixe perfeito ao lado do Booker

    Sinceramente, eu não esperava que o encaixe com Devin Booker fosse tão natural. Gillespie virou o cara que abre espaços pro astro dos Suns, e quando a bola sobra pra ele no perímetro… é praticamente garantia de que vai entrar. O Dillon Brooks até apelidou ele de “Villain Jr.” na pré-temporada, vendo a pegada e a determinação do cara nos treinos.

    O mais impressionante? Ele saiu de um reserva incerto pra titular indiscutível. Tão indiscutível que nem pode mais concorrer ao Sexto Homem do Ano porque… bem, não sai mais do banco! (Irônico, né?)

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar o recorde do Quentin Richardson ainda esta temporada? Com nove jogos pela frente e precisando de apenas sete cestas de três, eu apostaria que sim. O Phoenix tá vivendo uma das temporadas mais surpreendentes da liga, e Gillespie é uma das principais razões pra isso.

    Ah, e só lembrando: ele vai ser agente livre irrestrito no final da temporada. Se eu fosse a diretoria dos Suns, já tava preparando o contrato. Esse moleque veio pra ficar.

  • Hornets destroem os Knicks e Kon Knueppel faz história

    Hornets destroem os Knicks e Kon Knueppel faz história

    Olha, eu não esperava essa não. Os Knicks estavam voando com sete vitórias seguidas, os Hornets também vinham bem (quatro no tranco), e todo mundo esperando um jogaço ofensivo no Spectrum Center. E foi mesmo — só que só pra um lado.

    Charlotte 114, Nova York 103. E essa diferença no placar nem conta a história toda, porque foi uma lavada completa.

    Primeiro quarto foi show de horrores

    Nos primeiros seis minutos, os Hornets fizeram 24 pontos. Vinte e quatro! Os caras acertaram 9 de 14 arremessos e pegaram rebote numa proporção de 4 pra 1. Lamelo Ball, Brandon Miller e principalmente Kon Knueppel simplesmente resolveram jogar num nível absurdo.

    Knueppel, aliás, merece parágrafo separado. O cara fez 26 pontos e ainda por cima quebrou um recorde histórico — se tornou o primeiro jogador de 22 anos ou menos a acertar 250 bolas de três em uma temporada da NBA. Monstro demais.

    Brunson até reagiu no final do primeiro quarto com 17 pontos (terminou com 26 e 13 assistências), mas não adiantou muito. Charlotte estava jogando com 70% de aproveitamento nos arremessos. Setenta por cento, gente!

    Rebote que doeu na alma

    Sabe o que mais me chamou atenção? Os Knicks levaram um sacode nos rebotes: 43 a 24. Isso com Mitchell Robinson em quadra, que é literalmente pago pra pegar rebote. O time de Nova York até tentou mais arremessos de três (33 contra 29), mas quando você não consegue segunda chance e o adversário pega tudo, fica difícil.

    Karl-Anthony Towns foi praticamente um fantasma — só 13 pontos e 3 rebotes. Para um cara que deveria dominar o garrafão, foi decepcionante demais.

    O banco também não ajudou. Charlotte ganhou essa batalha por 26 a 17, com Coby White fazendo 17 pontos saindo do banco. Enquanto isso, os reservas dos Knicks… bem, melhor nem falar.

    Knueppel fazendo história

    Voltando ao jovem Kon Knueppel — esse cara tá reescrevendo os livros de recordes. Ele já tem 253 bolas de três na temporada e tá a caminho de quebrar o recorde de Kemba Walker em Charlotte (260). E olha que ainda faltam jogos!

    No terceiro quarto, ele e Lamelo Ball fizeram uma chuva de três que ampliou a vantagem para 15 pontos. A defesa dos Knicks simplesmente não conseguiu parar os dois.

    Sinceramente, esse Hornets tá jogando um basquete muito bonito. 22 vitórias em 28 jogos desde o final de janeiro — isso é time de playoff brigando por posição alta. E com Knueppel fazendo essa temporada histórica, eles têm tudo pra incomodar muito nos playoffs.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada? Porque perder assim pra um time que teoricamente estava “abaixo” deles no papel deve ter doído…

  • Shackelford explode com 54 pontos e vira lenda do Valley Suns

    Shackelford explode com 54 pontos e vira lenda do Valley Suns

    Cara, vocês conhecem o Jaden Shackelford? Se a resposta é não, é porque provavelmente não acompanham a G League de perto. Mas depois da quarta-feira passada, todo mundo vai lembrar desse nome. O cara simplesmente DESTRUIU tudo no Mullett Arena e encerrou a temporada do Valley Suns da forma mais espetacular possível.

    54 pontos. Cinquenta e quatro. Em uma noite. Não é erro de digitação não.

    O cara que todo mundo dormiu no draft

    Olha, eu vou ser sincero: Shackelford não passar no draft de 2022 foi uma injustiça. O maluco era o cestinha do Alabama em 2021, numa equipe que tinha Herb Jones (que hoje tá voando no Pelicans) e Joshua Primo. Isso mesmo, ele carregava o time nas costas com esses talentos todos ao redor.

    Desde então, ficou pingando entre Thunder e Suns, sempre provando seu valor na G League. E nesta temporada? Monstro total. 22.2 pontos por jogo, aproveitamento de 43% nos arremessos de quadra, 38% de três. Numbers que gritam NBA, na minha opinião.

    A noite que mudou tudo

    Quarta-feira foi daquelas noites mágicas do basquete. Era o último jogo da temporada regular contra o Mexico City Capitanes, e o Shackelford decidiu que ia fazer história. 16 de 26 arremessos, 5 de 10 de três, 12 de 14 nos lances livres. Eficiência absurda!

    E o mais legal? Com esses 54 pontos, ele se tornou o maior pontuador da história da franquia Valley Suns. Imagina a emoção do cara realizando esse feito bem na última partida da temporada. Cinema puro.

    Sinceramente, não sei como ainda não teve uma chance real na NBA. Uma performance dessas força qualquer scout a olhar duas vezes pro cara. O Valley Suns terminou com apenas 11 vitórias em 36 jogos, mas pelo menos os fãs viram um show histórico.

    E aí, vocês acham que essa explosão do Shackelford vai finalmente abrir as portas da NBA pra ele? Porque na minha visão, talento ele sempre teve. Só faltava essa noite mágica pra todo mundo prestar atenção.

  • Luka faz história: só ele e Jordan tiveram essa média absurda fora de casa

    Luka faz história: só ele e Jordan tiveram essa média absurda fora de casa

    Gente, o Luka Dončić tá numa pegada absolutamente insana. O cara simplesmente fez 43 pontos contra os Pacers e entrou pra história da NBA de um jeito que só Michael Jordan tinha conseguido antes. Estamos falando de 40,7 pontos de média em seis jogos fora de casa — algo que não rolava desde 1986, quando o próprio MJ fez isso.

    E olha, eu sabia que o Luka estava jogando muito, mas esses números são de outro mundo mesmo. 21 pontos só no primeiro quarto contra Indiana? O maluco literalmente resolveu o jogo antes do intervalo. Foi o oitavo quarto de 20+ pontos dele na temporada — disparado o maior número da liga.

    A comparação com Jordan é real

    Na real, Jordan tinha 23 anos quando fez essa proeza lá em 86-87, numa sequência de sete jogos fora (média de 41,3). Ele ganhou o primeiro dos seus 10 títulos de cestinha naquela temporada, mas curiosamente o MVP só veio no ano seguinte. Já o Luka, aos 27, tá liderando a liga com 33,6 pontos por jogo e claramente mirando no prêmio de MVP este ano.

    Os Lakers (47-26) ganharam cinco desses seis jogos da viagem e estão voando — 13 vitórias em 15 jogos recentes. Sinceramente, esse time tá encaixando de um jeito que eu não esperava no começo da temporada.

    LeBron ainda fazendo sua parte

    E por falar em não esperar, o LeBron continua sendo LeBron aos sei lá quantos anos. 23 pontos, 9 rebotes e 9 assistências — quase um triple-double numa boa. Austin Reaves mandou 25 e 8 assistências, Jaxson Hayes fez um double-double (21 pontos e 10 rebotes). Quatro titulares com mais de 20 pontos — isso é time que quer brigar lá em cima mesmo.

    O mais engraçado foi a Caitlin Clark ali na quadra tirando foto enquanto o LeBron discutia com os árbitros. Duas lendas do basquete no mesmo frame, mas cada um na sua, né? A WNBA e NBA se cruzando de uma forma completamente aleatória mas icônica.

    Olha, o Luka já fez 40+ pontos 14 vezes esta temporada. Catorze! Incluindo um absurdo de 60 pontos contra o Heat nessa mesma viagem. Vocês acham que ele consegue manter esse ritmo até os playoffs? Porque se conseguir, os Lakers vão ser um problema sério pra qualquer um no Oeste.

    E aí, será que finalmente vamos ver o primeiro MVP do Luka? Com esses números e essa comparação histórica com Jordan, fica difícil ignorar o que ele tá fazendo nesta temporada.