Tag: nba técnicos

  • Raptors querem renovar com Rajakovic – e eu não entendo o porquê

    Raptors querem renovar com Rajakovic – e eu não entendo o porquê

    Olha, eu confesso que não tô entendendo essa do Toronto Raptors. Segundo o Michael Grange da Sportsnet, a franquia canadense tá trabalhando numa extensão de contrato pro técnico Darko Rajakovic. O cara que tem campanha de 101 vitórias e 145 derrotas em três temporadas.

    Fazendo as contas aí…

    Vamos ser honestos: 101-145 não é exatamente um cartel que grita “renovação urgente”, né? O sérvio tá entrando no último ano do contrato atual e, pelo visto, a diretoria dos Raptors vê algo que talvez escape aos nossos olhos.

    O interessante é que essa notícia vem logo depois do GM Bobby Webster ter assinado uma extensão de vários anos na segunda-feira. Coincidência? Acho que não. Parece que Toronto decidiu apostar na continuidade do projeto atual, independente dos resultados até agora.

    Qual é a do Rajakovic mesmo?

    Sinceramente, eu não consigo ver o que os Raptors enxergam no trabalho do Darko. Três temporadas com aproveitamento bem abaixo dos 50%? O cara assumiu um time que já vinha em reconstrução depois da era Kyle Lowry e DeMar DeRozan, mas até agora não mostrou muito progresso.

    Talvez a diretoria veja evolução no desenvolvimento dos jovens? Scottie Barnes tem crescido, RJ Barrett chegou bem na troca com os Knicks… Mas será que isso justifica uma renovação antes mesmo de ver como vai ser essa próxima temporada?

    Aposta na estabilidade ou medo de mudança?

    Toronto sempre foi uma franquia que valoriza estabilidade – lembrem da paciência que tiveram com Dwane Casey antes de finalmente trocá-lo pelo Nick Nurse (que deu certo, né?). Pode ser que estejam apostando na mesma estratégia agora.

    Ou pode ser simplesmente que não tem muita opção melhor no mercado de técnicos disponíveis. Vamos ver se Rajakovic consegue provar que merece essa confiança toda na próxima temporada.

    E aí, vocês acham que os Raptors tão certos ou é mais um erro da diretoria? Porque olhando esses números, tá difícil de defender…

  • Paul Westhead ganha prêmio máximo dos técnicos – e merece demais!

    Paul Westhead ganha prêmio máximo dos técnicos – e merece demais!

    Cara, quando eu vi que o Paul Westhead ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award da NBCA, eu pensei: “finalmente!” O cara de 87 anos simplesmente revolucionou o basquete e nunca recebeu o reconhecimento que merecia.

    Olha só o currículo desse monstro: campeão da NBA com os Lakers em 1980, campeão da WNBA com o Phoenix Mercury em 2007, e ainda por cima criou o time universitário mais pontuador da história – aquele Loyola Marymount de 1989-90 com Hank Gathers e Bo Kimble que simplesmente destruía todo mundo na base da correria.

    O Pai do Run-and-Gun

    Westhead foi um visionário mesmo. Enquanto todo mundo jogava aquele basquete lento e cadenciado dos anos 80, o cara já pregava o que a gente vê hoje na NBA: ritmo alucinante, arremessos de 3 pra caramba e transição ofensiva sem parar.

    “Ele desafiou o pensamento convencional e introduziu ideias que estavam à frente do seu tempo”, disse J.B. Bickerstaff, presidente da NBCA. E tá certo, cara! O sistema do Westhead em Loyola Marymount era basicamente o que o Steve Nash fazia no Phoenix Suns, só que 15 anos antes.

    Vocês acham que é coincidência que seu time liderou a Divisão I em pontuação por três temporadas consecutivas? Claro que não! O cara sabia o que estava fazendo.

    Uma Carreira de Seis Décadas

    O mais impressionante é a longevidade e versatilidade do cara. Começou treinando no ensino médio na Filadélfia no final dos anos 60 e passou por TUDO: basquete masculino universitário (La Salle, Loyola Marymount, George Mason), feminino universitário (Oregon), NBA (Lakers, Bulls, Nuggets), WNBA, ABA e até um time profissional no Japão!

    Sinceramente, quantos técnicos podem dizer que ganharam títulos tanto na NBA quanto na WNBA? É um currículo absurdo de diverso.

    “Este prêmio não seria possível sem os jogadores”, disse Westhead na cerimônia. “Como técnico, você é apenas tão bom quanto seus jogadores. Obrigado time, vocês me fizeram parecer bom.” Humildade pura de quem conquistou tudo.

    O prêmio foi entregue no Jogo 2 das Finais da NBA em San Antonio ontem à noite. E cara, que momento! Aos 87 anos, finalmente recebendo o reconhecimento que sempre mereceu.

    É isso aí – inovação, dedicação e resultados. Paul Westhead provou que pensar fora da caixa pode sim dar título. E vocês, lembram de algum jogo épico daqueles times dele?

  • Mavs de olho em técnicos universitários – será que rola?

    Mavs de olho em técnicos universitários – será que rola?

    Olha só que reviravolta nos Mavericks. O time de Dallas tá sondando dois técnicos que estão fazendo barulho no basquete universitário: Jon Scheyer, do Duke, e Dusty May, do Michigan. E cara, isso me pegou de surpresa.

    Scheyer assumiu uma baita responsabilidade quando o lendário Mike Krzyzewski se aposentou em Duke. E sabe o que é mais impressionante? O cara conseguiu manter o programa no topo. Ainda por cima, foi ele quem recrutou e treinou Cooper Flagg – aquele fenômeno que todo mundo tá de olho no próximo Draft. Coincidência? Eu acho que não.

    May e o título de Michigan

    Já o Dusty May… meu amigo, que história! O cara chegou em Michigan vindo da Florida Atlantic (que nem todo mundo conhecia direito) e no segundo ano já levou os Wolverines ao título nacional. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Mas vamos ser realistas aqui – os dois estão super bem estabelecidos no basquete universitário. Scheyer em Duke, uma das maiores tradições do esporte, e May acabando de conquistar tudo em Michigan. Por que diabos sairiam pra NBA agora?

    A realidade do mercado

    A verdade é que Masai Ujiri (sim, ele que tá comandando a busca depois da saída do Jason Kidd) tá explorando todas as possibilidades. Essas conversas são mais pra testar o terreno, ver se existe interesse mútuo mesmo.

    Sinceramente? Eu acho difícil qualquer um dos dois toparem sair do conforto da NCAA pro caos que pode ser treinar na NBA. Principalmente o Scheyer, que tá construindo algo especial em Duke. Mas hey, nunca se sabe né?

    E vocês, acham que algum deles teria coragem de fazer essa transição? Ou é só mais uma sondagem que não vai dar em nada? Porque convenhamos, os Mavs precisam acertar essa contratação se quiserem aproveitar os anos de ouro do Luka.

  • Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, nos deixou aos 79 anos. E olha, quando Adam Silver fala que alguém era “brilhante” e “ainda melhor pessoa”, você sabe que estamos falando de um gigante do basquete.

    Adelman não foi só mais um técnico — foi um cara que revolucionou a forma de se jogar basquete. Quase 30 anos dedicados ao jogo, primeiro como jogador (de 1968 a 1975, rodando por times como Rockets, Trail Blazers, Bulls), depois como um dos estrategistas mais geniais que já vi.

    O mago de Portland que quase conquistou tudo

    A era dourada do Adelman? Foi definitivamente em Portland. O cara pegou aquele time em 1989 e transformou numa máquina de jogar basquete. Duas finais da NBA (1990 e 1992) — e sinceramente, se não fosse aquele Bulls do Michael Jordan no auge, talvez a história fosse diferente.

    Eu lembro de assistir aqueles Blazers jogando. Era um basquete inteligente, com movimentação constante, todo mundo tocando na bola. Clyde Drexler voando, mas sempre dentro de um sistema bem estruturado. Esse era o DNA do Adelman.

    Sacramento e aquele time que deveria ter sido campeão

    Mas se tem uma coisa que me dói até hoje é pensar no que aconteceu com aquele Kings de 2002. Adelman pegou uma franquia perdida e criou um dos times mais bonitos de se ver jogar. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Mike Bibby… era poesia em movimento.

    Aquelas finais de conferência contra os Lakers ainda me tiram o sono. Todo mundo sabe que teve coisa errada ali (não vou nem entrar nesse assunto que dá gatilho), mas o trabalho do Adelman foi impecável. Transformou Sacramento numa potência do basquete moderno.

    O mais impressionante? O cara terminou a carreira com 1.042 vitórias. Décimo colocado na lista dos técnicos com mais vitórias da história. Não é pouca coisa, galera.

    Um legado que continua vivo

    E tem uma coisa linda nessa história toda — o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets atualmente. Imaginem a pressão de seguir os passos do pai, mas ao mesmo tempo, que orgulho deve ser carregar esse sobrenome no basquete.

    Rick foi pro Hall da Fama em 2021, merecidíssimo. Mas o reconhecimento vai além de troféus e estatísticas. O cara influenciou uma geração inteira de técnicos e jogadores. Aquela filosofia de basquete coletivo, de valorizar cada peça do quebra-cabeça, é algo que vemos até hoje na NBA.

    Vocês conseguem imaginar quantos jogadores desenvolveram suas carreiras nas mãos desse cara? Quantos técnicos aprenderam com ele? É um legado que vai muito além dos números.

    Descanse em paz, Rick. Obrigado por nos ensinar que basquete pode ser arte quando feito da forma certa. A NBA perdeu um gigante.

  • Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, o lendário técnico que transformou o Sacramento Kings no “Greatest Show on Court”, morreu ontem aos 79 anos.

    Eu não vou mentir — quando penso nos Kings dos anos 2000, a primeira coisa que vem na cabeça é aquele time absurdamente divertido do Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojakovic e companhia. E por trás de tudo isso estava o Adelman, fazendo mágica na beira da quadra.

    O homem que criou o melhor Kings da história

    Olha só os números: cinco temporadas consecutivas com mais de 50 vitórias (2000-2005), uma final de conferência em 2002 que quase — QUASE — tirou os Lakers do Shaq e Kobe. Aquele time jogava um basquete que era pura arte, mano. Movimentação de bola, passes sem olhar, enterradas do Webber… Era outro nível.

    A Sports Illustrated não chamou eles de “Greatest Show on Court” à toa. Sinceramente, acho que foi o auge do basquete coletivo na NBA moderna. E o Adelman era o maestro de tudo isso.

    O que mais me impressiona? O cara conseguiu 1.042 vitórias como técnico — décimo maior número da história da NBA. Passou pelos Warriors (1995-97), fez história em Sacramento, ainda deu uma passada pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. Quase 30 anos na beira da quadra, monstro.

    Legado que vai além das quadras

    O que me deixa ainda mais emocionado é ver como todo mundo fala dele como pessoa. O comunicado dos Kings foi lindo: “humildade, integridade, bondade”. Adam Silver, o comissário da NBA, falou que ele era “um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor”.

    E tem um detalhe que muita gente não sabe: o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets hoje. O basquete literalmente corre na veia da família.

    Vocês conseguem imaginar como deve estar sendo difícil pro David processar essa perda? Perder o pai que te inspirou a seguir o mesmo caminho…

    Rick Adelman entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo. Mas pra mim, o maior reconhecimento dele vai ser sempre aquela geração de fãs dos Kings que cresceu vendo aquele basquete mágico dos anos 2000.

    Descanse em paz, técnico. Obrigado por nos dar uma das épocas mais divertidas da NBA moderna. Sacramento nunca mais foi a mesma coisa depois que você saiu.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu uma das suas maiores lendas: Rick Adelman morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara foi muito mais que um simples técnico — foi um dos maiores estrategistas que a NBA já viu.

    Vinte e três temporadas como técnico principal. Deixa isso afundar um pouco. O homem dedicou mais de duas décadas comandando times na liga, somando ainda seis anos como assistente. No final das contas, acumulou incríveis 1.042 vitórias contra 749 derrotas. Décimo lugar na lista dos técnicos com mais vitórias de todos os tempos. Monstro.

    Passagem pelos Warriors não foi brilhante, mas fez diferença

    Nos Warriors, Adelman não teve suas melhores temporadas, não vou mentir. Duas temporadas no comando (1995-96 e 1996-97) com campanhas de 36-46 e 30-52, respectivamente. Acabou demitido, mas pera aí — antes dele chegar, o Golden State tinha feito apenas 26-56. Ou seja, o cara melhorou o time, mesmo que os números não impressionem.

    Sinceramente acho que Adelman chegou numa época complicada da franquia. Os Warriors dos anos 90 estavam longe de ser aquele time que conhecemos hoje, né?

    O legado vai muito além dos números

    Mas foi no Portland Trail Blazers que Adelman realmente brilhou. Levou o time duas vezes à final da Conferência Oeste — imagina a pressão que era enfrentar os Bulls do Jordan naquela época? No total, classificou para os playoffs em 16 temporadas diferentes. Absurdo de consistência.

    O mais legal? O cara também jogou na NBA antes de virar técnico. Sete temporadas como armador, passou por cinco franquias diferentes. Começou sendo draftado pelos San Diego Rockets na sétima rodada de 1968, depois de arrasar na Loyola Marymount, onde foi eleito Jogador do Ano da WCC.

    Em 2021, merecidamente entrou pro Hall da Fama. Em 2023, recebeu o Chuck Daly Lifetime Achievement Award. E o legado continua: seu filho David está aí comandando o Denver Nuggets. O basquete é mesmo uma família, né?

    Descanse em paz, Rick. O basquete brasileiro reconhece sua grandeza e tudo que você fez pelo esporte que a gente tanto ama.

  • Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Cara, recebi uma dessas notícias que me deixaram meio pra baixo hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara teve uma carreira que merece todo nosso respeito.

    Pra quem não conhece direito, Adelman foi o cara que transformou o Sacramento Kings numa verdadeira máquina de basquete no início dos anos 2000. Sabe aquele time que quase — QUASE — derrubou os Lakers do Shaq e do Kobe em 2002? Pois é, era ele no comando.

    De jogador mediano a gênio tático

    A história do Rick é interessante pra caramba. O cara jogou sete temporadas na NBA como armador reserva — nada excepcional, 7.7 pontos por jogo. Mas quando pendurou as chuteiras aos 28 anos, descobriu sua verdadeira vocação. Começou treinando numa faculdade comunitária no Oregon (imagina a humildade!) antes de chegar aos Blazers como assistente.

    Em Portland, ele mostrou do que era feito. Levou o time pra duas finais da NBA — 1990 e 1992 — mas esbarrou primeiro no Bad Boys do Detroit e depois no Bulls do Jordan. Sinceramente, azar do timing. Qualquer um que enfrentou o Jordan naquela época sabia que tava ferrado.

    O Kings mágico que quase mudou tudo

    Mas foi em Sacramento que o Adelman criou sua obra-prima. Cara, que time era aquele! Chris Webber armando jogadas do garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojakovic chuva de três, Doug Christie na defesa e Mike Bibby comandando. Era basquete arte pura.

    O sistema ofensivo que ele criou era revolucionário pra época. Todo mundo se movimentando, passes por todos os lados, espaçamento perfeito. Basicamente, ele antecipou muito do que a NBA se tornaria décadas depois. Em 2002, eles ganharam 61 jogos e levaram os Lakers pro limite nas Finais da Conferência Oeste.

    Aquela série de sete jogos contra LA foi de partir o coração. O Kings perdeu de 112 a 106 na prorrogação do jogo 7. Eu ainda fico pensando como seria se eles tivessem passado pros Lakers… Será que conseguiriam o título? A gente nunca vai saber.

    Legado que vai muito além dos títulos

    Depois de Sacramento, Adelman ainda passou pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves, sempre criando ataques eficientes mas sem conseguir aquele anel que tanto merecia. Terminou a carreira com 1.042 vitórias — décimo colocado na história — mas zero campeonatos.

    E sabe o que é o mais legal? Mesmo sem título, o cara foi pro Hall da Fama em 2021. Porque às vezes o legado vai muito além dos troféus. Os princípios ofensivos que ele desenvolveu ainda influenciam técnicos hoje em dia.

    O filho dele, David, hoje treina o Denver Nuggets — imagino como deve estar se sentindo. O comissário Adam Silver definiu bem: ‘estrategista brilhante e uma pessoa ainda melhor’.

    Rick Adelman provou que dá pra ser lembrado como um dos grandes mesmo sem levantar o troféu Larry O’Brien. Às vezes, revolucionar o jogo já é suficiente pra garantir a imortalidade. Descanse em paz, mestre.

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu nesta segunda-feira aos 79 anos. E olha, quando eu falo respeitado, não é força de expressão não — estamos falando de um cara que revolucionou o basquete moderno.

    Adelman comandou times da NBA por incríveis 29 temporadas, passando por Portland Trail Blazers, Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. O resultado? Um cartel de 1.042 vitórias contra 749 derrotas — mais de 58% de aproveitamento. Monstro.

    O cara que fez Sacramento voar

    Mas se tem uma passagem que define o legado do Adelman, foi em Sacramento. Sinceramente, aqueles Kings do início dos anos 2000 jogavam um basquete que era poesia pura. Chris Webber pivoteando no garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojaković chovendo de três, Jason Williams com dribles que não faziam sentido nenhum.

    O sistema do Adelman era genial: ele botava os pivôs pra comandar a jogada do meio da quadra, criando um basquete fluido que ninguém conseguia parar. Os Kings foram top 3 em pontos por jogo durante cinco anos consecutivos (1998-2003). Cinco anos! Era videogame, gente.

    E olha que curioso: o filho dele, David Adelman, tá hoje comandando o Denver Nuggets com o Jokić. O DNA do basquete inteligente passou de pai pra filho — e o Nikola é praticamente a evolução daquilo que o Rick criou em Sacramento.

    Muito mais que Sacramento

    Antes de Sacramento, Adelman já tinha feito história em Portland. Levou os Blazers pra duas finais da NBA (1990 e 1992) com Clyde Drexler voando pelos ares. Não deu pra ganhar o anel, mas foram jogos épicos contra os Bulls do Jordan — e olha que não é pouca coisa chegar lá.

    Como jogador, o cara também deu seus rolos na liga por sete temporadas. Nada espetacular nos números (7.7 pontos, 2.4 rebotes), mas aquela escola antiga que ensinava basquete de verdade.

    Entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo, por sinal. E em 2023 ganhou o prêmio Chuck Daly de carreira. Reconhecimento que chegou na hora certa.

    O que mais me impressiona no Adelman é como ele antecipou o basquete moderno. Aquele sistema de “corners” dele, com pivôs distribuindo jogo, movimento sem bola constante… cara, isso é NBA hoje em dia! Ele tava uns 20 anos na frente do tempo.

    Descanse em paz, lenda. O basquete perdeu um visionário, mas o legado fica pra sempre. E vocês, qual foi o time do Adelman que mais marcou vocês?

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos maiores técnicos da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, quando eu falo ‘um dos maiores’, não é força de expressão não — o cara ganhou 1.042 jogos como treinador. Mil e quarenta e dois! É o 10º na história da liga.

    Pai do atual técnico do Denver Nuggets

    O que torna tudo ainda mais tocante é que Rick era pai do David Adelman, que hoje comanda o Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo técnico na NBA… Os Nuggets divulgaram uma nota super respeitosa, e dá pra sentir a dor ali.

    Rick começou como jogador — armador de 1969 a 1975 — mas foi como técnico que ele realmente brilhou. E que brilho, meu amigo. Levou o Portland Trail Blazers pras Finais DUAS vezes. Uma em 1990 (perdeu pro Detroit dos Bad Boys) e outra em 1992 (caiu pro Bulls do Jordan). Sinceramente, esses times do Blazers com Clyde Drexler eram monstros.

    O mago de Sacramento

    Mas se tem uma passagem que eu acho que define o Rick Adelman, foi em Sacramento. Oito anos lá, oito temporadas com campanha positiva. O cara pegou um elenco com Vlade Divac, Peja Stojaković, Chris Webber, Mike Bibby… e criou uma das ofensivas mais bonitas que a NBA já viu.

    Eu lembro de assistir aqueles Kings jogarem e pensar: ‘isso aqui é arte, mano’. Era um basquete diferente, inovador. O Rick meio que antecipou muita coisa que a gente vê hoje na liga. Um visionário mesmo.

    Números que impressionam

    Só quatro técnicos na história — Pat Riley, Gregg Popovich, Jerry Sloan e George Karl — dirigiram mais jogos E tiveram aproveitamento melhor que o Adelman. Isso aí é clube de elite, viu?

    O cara também passou por Houston, Minnesota e Golden State. Em cada lugar, deixava sua marca. Kyle Lowry, que jogou com ele, disse uma coisa linda ontem: que o Rick realmente investia nos jogadores, confiava neles. E olha que o Kyle não é de elogiar qualquer um.

    Do Oregon pro Hall da Fama

    A história do Rick é inspiradora demais. O cara começou num college comunitário no Oregon, sem experiência nenhuma. Jack Ramsey (lenda do Portland) viu o trabalho dele e trouxe pro Blazers como assistente.

    Quando assumiu como técnico interino em 1988-89, com 35 jogos restantes, deve ter pensado: ‘e agora?’. Bom, ‘e agora’ virou uma das carreiras mais respeitadas da NBA. Em 2021 foi pro Hall da Fama, merecidíssimo.

    Adam Silver disse que ele era ‘um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor’. Acho que resume bem o legado do Rick Adelman.

    E vocês, lembram de algum momento especial desses times comandados por ele? Aqueles Kings do início dos anos 2000 eram algo especial mesmo…

  • Magic contrata Sean Sweeney: a aposta certa para sair da mesmice?

    Magic contrata Sean Sweeney: a aposta certa para sair da mesmice?

    Olha, não vou mentir — quando soube que o Orlando Magic ia contratar o Sean Sweeney como novo técnico, minha primeira reação foi: “quem?” Mas aí fui pesquisar o cara e… cara, essa pode ser uma baita contratação inteligente.

    Sweeney vem direto do banco do San Antonio Spurs, onde é assistente técnico e tá vivendo o momento mais alto da carreira — os Spurs estão nas finais da Conferência Oeste, brigando com o Thunder num jogo 7 que vai decidir quem enfrenta o Knicks na final da NBA. O cara literalmente vai sair de uma possível final da NBA direto pra Orlando. Que upgrade!

    Bye bye Jamahl Mosley — era hora mesmo

    Vamos falar a real aqui: demitir o Mosley foi a coisa certa a fazer. O Magic tinha TUDO pra passar do Detroit Pistons nos playoffs — tavam ganhando por 3-1 na série! E conseguiram entregar de bandeja. Três jogos seguidos perdidos, eliminação vexatória. Sinceramente, depois daquela derrocada, não dava mais pra manter o cara.

    O Sweeney não era a primeira opção — o Billy Donovan (ex-Bulls) também tava na lista. Mas pelo visto a diretoria apostou no assistente que tá fazendo um trabalho monstro em San Antonio. E olha que ele teve propostas do Chicago Bulls e Dallas Mavericks também. Escolheu Orlando. Interessante.

    O que esperar do novo comandante?

    A defesa do Magic já é boa — uma das melhores da liga. E pelo que vi do trabalho dele com o Victor Wembanyama nos Spurs, o cara entende de sistema defensivo. Até o próprio Wemby elogiou o Sweeney depois do jogo 1 contra o Thunder. Então essa parte tá garantida.

    Agora, o PROBLEMA mesmo do Magic é o ataque. Meu Deus, que time previsível! Todo mundo sabe o que eles vão fazer. O Paolo Banchero é craque, o Franz Wagner quando tá saudável ajuda muito, mas cadê a criatividade? Cadê um armador de verdade?

    E é exatamente aí que o Sweeney pode fazer a diferença. O cara já trabalhou com grandes armadores ao longo da carreira — passou por Nets, Bucks, Mavericks. Tem experiência pra saber o que funciona. Será que ele consegue revolucionar esse ataque travado?

    Vocês acham que a dupla Banchero-Wagner ainda pode dar certo? Porque olha, se o Wagner não conseguir ficar saudável (perdeu os últimos três jogos da série contra Detroit), vai ser difícil. Mas se o Sweeney conseguir encontrar um sistema que potencialize os dois… aí o Magic pode finalmente virar um candidato sério nos playoffs.

    O que eu sei é que Orlando precisava mesmo de uma mudança. E contratar um cara que tá literalmente nas finais de conferência, que outros times também queriam, mostra que a diretoria tá levando a sério essa reconstrução.

    Agora é esperar pra ver se o Sweeney consegue primeiro ajudar os Spurs a chegar na final da NBA — seria um puta presente de despedida — e depois mostrar em Orlando se realmente é o técnico que o Magic precisa pra dar o próximo passo.