Tag: nba técnicos

  • Bulls querem entrevistar assistente do Heat — será a escolha certa?

    Bulls querem entrevistar assistente do Heat — será a escolha certa?

    Olha, os Bulls tão levando essa busca por técnico bem a sério mesmo. Depois de uma temporada horrorosa (31-51, que tristeza), eles estão virando Chicago de cabeça pra baixo — e agora querem conversar com Chris Quinn, assistente técnico do Miami Heat.

    Quem é esse Chris Quinn?

    Cara, esse nome me traz lembranças! Quinn foi jogador do próprio Heat de 2006 a 2010 — inclusive pegou aquele anel de campeão de 2006 com Shaq e Wade. Depois rodou por aí (Nets, Spurs, Cavaliers) antes de pendurar as chuteiras e partir pro lado técnico.

    Desde 2014 ele tá como assistente em Miami, e convenhamos: trabalhar com Erik Spoelstra não é pra qualquer um. O cara viu de perto como se constrói uma cultura vencedora, como se desenvolve jogador jovem (olha o Tyler Herro, o Bam Adebayo).

    Por que os Bulls tão de olho nele?

    Simples: eles querem técnicos jovens que manjam de analytics e entendem a NBA moderna. E faz sentido, né? Depois de anos patinando com estratégias ultrapassadas, Chicago precisa se modernizar urgentemente.

    Além do Quinn, outros nomes estão no radar, incluindo Jerry Stackhouse. Mas sinceramente? Acho que contratar alguém que já trabalhou com o Spoelstra pode ser genial. O Heat sempre tira leite de pedra, sempre desenvolve jogadores que ninguém esperava.

    E agora, o que rola?

    Com a 4ª escolha do Draft na mão e uma reformulação total da franquia (Bryson Graham chegou como novo VP), os Bulls têm uma chance real de recomeçar direito. Mas escolher o técnico certo é fundamental — não dá pra errar de novo.

    Vocês acham que Quinn tem o perfil pra comandar essa reconstrução? Ou preferiam um nome mais experiente como técnico principal? Eu tô curioso pra ver como isso vai desenrolar, porque Chicago não pode dar mais um passo em falso.

  • Sean Sweeney favorito para comandar os Mavs? Olha essa lista!

    Sean Sweeney favorito para comandar os Mavs? Olha essa lista!

    Cara, mal saiu a notícia da demissão do Jason Kidd e as casas de apostas já estão fervendo com as cotações para o próximo técnico dos Dallas Mavericks. E olha só quem aparece como favorito: Sean Sweeney, que era justamente o braço direito do Kidd em Dallas!

    Segundo o BetOnline, Sweeney tem +125 de odds – o que significa 44,4% de chances implícitas. Faz sentido, né? O cara conhece o elenco, sabe como o Luka pensa em quadra, e era quem comandava o esquema defensivo dos Mavs. Mas sinceramente? Acho meio estranho ele ser TÃO favorito assim logo de cara.

    Os nomes que fazem a galera sonhar

    Agora vem a parte interessante. Nick Nurse aparece com +300 (segundo colocado), mas cara… ele tá no Philadelphia! Seria preciso os Sixers liberarem ele pra entrevista, e duvido muito que isso role. O cara ganhou anel em Toronto e tá construindo algo legal na Filadélfia.

    Frank Vogel (+400) é outro nome que faz sentido – era assistente do Kidd na temporada passada. A questão é: será que Masai Ujiri (novo presidente dos Mavs) vai querer manter alguém do staff anterior? Eu tenho minhas dúvidas.

    Mas o nome que mais me chamou atenção foi Steve Nash em quarto lugar (+650). Gente, seria MUITO louco ver outro armador lendário dos Mavs comandando o time depois do Kidd. Lembram da passagem conturbada dele no Brooklyn com o Kyrie Irving? Pois é, ironicamente o Kyrie tá em Dallas agora. O mundo dá voltas mesmo.

    Apostas malucas e sonhos impossíveis

    Billy Donovan (+700) fecha o top 5, mas pelo que tô vendo, ele tá cotado pra ir pro Orlando Magic. Aí tem uns nomes interessantes tipo Tiago Splitter (10/1) – seria massa ver um brasileiro técnico na NBA, mas acho difícil.

    Tom Thibodeau (12/1) sempre aparece nessas listas, mas o cara é meio “old school” demais pro estilo atual da liga. Michael Malone (16/1) seria interessante, mas ele tá bem no North Carolina.

    Agora a cereja do bolo: DIRK NOWITZKI com 75/1! Cara, imaginem o Dirk comandando Luka e companhia? Seria um filme, mas obviamente é mais meme do que possibilidade real. O alemão tá curtindo a vida de analista na Amazon Prime.

    E aí, galera? Quem vocês acham que deveria pegar esse desafio? Eu confesso que tô curioso pra ver se vão apostar em alguém experiente ou se vão de cara nova mesmo. Os Mavs precisam de alguém que saiba lidar com estrelas e que tenha jogo de cintura pra gerenciar egos. Não é qualquer um que aguenta a pressão de comandar Luka e Kyrie ao mesmo tempo!

  • Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Gente, vocês lembram do Jeff Van Gundy? Aquele técnico que ficou famoso por se pendurar na perna do Alonzo Mourning durante uma briga no Heat? Pois é, o cara pode estar voltando às quadras como head coach — e olha que faz 19 anos que ele não comanda um time!

    Segundo o insider Chris Haynes, Van Gundy está entre os finalistas para assumir o Portland Trail Blazers. E sinceramente? Eu não esperava essa. O cara passou os últimos anos como comentarista da ESPN e agora tá como coordenador defensivo do Clippers. Mas técnico principal mesmo, a última vez foi no Houston Rockets em 2007.

    O drama por trás da contratação

    A situação do Portland tá meio caótica, não vou mentir. O novo dono Tom Dundon tá sendo zoado na liga toda porque dizem que ele quer contratar técnico no ‘precinho camarada’. O cara nega, mas a galera comenta que ele tá fazendo compras no atacadão mesmo.

    E olha, tem motivo pra essa economia toda. A temporada passada foi um pesadelo: o Chauncey Billups foi preso logo no primeiro jogo (imagina a vergonha), e o Tiago Splitter teve que assumir como interino. O brasileiro fez um trabalho até que decente considerando a situação, mas todo mundo sabia que era temporário.

    Outros candidatos na disputa

    Van Gundy não tá sozinho nessa briga. O Terry Stotts — que já treinou Portland antes e passou a última temporada como assistente do Steve Kerr no Warriors — disse que toparia voltar pra casa. Tem também o Micah Nori, assistente principal do Minnesota.

    O engraçado é que todos esses caras têm uma coisa em comum: nenhum deles vai aceitar trabalhar por mixaria. Se o Dundon realmente quer economizar, vai ter que olhar pra outro lado.

    Mas pensa comigo — será que faz sentido apostar no Van Gundy depois de tanto tempo longe? O cara entende de basquete, isso é indiscutível, mas 19 anos é muito tempo. O jogo mudou MUITO desde 2007.

    O elenco que vai receber o novo técnico

    Quem assumir vai pegar um time interessante. O Damian Lillard deve voltar depois de ficar a temporada toda fora por conta do tendão de Aquiles rompido — e todo fã de NBA sabe como é complicada a volta depois dessa lesão. Tem o Jrue Holiday trazendo experiência no garrafão, e o Deni Avdija mostrando evolução.

    É um projeto que pode dar certo, mas precisa de alguém que entenda de desenvolvimento de jovens talentos e ainda consiga extrair o melhor do Lillard, que já não tá mais nos seus 20 anos.

    E aí pessoal, vocês acham que o Van Gundy ainda tem lenha pra queimar como técnico? Ou será que deveria continuar na TV mesmo?

  • 6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    A bomba já caiu: Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks com 4 anos e 40 milhões de dólares ainda no contrato. Absurdo, né? Mas é assim que a NBA funciona — você tem Cooper Flagg carregando o time nas costas e mesmo assim rola demissão.

    Agora temos 6 vagas de técnico nesta offseason, e cara, algumas são uma beleza… outras são praticamente um tiro no pé. Vamos ranking essas oportunidades da pior pra melhor, porque eu tô curioso pra saber onde vocês acham que iriam se fossem técnicos.

    6º lugar: Milwaukee Bucks – A bagunça do Giannis

    Olha, ter o Giannis deveria ser sinônimo de sucesso, mas a situação em Milwaukee tá um caos total. 32 vitórias em 82 jogos? Isso é quase inadmissível com um dos 5 melhores jogadores do mundo no seu elenco.

    O problema é que eles estão “abertos a negócios” envolvendo o Greek Freak. Se ele sair — e tudo indica que vai — sobra o quê? Myles Turner ganhando 83 milhões pelos próximos anos e Damian Lillard recebendo 90 milhões pra NÃO jogar até 2030. É surreal.

    Taylor Jenkins foi contratado pra navegar nessa tempestade, mas sinceramente? Boa sorte pra ele, porque sem picks próprios até 2031, vai ser uma reconstrução longa e dolorosa.

    5º lugar: New Orleans Pelicans – Pequeno mercado, grandes problemas

    Os Pelicans contrataram Jamahl Mosley, que saiu meio queimado de Orlando. Cara, eu até entendo a lógica — eles têm peças interessantes como Zion (se ficar saudável), Trey Murphy III e Herb Jones. Mas é Nova Orleans, né?

    Mercado pequeno, dono sem visão clara, e Joe Dumars trocando picks que viraram top 8 no draft. 26 vitórias na temporada passada fala por si só. Mosley vai ter que fazer milagre, e olha que em Orlando ele já mostrou limitações no ataque.

    A pergunta que não quer calar: será que Zion aguenta uma temporada inteira? Porque se não aguentar, prepare-se pra mais um ano de sofrimento na Big Easy.

    4º lugar: Portland Trail Blazers – Veteranos e jovens numa mistura estranha

    Portland fez 42 vitórias e chegou aos playoffs como 8º colocado, o que já é um avanço. O problema é que eles têm uma salada de frutas no elenco: Jrue Holiday ganhando quase 35 milhões, Scoot Henderson ainda tentando provar seu valor, e Shaedon Sharpe com potencial mas inconsistente.

    A boa notícia? Eles têm picks de primeira rodada até 2032, o que dá flexibilidade. A má? Damian Lillard ainda tá na folha ganhando 13 milhões, mesmo não jogando mais lá. É uma situação estranha, mas pelo menos tem futuro.

    Na minha visão, quem pegar esse job vai ter que decidir: apostar nos veteranos pra brigar por playoffs ou focar no desenvolvimento dos jovens. Não dá pra fazer os dois ao mesmo tempo.

    E aí, pessoal — qual dessas vagas vocês pegariam? E mais importante: quem vocês acham que vai parar no topo dessa lista?

  • Pelicans contrata Jamahl Mosley: será que resolve o pepino Zion-Queen?

    Pelicans contrata Jamahl Mosley: será que resolve o pepino Zion-Queen?

    Os Pelicans fizeram oficial hoje: Jamahl Mosley é o novo técnico de New Orleans. E olha, eu tô curioso pra ver como esse cara vai lidar com o quebra-cabeça que virou esse elenco.

    Mosley vem direto do Orlando Magic, onde fez um trabalho bem interessante durante a reconstrução do time. O cara pegou uma franquia destruída em 2021 (só 21 vitórias na temporada anterior) e montou defesas que ficaram no top-5 da NBA em duas temporadas seguidas. Isso não é brincadeira não.

    O desafio defensivo dos Pelicans

    Porque vamos combinar — a defesa de New Orleans tá um desastre. 23º colocado na temporada, e olha que sete times acima deles estavam fazendo tanking descarado. Tirando o Herb Jones (que é um monstro defensivo), o resto do elenco não inspira muito confiança nesse lado da quadra.

    E aí que entra o grande problema: Zion Williamson e Derik Queen. Na minha visão, esses dois caras são como tentar encaixar duas peças do mesmo quebra-cabeças no mesmo lugar. Ambos são “bigs” que gostam de ter a bola na mão, nenhum dos dois protege o aro direito, e quando jogam juntos? A defesa vira um buraco negro.

    Os números não mentem: com Zion e Queen em quadra, os Pelicans tomavam 122,8 pontos por 100 posses. Isso coloca eles no percentil 12 de eficiência defensiva. Doze! É de chorar.

    E no ataque também tem treta

    Se você achou que era só problema defensivo, se engana. No ataque a situação é quase pior. Nenhum dos dois arremessa de três (e o Herb Jones regrediu muito nesse fundamento essa temporada), o que faz com que New Orleans tenha ficado em 26º lugar na liga em tentativas de três pontos.

    Sabe o que isso significa? Menos espaço pra Zion e Queen operarem perto da cesta, que é exatamente onde eles são mais letais. É como ter dois centroavantes no futebol — um atrapalha o outro.

    O rookie Jeremiah Fears tá passando pela mesma dificuldade. O garoto é bom atacando em velocidade, mas com pouco arremesso ao redor fica complicado.

    Mosley já passou por isso

    A parte interessante é que Mosley enfrentou dilemas parecidos em Orlando com Franz Wagner e Paolo Banchero. Dois caras talentosos que não se encaixam perfeitamente juntos, ambos precisando da bola pra funcionar.

    Sinceramente acho que os Pelicans estão apostando que Mosley aprendeu com os erros de Orlando e vai conseguir fazer essa química funcionar. Ou pelo menos tornar a defesa competitiva o suficiente pra mascarar os problemas ofensivos.

    E aí, vocês acham que Mosley consegue fazer esse encaixe dar certo? Ou os Pelicans vão ter que tomar uma decisão difícil e trocar um dos dois caras?

    Uma coisa é certa: New Orleans ainda tem assets pra fazer mudanças grandes se precisar. Controlam suas próprias picks daqui pra frente e podem até ficar com duas escolhas de primeira rodada na próxima temporada se a sorte ajudar.

    Vai ser uma temporada interessante de acompanhar, isso é certeza.

  • Jordan Ott impressiona na NBA: técnico novato já tá no top 5

    Jordan Ott impressiona na NBA: técnico novato já tá no top 5

    Mano, quem diria que um técnico estreante conseguiria tanto respeito assim tão rápido? Jordan Ott, que assumiu o Phoenix Suns pela primeira vez na carreira como técnico principal, já apareceu em 5º lugar numa pesquisa da The Athletic sobre os técnicos mais impressionantes da NBA. E olha que a concorrência não é brincadeira: Joe Mazzulla em primeiro, seguido por Mark Daigneault, J.B. Bickerstaff e Erik Spoelstra.

    Cara, quando você tá numa lista dessas — com técnicos que já ganharam campeonato ou levaram times pra 60 vitórias na temporada — é sinal de que realmente tá fazendo algo especial.

    De patinho feio a surpresa da temporada

    Vamos combinar: ninguém esperava nada dos Suns essa temporada. O time chegou ao ponto de trocar Kevin Durant (sim, o KD) e dispensar Bradley Beal no verão. Todo mundo já tinha enterrado Phoenix como um dos piores times da liga.

    Mas Ott pegou essa galera e transformou numa equipe competitiva. 45 vitórias e 37 derrotas — resultado que garantiu o 7º lugar no Oeste e uma vaga no play-in. Ok, foram varridos pelo Thunder na primeira rodada dos playoffs, mas considerando o que era esperado… cara, foi quase um milagre.

    O ponto alto veio em janeiro, quando o time fez 11-5 no mês. Ott ganhou seu primeiro prêmio de Técnico do Mês da carreira depois de bater times como Thunder (que era o primeiro colocado) e Detroit Pistons. Impressionante pra quem tava estreando como técnico principal, não acham?

    Reconhecimento dos colegas de profissão

    O que mais me chama atenção é o respeito que Ott já conquistou entre os outros técnicos. Steve Kerr, do Warriors — que manja muito de basquete, óbvio — já elogiou publicamente o trabalho dele com os Suns.

    E não é pouco currículo que o cara tem, né? Passou como assistente técnico no Nets, Lakers e Cavaliers antes de assumir Phoenix. Aprendeu com grandes nomes e agora tá mostrando que sabe aplicar todo esse conhecimento.

    Uma curiosidade: Ott é o primeiro técnico a ser mantido na organização dos Suns desde Monty Williams em 2023. Isso já diz muito sobre como a diretoria vê o trabalho dele.

    Sinceramente, acho que esse é só o começo pra Jordan Ott. Com mais tempo pra trabalhar e talvez algumas contratações certeiras na próxima temporada, os Suns podem surpreender ainda mais. Vocês acham que ele consegue levar Phoenix de volta aos playoffs de forma mais consistente?

  • Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Olha, isso me deixa meio revoltado. O Tiago Splitter pegou um Portland Trail Blazers completamente bagunçado no meio da temporada e fez o que muita gente achava impossível: levou o time aos playoffs pela primeira vez em cinco anos. Campanha de 42-39, sendo que todo mundo esperava que fosse uma temporada perdida.

    E qual é a recompensa? Aparentemente, nenhuma.

    Segundo fontes próximas da franquia, o brasileiro não deve ser efetivado como técnico titular dos Blazers. Cara, isso é de doer. O Splitter assumiu o cargo de técnico interino depois que o Chauncey Billups foi afastado por questões criminais logo no primeiro jogo da temporada. Imagina a pressão que o cara enfrentou.

    A busca pelo técnico virou uma bagunça

    A diretoria do Portland aparentemente quer entrevistar até 30 candidatos para o cargo. Trinta! Mas aqui vem a parte mais engraçada (ou triste, dependendo do ponto de vista): vários técnicos assistentes já recusaram as entrevistas.

    O motivo? O novo dono Tom Dundon tem uma “abordagem não convencional” e os rumores de salário abaixo do mercado estão espantando todo mundo. Até técnicos veteranos como Tom Thibodeau e Michael Malone rejeitaram o contato inicial. Detalhe: os dois falaram que nem conversariam enquanto o Splitter ainda estivesse como interino. Meio desrespeitoso, não acham?

    Quem está na mira agora

    Entre os candidatos que despertaram interesse estão Steve Hetzel (assistente do Brooklyn Nets) e Jared Dudley (assistente do Denver Nuggets). O Hetzel já trabalhou três temporadas em Portland e teve contato com o Damian Lillard, que inclusive já mandou sugestões para a diretoria sobre a busca por um técnico.

    Mas tem um porém: o Hetzel também está na corrida para ser técnico do New Orleans Pelicans, e Portland seria mais um “plano B” caso ele não consiga a vaga lá.

    Sinceramente, eu não consigo entender essa lógica. O Splitter provou que consegue fazer esse time funcionar, tem o respeito dos jogadores e conhece a casa. Mas parece que isso não é suficiente para uma franquia que há cinco anos não via os playoffs.

    E vocês, acham que o Portland está certo em procurar outras opções ou deveriam apostar no trabalho que o Tiago já mostrou que funciona?

  • Hornets renovam com Charles Lee: aposta no futuro deu certo

    Hornets renovam com Charles Lee: aposta no futuro deu certo

    Olha, eu confesso que quando o Charlotte Hornets contratou o Charles Lee em 2024, fiquei meio cético. Mais um técnico saindo do banco de assistente — será que ia dar liga? Pois é, parece que eu estava errado. O cara acabou de renovar contrato com o time, e sinceramente, foi mais que merecido.

    Vinte e cinco vitórias a mais na segunda temporada dele. Vinte e cinco! Isso é praticamente sair do fundo do poço pra brigar por playoffs. Tá, os Hornets não conseguiram passar do play-in, mas cara, o progresso foi absurdo. Depois de um começo meio travado na temporada 2024-25, o time simplesmente decolou.

    De assistente a protagonista

    O Lee veio com uma bagagem interessante — passou pelos Hawks, Bucks e Celtics como assistente. Ou seja, viu de perto como times vencedores funcionam. E parece que absorveu as lições, né? Jeff Peterson, o GM dos Hornets, não poupou elogios: falou sobre desenvolvimento de jogadores, cultura de equipe, responsabilidade. Essas palavras podem soar clichê, mas quando você vê 25 vitórias a mais, aí o negócio fica sério.

    “Charles fez um trabalho excepcional estabelecendo uma base para quem queremos ser como equipe”, disse Peterson. E olha, considerando o histórico dos Hornets nos últimos anos — sempre promessas, raramente resultados — essa fala tem peso.

    O que vem por aí?

    O próprio Lee falou sobre estar “apenas começando”, e eu acredito. Charlotte tem peças interessantes no elenco, jovens com potencial. Se o cara conseguiu essa virada toda em duas temporadas, imagina com mais tempo e talvez algumas contratações inteligentes?

    Vocês acham que os Hornets finalmente encontraram o técnico certo? Porque, sinceramente, faz tempo que não via uma renovação de contrato de técnico em Charlotte que fizesse tanto sentido. O time tem futuro brilhante pela frente — pelo menos é o que os números estão dizendo.

    A questão agora é: conseguem dar o próximo passo e chegar nos playoffs de verdade na próxima temporada? Com Lee no comando e essa cultura que ele tá construindo, eu diria que as chances são bem reais.

  • Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Cara, mal passou um mês dos Nets renovando com o Jordi Fernández e toda a comissão técnica, e já tem time querendo roubar nosso pessoal. É o mundo NBA mesmo — não dá pra relaxar.

    Steve Hetzel, assistente técnico do Brooklyn, virou finalista para a vaga de técnico principal do New Orleans Pelicans. E olha que concorrência pesada: ele tá disputando com Darvin Ham (que era o cara do lado do Doc Rivers no Milwaukee), Sean Sweeney (do Spurs) e pasmem… Rajon Rondo, que agora tá na área de coaching.

    Quem é esse Hetzel que o Pelicans quer tanto?

    O cara não é qualquer um, não. Começou lá embaixo em 2005 como assistente de vídeo do Popovich no Spurs (imagina só o tanto de coisa que aprendeu ali), e desde então rodou por Cleveland, Detroit, Charlotte, Orlando, Portland e agora Brooklyn. Trabalhou com Mike Brown, Lawrence Frank, Steve Clifford, Chauncey Billups… é currículo pra caramba.

    E sabe qual foi o momento que mostrou que o Hetzel manja mesmo? Em dezembro passado, quando o Fernández não pôde dirigir o time contra o Milwaukee, ele assumiu e os Nets DESTRUÍRAM os Bucks por 127-82. Foi uma das 19 vitórias do ano (sim, foi uma temporada complicada), mas que vitória! Empatou o recorde de maior diferença da franquia.

    O que isso significa pros Nets?

    Sinceramente? Mais uma dor de cabeça numa offseason que já prometia ser interessante. O Brooklyn mal conseguiu montar uma base sólida com o Fernández, e agora pode perder uma peça importante da comissão técnica.

    Por outro lado, é até um bom sinal, né? Mostra que o trabalho que tá sendo feito no Barclays Center não tá passando despercebido pela liga. Quando outros times vêm atrás do seu pessoal, é porque alguma coisa vocês estão fazendo direito.

    Vocês acham que o Hetzel vai topar a aventura em New Orleans? Primeira oportunidade como técnico principal na NBA… é difícil recusar uma chance dessas, ainda mais depois de tanto tempo como assistente. E os Pelicans, com Zion e CJ McCollum, não é um projeto ruim pra começar.

  • Thibs quer voltar e tem os olhos no Bulls – seria épico!

    Thibs quer voltar e tem os olhos no Bulls – seria épico!

    Gente, preparem os corações! Tom Thibodeau quer voltar pra NBA e, pasmem, tem interesse em retornar justamente pro Chicago Bulls. Cara, seria a volta mais cinematográfica da liga, não acham?

    O técnico de 68 anos ficou afastado das quadras nesta temporada depois que os Knicks fizeram aquela loucura de demiti-lo no verão passado — mesmo depois do time ter chegado nas Finais da Conferência Leste! Sinceramente, até hoje não entendo essa decisão de Nova York.

    A nostalgia chamando forte

    Olha, o Bulls seria especial demais pra ele. Foi lá em Chicago que o Thibs construiu toda sua reputação como técnico principal, antes de sair em 2015. O cara transformou aquele time numa máquina defensiva — quem acompanhava na época lembra como era absurdo ver aquela defesa funcionando.

    E tem um detalhe interessante: sempre que o Thibodeau saiu de algum lugar (Bulls em 2015, Timberwolves em 2019), ele voltou pra ativa na temporada seguinte. O homem não consegue ficar parado, é viciado em basquete mesmo.

    Vai rolar mesmo?

    Bom, pra essa reunião acontecer, vai precisar do aval do CEO Michael Reinsdorf e do recém-contratado Bryson Graham, que acabou de chegar vindo do Hawks pra ser vice-presidente executivo de operações de basquete. Imagino as conversas que devem estar rolando por lá.

    O timing até que faz sentido. O mercado de técnicos tá uma loucura total — Bulls, Magic, Trail Blazers e Pelicans todos procurando novo comandante. Até o Steve Kerr ainda não decidiu se continua no Warriors ou não!

    Vocês acham que o Bulls deveria apostar nessa volta do Thibs? Na minha visão, seria uma jogada interessante. O cara sabe trabalhar com defesa como poucos, e Chicago precisa de uma identidade mais sólida. Só espero que dessa vez dê mais certo que nas outras passagens dele!