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  • Mosley assume culpa por vexame histórico: Magic perde de 52!

    Mosley assume culpa por vexame histórico: Magic perde de 52!

    Cara, eu já vi coisa feia na NBA, mas o que rolou com o Orlando Magic ontem foi de chocar. Perderam de 52 pontos pro Toronto Raptors. CINQUENTA E DOIS. É o tipo de placar que você vê no basquete universitário quando um gigante pega um time pequeno, não na NBA profissional.

    O placar final? 139 a 87. Eu tive que ler duas vezes pra acreditar.

    Técnico assume a bronca toda

    Olha, tem que dar o braço a torcer pro Jamahl Mosley. O cara podia ter jogado a culpa nos jogadores (e convenhamos, eles também falharam), mas não. Assumiu a responsabilidade total pelo vexame:

    “Eu tenho que fazer um trabalho melhor preparando eles pro que iam enfrentar hoje à noite”, disse Mosley após o massacre. “Conversamos um pouco sobre isso, mas provavelmente não o suficiente.”

    O técnico continuou se culpando, falando que não preparou o time pra fisicalidade que os Raptors iam impor, pras pegadas, empurrões – enfim, todo aquele jogo mais casca grossa que a gente conhece bem.

    Sinceramente? Acho que ele tá sendo até generoso demais com os jogadores. 52 pontos de diferença não é só questão de preparo tático não, viu.

    Briga por playoffs esquenta

    E o timing dessa derrocada não podia ser pior. O Magic tá na briga brava por uma vaga direta nos playoffs – eles são o 8º colocado no Leste com 39-35, enquanto os Raptors subiram pra 42-32 e agora são o 5º.

    Com essa derrota humilhante, Orlando ficou dois jogos e meio atrás do Atlanta Hawks (6º lugar) na briga pra não ter que passar pelo play-in. Restam apenas oito jogos na temporada regular.

    Eu não sei vocês, mas acho que essa derrota pode ter acabado com as chances do Magic de escapar do play-in. Perder assim, desse jeito, nessa altura do campeonato? É o tipo de coisa que pode quebrar o psicológico de qualquer grupo.

    O Mosley vai ter que fazer um milagre pra recuperar a confiança desses caras. Porque 52 pontos de diferença não é algo que você simplesmente “vira a página” – isso fica na cabeça. E com oito jogos decisivos pela frente, não dá pra vacilar mais nem um pouquinho.