Tag: NBA trades

  • Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Cara, tem coisa mais triste no basquete do que ver um time campeão virando piada? Os Bucks de 2026 conseguiram esse feito “épico” — e olha que eu uso épico no sentido mais irônico possível.

    A temporada virou funeral depois que mandaram Damian Lillard embora e gastaram 113 milhões de dólares pra… bem, pra nada. Imaginem só: eles esticaram esse dinheiro por cinco anos pra poder contratar Myles Turner por quatro anos e 108 milhões. Matemática que nem eu entendo direito, mas o resultado tá aí: 22,5 milhões por ano jogados no lixo até 2030.

    O grito de desespero do Bobby Portis

    Dezembro foi o mês em que tudo desmoronou de vez. Depois de levar uma surra histórica de 45 pontos do Brooklyn Nets (sim, aquele mesmo Brooklyn que tava uma bagunça), os caras chegaram no treino como se nada tivesse acontecido.

    Aí que o Bobby Portis — que é meio que a alma desse time desde 2021 — perdeu a paciência completamente:

    “É por isso que somos uma m***a — agimos como se tudo estivesse bem, sem nenhuma urgência. Perdemos por 45 pontos. A linguagem corporal de todo mundo é terrível. Ninguém escuta os técnicos.”

    Imagina a cena: um cara que conquistou título com essa franquia tendo que gritar com os companheiros porque ninguém mais ligava. Sinceramente, dói só de pensar.

    Giannis pedindo música

    E o Giannis? Rapaz, o cara basicamente implorou pra sair desde maio passado. Teve até reunião na Grécia no meio do ano — coisa de filme mesmo — onde ele deixou claro que só jogaria nos Knicks se saísse de Milwaukee.

    Os números não mentem: 17-19 com ele em quadra, 14-28 sem ele. O cara jogou apenas 36 partidas na temporada — recorde negativo da carreira. E quando jogou aquele jogo contra o Minnesota onde levaram 33 de diferença em casa, a torcida vaiou ele. ELE! O cara que trouxe o único título da história moderna da franquia.

    “Parece um funeral”, disse uma fonte do time após aquela derrota. E olha, não tá errado não.

    O fim de uma era dourada

    Pela primeira vez desde 2016, os Bucks vão participar da loteria do draft. Nove anos consecutivos de playoffs pelo ralo. Não ganham uma série de playoff desde 2022. E pra fechar com chave de ouro, bateram o recorde histórico da franquia com 13 derrotas por 25+ pontos numa única temporada.

    Entre 27 de fevereiro e 4 de março, eles perderam quatro seguidas sendo superados por 97 pontos somados. Noventa e sete! É um número que nem faz sentido pra quem torce pra esse time.

    Vocês acham que dá pra recuperar essa relação entre Giannis e Milwaukee? Porque pela forma que as coisas andam, esse divórcio vai ser bem mais feio do que a gente imagina. E pensar que há poucos anos eles eram os reis do Leste…

    O basquete é isso aí: uma hora você tá no topo do mundo, na outra tá explicando como conseguiu desperdiçar um dos melhores jogadores da década.

  • Sky troca Angel Reese por picks do Draft – que loucura é essa?

    Sky troca Angel Reese por picks do Draft – que loucura é essa?

    Gente, eu ainda tô processando essa informação. O Chicago Sky acabou de trocar a Angel Reese — sim, a ANGEL REESE — pro Atlanta Dream por duas picks de primeira rodada (2027 e 2028). Sinceramente? Não sei se entendi essa jogada.

    A Reese é simplesmente um monstro no garrafão. A mina liderou a WNBA em rebotes por jogo na última temporada (12.6) pelo SEGUNDO ano consecutivo. E não para por aí — ela também teve mais double-doubles que qualquer outra jogadora da liga (23) e ainda foi a cestinha do Sky com 14.7 pontos por jogo.

    Sky aposta no futuro… mas e o presente?

    Olha, eu entendo a lógica de acumular picks pro futuro, mas trocar uma All-Star de apenas 22 anos? Reese tá no auge da carreira e já provou que é peça fundamental. O Dream levou uma pechincha absurda.

    E vocês viram que o Atlanta ainda ganhou direitos de troca de pick de segunda rodada em 2028? Ou seja, além de levar a Reese, eles ainda têm flexibilidade extra no Draft. Negociação 10/10 pro Dream.

    Reese vai voar em Atlanta

    Agora imagina a Angel no Dream. O time já tem uma base sólida e ela pode ser a peça que faltava pra brigar de verdade pelos playoffs. A combinação dela com o elenco de Atlanta promete dar muito o que falar.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Sky fez certo apostando tanto assim no futuro? Ou será que vão se arrepender de ter dispensado uma das maiores estrelas da liga? Na minha opinião, essa troca vai dar o que falar por muito tempo.

  • Giannis pode sair do Bucks? A bomba que pode explodir na NBA

    Giannis pode sair do Bucks? A bomba que pode explodir na NBA

    Olha, eu não queria acreditar nisso, mas as coisas estão ficando cada vez mais tensas entre Giannis Antetokounmpo e o Milwaukee Bucks. Marc Stein, que é uma fonte confiável pra caramba, está dizendo que a expectativa de uma troca do Greek Freak neste verão só aumenta.

    E cara, a situação está um caos total. A NBA está investigando os Bucks por causa da política de participação de jogadores — basicamente questionando se o Giannis realmente estava machucado ou se estava sendo poupado sem motivo.

    O climão entre Giannis e a direção

    A história fica ainda mais bizarra. Os Bucks falaram pros investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Mas o próprio jogador disse pra liga que já está 100% recuperado da lesão no joelho esquerdo que sofreu em março.

    Sinceramente? Parece que ninguém está falando a mesma língua nessa organização.

    Mas o que mais me chocou foi a declaração do governador do time, Wes Edens, que praticamente deu um ultimato: ou o Giannis assina uma extensão ou é trocado nesta offseason. Mano, imagina falar isso publicamente sobre um bicampeão de MVP?

    “Como um tapa na minha cara”

    A resposta do Giannis foi devastadora. Ele disse que aquilo foi “como um tapa na minha cara”. E complementou falando que não se sente “confortável conversando com ninguém” da direção do Bucks.

    Cara, quando um jogador do calibre do Giannis fala isso publicamente, é porque a coisa está realmente feia nos bastidores. Lembra um pouco do que rolou com o Kawhi em San Antonio, não acham?

    Olha, eu sempre torci pra que o Giannis ficasse em Milwaukee — é bonito ver um cara construir um legado numa cidade pequena. Mas se a relação chegou nesse ponto, talvez seja melhor mesmo cada um seguir seu caminho.

    A questão agora é: que time teria estrutura pra bancar uma troca dessas? Porque estamos falando de um dos cinco melhores jogadores da liga. Miami? Brooklyn? Ou será que ele volta pras raízes e vai pro Warriors tentar mais um anel?

    Uma coisa é certa: se essa troca realmente rolar, vai ser o movimento mais impactante da offseason. E vocês, acham que o Giannis realmente vai sair de Milwaukee?

  • Draymond vai ficar nos Warriors — e não queria ir pros Bucks mesmo

    Draymond vai ficar nos Warriors — e não queria ir pros Bucks mesmo

    Olha, o Draymond Green tá sendo bem realista sobre onde está na carreira. O cara sabe que já passou do auge e que pode virar moeda de troca a qualquer momento — e tá de boa com isso.

    A novidade é que ele deve mesmo pegar a player option de US$ 27,7 milhões pra temporada 2025-26. Faz todo sentido, né? Quem ia recusar essa grana garantida aos 35 anos?

    O papo das trocas por Giannis

    Mas o mais interessante foi o Green falando sobre aqueles rumores de troca pelo Giannis Antetokounmpo. Cara, eu lembro de quando isso pipocou na internet — foi um auê. E o Draymond foi sincero: doeu no primeiro momento.

    “Sou um ser humano”, disse ele. “Teve um segundo que pensei: ‘Caraca, eles vão fazer isso comigo mesmo?’”

    Mas aí o veterano mostrou por que é um dos caras mais espertos da liga. Ele sacou rapidinho que estar sendo cogitado numa troca pelo Giannis — o atual MVP — é quase que um elogio. “Eles não vão me trocar por amendoim. Seria quase motivo de orgulho”, falou.

    Milwaukee? Não, obrigado

    E aqui vem a parte mais engraçada (e polêmica): o Draymond foi direto ao ponto sobre ir pros Bucks. “Vou ser honesto: eu não queria jogar em Milwaukee.”

    Eita. Imagina o torcedor de lá lendo isso? Mas é o Draymond sendo o Draymond — sem papas na língua. O cara construiu a carreira dele em Golden State, tem quatro títulos lá, vive respirando aquela cultura dos Warriors. Entendo ele não querer sair da zona de conforto agora no finalzinho da carreira.

    Sinceramente, acho que ele fez bem em ficar. Os Warriors ainda têm o Curry, ainda brigam por playoffs, e o Draymond continua sendo peça importante no esquema defensivo deles. Vocês acham que ele deveria ter topado a aventura em Milwaukee ao lado do Giannis?

    No final das contas, o homem sabe o que quer: terminar a carreira onde construiu seu legado. E com US$ 27 milhões garantidos no bolso, quem pode culpá-lo?

  • Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto com o Zion Williamson. O cara que era pra ser a próxima grande estrela da NBA pode estar na vitrine dos Pelicans já nessa offseason — e sinceramente, a situação toda é mais bizarra do que parece.

    Executivos pelo país já estão esperando que New Orleans escute ofertas pelo garoto. E o próprio Zion? Ele tá ciente de tudo. “New Orleans é minha casa, é onde eu quero estar”, disse ele em entrevista. “Mas vamos ser realistas: a NBA é um negócio. Posso ser trocado na offseason ou antes do deadline da próxima temporada.”

    A troca que pode ter ferrado tudo

    A treta toda começou nove meses atrás com uma decisão que… cara, eu ainda não entendo. Joe Dumars e Troy Weaver abriram mão da 13ª escolha E de uma primeira rodada desprotegida de 2026 (que tem 32% de chance de ficar no top 4) pra draftear Derik Queen, de Maryland.

    O problema? Queen é um desastre na defesa e simplesmente não funciona jogando junto com Zion. A dupla foi tão ruim que o técnico James Borrego praticamente desistiu de escalá-los juntos. Resultado: Pelicans fizeram 15-41 até o All-Star break, mas melhoraram pra 10-10 depois que separaram os dois.

    Mano, trocar picks preciosos por um jogador que não encaixa com sua estrela máxima? É pedir pra dar errado.

    Zion vale o salário de $42 milhões?

    Aqui que a coisa fica complicada. Zion tá relativamente saudável essa temporada e continua sendo um monstro no isolamento — um dos melhores da liga. Mas aí você olha o pacote completo: histórico de lesões, defesa limitada e $42,2 milhões garantidos na próxima temporada.

    “Agora ele é um All-Star borderline que ganha muito dinheiro”, disse um executivo do Oeste. “Esse é exatamente o tipo de jogador que muitos times estão evitando hoje em dia.”

    E olha, eu entendo a lógica. Por $42 milhões você quer um cara que joga os 82 jogos, que te dá algo na defesa, que eleva o time nos playoffs. Zion ainda não provou que consegue fazer isso consistentemente.

    Vocês acham que algum time vai topar pagar essa grana toda pelo Zion? Porque sinceramente, depois dessa temporada confusa dos Pelicans, não sei se ele ainda tem o mesmo valor de mercado que tinha há dois anos.

    O próprio jogador e seus representantes dizem que não receberam nenhum sinal de que uma troca seja iminente. Mas né, na NBA as coisas mudam rápido — e quando você tem 26 anos fazendo um salário máximo sem resultados condizentes, qualquer coisa pode acontecer.

  • Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Mark Cuban falou o que todo mundo já desconfiava: se arrependeu amargamente de ter vendido o Dallas Mavericks. Não de ter vendido — mas pra quem vendeu.

    Em um podcast que saiu essa semana, o ex-dono foi direto ao ponto: “Não me arrependo de ter vendido. Me arrependo de pra quem vendi. Cometi muitos erros no processo”.

    O pesadelo começou com a venda de US$ 3,5 bi

    Cara, quando Cuban vendeu a maioria das ações pros grupos Adelson e Dumont em dezembro de 2023, ele jurava de pé junto que ia continuar mandando no basquete. “Nada muda, só minha conta bancária”, falou na época.

    Que inocência, né? Patrick Dumont assumiu como governador da franquia e Cuban — que ficou com 27% — foi sendo empurrado pra escanteio aos poucos. E o pior: não tinha nada no contrato garantindo que ele continuaria no comando do basquete.

    Na real, Cuban vendeu porque disse que era caro demais manter um time competitivo sendo um “bilionário classe média” (imagina ser pobre assim, né?). Mas agora admitiu que o peso emocional também contava: “Você ouve a paixão… agora imagina subir e descer assim a cada jogo. É difícil”.

    A catástrofe do trade do Luka

    Se Cuban já estava irritado sendo ignorado, imagina quando soube que trocaram o Luka Dončić pro Lakers — e só ficou sabendo depois que o negócio já estava fechado!

    Mano, esse trade é considerado um dos piores da história do esporte. Nico Harrison, o GM na época, mandou o cara que levou o Mavs até as Finais de 2024 embora em fevereiro de 2025. Cuban ficou pistola, obviamente.

    Harrison foi demitido em novembro quando o time estava 3-8 e Anthony Davis (que veio na troca) machucado. Cuban até fez lobby nos bastidores pra demissão acontecer. Achou que ia voltar a ter voz ativa no basquete — mas não rolou.

    E agora? Cooper Flagg não salva essa bagunça

    Olha só a ironia: o Mavs teve 1,8% de chance na loteria do draft e pescou a primeira escolha geral. Pegaram Cooper Flagg, que tá concorrendo a Calouro do Ano.

    Mas de que adianta? O time tem 24-51 de campanha — sexto pior da liga. Davis jogou só 29 partidas antes de ser trocado pro Washington Wizards numa operação pra livrar salário.

    Sinceramente, Cuban deve acordar todo dia se perguntando: “Por que raios vendi meu time pra essa galera?” A paixão dele pelo Mavs era real, mas agora só sobrou o gosto amargo de ter entregado seu bebê nas mãos erradas.

    E vocês, acham que Cuban tem razão de reclamar ou isso é só ego ferido de bilionário?

  • Warriors tentaram contratar Kawhi Leonard antes do deadline

    Warriors tentaram contratar Kawhi Leonard antes do deadline

    Olha, eu sabia que o Golden State estava correndo atrás de estrelas antes do deadline, mas agora descobrimos que eles fizeram uma “investida determinada” no Kawhi Leonard. E cara, faz muito sentido.

    Segundo o Marc Stein, os Warriors não foram atrás só do Giannis Antetokounmpo — eles também tentaram pesado arrancar o Kawhi do Clippers. E sinceramente? Essa negociação fazia mais sentido no papel do que trazer o Giannis.

    Por que Leonard fazia mais sentido

    Primeiro, o preço. Os Bucks iam querer o mundo pelo Giannis, né? Já os Clippers, com toda essa investigação sobre as negociações do Leonard com a Aspiration, provavelmente estariam dispostos a aceitar menos. Ainda mais depois de terem trocado o James Harden e o Zubac no deadline.

    Além disso, o Kawhi encaixaria melhor no Warriors. Eles já têm o Draymond Green e o Jimmy Butler (que tá machucado), então um cara que arremessa bem de três como o Leonard seria perfeito. Vocês conseguem imaginar esse trio na quadra?

    Warriors não param de correr atrás

    O que me impressiona é como o Golden State tá sendo agressivo pra montar um time ao redor do Curry. No ano passado, estavam atrás de “todas as estrelas” antes de conseguir o Butler. Agora perderam o Giannis mas trouxeram o Porziņģis trocando o Jonathan Kuminga.

    E olha, essa troca do Porziņģis tá dando certo até agora. Os Warriors provavelmente vão tentar renovar com ele na free agency. Mas aposto que não vão parar por aí — vão continuar correndo atrás de estrelas.

    Se o Kawhi realmente ficar disponível no verão (e se ele ainda puder ser trocado depois dessa investigação toda), não duvido nada que os Warriors voltem à carga. Imaginem um quinteto com Curry, Leonard, Green e Porziņģis? Seria meio veterano e propenso a lesões, mas que time talentoso, monstro.

    Por enquanto, esses dois times podem se enfrencar no Play-In — Warriors em 10º no Oeste, Clippers em 8º. Mas ambos vão ter offseasons movimentadas. Os Clippers já começaram uma mini-reconstrução com aquelas trocas, e faz sentido considerar trocar o Kawhi enquanto ele tá jogando bem.

    E aí, acham que os Warriors conseguem trazer o Leonard no verão? Seria a peça que faltava pra mais uma corrida ao título com o Curry?

  • Magic mirando no Giannis? Boato esquenta mercado da NBA

    Magic mirando no Giannis? Boato esquenta mercado da NBA

    Olha, eu não esperava essa. O Orlando Magic aparentemente tá de olho no Giannis Antetokounmpo para a próxima offseason, e sinceramente? Isso faz mais sentido do que parece à primeira vista.

    A situação é a seguinte: os Bucks quase trocaram o Greek Freak antes do deadline de fevereiro, mas seguraram. Só que o relógio tá correndo, galera. Giannis não vai ficar em Milwaukee pra sempre se o time não conseguir montar algo competitivo ao redor dele.

    Por que o Magic faria sentido?

    Kirk Goldsberry soltou essa bomba no podcast do Bill Simmons, dizendo que uma fonte confiável confirmou: Orlando tá “muito ativo” na busca pelo Giannis. E cara, quando você para pra pensar, faz sentido mesmo.

    O Magic teve altos e baixos essa temporada – principalmente porque o Franz Wagner perdeu 44 jogos por lesão (absurdo!). Eles foram all-in no Desmond Bane recentemente, então tão claramente tentando acelerar o processo de reconstrução. E convenhamos, se você quer acelerar, não tem nada melhor que um MVP de Finals, né?

    O que Orlando teria que dar?

    Aqui é onde fica interessante (e doloroso). Qualquer troca pelo Giannis vai ter que incluir Paolo Banchero ou Franz Wagner – e provavelmente o Paolo, que tem mais valor de troca.

    Só que imagina a dor de cabeça: trocar o cara que você drafteou como futuro da franquia, que só vai fazer 24 anos, por um jogador de 30 (mesmo sendo um monstro como o Giannis). Na minha visão, eles prefeririam montar um pacote em volta do Wagner mais algumas picks futuras.

    Mas vamos ser realistas – se o Cleveland pode oferecer Evan Mobley pelo Giannis, a concorrência vai ser feroz. E aí, vocês acham que vale a pena o Magic apostar suas fichas todas no Greek Freak?

    Uma coisa é certa: se isso rolar, a conferência Leste vai ficar ainda mais maluca. Imaginem Giannis, Paolo (se ficarem com ele) e uma versão saudável do Wagner juntos. Seria um time divertido de assistir, isso é garantido.

  • McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    Cara, que cena linda aconteceu na segunda-feira em Philly. Jared McCain, agora com a camisa do Thunder, voltou ao lugar onde começou sua carreira na NBA — e mostrou exatamente o tipo de cara que os 76ers deixaram escapar.

    Imagina a cena: já passava das 22h, Oklahoma City tinha acabado de meter uma surra no Philadelphia, 123 a 103. Todo mundo já tinha ido embora, mas o McCain? Tava lá ainda, de roupa comum, batendo papo com os amigos nas arquibancadas inferiores da arena. Umas crianças correndo pela quadra, tentando acertar uns arremessos, quando uma delas grita:

    “Jared, podemos tirar uma foto, por favor?”

    “Claro, parceiro”, respondeu o garoto de 22 anos.

    E lá foi ele, posando com quatro moleques vestindo camisas dos Sixers — dois do Embiid, um do Harden e um do lendário Dr. J. É como se o McCain não quisesse ir embora dali, sabe?

    O cara que a Philly perdeu

    Olha, eu vou falar uma coisa que talvez doa nos torcedores dos 76ers: eles podem ter trocado jogadores melhores tecnicamente ao longo da história, mas raramente mandaram embora uma PESSOA melhor que o McCain. O técnico Nick Nurse falou isso na cara dura antes do jogo — que o garoto sempre se destacava tanto pela postura quanto pela habilidade como arremessador.

    “É sempre bom ter um cara assim no seu time”, disse o Nurse. E agora ele não tem mais.

    McCain jogou só 60 partidas pelos Sixers, espalhadas por uma temporada e meia. Jogou bem pra um time ruim no ano passado, não tão bem pra um time melhor este ano. No meio disso tudo, se machucou duas vezes e até passou um tempo na G-League neste inverno.

    Números que fazem chorar

    Mas é aqui que a coisa fica interessante (e dolorosa pros fãs da Philly). Com os 76ers, McCain fazia 6.6 pontos por jogo, com aproveitamento de 38,5% nos arremessos de campo e 37,8% nas bolas de três. Nada demais, né?

    Aí o cara chega no Thunder — atual campeão, diga-se de passagem — e simplesmente explode. Em 20 jogos por lá, tá fazendo 12.3 pontos com 46,8% de aproveitamento geral e ABSURDOS 43,9% do perímetro. Na partida de segunda, saindo do banco, fez 13 pontos em mais de 25 minutos.

    O técnico Mark Daigneault não economizou elogios, chamando McCain de “rato de academia”, “jogador que se fez sozinho” e “artesão”. E disse uma coisa que me chamou atenção: que mesmo sendo novato no time, o garoto não ficou na dele — jogou com agressividade e confiança desde o primeiro dia.

    “Parece que ele tá aqui há mais tempo do que realmente está”, resumiu Daigneault.

    Sinceramente? Dói ver um talento assim prosperando em outro lugar. McCain admitiu que sentiu “muita ansiedade” pra voltar à Philly, e que teve aquele “sentimento sutil de querer provar que o time que te trocou estava errado”.

    E aí, galera dos 76ers — vocês acham que fizeram a escolha certa trocando esse cara por quatro picks do draft? Porque pelo que tô vendo, o McCain continua sendo exatamente o tipo de jogador que qualquer time gostaria de ter no vestiário.