Tag: NBA virada histórica

  • KAT previu virada épica no Jogo 1 das Finais da NBA

    KAT previu virada épica no Jogo 1 das Finais da NBA

    Cara, o Karl-Anthony Towns simplesmente é vidente. Não tem outra explicação.

    No Jogo 1 das Finais NBA entre Knicks e Spurs, o pivô foi flagrado pelos microfones dizendo pros companheiros que era só manter a defesa que o ataque ia engatar. E adivinha? Deu certinho.

    “A gente tem que continuar jogando defesa desse jeito. Isso vai ganhar o jogo pra gente”, disse o KAT durante a partida. “Nosso ataque sempre recupera. Foi assim no Jogo 1 contra Cleveland. Vamos ficar tranquilos.”

    Mano, a confiança desse cara é absurda. E olha que ele tinha razão pra estar confiante — afinal, foi exatamente isso que rolou nas Finais da Conferência Leste, quando os Knicks viraram um déficit de 22 pontos no quarto período contra o Cavs e ganharam na prorrogação.

    A virada que ninguém esperava

    Contra os Spurs não foi tão dramático quanto contra Cleveland, mas mesmo assim foi de tirar o fôlego. Os caras estavam perdendo por 14 pontos e conseguiram ganhar de 105 a 95.

    Segundo a ESPN, em determinado momento do jogo os Knicks tinham apenas 7,4% de chance de vitória. Sete vírgula quatro por cento! E mesmo assim o Towns ali, calmão, falando que ia dar tudo certo.

    E não é que deu mesmo? O cara fez 18 pontos, 12 rebotes e 4 assistências, jogando de igual pra igual com o Victor Wembanyama. Nos 34 minutos que ele ficou em quadra, os Knicks foram superiores aos Spurs por 11 pontos de diferença.

    Homenagem emocionante à mãe

    Depois do jogo, o Towns disse uma coisa que me arrepiou todo. Ele falou que sentia uma calma e uma paz que só podia estar vindo “da mulher lá de cima” — referência à mãe dele, Jacqueline Cruz-Towns, que morreu em abril de 2020.

    “De certa forma, eu senti como se estivesse vendo ela nas arquibancadas”, disse o pivô na entrevista pós-jogo.

    Cara, imagina a emoção. O cara esperou a carreira inteira pra jogar uma final da NBA, caiu nas finais de conferência nos últimos dois anos, e quando finalmente chega lá, sente a presença da mãe. Que momento.

    No terceiro quarto, quando começou a virada histórica, o KAT meteu 10 pontos (incluindo duas bombas de três), pegou 4 rebotes e ainda deu um toco. Foi literalmente ele que puxou o time pra cima quando tudo parecia perdido.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível até o final da série? Porque se o Towns continuar jogando assim e ainda por cima prevendo o futuro, vai ser difícil pros Spurs pararem esses caras.

  • Knicks fazem o impossível: virada histórica no MSG deixa torcida em êxtase

    Knicks fazem o impossível: virada histórica no MSG deixa torcida em êxtase

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden na terça-feira. Os Knicks fizeram uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA — e olha que eu já vi muita coisa absurda nessa liga.

    Imagina só a cena: 22 pontos atrás no último quarto. VINTE E DOIS. A ESPN Analytics mostrou que a probabilidade de vitória dos Knicks chegou a míseros 0,1%. Pra vocês terem noção, desde a temporada 1997-98, times que estavam nessa situação tinham um cartel de 1-594. Uma vitória em quase 600 tentativas!

    O MSG virou uma panela de pressão

    O texto original compara o Garden com a prisão de San Quentin, e não tô mentindo — deve ter sido exatamente essa a sensação pros Cavaliers. A torcida nova-iorquina é conhecida por ser implacável, mas ontem eles se superaram. Aquela atmosfera… monstro demais.

    Os Cavs simplesmente derreteram. E olha que eles tinham tudo pra fechar o jogo tranquilo. Mas é aquilo que a gente sempre fala: playoffs são diferentes, e no MSG então? Esquece. A pressão come solta.

    Knicks provam que ainda sabem jogar bola

    Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks nessa temporada. Depois de anos apanhando, ver eles fazendo uma virada histórica dessas… cara, até arrepia. O time mostrou personalidade, mostrou que tem peito pra grandes momentos.

    E os Cavs? Poxa, que mancada. Primeira vez deles nas finais de conferência no Leste e eles entregam dessa forma? Dá uma tristeza. Mas é isso aí — basquete é cruel às vezes.

    Vocês conseguem imaginar como deve ter sido pra torcida que estava lá? Eu ficaria rouco de tanto gritar. Momentos assim que fazem a gente lembrar porque amamos esse esporte maluco.

    Agora é torcer pra que os Knicks mantenham esse nível. Porque virada histórica é bonita, mas campeonato que vale mesmo, né não?

  • Knicks fazem milagre histórico e deixam NYC em delírio total

    Knicks fazem milagre histórico e deixam NYC em delírio total

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último período – VINTE E DOIS! – e do nada viraram o jogo contra os Cavaliers no primeiro confronto da final da Conferência Leste.

    Sinceramente? Eu já tinha desligado a TV. Já estava me preparando pro drama de sempre dos Knicks, aquela frustração que a gente conhece bem. Mas aí resolvi dar uma última olhada e… meu Deus do céu, que loucura foi aquela!

    A reação da imprensa nova-iorquina foi épica

    Os jornais de Nova York enlouqueceram – e com razão. O New York Post veio com “KNICKER BONKERS!” na capa (genial, né?) e “JALE HOUSE ROCK!” na contracapa, brincando com o apelido do Jalen Brunson. O cara simplesmente assumiu o controle da partida nos minutos finais como um verdadeiro capitão.

    E olha, eu acompanho NBA há anos e posso dizer: essa foi uma das maiores viradas da história dos playoffs. Não é exagero não. Quando um time está 22 pontos atrás no último período, as chances de vitória são praticamente zero. Mas os Knicks provaram que basquete é isso mesmo – até acabar, não acabou.

    Por que essa virada é histórica de verdade

    Vocês têm noção do que significa virar um jogo de 22 pontos no último período de uma final de conferência? É tipo o Flamengo virar aquela final da Libertadores de 2019, mas multiplicado por dez. O Madison Square Garden deve ter tremido nas bases.

    O que mais me impressiona é a mentalidade desse time dos Knicks. Eles poderiam ter jogado a toalha, aceitar a derrota e focar no jogo 2. Mas não – continuaram lutando, acreditando. E Brunson… cara, que show! Ele recusou deixar o time perder, como disse o Post.

    Agora me digam: vocês acham que os Cavaliers conseguem se recuperar psicologicamente dessa? Porque perder assim, em casa do adversário, depois de estar com o jogo controlado… isso marca, viu. Os Knicks roubaram mais do que apenas o jogo 1 – roubaram toda a confiança dos Cavs.

    Enfim, que noite absurda para quem ama basquete. E que bom ver os Knicks fazendo história de novo – desta vez pelos motivos certos!

  • A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    Cara, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks perdendo por 93-71 faltando 7 minutos e 40 segundos? Jogo acabado. Ou pelo menos era isso que todo mundo pensava.

    Eu mesmo já estava mentalmente me preparando para o Jogo 2 — do mesmo jeito que fiz depois daquela derrota humilhante pro Indiana no ano passado. Dividir em casa não é o fim do mundo, né? Mas aí aconteceu algo que eu nunca vi na minha vida assistindo basquete.

    Brunson virou um monstro

    Jalen Brunson simplesmente passou por cima de um time inteiro nos últimos 14 minutos. O cara marcou mais pontos sozinho que Cleveland inteiro nesse período. É surreal demais.

    E olha que os Knicks já tinham feito umas corridas absurdas nesses playoffs, mas conseguiram se superar: 44-11 pra fechar o jogo. Quarenta e quatro a onze! Eu sei que tem gente que prefere aquela chuva de bolas de três que o Pacers fez no ano passado, mas sinceramente? Essa virada apagou completamente a vergonha que foi perder pro Aaron Nesmith e pro Tyrese Haliburton.

    Mas como diabos eles fizeram isso?

    Não foi só questão de “finalmente acertar as bolas de três”. Os Knicks fizeram alguns ajustes táticos fundamentais que mudaram o jogo completamente.

    A principal mudança? Pararam de fazer dupla marcação na bola. Nas séries anteriores contra Hawks e Sixers, essa estratégia funcionou perfeitamente — não deixar o cara principal do time adversário respirar, mostrar em toda tela, forçar ele a tomar decisão sob pressão.

    Contra James Harden funcionou no primeiro tempo. O cara estava tomando decisões ruins, Cleveland estava errando as bolas livres que apareciam quando a movimentação deixava os Knicks em 4×3. Mas aí veio aquela sequência de seis bolas de três em sete tentativas pra fechar o primeiro tempo, e a coisa ficou feia.

    No segundo tempo, os Knicks insistiram na dupla marcação e Cleveland continuou castigando. Era impressionante ver como o Harden achava o Jarrett Allen no centro da quadra, colapsava a defesa, e sempre sobrava alguém livre no perímetro. Dennis Schroder, Max Strus, Sam Merrill — não importava quem fosse, alguém ia ficar livre.

    E quando não era bola de três aberta, era bandeja fácil. Os fechamentos desesperados nos arremessadores criavam espaços pra Donovan Mitchell e os garrafões (Allen e Evan Mobley) chegarem no aro sem resistência.

    A virada de chave veio depois da bola de três do Merrill, faltando 3:05 no terceiro quarto. Os Knicks mudaram pra marcação individual direta, e Cleveland simplesmente travou. Vocês acham que foi coincidência? Eu acho que não.

    Essa mudança tática pode ser o diferencial da série toda. Mesmo se o Sam Merrill tivesse acertado aquela bola que quicou no aro nos segundos finais, os Knicks descobriram como parar Cleveland. E isso vale ouro nos próximos jogos.

  • Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Gente, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam mortos e enterrados — 22 pontos atrás no último quarto contra o Cleveland — e simplesmente ressuscitaram pra vencer por 115-104 na prorrogação. Foi uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs.

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso. 38 pontos no total, sendo que nos momentos mais tensos ele tomou as rédeas do time e liderou uma sequência absurda de 18-1 no quarto período. Cara empatou o jogo faltando 19 segundos. Dezenove segundos! E depois na prorrogação? Os Knicks abriram com 9-0. Cleveland nem viu a cor da bola.

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, Brunson falou uma coisa que me marcou: “Continue lutando. Continue roendo aos poucos. Não vamos recuperar tudo em uma posse só.” Essa mentalidade é exatamente o que separa os grandes dos medianos. E olha, eu sempre desconfiei um pouco do Brunson quando ele saiu de Dallas, mas o cara tá me provando que tem sangue de líder.

    O time todo contribuiu — Mikal Bridges com 18, Josh Hart, KAT e OG Anunoby com 13 cada. Mas foi a defesa que mudou o jogo. Como o próprio Towns disse depois: “Nossa defesa sempre foi especial nesses playoffs e foi ela que apareceu no quarto período e na prorrogação.”

    Cleveland sentiu o peso da pressão

    Do lado dos Cavaliers, dá até pena. Donovan Mitchell fez 29 pontos, jogou bem, mas não conseguiu segurar a onda. E o James Harden? Rapaz, 15 pontos com seis turnovers. Mais erros que cestas convertidas! Em jogo de playoffs das finais de conferência, isso não pode acontecer mesmo.

    Mitchell resumiu bem o sentimento: “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu.” Sinceramente, acho que o Cleveland vai sentir essa no jogo 2. Quando você tem 99.9% de chance de vitória (foi isso mesmo que mostraram as estatísticas) e perde assim, o baque psicológico é pesado.

    Vocês sabiam que essa foi a segunda maior virada de playoffs dos últimos 30 anos? Só perdeu pro Clippers que virou de 24 pontos contra o Memphis em 2012. Coisa de maluco mesmo.

    Agora é quinta-feira, jogo 2, e os Knicks são favoritos por 6.5 pontos. Com odds de -425, eles têm 81% de chance de chegar na primeira final desde 1999. E aí, acham que Cleveland consegue reagir ou os Knicks vão confirmar que essa virada não foi sorte?

  • Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Detroit Pistons estavam praticamente eliminados, perdendo por 3-1 na série, e simplesmente viraram o jogo. VIRARAM! Em sete jogos, com direito a uma volta histórica no segundo tempo do jogo 6.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Quando vi eles perdendo por 3-1, pensei “pronto, acabou a temporada dos caras”. Mas esse time tem uma garra que é absurda. Durante toda a temporada regular, 82 jogos, a gente viu essa raça deles de nunca desistir. E nos playoffs foi a mesma coisa — só que com a pressão lá em cima.

    Cade Cunningham virou um monstro

    O destaque óbvio vai pro Cade Cunningham. O moleque simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. A evolução dele de quando chegou na liga pra agora é coisa de maluco. Lembra quando todo mundo duvidava se ele tinha o que precisava pra ser a cara de uma franquia? Pois é, agora ninguém mais duvida.

    E não posso esquecer do Tobias Harris — veterano fazendo o que veterano tem que fazer: liderar nos momentos cruciais. O cara trouxe uma experiência que esse time jovem precisava desesperadamente.

    JB Bickerstaff merece todos os créditos

    Olha, eu sempre achei o JB Bickerstaff meio subestimado como técnico. O cara conseguiu fazer ajustes durante a série que foram fundamentais. Não deve ser fácil comandar um time jovem numa situação dessas, mas ele soube exatamente quando apertar e quando afrouxar.

    Agora vem o Cleveland Cavaliers pela frente na segunda rodada. E aí que a coisa fica interessante mesmo. Os Cavs têm um esquema defensivo que pode dar muito trabalho — parecido com o que o Magic tentou fazer, só que mais consistente.

    A grande pergunta é: será que os Pistons conseguem manter esse nível de intensidade? Porque uma coisa é fazer uma virada heroica, outra coisa é sustentar isso contra um time mais experiente como Cleveland.

    O que esperar da próxima fase?

    Na minha visão, Detroit tem algumas vantagens. Primeiro, o momentum tá todo com eles — time que vem de uma virada dessas chega confiante pra qualquer jogo. Segundo, eles já provaram que não desistem mesmo quando tudo parece perdido.

    Mas os Cavaliers não são bobos. Eles viram o que aconteceu com o Magic e certamente vão se preparar melhor. A defesa deles no garrafão é sólida, e isso pode complicar a vida dos Pistons no ataque.

    E vocês, o que acham? Os Pistons conseguem manter essa pegada e chegar nas finais da Conferência Leste, ou foi só um momento mágico que não se repete? Uma coisa eu garanto: depois dessa virada histórica, ninguém pode subestimar esse time nunca mais.

  • Pistons e 76ers fazem história com viradas épicas de 3×1

    Pistons e 76ers fazem história com viradas épicas de 3×1

    Cara, eu não consigo parar de pensar no que rolou nos playoffs. Duas viradas de 3×1 na mesma rodada? Isso NUNCA aconteceu na história da NBA. E olha que a liga já tem quase 80 anos de idade.

    Detroit simplesmente destruiu o Orlando Magic ontem, completando uma das viradas mais absurdas que já vi. Os caras estavam mortos e enterrados — quem diria que conseguiriam reverter essa situação? E o Philadelphia 76ers fez a mesma coisa com o Boston Celtics no sábado. Duas equipes que pareciam eliminadas voltaram pra vida.

    A noite mágica de Detroit

    O Little Caesars Arena virou um caldeirão. Imagina a pressão: você precisa ganhar o jogo 7 em casa depois de estar 3×1 pra baixo. Qualquer deslize e acabou a temporada. Mas os Pistons entraram com tudo desde o primeiro minuto.

    Cade Cunningham foi simplesmente monstruoso — 32 pontos e comandando os dois lados da quadra. O cara tá crescendo nos momentos que mais importam, coisa de craque mesmo. Tobias Harris também resolveu aparecer no momento certo, cravando 30 pontos (17 só no segundo quarto, absurdo).

    E aquele Jalen Duren? O garoto de 20 anos jogando como se fosse veterano de guerra. As enterradas dele botaram a torcida em pé e praticamente selaram o jogo. Sinceramente, não esperava essa maturidade toda de um time tão jovem.

    História sendo feita

    Vocês conseguem processar isso? Duas viradas de 3×1 na mesma rodada de playoffs. A NBA divulgou que é a primeira vez na história — e olha que já tivemos momentos épicos por aí. Lembro até hoje da virada histórica do Cavs em 2016, mas nunca duas ao mesmo tempo.

    Detroit começou devagar (Orlando chegou a liderar por 22×20 no primeiro quarto), mas depois engrenaram de um jeito impressionante. A defesa ficou sólida, os arremessos começaram a entrar, e o Magic simplesmente desabou psicologicamente. Que pressão, né?

    Na minha opinião, essas viradas mostram como os playoffs da NBA são imprevisíveis. Nunca dá pra contar uma equipe como morta, principalmente quando tem jogadores com mentalidade vencedora. E vocês, acreditam que Detroit pode ir longe agora ou foi só um momento de sorte?

    Uma coisa é certa: esses meninos dos Pistons acabaram de ganhar uma confiança que vai durar anos. Fazer história assim, na sua casa, com a torcida delirando… isso não se esquece nunca.

  • Cade Cunningham revela aprendizado ABSURDO após virada histórica

    Cade Cunningham revela aprendizado ABSURDO após virada histórica

    Cara, que jogaço foi esse Game 7! O Detroit Pistons acabou de fazer história ao lado do Philadelphia 76ers — os únicos times na NBA a virarem uma série depois de estar perdendo por 3-1 nos playoffs. E o Cade Cunningham? O monstro simplesmente despejou toda sua sinceridade no pós-jogo.

    “A gente cresceu muito por causa dessa série”, disparou Cunningham para a ABC, ainda com aquela cara de quem não acredita no que acabou de acontecer. E olha, dá pra entender o alívio do cara — estar com a corda no pescoço contra um Orlando Magic brigador e conseguir dar a volta por cima não é pra qualquer um.

    O momento que definiu tudo

    Mas o que mais me impressionou foi a jogada que incendiou o Little Caesars Arena. Cunningham simplesmente voou na frente do Desmond Bane, deu aquela toco de manual e ainda achou o Jalen Duren livre para uma enterrada que derrubou o teto. Esse é o tipo de jogada que define séries, sabe?

    E tem mais: o garoto de 24 anos acumulou 109 pontos na série — igualando uma marca histórica do LeBron James nos playoffs. Primeira vitória em série de playoffs da carreira dele. Imagina como deve estar se sentindo agora.

    De lata de lixo a protagonista

    Sinceramente, quando o Cunningham chegou em Detroit em 2021 como primeira escolha geral do Draft, eu não imaginava que levaria tanto tempo pra ver ele brilhar assim. Os primeiros três anos foram de sofrer: nunca mais que 23 vitórias, incluindo aquela temporada bizarra de 14-68 em 2023-24.

    “A gente é feito do mesmo material. Todos nós sentimos que superamos muito pra chegar onde estamos agora. A gente se conecta por ser cachorro grande e trabalhar em qualquer situação”, mandou o Cade na coletiva.

    E não é que o cara tem razão? Detroit era praticamente sinônimo de fracasso na NBA nos últimos anos. Agora tá aí, cabeça de chave número 1 no Leste e pronto pra fazer barulho na segunda rodada.

    Vocês acham que esse Pistons tem condições de chegar longe mesmo? Porque eu tô começando a acreditar que essa virada histórica pode ter sido o divisor de águas que o time precisava pra sonhar grande de novo.

  • Torcida do 76ers invade programa dos Celtics e Scalabrine perde a linha

    Torcida do 76ers invade programa dos Celtics e Scalabrine perde a linha

    Cara, o que rolou ontem à noite foi de chorar de rir. O Brian Scalabrine, lenda dos Celtics, estava lá no programa pós-jogo da NBC Sports Boston tentando digerir a eliminação do time dele quando uma galera do Philadelphia resolveu fazer a festa bem na cara dele.

    Imagina a cena: os Celtics acabaram de tomar uma virada histórica dos 76ers no jogo 7, perdendo por 109-100 em casa, e o Scalabrine está lá tentando manter a compostura no ar. De repente, um bando de torcedores da Filadélfia aparece gritando “We want Boston!” (Nós queremos Boston!).

    O momento que virou meme

    E aí que a coisa ficou boa. O Scalabrine, que já não estava com a paciência lá em cima depois de ver seu time desperdiçar uma vantagem de 3-1 na série, simplesmente perdeu a linha e mandou um “You are ugly!” (Vocês são feios!) para os torcedores.

    Mano, eu entendo o cara. Imagina você ali tentando fazer seu trabalho profissionalmente e uma galera do time rival aparece pra zoar na sua cara? Mas ao mesmo tempo, que trollada épica dos fãs dos Sixers!

    O engraçado é que esse grito “We want Boston” virou meio que o bordão da torcida do Philadelphia. Eles já tinham usado isso quando venceram o Magic no play-in e garantiram a 7ª colocação. E olha, provaram que não estavam só falando por falar.

    Virada histórica dos 76ers

    Porque vamos combinar — o que os 76ers fizeram foi absurdo. Estar perdendo por 3-1 na série e conseguir virar? Isso é coisa de filme. E fazer isso no TD Garden, na casa dos Celtics, no jogo 7? Cara, eu tô impressionado mesmo.

    O Joel Embiid, que por sinal foi acusado pelo Jaylen Brown de “fingir faltas” depois do jogo (a treta continua!), mandou muito bem junto com o Tyrese Maxey e o V.J. Edgecombe. Do outro lado, sem o Jayson Tatum (problemas no joelho esquerdo), os Celtics simplesmente não conseguiram acertar nada: apenas 39,8% nos arremessos de quadra e uns patéticos 26,5% nas bolas de três.

    E aí, o que vocês acham? Os 76ers conseguem manter esse nível contra os Knicks na próxima fase? Porque segunda-feira, às 8 da noite no Madison Square Garden, a brincadeira recomeça. Uma coisa eu garanto: depois dessa virada épica, ninguém mais vai subestimar essa turma da Filadélfia.

    PS: Alguém precisa fazer um compilado dos melhores momentos do Scalabrine perdendo a paciência. O cara é uma lenda, mas quando perde a linha é hilário demais!

  • Sixers fazem história com virada épica contra os Celtics sem Tatum

    Sixers fazem história com virada épica contra os Celtics sem Tatum

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Philadelphia 76ers acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA — e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    Imagine a cena: você tá perdendo por 3-1 na série, todo mundo já tinha decretado sua morte, e aí você simplesmente vira o jogo e elimina o Boston Celtics no Game 7, em casa dos caras. Absurdo.

    A noite do Embiid e do Maxey

    Joel Embiid resolveu mostrar por que é um dos monstros da liga: 34 pontos, 12 rebotes, 6 assistências e apenas 1 turnover. Mas não foi só ele não — Tyrese Maxey também meteu 30 pontos, 11 rebotes e 7 assistências, com só 1 bola perdida.

    Quer saber o que é mais louco? Eles são apenas a terceira dupla na história a fazer 30+ pontos e 10+ rebotes cada um em um Game 7 fora de casa. Os outros dois foram Shaq e Kobe em 2002. Isso é história pura, meus amigos.

    E o mais irônico de tudo: os Celtics estavam sem o Jayson Tatum por causa de uma lesão no joelho. Imagina se ele tivesse jogado? Mas né, basquete é assim — quem tá em quadra é que decide.

    Números que impressionam

    Essa foi a primeira virada de 3-1 na história da franquia dos Sixers (na 19ª tentativa!). Ao mesmo tempo, foi o primeiro colapso de 3-1 na história dos Celtics. Coincidência? Acho que não.

    Outra coisa impressionante: Philadelphia é o primeiro 7º colocado a eliminar um 2º colocado no Leste desde que o primeiro round virou melhor de sete jogos em 2003. Ou seja, os caras fizeram história mesmo.

    Agora vem o New York Knicks pela frente na semifinal do Leste, começando segunda-feira. E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse embalo? Porque depois de uma virada dessas, qualquer coisa é possível.

    Sinceramente, eu não esperava isso dos Sixers. Mas é por isso que a gente ama esse esporte — sempre tem espaço pra surpresa. E que surpresa, hein?