Tag: ncaa tournament

  • Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Galera, chegou a hora da verdade no March Madness e temos uma notícia que todo mundo tava esperando: tanto Yaxel Lendeborg (Michigan) quanto Solo Ball (UConn) estão LIBERADOS pra final de segunda-feira!

    Os dois caras saíram do relatório oficial de lesões das equipes que foi divulgado no domingo à noite. Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Lendeborg torcendo o tornozelo na semifinal, pensei “pronto, era isso”. O cara pisou no pé do Krivas tentando uma bandeja e ficou meio mancando. Depois soubemos que foi entorse no joelho esquerdo E tornozelo machucado. Dois lugares ao mesmo tempo, monstro.

    Solo Ball também no sufoco

    Do lado dos Huskies, o Solo Ball também deu aquele susto. Se enrolou com o Tarris Reed Jr. numa tela e machucou o pé. Domingo mesmo ele tava andando com aquela bota ortopédica, sabe? Mas o cara é raçudo — disse que ia “fazer de tudo pra estar pronto amanhã”. E conseguiu!

    Sinceramente, imagina se esses dois ficassem de fora da final? Seria um crime contra o basquete. O Lendeborg tem sido fundamental no garrafão do Michigan, e o Solo Ball é peça-chave no esquema do Dan Hurley.

    Michigan x UConn: sede de 89 contra dinastia

    Essa final tem tudo pra ser histórica, pessoal. Michigan correndo atrás do primeiro título desde 1989 (cara, 1989! Eu nem tinha nascido), enquanto UConn quer o terceiro título em quatro anos. É sede contra dinastia, fome contra fartura.

    E vocês sabiam que os times não se enfrentam desde 2015? Foi num torneio nas Bahamas, desses eventos de pré-temporada. Agora se reencontram no palco máximo do basquete universitário.

    A bola sobe às 21h50 (horário de Brasília) desta segunda, no Lucas Oil Stadium em Indianapolis. Vai passar na TBS, TNT e truTV — ou seja, não tem desculpa pra perder!

    Michigan tem apenas LJ Carson e Winter Grady no departamento médico, enquanto UConn não tem ninguém na lista de lesionados. Ou seja: os dois times vão com força máxima pra essa decisão.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô dividido, mas com esses dois craques liberados, a final ficou ainda mais imprevisível!

  • Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Cara, que surra foi essa que Michigan deu em Arizona no Final Four de 2026! 91 a 73 parece placar ‘normal’, mas quem assistiu sabe que foi muito pior do que isso. Os Wolverines simplesmente destruíram os Wildcats desde o primeiro minuto.

    Eu tava esperando um jogaço entre dois dos melhores times do país, mas Michigan resolveu transformar isso numa aula de basquete. A diferença chegou a 30 pontos durante o jogo — imagina a cara dos torcedores do Arizona vendo aquilo!

    Onde essa surra se encaixa na história?

    Olha, não é todo dia que você vê uma lavada dessas no Final Four. Normalmente os jogos são pegados, decididos nos detalhes. Mas acontece, né?

    Checando aqui os maiores atropelos da história do Final Four (desde 1951, quando o torneio virou coisa séria), a diferença de 18 pontos de Michigan nem entra no top 10! Isso mesmo que vocês leram.

    O maior massacre de todos os tempos foi Villanova 95 x 51 Oklahoma em 2016. Quarenta e quatro pontos de diferença! Aquilo ali foi desumano. Lembro até hoje do Jay Wright na beira da quadra, quase com dó do adversário.

    Os maiores atropelos da história

    A lista é de arrepiar: Princeton meteu 118 x 82 no Wichita State em 1965 (36 pontos de diferença), Cincinnati fez 80 x 46 no Oregon State em 1963, Michigan State aplicou 101 x 67 na Penn em 1979… Cada uma dessas foi uma humilhação histórica.

    E olha só que coincidência massa: UNLV 103 x 73 Duke em 1990 — exatos 30 pontos de diferença, que foi justamente o pico da vantagem de Michigan ontem. Aquele time do UNLV com Larry Johnson era uma máquina de guerra, impossível de parar.

    Kansas também aparece duas vezes na lista — em 2003 contra Marquette (33 pontos) e lá em 1953 contra Washington (26 pontos). Os Jayhawks sempre souberam dar show quando a coisa aperta.

    Michigan rumo ao título?

    Agora é final contra Connecticut. E vocês acham que Michigan consegue manter esse ritmo alucinante? Porque uma coisa é atropel Arizona (que não tava no seu melhor dia), outra é fazer isso contra UConn numa final de March Madness.

    Sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não duvidaria de nada vindo dos Wolverines. Quando um time tá ‘quente’ assim no torneio universitário, é capaz de qualquer coisa. Lembram do Villanova em 2016? Fizeram aquela surra histórica no Oklahoma e depois foram lá e ganharam o título todo.

    Vamos ver se Michigan consegue coroar essa campanha monstro com o troféu. Uma coisa é certa: depois dessa exibição, eles chegam na final como favoritos absolutos.

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Cara, eu não estava preparado pro show que o Yaxel Lendeborg deu ontem. O cara simplesmente DESTRUIU o Tennessee por 95 a 62 e levou Michigan de volta à Final Four pela primeira vez desde 2018. Que paulada!

    Lendeborg foi eleito o jogador mais valioso da região Midwest e não é pra menos: 27 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e ZERO turnovers. Zero, gente. O maluco não perdeu uma bola sequer. E olha só esse dado que me deixou maluco — ele se tornou o primeiro jogador de Michigan a marcar 20+ pontos em três jogos consecutivos do March Madness desde Juwan Howard em 1994. Juwan Howard, o mesmo que hoje é técnico na NBA!

    A corrida que mudou tudo

    Os primeiros nove minutos foram meio tenebrosos, não vou mentir. Mas aí o bicho pegou. Michigan fez uma corrida de 21 a 0 que praticamente acabou com o jogo ali mesmo. Tennessee ficou perdido, não conseguia nem encostar na bola.

    E tem que falar do Elliot Cadeau também — 10 assistências! O cara virou primeiro jogador da Big Ten a dar 7+ assistências em quatro jogos seguidos do torneio desde Trey Burke em 2013. Essa equipe de Michigan tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    Tennessee desabou completamente

    Olha, eu até sinto pena do Tennessee. Apenas 15 pontos no primeiro tempo — quinze! E 5 de 26 do perímetro, o que dá uns 19% de aproveitamento. Isso não ganha nem jogo de rua, imagine numa Elite Eight.

    O Ja’Kobi Gillespie até tentou com seus 21 pontos, mas sozinho não dá. E o Rick Barnes? Coitado, agora são 0-3 em Elite Eights como técnico do Tennessee. A última Final Four dele foi com o Texas em 2003 — há mais de 20 anos!

    Sinceramente, acho que o peso da história pesou. Tennessee nunca consegue dar esse último passo, e ontem ficou claro que Michigan queria muito mais.

    Dusty May fazendo história

    E tem que dar os parabéns pro técnico Dusty May. O cara pegou um programa que ganhou apenas 8 jogos na temporada anterior e em dois anos já tá na Final Four. Essa é a segunda dele em quatro temporadas (levou Florida Atlantic em 2023).

    “Temos um cartaz no vestiário que diz ‘Hábitos de Abril’”, disse May. Cara, isso é mentalidade vencedora. Desde o dia um eles se prepararam pra chegar longe no torneio, e tá dando certo.

    Agora é Arizona na semifinal, dia 4 de abril em Indianapolis. Michigan entra como favorito por 1.5 ponto — e olha, depois do que eu vi ontem, acho pouco. Vocês acham que eles conseguem chegar na final?

  • Big Ten domina March Madness com 4 times na Elite 8 – absurdo!

    Big Ten domina March Madness com 4 times na Elite 8 – absurdo!

    Cara, o que aconteceu no Sweet 16 foi simplesmente ABSURDO. A Big Ten colocou quatro times na Elite Eight do March Madness – Michigan, Purdue, Illinois e Iowa. QUATRO! Isso representa metade dos times que sobraram na briga pelo título.

    E olha, podia ter sido ainda mais monstro. Michigan State perdeu por apenas 4 pontos pro UConn (67-63) e quase fez história junto. Imagina cinco times de uma mesma conferência na Elite Eight? Seria recorde absoluto.

    Iowa fazendo história (e me deixando emocionado)

    O que o Iowa tá fazendo é cinema puro, pessoal. Ben McCollum, técnico de primeiro ano, levou os Hawkeyes pra Elite Eight pela primeira vez desde 1987. Trinta e nove anos! E detalhe: o cara só tá na segunda temporada na Divisão I e já ganhou quatro jogos no torneio da NCAA.

    Sinceramente, eu não esperava essa do Iowa quando o torneio começou. Mas é isso aí que é bonito no March Madness – sempre tem aquele time que vem de onde você menos espera e bagunça tudo.

    E não foi moleza não. Eles derrubaram Nebraska (outro time da Big Ten) no Sweet 16. Imagina a pressão? Jogar contra time da própria conferência numa fase eliminatória dessas.

    Os favoritos também mandaram bem

    Três cabeças de chave número 1 confirmaram o favoritismo: Duke, Arizona e Michigan. Arizona foi um SHOW à parte – meteu 109 pontos no Arkansas. Cento e nove! E o mais louco? Acertaram só cinco bolas de três pontos. Foram 64% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Tommy Lloyd finalmente passou do Sweet 16 depois de quatro tentativas.

    Duke sofreu mais contra St. John’s, mas teve uma história linda com Caleb Foster. O moleque fraturou o pé há 20 dias, fez cirurgia, e voltou direto pro jogo mais importante da temporada. Saiu do banco e meteu 11 pontos, todos no segundo tempo. O técnico Jon Scheyer chorou na entrevista falando dele.

    Vocês acham que a Big Ten consegue colocar pelo menos um time na Final Four? Com quatro representantes, as chances são boas, mas March Madness é March Madness – nunca sabemos o que esperar.

    Uma coisa é certa: essa conferência provou que foi realmente a mais forte do país nesta temporada. Recorde de 17-5 no torneio até agora. Números que não mentem.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.