Tag: NHL Draft 2025

  • Blazers levam multa por espionagem ilegal do gigante chinês

    Blazers levam multa por espionagem ilegal do gigante chinês

    Olha, eu sabia que tinha algo estranho nessa história toda. Os Blazers acabaram de levar uma multa de 100 mil dólares da NBA por violação das regras de contato com jogadores inelegíveis para o draft. O alvo? Yang Hansen, o pivô chinês de 2,16m que eles draftaram em 2025.

    E não é que eles foram lá e se entregaram? A própria franquia se reportou para a liga quando descobriram a cagada. Dois assistentes do GM — Sergi Oliva e Mike Schmitz — levaram duas semanas de suspensão sem pagamento por terem ido à China em dezembro de 2023 pra dar uma olhada no gigante quando ele ainda não podia ser contatado.

    A obsessão de dois anos

    Joe Cronin, o GM dos Blazers, não escondeu a paixão pelo chinês depois do draft. “Estamos acompanhando ele profundamente há quase dois anos”, disse na época. Cara, quando você manda dois assistentes atravessarem o mundo pra ver um moleque de 19 anos jogando na liga chinesa, é porque a coisa é séria mesmo.

    O mais louco? Eles esperavam que Hansen entrasse no draft de 2024, mas o garoto resolveu ficar mais um ano. Os Blazers continuaram na torcida e no final conseguiram fazer a troca que queriam — mandaram a 11ª pick (Cedric Coward) pros Grizzlies e trouxeram Hansen (16ª pick) junto com mais algumas escolhas.

    Realidade bateu forte

    Agora vem a parte triste da história. Todo esse investimento, essa espionagem internacional, e o Yang tá sofrendo pra caramba na NBA. Em 41 jogos, são apenas 2,3 pontos e 1,6 rebotes em 7 minutos por partida. Aproveitamento de apenas 31% nos arremessos. Ouch.

    Sinceramente, eu até entendo a empolgação dos Blazers. Ver um pivô de 2,16m e 122kg com apenas 19 anos fazendo jogadas na China deve ter sido de babar. Mas a adaptação pra NBA é brutal, especialmente vindo de uma liga com ritmo e físico completamente diferentes.

    Vocês acham que foi erro de avaliação dos Blazers ou o garoto ainda pode dar a volta por cima? Portland tá indo bem na temporada (39-38, na 9ª posição do Oeste), então pelo menos não precisam de milagres do rookie chinês agora.

    De qualquer forma, que sirva de lição: não adianta ter pressa. As regras da NBA existem por um motivo, e 100 mil dólares de multa não é brincadeira não.

  • Por que a disputa do Rookie do Ano já tem dono definido

    Por que a disputa do Rookie do Ano já tem dono definido

    Olha, vou ser sincero: a essa altura do campeonato, quem ainda acha que a corrida do Rookie do Ano tá em aberto tá vivendo numa realidade alternativa. O primeiro quarteto do Draft 2025 simplesmente dominou a temporada, e não tem nem comparação com o resto da galera.

    Eu acompanho NBA há anos, e raramente vi uma classe de rookies onde os quatro primeiros picks fossem TÃO superiores ao resto. É quase injusto, cara.

    Os veteranos do banco também merecem destaque

    Egor Demin do Brooklyn tava fazendo um trampo interessante antes de se machucar em fevereiro — lesão chata essa fascite plantar. O cara converteu 38.5% das bolas de três numa média de 6.2 tentativas por jogo. Monstro! Só oito rookies na história da liga conseguiram isso. Na minha visão, se ele não tivesse se contundido, estaria brigando por posições mais altas.

    Agora, o Ryan Kalkbrenner do Charlotte começou voando — chegou a cravar 2.6 tocos por jogo nos primeiros encontros. Mas aí a realidade bateu, né? Caiu pra 1.3 bloqueios e perdeu espaço pro Moussa Diabate no quinteto titular. Mesmo assim, o garoto tem 75% de true shooting. Setenta e cinco por cento! Se ele tivesse minutos suficientes, lideraria a liga nesse quesito.

    A surpresa silenciosa de Boston

    Hugo Gonzalez é aquele tipo de jogador que não aparece nas manchetes, mas faz a diferença onde importa. Os números individuais são modestos — 4 pontos e 3.5 rebotes por jogo — mas quando ele entra em quadra, o Celtics tem +12.6 de net rating. Isso é absurdo para um rookie!

    Tô falando sério: ele tá entre os quatro melhores da liga nesse quesito, junto com Wemby, SGA e Chet Holmgren. Claro que jogar no Celtics ajuda, mas 1009 minutos é amostra suficiente pra mostrar que o moleque sabe jogar basquete de verdade.

    E aí, vocês concordam que a briga pelo ROY já era? Ou acham que ainda pode ter surpresa nos playoffs?

    Uma coisa é certa: essa classe de 2025 vai marcar época. Os times que tão fazendo tanking pra pegar alguém no Draft 2026 tão olhando esses caras e babando. Porque se tem algo que essa temporada provou é que um rookie de qualidade pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

  • Ace Bailey tá voando no Utah Jazz e pode ser a revelação que ninguém esperava

    Ace Bailey tá voando no Utah Jazz e pode ser a revelação que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Ace Bailey quando o Utah Jazz o pegou como quinta escolha do draft de 2025. Rookie sempre demora pra engatar, ainda mais em um time que tá claramente mirando na loteria. Mas, cara, o garoto tá me fazendo engolir minhas palavras de março pra cá.

    Os números não mentem — e são absurdos

    Em março, Bailey simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta. Dez jogos, média de 21.2 pontos, 4.3 rebotes, 2.2 assistências, 1.1 roubada e 1.1 toco por partida. Ah, e acertando 43.3% das bolas de três em quase 10 tentativas por jogo. Monstro.

    Mas o mais impressionante? Nos últimos quatro jogos ele subiu ainda mais o nível: 28 pontos, 6 rebotes, 3.3 assistências e 2.3 tocos de média. Contra os Raptors — mesmo numa derrota feia — o moleque cravou 37 pontos e ainda pregou uma enterrada de costas no RJ Barrett que foi parar em todos os highlights da temporada.

    A evolução do garoto é nítida. No começo da temporada ele tava meio perdido (normal, né?), mas agora tá jogando com uma confiança que me lembra muito aqueles caras que simplesmente “entendem” o jogo. As jogadas de isolamento, os arremessos sem hesitação, os cortes na hora certa.

    Mas é real ou é só estatística de fim de temporada?

    Essa é sempre a dúvida cruel, né? Lembram do Kenneth Lofton fazendo triple-double de quase 30 pontos pelo Jazz em 2024? Hoje ele tá jogando na China. Fim de temporada pode enganar muito.

    Mas, sinceramente, acho que o Bailey é diferente. Quando o Lauri Markkanen e o Keyonte George ainda tavam jogando regularmente no começo da temporada, dava pra ver que ele tava se adaptando devagar. Fazendo as jogadas certas, defendendo com inteligência, usando aquele físico privilegiado.

    E outra coisa: o cara tem 2,08m e joga nas três posições de frente. No basquete atual, isso é ouro puro. Se o Jazz conseguir montar um lineup com bastante altura na temporada que vem — e tudo indica que vão —, o Bailey pode ser aquela peça que encaixa perfeitamente no quebra-cabeças.

    Vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível quando o jogo apertar de verdade no ano que vem? Eu tô apostando que sim. O garoto tem tudo pra ser uma das gratas surpresas da classe de 2025.

  • Bruins oficializam James Hagens na organização após temporada NCAA

    Bruins oficializam James Hagens na organização após temporada NCAA

    Cara, finalmente! Os Boston Bruins fizeram oficial o que todo mundo já estava esperando: James Hagens está entrando na organização. O jovem, que foi a 7ª escolha no draft de 2025, vai se juntar ao Providence Bruins (time AHL) com um contrato amador.

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Hagens caindo para o 7º pick, pensei “que presente de Natal adiantado para Boston”. O garoto era cotado entre os top 5, mas acabou sobrando lá embaixo. Às vezes essas quedas no draft são um presente dos deuses do hockey.

    O que isso significa na prática?

    Essa é a parte interessante: é um amateur tryout, não um contrato de entrada. Isso significa que o Hagens pode jogar pelo Providence mantendo seu status amador. É tipo um “vem cá dar uma olhada como é que funciona” sem queimar as cartas. Inteligente da parte dos Bruins.

    Don Sweeney, GM dos Bruins, não escondeu a empolgação: “Estamos muito animados por ter o James se juntando à organização Bruins. James é uma parte importante do nosso futuro”.

    E olha, precisa mesmo. O Providence está brigando pelo título da Atlantic Division na AHL, então é uma boa oportunidade para o garoto pegar ritmo de jogo profissional.

    A temporada do Boston College

    Agora, vamos falar da real: a temporada do Hagens no Boston College não terminou como ele queria. No ano passado, os Eagles chegaram no Frozen Four (que é tipo nossa final eight do March Madness). Bateram Bentley na primeira fase, mas caíram para Denver na sequência.

    Este ano? Nem chegaram perto. Caíram nas semifinais do Hockey East tournament para UConn. Meio frustrante para um cara do nível do Hagens, né?

    Mas é isso aí — às vezes essas decepções na NCAA acabam sendo o empurrão que o jogador precisa para dar o próximo passo. E o timing foi perfeito: Providence precisando de reforços, Hagens livre após a eliminação…

    Vocês acham que ele vai conseguir se adaptar rápido ao ritmo da AHL? A diferença entre hockey universitário e profissional é brutal, mas o talento do garoto é inegável.

    Uma coisa é certa: os torcedores dos Bruins têm motivos para ficar animados. Esse moleque tem potencial para ser uma peça fundamental no futuro da franquia.