Tag: Nickeil Alexander-Walker

  • A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    Mano, que dupla absurda que tá se formando no Atlanta Hawks. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker (que o pessoal chama de NAW) simplesmente decidiram que vão resolver os jogos juntos no último período — e tá funcionando pra caramba.

    Na vitória por 123-113 contra o Sacramento Kings, os dois fizeram exatamente isso de novo. Jogo empatado 97-97 no meio do quarto período, e daí pra frente TODOS os pontos dos Hawks ou saíram das mãos deles ou de assistências deles. Todos mesmo. Que monstros.

    “Parceiros no crime” — a química tá absurda

    Depois do jogo, o NAW soltou uma frase que resume tudo: “Tendo um parceiro no crime com ele, eu tô curtindo isso. Tô aprendendo muito, estamos crescendo juntos. É divertido.”

    Cara, dá pra ver que os dois se entendem mesmo. Alexander-Walker contou que eles conversam o tempo todo, tentando descobrir como ganhar jogos. E olha, pra mim essa é a parte mais legal — os dois são meio novos nessa posição de liderança, então tão aprendendo juntos.

    “Às vezes parece que queremos que a outra pessoa seja agressiva, o que é legal de ter alguém no seu canto”, explicou NAW. Sinceramente, isso me lembra muito aquelas duplas clássicas da NBA que se complementavam perfeitamente.

    Como eles fecharam o jogo

    A sequência que eles fizeram foi de filme mesmo. Johnson começou com 5 pontos seguidos, aí o NAW respondeu com duas bolas de 3 consecutivas — Hawks abriram 11 pontos de vantagem assim, do nada.

    E não parou por aí. Nickeil fez um and-one (enterrada + falta), Johnson acertou mais um arremesso de 3, depois deu duas assistências pro Jock Landale e pro CJ McCollum. Pra fechar com chave de ouro? Alexander-Walker assistiu Johnson numa bola de 3 que selou a vitória.

    O técnico Quin Snyder resumiu bem: “A confiança dos dois tá lá em cima, seja pra fazer a jogada ou pra se encontrarem. Essa é a melhor parte.”

    Hawks desfalcados mas se virando

    O mais impressionante é que os Hawks estavam desfalcados. Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos machucados. Mas sabe como é, “next man up”, e o time mostrou profundidade.

    Jock Landale foi outro que apareceu quando precisava. Entrou no lugar do Okongwu e fez 19 pontos com 13 rebotes. Double-double caprichado, mesmo jogando com uma lesão no ombro que ele vai ter que “aguentar firme”.

    “Fizemos um ótimo trabalho descobrindo nossa identidade como primeiro e segundo quinteto”, disse Landale. E realmente, os Hawks tão mostrando uma consistência que não tinham antes.

    E aí, vocês acham que essa dupla Johnson-Alexander-Walker pode mesmo levar os Hawks longe nos playoffs? Porque pelo que tô vendo, quando os dois tão conectados assim, é complicado parar eles no final dos jogos.

    Próximo teste vai ser contra os Celtics em dois dias. Aí vamos ver se a “parceria no crime” funciona contra um dos melhores times da liga.

  • Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Cara, que jogaço dos Hawks ontem à noite! 123-113 contra o Sacramento Kings, e o mais legal é que a galera de Atlanta tá mantendo essa sequência absurda em casa. Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem se recuperar tão rápido depois daquela derrota dolorosa pro Celtics na véspera.

    Os Kings chegaram cheios de desfalques — coisa que já virou rotina pra eles essa temporada — mas os Hawks também não estavam com o time completo. Dyson Daniels, Jonathan Kuminga e Onyeka Okongwu ficaram de fora. Mohamed Gueye ganhou a chance no quinteto titular, e olha, o garoto aproveitou.

    Jalen Johnson comandando o show

    O que mais me impressionou foi a performance do Jalen Johnson. 26 pontos e 10 assistências — double-double caprichado! O cara tava distribuindo bola como um veterano e finalizando com uma facilidade que dá gosto de ver. Aquela conexão dele com o Jock Landale no segundo quarto foi coisa linda de se assistir.

    E por falar no Landale… 19 pontos e 13 rebotes. Monstro! Quem diria que o australiano ia ser peça tão importante assim nos Hawks? Tem hora que o basquete te surpreende mesmo.

    Show do Alexander-Walker

    Mas se tem um cara que merece destaque especial é o Nickeil Alexander-Walker. 27 pontos sendo o cestinha da partida, com direito a várias bolas de três que gelaram o jogo no último quarto. Aquele passe por entre as pernas pro Jalen Johnson no terceiro período? Absurdo demais.

    O que mais me chamou atenção foi como os Hawks conseguiram virar o jogo depois de estarem atrás no primeiro quarto. Começaram devagar, mas na hora que precisaram acelerar, aceleraram mesmo. Aquela sequência no segundo quarto quando emplacaram uma corrida de pontos foi decisiva.

    CJ McCollum ainda tem bala na agulha

    E não posso deixar passar em branco os 22 pontos do CJ McCollum. O veterano mostrou que ainda tem muito basquete nas pernas, principalmente naquele arremesso no final do primeiro tempo que foi pura categoria.

    Os Kings até tentaram reagir — o DeMar DeRozan estava jogando bem —, mas quando os Hawks decidiram que era hora de ganhar o jogo, não teve jeito. Construíram uma vantagem de dois dígitos no último quarto e administraram direitinho.

    Agora vem o teste de fogo: segunda-feira contra o Boston Celtics de novo. Depois da derrota na véspera, vocês acham que os Hawks conseguem a revanche? Eu tô curioso pra ver se essa química que eles mostraram ontem vai se repetir contra um adversário mais cascudo.

    Uma coisa é certa: esse time de Atlanta tá começando a mostrar personalidade. Se continuarem jogando assim em casa, podem incomodar muito gente nos playoffs.

  • Alexander-Walker explica mentalidade que tá salvando os Hawks

    Alexander-Walker explica mentalidade que tá salvando os Hawks

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker falou uma coisa depois da goleada de 146 a 107 nos Grizzlies que me fez pensar muito. “Como grupo, nós temos sido profissionais”, disse o cara. E olha, essa frase resume perfeitamente o que os Hawks têm feito no último mês.

    Porque vamos combinar — enfrentar um time quebrado como os Grizzlies (24-46, cheio de lesionados) pode ser uma cilada danada. É aquele jogo que você TEM que ganhar, mas se perder vira um vexame nacional. Alexander-Walker sacou isso direitinho.

    A mentalidade que mudou tudo

    “Se você perde pra um time assim, é ruim. Se você ganha, é ‘você tinha que ganhar mesmo’”, explicou o armador. “Você meio que não ganha nessa situação. Tem que ignorar o barulho e ser profissional.”

    Sinceramente, essa é uma das falas mais maduras que eu ouvi de um jogador da NBA ultimamente. E não foi só papo — o cara meteu 26 pontos e ajudou Atlanta a dominar do primeiro ao último minuto. O Zaccharie Risacher pegou 8 rebotes (liderança do time), e a bola rolou gostoso com 9 assistências só do CJ McCollum.

    Maturidade que impressiona

    O Quin Snyder, técnico dos Hawks, também notou essa evolução. “É algo coletivo onde os caras estão colocando o time em primeiro lugar”, falou ele. E realmente, dá pra ver: rebote ofensivo, bola circulando, defesa ligada. Tudo funcionando como engrenagem.

    O Onyeka Okongwu teve uma fala interessante também: “No fim das contas, esses são os 450 melhores jogadores do mundo”. É verdade né? Por mais que os Grizzlies estejam zuados pelas lesões, ainda são caras que chegaram na NBA. Não dá pra vacilar.

    E agora vem o teste de fogo mesmo: Pistons e Celtics pela frente. Os dois primeiros colocados do Leste. Se os Hawks mantiverem essa mentalidade profissional que o Alexander-Walker falou, quem sabe a gente não vê eles brigando por uma vaga nos playoffs mesmo?

    Vocês acham que essa mudança de atitude chegou na hora certa, ou será que é tarde demais para Atlanta se classificar?

  • Hawks massacram Grizzlies com 146 pontos em show ofensivo

    Hawks massacram Grizzlies com 146 pontos em show ofensivo

    Gente, que pancada foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram destruir os Grizzlies ontem à noite e fizeram 146 pontos numa exibição que até eu fiquei impressionado assistindo. 146-107. Isso não foi jogo, foi aula de como jogar basquete.

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e raramente vejo um time jogar com essa sintonia ofensiva. O Atlanta (40-32) começou forte e não deu nem uma brecha pros coitados do Memphis respirar. Foram superiores em três dos quatro quartos e quando chegou no terceiro período… meu Deus. 45 pontos num quarto só!

    Show coletivo que deu gosto de ver

    O que mais me chamou atenção foi a distribuição de pontos. Nickeil Alexander-Walker foi o cestinha com 26 pontos, mas cara, que eficiência absurda: 8/11 nos arremessos e 4/6 do perímetro. Quando você vê um cara acertando assim, já sabe que não vai dar pra adversário.

    Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga fizeram 16 cada um, e o veterano CJ McCollum fez o que sabe fazer melhor — distribuiu nove assistências enquanto ainda conseguiu seus 15 pontos. Sinceramente, quando você tem essa movimentação de bola e todo mundo participando, fica impossível marcar.

    E o banco? Monstro! Dyson Daniels, Corey Kispert, Zaccharie Risacher… todo mundo contribuindo. Até o Jock Landale entrou e fez seus 11 pontos. É o tipo de profundidade que faz diferença nos playoffs.

    Grizzlies não conseguiram acompanhar o ritmo

    Do outro lado, Memphis (24-47) até tentou. GG Jackson fez seus 26 pontos e Tyler Burton adicionou 20, mas quando o adversário está acertando tudo e você não consegue parar as jogadas, vira isso aí mesmo.

    O terceiro quarto foi onde os Hawks decidiram que queriam humilhar. Saíram do intervalo ganhando de 71-46 (já era uma diferença considerável) e despejaram mais 45 pontos. Nessa altura, até os torcedores do Memphis devem ter ido embora mais cedo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter esse nível ofensivo nos playoffs? Porque quando esse time clica assim, fica perigoso pra qualquer um na conferência. Claro que não dá pra fazer 146 pontos todo jogo, mas a movimentação de bola e a profundidade do elenco impressionam.

    Uma noite dessas que lembra por que a gente ama NBA — quando tudo funciona perfeitamente e você assiste puro basquete sendo jogado.