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  • J.R. Smith quer ser diretor atlético após se formar aos 38 anos

    J.R. Smith quer ser diretor atlético após se formar aos 38 anos

    Cara, o J.R. Smith não para de me surpreender. Depois de toda aquela jornada maluca na faculdade — que virou até documentário da Amazon —, o cara se formou na North Carolina A&T e já tá de olho numa meta que eu sinceramente não esperava: ele quer ser diretor atlético da própria universidade.

    Olha, quando o Smith decidiu voltar pra universidade aos 35 anos, muita gente achou que era só uma fase. Mas o maluco levou a sério mesmo. Se formou agora aos 38 e já tá pensando grande. “Quero continuar melhorando no entendimento e sendo uma pessoa de maior intelecto”, disse ele pra ESPN.

    Da NBA pro escritório da reitoria

    A ideia dele não é tão maluca quanto parece. O Smith tem experiência de sobra no esporte — dois títulos da NBA, mais de 15 anos de liga. “Sinto que tenho muito conhecimento nos jogos e nos esportes, e em como construir equipes realmente boas”, falou.

    E olha o timing: o diretor atlético atual, Earl Hilton III, anunciou aposentadoria depois de 15 anos no cargo. Ou seja, a vaga tá aí. Durante a gestão do Hilton, o programa de futebol americano da North Carolina A&T ganhou 4 Celebration Bowls, incluindo três seguidos de 2017 a 2019. Não é pouca coisa.

    Do banco da faculdade pro comando

    Vocês lembram dessa história toda, né? Em 2021, o Smith se matriculou como estudante “não-tradicional” (traduzindo: veterano de 35 anos no meio da galera de 18) e entrou pro time de golfe da universidade. Virou figura conhecida no campus — tanto que o LeBron e o Maverick Carter fizeram um documentário sobre isso, “Redefined: J.R. Smith”.

    “Quero ver a juventude se formar. Quero ver esses jovens prosperarem e se tornarem pessoas incríveis. Acho que há tantas mentes inteligentes lá”, disse o Smith. E olha, não vou mentir — depois de ver a transformação que ele passou, começou estudando de verdade, levando a sério… talvez ele tenha mesmo o perfil pra liderar.

    Claro, pular de ex-jogador recém-formado direto pra diretor atlético é um salto gigantesco. Mas quem diria que o cara que já foi suspenso por jogar uma tigela de sopa no técnico ia virar exemplo de dedicação acadêmica? O Smith já provou que sabe se reinventar. E aí, vocês acham que ele consegue essa?