Tag: North Carolina

  • Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Olha só que história interessante. Enquanto todo mundo fica falando dos mesmos nomes pro Draft 2025 — AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer — tem um cara que tá subindo nas avaliações dos scouts e pode dar uma surpresa gigante: Caleb Wilson, de North Carolina.

    O moleque tá sendo cotado como quarta escolha geral no último mock draft do Sam Vecenie (The Athletic), e sinceramente? Não me surpreenderia se ele subisse ainda mais. Antes de se machucar — quebrou o polegar direito E a mão esquerda, que azar — Wilson tava fazendo números absurdos: 19.8 pontos, 9.4 rebotes, 2.7 assistências, 1.5 roubos de bola e 1.4 tocos por jogo.

    O físico que impressiona os olheiros

    A parada é que Wilson tem um perfil físico meio raro de ver. É um cara forte pra caramba, que salta bem e tem uma técnica de penetração com centro de gravidade baixo que torna ele praticamente imparável perto da cesta. Os scouts tão comparando ele com Pascal Siakam — e olha que Siakam já foi All-NBA duas vezes, né?

    Essa combinação de força bruta com explosão é o que tá fazendo os avaliadores colocarem Wilson no mesmo patamar dos três ‘intocáveis’ do Draft. E cara, quando você consegue performar bem nos confrontos diretos contra essa galera top, é porque tem algo especial mesmo.

    Os pontos que ainda preocupam

    Mas nem tudo são flores. Wilson tentou apenas 27 arremessos de três pontos na temporada toda e acertou só sete. Isso é meio assustador pro basquete moderno, não vou mentir. Por outro lado, a mecânica dele nos chutes de média distância recebeu elogios, então talvez seja só questão de ganhar confiança e volume.

    Na defesa, apesar dos números bonitos em tocos e roubos, tem scouts questionando a velocidade lateral dele — especialmente pra um atleta do tamanho que tem. E parece que ele ainda peca nas rotações defensivas e no tempo de reação.

    Mesmo assim, o que mais impressiona nos relatos é a intensidade do cara. Motor incansável e uma agressividade física que poucos prospects demonstram de forma consistente. Essas características não aparecem na estatística, mas fazem toda diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que Wilson pode mesmo furar a bolha do top 3? Com lesões e tudo, o cara ainda consegue estar nessa conversa — imaginem se tivesse jogado a temporada inteira!

  • Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Olha, eu não esperava essa quando comecei a acompanhar a temporada do North Carolina. Caleb Wilson tá sendo cotado por executivos da NBA como possível segunda escolha do próximo Draft. Sim, você leu certo — segunda escolha.

    A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e sinceramente me deixou de queixo caído. Wilson terminou a temporada com médias de 19.8 pontos e 9.4 rebotes pela UNC, números que impressionam mas que eu não imaginava que fossem colocá-lo tão alto assim no Draft.

    Por que Wilson tá subindo tanto?

    A comparação que os executivos tão fazendo é interessante: Wilson tem o mesmo teto alto que Darryn Peterson, do Kansas, mas sem os problemas de disponibilidade que o Peterson teve na temporada. E cara, isso faz toda diferença na hora de escolher um jogador no Draft.

    Peterson é talentoso pra caramba, mas teve questões que deixaram os times meio ressabiados. Wilson? O cara foi consistente o ano todo em Chapel Hill, mostrou que pode performar quando a pressão aperta.

    Cameron Boozer fica pra trás?

    O que mais me chamou atenção é que já em abril os executivos falavam que Wilson poderia entrar no top 3, passando até na frente do Cameron Boozer. E olha que Boozer vem sendo um dos nomes mais comentados desde o colegial.

    Na minha visão, isso mostra como o Draft é imprevisível. Um cara que talvez não estava nem no radar de muita gente no começo da temporada agora pode ser uma das primeiras escolhas. É absurdo como uma temporada sólida pode mudar tudo.

    E aí, vocês acham que Wilson realmente tem o que é preciso pra ser uma escolha tão alta assim? Ou será que é só hype de final de temporada? Porque vou te falar, 19.8 pontos e 9.4 rebotes na ACC não é brincadeira não.

  • Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Gente, finalmente aconteceu. Caleb Wilson oficializou hoje que tá indo pro Draft da NBA, e olha… eu tô com sentimentos mistos sobre isso.

    O cara fez um vídeo todo bonitinho agradecendo North Carolina, falando que foi uma honra usar a camisa 8 dos Tar Heels e que sempre deu o máximo. Bonito, né? Mas vamos aos fatos aqui.

    Os números são monstros, mas…

    Wilson teve médias absurdas na temporada de calouro: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo. Pra um freshman, isso é coisa de outro planeta mesmo. O problema? O cara simplesmente não conseguiu ficar inteiro.

    Primeiro quebrou um osso da mão esquerda. Beleza, lesão acontece. Mas aí, quando voltou, quebrou o polegar direito num treino SEM CONTATO. Cara, sem contato! Que azar é esse?

    E agora a ESPN tá projetando ele como 4ª escolha geral. Quarta! Com uma temporada cortada pela metade por duas lesões diferentes.

    Aposta arriscada pra times da NBA

    Olha, eu entendo o hype. Wilson tem 2,08m, é atlético pra caramba e mostrou que pode pontuar de várias formas. Mas me digam uma coisa: vocês drafcariam um cara que teve duas lesões em ossos diferentes na mesma temporada?

    Na minha visão, ele deveria ter ficado mais um ano em Chapel Hill. Trabalhar na força física, provar que consegue ficar saudável uma temporada inteira, desenvolver mais o jogo exterior. Mas né, quando a ESPN te coloca no top 5, é difícil resistir.

    O draft tá cada vez mais jovem mesmo. Esses caras saem direto do ensino médio achando que vão dominar a liga. Alguns conseguem — olha o Paolo Banchero ano passado. Outros… bem, a lista de bustos é longa.

    E aí, vai dar liga?

    Sinceramente? Wilson tem potencial pra ser especial. O físico tá lá, o instinto pra marcar pontos também. Mas NBA é outro nível de intensidade física, e se o cara já se machuca em treino de faculdade…

    Vai ser interessante ver qual time vai apostar nele no top 5. Provavelmente alguém que acredita mais no potencial do que no histórico de lesões. E torço pra que dê certo — o garoto merece.

    Só espero que ele tenha um bom círculo ao redor dele e trabalhe pesado na preparação física. Porque talento ele tem de sobra.

  • Promessa 5 estrelas abandona North Carolina após mudança de técnico

    Promessa 5 estrelas abandona North Carolina após mudança de técnico

    E lá se vai mais um. Dylan Mingo, uma das maiores promessas do basquete universitário americano, anunciou nesta segunda que não vai mais jogar por North Carolina. O garoto, que é ranqueado como número 9 na classe de 2026, decidiu abrir o jogo novamente após a demissão de Hubert Davis.

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão do moleque. Você se compromete com um programa pensando em jogar para um técnico específico, aí do nada trocam tudo? Complicado mesmo.

    Michael Malone chegou, mas não convenceu

    A contratação de Michael Malone como novo head coach dos Tar Heels foi anunciada no início do mês, mas aparentemente não foi suficiente para segurar Mingo. O prospecto havia escolhido UNC numa disputa acirrada contra Baylor, Penn State e Washington — e agora todas essas opções voltam para a mesa.

    Ser ranqueado no top 10 da sua classe não é brincadeira. Estamos falando de um talento absurdo que pode definir o futuro de qualquer programa universitário. E vocês acham que ele vai acabar onde? Eu tenho um palpite de que Baylor pode voltar forte na disputa.

    Pelo menos uma boa notícia

    Nem tudo está perdido para Malone em Chapel Hill. O técnico conseguiu manter Maximo Adams, outro recruit top 25 que já estava comprometido com o programa. É uma vitória importante, considerando a turbulência que North Carolina está vivendo.

    Sinceramente, essa situação toda mostra como o basquete universitário americano mudou nos últimos anos. Os caras não pensam duas vezes antes de trocar de programa se algo não estiver do jeito que querem. E olha, não posso criticar — é o futuro deles que está em jogo.

    Agora é esperar para ver onde Mingo vai parar. Uma coisa é certa: qualquer programa que conseguir o garoto vai estar fazendo um baita negócio para os próximos anos.

  • Caleb Wilson oficializa entrada no Draft – mais um one-and-done

    Caleb Wilson oficializa entrada no Draft – mais um one-and-done

    Galera, era só questão de tempo mesmo. Caleb Wilson tornou oficial ontem o que todo mundo já sabia: ele tá indo pro Draft da NBA. O cara postou aquele vídeo emocional agradecendo North Carolina e foi isso aí – mais um one-and-done pra conta.

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão dele. Wilson teve uma temporada absolutamente monstruosa pelos Tar Heels – 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo. Cara de 2,08m fazendo essas médias como calouro? É óbvio que ia virar profissional.

    As lesões que atrapalharam o show

    O que mais me deixa puto é como as lesões atrapalharam o que poderia ter sido uma temporada histórica. Primeiro quebrou a mão esquerda logo depois de destruir Duke (que alegria ver os Tar Heels ganhando desses caras). Quando tava quase voltando, vai lá e quebra o polegar direito num treino sem contato. Que azar absurdo.

    Mesmo assim, o moleque conseguiu ser All-American do segundo time da AP. Isso significa que a camisa dele vai ficar pendurada no Smith Center junto com os grandes da história de Carolina. Não é pouca coisa não.

    Quarto no mock draft? Merecido

    A ESPN tá projetando ele como quarta escolha geral no Draft de 2026. Sinceramente? Acho até conservador. Se não fosse pelas lesões, ele poderia estar brigando pelo top 3 fácil. O cara tem tudo: tamanho, atletismo, arremesso e aquela mentalidade vencedora que North Carolina ensina.

    E vocês, acham que ele fez certo em sair agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu sempre fico dividido com esses cases, mas com o talento que ele tem e os riscos de lesão… melhor garantir a grana enquanto pode.

    O Draft de 2026 tá ficando cada vez mais recheado. Vai ser interessante ver onde Wilson vai parar e se algum time brasileiro vai tentar pescá-lo pro futuro. Uma coisa eu garanto: esse moleque vai fazer barulho na NBA.

  • Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Olha só que história louca: Michael Malone quase deixou escapar uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano. O cara que foi demitido do Denver Nuggets recusou North Carolina várias vezes antes de finalmente aceitar comandar os Tar Heels por seis anos e US$ 50 milhões.

    Na coletiva de apresentação desta terça, Malone revelou que quando o diretor atlético Steve Newmark primeiro entrou em contato, ele nem levou a sério. Pensou que era só uma cortesia, sabe? “Cada vez que eu dizia não, eu me arrependia”, confessou o técnico. “Eu pensava: acho que estou cometendo um erro.”

    A reviravolta no Final Four

    A situação mudou completamente durante o Final Four. Tommy Lloyd (Arizona) e Dusty May (Michigan) — que eram as principais opções da Carolina — tiraram seus nomes da disputa. Aí sim a coisa ficou séria.

    Newmark e o diretor de operações Eric Hoots literalmente voaram de Indianapolis até a casa do Malone no Colorado no domingo de Páscoa. Imagina a cena: os caras cruzaram o país inteiro pra tentar convencer o técnico.

    “Muito mais tempo do que queríamos ele lá”, brincou Malone sobre a reunião que durou cinco horas. “Minha primeira reação quando disseram que queriam voar de Indianapolis foi tipo, não… mas estou tão feliz que eles vieram, porque mudou minha opinião e a da minha esposa.”

    O fator família pesou muito

    Aqui que a história fica ainda mais interessante. A filha dele, Bridget, joga vôlei na própria UNC e falou diretamente pro pai: “aceita essa vaga”. Além disso, o pai falecido do Malone, Brendan (que também era técnico), sempre foi um admirador de North Carolina e do lendário Dean Smith.

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente tanto da Carolina quanto do Malone. Ele estava sem emprego na NBA desde que saiu dos Nuggets, e a UNC conseguiu um técnico experiente que conhece o basquete de alto nível. US$ 50 milhões por seis anos não é brincadeira — mostra o quanto eles acreditam no cara.

    E aí, vocês acham que o Malone vai conseguir devolver North Carolina ao topo do basquete universitário? A pressão vai ser gigantesca, especialmente com esse salário astronômico.

  • Caleb Wilson pode roubar vaga no top 3 mesmo após temporada conturbada

    Caleb Wilson pode roubar vaga no top 3 mesmo após temporada conturbada

    Olha, se alguém me falasse no início da temporada que Caleb Wilson poderia ser escolhido no top 3 do Draft depois de quebrar as duas mãos, eu riria. Mas aqui estamos — e o cara realmente pode surpreender todo mundo.

    O calouro de North Carolina entrou na temporada como 4º melhor prospecto do país no ranking da ESPN. Cara alto, forte, versátil… tinha tudo pra ser uma das revelações do college. Aí veio fevereiro e ele quebrou a mão esquerda. Voltou treinando pra playoffs e quebrou o dedão da direita. Sinceramente? Pensei “acabou a temporada do garoto”.

    Mas os olheiros não esqueceram

    “Eu acho que ele facilmente pode ir em terceiro lugar”, disse um scout da Conferência Leste. “Consigo vê-lo sendo preferido ao Boozer nessa posição.” Monstro demais essa declaração.

    E as comparações são de respeitar: Pascal Siakam e Aaron Gordon. Dois caras que dominam nos dois lados da quadra, com envergadura absurda e intensidade defensiva. Wilson tem esse perfil — daqueles forwards que fazem de tudo um pouco e ainda conseguem criar jogadas pros companheiros.

    O mais impressionante? Mesmo com as lesões, ele terminou em segundo lugar em rating de eficiência entre TODOS os prospectos do Draft. Só perdeu pro Cameron Boozer. Isso mostra que quando estava em quadra, o cara simplesmente resolvia.

    A questão do timing perfeito

    “A informação sobre ele é incrível”, comentou um executivo da NBA. E olha, isso me faz pensar: será que essas lesões não podem até ajudar? Times que estão escolhendo no topo às vezes preferem apostar no potencial do que no óbvio.

    A comparação com Jalen Johnson (que hoje joga no Hawks) é interessante. “Caleb foi mais produtivo e jogou com mais intensidade na faculdade do que o Jalen, que era mais focado no perímetro”, disse outro executivo. “Se você pensa no Cam Boozer como um Al Horford, e no Caleb como um Jalen, então pode escolher o Caleb.”

    Vocês acham que vale a pena apostar em potencial mesmo com o histórico de lesões? Na minha visão, se o cara consegue ser o segundo mais eficiente mesmo contundido, imagina quando estiver 100%. Mas é aquela coisa — no Draft, às vezes a aposta dá certo, às vezes não.

    O que é certo é que a situação do Wilson é uma das mais fluidas no topo do Draft. Dependendo de como os times se alinham e do que acontecer na loteria, ele pode muito bem surpreender e ser escolhido bem mais cedo do que muita gente imagina.

  • Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Olha, eu entendo perfeitamente o Tommy Lloyd. O cara tá a UMA vitória da final do March Madness, comandando o Arizona no primeiro Final Four desde 1997, e os repórteres ficam martelando sobre a vaga em North Carolina. Sinceramente? Eu também mandaria todo mundo calar a boca.

    “Eu sou um cara simples. Faço uma coisa de cada vez. Não sou multitarefa”, disse Lloyd na coletiva de quinta-feira. “Podem perguntar pra minha esposa. Estou 100% focado no basquete do Arizona agora.”

    A situação em Chapel Hill tá complicada

    Mas vamos ser realistas — a especulação faz todo sentido. North Carolina demitiu Hubert Davis mês passado e criou uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário. E adivinha? Lloyd tá na lista dos favoritos, junto com Billy Donovan (Chicago Bulls) e Dusty May (Michigan).

    A multa rescisória do Lloyd caiu de 11 milhões pra 9 milhões de dólares ontem. Coincidência? Eu acho que não. Mas Chapel Hill tá numa situação financeira meio apertada — ainda devem mais de 5 milhões pro Davis demitido, gastaram uma fortuna com Bill Belichick no football, e qualquer técnico top vai custar entre 6 e 9 milhões por ano. Lloyd ganha “só” 5,3 milhões atualmente.

    Arizona chegou onde não chegava há 27 anos

    E sinceramente, eu entendo por que Lloyd não quer nem ouvir falar do assunto agora. O cara fez um trabalho MONSTRO no Arizona. Em apenas cinco temporadas, levou os Wildcats ao primeiro Final Four desde 97. Isso é de outro planeta, gente.

    O time dele é completamente equilibrado — rotação de oito jogadores, com Jaden Bradley (melhor jogador do Big 12) comandando e os calouros Koa Peat e Brayden Burries projetados como picks da primeira rodada do Draft. Arizona e Michigan são os dois primeiros no ranking KenPom. Absurdo.

    “Meu foco total está neste time. Nada está me distraindo”, completou Lloyd quando insistiram no assunto.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de North Carolina batendo na porta? Ou será que a chance de fazer história no Arizona é mais tentadora? Uma coisa eu sei — sábado contra Michigan vai ser um jogaço, e Lloyd merece toda nossa atenção nesse momento épico.

  • Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Olha, eu sabia que isso ia acontecer, mas ainda assim deu aquele aperto no peito quando vi o post do Caleb Wilson no Instagram. O garoto de 2,08m simplesmente anunciou que tá indo pro Draft de 2026 depois de uma temporada cortada pelas lesões em North Carolina.

    “Never take it for granted” — foi assim que ele legendou as fotos. Cara, que timing pesado, né? O moleque teve uma das melhores temporadas de um calouro que eu já vi: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo, acertando absurdos 57.8% dos arremessos de quadra. Números de gente grande mesmo.

    Lesões atrapalharam tudo

    A temporada do Wilson virou uma novela de lesão. Primeiro quebrou a mão esquerda contra Miami em fevereiro, ficou seis jogos fora. Voltou, e aí… quebraram o polegar fazendo uma enterrada no treino. No treino! Dá pra acreditar? Operou no dia seguinte e tchau temporada.

    No final das contas, ele perdeu nove dos últimos jogos da temporada dos Tar Heels. E justamente quando o time mais precisava dele — porque convenhamos, North Carolina não tava nada bem esse ano.

    Próximo destino: top 5 do Draft

    O Sam Vecenie, do The Athletic, já projeta o Wilson como quarta escolha geral, indo pro Indiana Pacers. Quarta escolha! Pro cara que jogou só 20 e poucos jogos na temporada. Isso te dá uma ideia do potencial que estamos falando aqui.

    E olha que ele tava competindo numa das turmas de calouros mais forte da história do basquete universitário. Mesmo assim, ficou com a segunda melhor marca de PER entre os prospectos pro Draft, só atrás do Cameron Boozer. PER de 31.2 — isso é coisa de monstro mesmo.

    A saída dele só complica mais ainda a situação caótica que tá North Carolina. Time eliminado na primeira rodada do March Madness pro VCU (que vexame, né?), técnico Hubert Davis demitido na terça-feira… tá tudo desmoronando por lá.

    E vocês viram a hashtag que ele usou? #8out — referência ao número que ele usava. Até na despedida o moleque mostrou classe.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Com esse tanto de lesão e o caos que virou o programa, melhor partir pra próxima mesmo. E pelo que vi dele jogando, quando tava 100%, o Wilson tem tudo pra ser uma peça importante na NBA. Resta saber se consegue se manter saudável.

  • Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Olha, quando um técnico da NBA não nega interesse em uma vaga universitária, é porque a coisa tá séria mesmo. Billy Donovan, técnico do Chicago Bulls, basicamente deixou a porta aberta para um possível retorno ao basquete universitário quando perguntado sobre a vaga em North Carolina.

    A situação é a seguinte: os Tar Heels demitiram Hubert Davis depois da eliminação precoce no March Madness, e o nome do Donovan começou a circular imediatamente. E cara, faz todo sentido — o cara construiu um monstro na Florida, ganhou dois títulos consecutivos da NCAA em 2006 e 2007. Não é qualquer um que faz isso.

    O que ele disse (e o que não disse)

    Antes do jogo contra o Philadelphia 76ers, Donovan foi esperto na resposta. “Meu foco principal está nesses caras e neste novo time”, disse ele, mas — e aqui está o ponto importante — ele NÃO negou o interesse. Um simples “não tenho interesse” resolveria a questão, né? Mas não foi isso que rolou.

    “Eu entendo que há coisas por aí fora, e entendo que vai haver especulação”, continuou Donovan. Traduzindo: ele sabe que tá sendo cotado e não tá fechando a porta. Sinceramente, acho que ele tá mesmo considerando a possibilidade.

    Por que North Carolina faria sentido?

    Cara, North Carolina não é qualquer programa. É uma das grandes forças históricas do basquete universitário, com recursos infinitos e tradição. E olha só que presente de grego: Dylan Mingo, um dos melhores caras da atual turma do ensino médio (cinco estrelas!), já se comprometeu com os Tar Heels.

    Donovan também tocou num ponto interessante sobre como o basquete universitário mudou. “É diferente lidar com jogadores que agora são pagos”, disse ele, se referindo ao NIL (Name, Image, Likeness). O cara tá ligado nas mudanças do jogo — e isso me faz pensar que ele realmente tá avaliando a situação.

    E vocês, o que acham? Donovan deveria voltar pro universitário ou continuar tentando algo na NBA? Na minha opinião, com 60 anos e já tendo provado o que tinha que provar nos dois níveis, talvez seja hora de voltar às raízes. North Carolina seria uma aposentadoria dos sonhos para qualquer técnico.

    O Bulls não anda lá essas coisas mesmo, então… quem sabe?