Tag: Oklahoma City Thunder

  • Williams volta aos poucos no Thunder – será que aguenta dessa vez?

    Williams volta aos poucos no Thunder – será que aguenta dessa vez?

    Olha, eu fico com o coração na mão sempre que vejo um jogador voltando de lesão na coxa. E com o Jalen Williams do Thunder não é diferente. O cara passou os últimos dois meses no estaleiro por causa de uma lesão no posterior da coxa, e agora tá tentando voltar ao ritmo — mas com todo cuidado do mundo.

    “Qualquer um que já teve lesão na coxa sabe: o problema nunca é durante o jogo, é sempre depois”, disse Williams antes da partida contra o Celtics em Boston. E cara, ele tá certíssimo. Essas lesões são traiçoeiras demais.

    O pesadelo da recaída

    Pior que Williams já tinha voltado antes de forma espetacular no mês passado, mas durou apenas dois jogos até se machucar de novo. Imaginem a frustração do cara! Ficou 10 jogos fora inicialmente, voltou por dois jogos, e teve que ficar mais 16 fora. É de dar desespero.

    “É uma sensação assombrada”, admitiu Williams. “Quando você se machuca, é uma sensação totalmente nova. Os movimentos que você faz quando tá voltando são assustadores. Mas agora tenho confiança, nos treinos não penso mais nisso quando tô jogando.”

    Na derrota por 119-109 para o Celtics (que por sinal pode ser uma prévia das Finals), Williams jogou apenas 24 minutos e fez 7 pontos, 3 rebotes e 3 assistências. Números modestos, mas o importante é que ele saiu andando normalmente. Sinceramente, depois de duas recaídas, isso já é vitória.

    Thunder pisando em ovos

    O técnico Mark Daigneault tá sendo super cauteloso com os minutos do Williams — e tá certo. “Ainda estamos gerenciando os minutos. Não é um limite rígido, mas definitivamente não estamos pensando em noites de 30 minutos ainda”, disse o treinador.

    Faz todo sentido. Com o Thunder brigando pelo primeiro lugar da Conferência Oeste (estão apenas 2 jogos à frente do Spurs com 9 jogos restantes), uma nova lesão do Williams seria devastadora. O cara é peça fundamental do time.

    Interessante ver que Williams e Jayson Tatum se encontraram depois do jogo e conversaram sobre as dificuldades de voltar de lesão. Tatum tá voltando de cirurgia no tendão de Aquiles e entende perfeitamente a situação. “É bom ver alguém desse calibre em quadra”, disse Williams sobre Tatum.

    A corrida contra o tempo

    O que mais me impressiona é a mentalidade do Williams. “Quando você tem a mesma lesão duas vezes, é um obstáculo mental voltar a fazer movimentos tão explosivos quanto você quer”, admitiu ele. E olha, não é desculpa não — é realidade pura.

    Com apenas 9 jogos restantes na temporada regular e os Spurs colados (e com o tiebreak a favor deles), cada jogo é crucial para o Thunder. Williams sabe disso e tá tentando equilibrar a volta à forma com a necessidade de ajudar o time.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível anterior antes dos playoffs? Eu torço muito que sim, porque quando tá 100%, o Williams é um monstro em quadra. Mas lesão na coxa não é brincadeira — já vi muito jogador nunca mais ser o mesmo depois de recaídas.

  • Celtics quebram sequência de 12 vitórias do Thunder em jogaço absurdo

    Celtics quebram sequência de 12 vitórias do Thunder em jogaço absurdo

    Cara, que jogo foi esse ontem no TD Garden! Os Celtics simplesmente pararam a máquina do Oklahoma City Thunder, que tava com 12 vitórias seguidas — DOZE! — e ainda por cima líder da Conferência Oeste. Venceram por 119-109 numa partida que teve tudo: drama, viradas e aquele gostinho de playoffs que a gente adora.

    Olha, quando vi o Thunder voando nas primeiras jogadas com Dort mandando de 3 e o Shai Gilgeous-Alexander fazendo o que quis, pensei: “Ih, vai ser mais uma noite complicada pros meninos de Boston”. O placar tava 31-20 pro Thunder no fim do primeiro quarto, e os Celtics simplesmente não conseguiam acertar NADA.

    A virada começou com Tatum sendo Tatum

    Aí que entra o diferencial do time campeão. Segundo quarto foi completamente diferente — e o Jayson Tatum foi o cara que mudou tudo. Depois de um primeiro período horrível (3/12 em arremessos de 2), o All-Star resolveu tomar conta do jogo.

    Foi impressionante como ele leu a defesa do Thunder. Atacou o Holmgren no um-contra-um, achou o Queta dentro do garrafão, e começou a ditar o ritmo da partida. Sinceramente, foi um dos melhores quartos dele na temporada — ele ou marcava ou dava assistência pra tudo que acontecia de bom.

    O mais louco foi ver como o time todo subiu de produção junto. A defesa apertou (claramente o Mazzulla fez os ajustes certos no intervalo), os caras começaram a forçar turnovers e correr pra transição. E quando o Pritchard mandou aquela bola de 3 que deu a primeira liderança do jogo pros Celtics… cara, o Garden explodiu!

    Thunder não é time pra facilitar

    Mas vocês acham que o OKC ia entregar de bandeja? Claro que não. Time com 12 vitórias seguidas não chega nesse patamar à toa. O Shai voltou e na moral, o cara é um monstro. Voltou a achar seus arremessos, e quando o Cason Wallace mandou de 3, eu já tava preparando o psicológico pra mais uma decepção.

    A parte mais nervosa foi o final. Aqueles jogos que você fica roendo unha, sabe? Cada posse valia ouro, cada arremesso errado doía na alma. Mas os Celtics souberam controlar o jogo nos momentos decisivos — e isso é marca de time grande.

    O que mais me impressionou foi a maturidade. Depois de começar tomando pau, o time não desistiu, fez os ajustes e foi buscar a vitória. Jaylen Brown também apareceu quando precisou, principalmente naquelas jogadas com o Tatum que são pura classe.

    119-109 pro Celtics. Sequência de 12 vitórias do Thunder quebrada. E olha, com todo respeito ao OKC (que é um baita time), mas essa vitória pode ser um divisor de águas na temporada dos Celtics. Jogo desses que mostra que quando o time tá inteiro e focado, pode brigar com qualquer um nessa liga.

    E aí, acham que os Celtics conseguem manter essa pegada até os playoffs? Porque pelo que vi ontem, quando esse time engata, é pancada pra todo lado!

  • Celtics quebram sequência absurda do Thunder com show do Brown

    Celtics quebram sequência absurda do Thunder com show do Brown

    Mano, que jogaço foi esse ontem no TD Garden! O Jaylen Brown simplesmente resolveu acabar com a festa do Oklahoma City Thunder e quebrou uma sequência de 12 vitórias seguidas dos atuais campeões da NBA. E olha que não foi fácil não — os caras estavam voando.

    Brown fez 31 pontos, mas o mais impressionante foi como ele dominou o terceiro quarto. Catorze pontos só no período, cara! Foi tipo aqueles momentos que a gente vê e fala ‘agora é ele quem manda’. O Thunder chegou no intervalo na frente, mas depois do show do Brown no terceiro período, os Celtics viraram e não olharam mais pra trás.

    Tatum voltou bem depois de duas ruins

    O Jayson Tatum também merece os créditos. Depois de duas partidas bem ruins (coisa que acontece até com os melhores), ele voltou com tudo: 19 pontos, 12 rebotes e 7 assistências. Double-double caprichado e mostrando que quando a dupla dinâmica dos Celtics funciona junto, é muito difícil parar.

    Brown ainda pegou 8 rebotes e deu 8 assistências. Quase um triple-double, mas o que importa mesmo foi a vitória. O cara estava em todos os cantos da quadra fazendo acontecer.

    SGA não conseguiu carregar o Thunder sozinho

    Do lado do Thunder, o Shai Gilgeous-Alexander fez a parte dele: 33 pontos e 8 assistências. Inclusive, essa foi a sétima partida seguida que ele fez 30+ contra os Celtics — só o LeBron James tinha uma sequência maior contra Boston (nove jogos entre 2004 e 2008). Monstro demais.

    Mas não adiantou muito. O Thunder tomou uma surra nos rebotes ofensivos (perderam por 19-2 nos pontos de segunda chance — isso é absurdo!) e erraram demais do perímetro: apenas 12 de 37 tentativas de três pontos. Com esse aproveitamento, fica difícil ganhar de qualquer um, quanto mais dos Celtics em casa.

    O Jalen Williams ainda voltou de lesão meio devagar — só 7 pontos no segundo jogo após ficar 16 partidas fora com problema no posterior da coxa. Normal, vai pegando ritmo aos poucos.

    Na minha opinião, esse jogo mostrou bem a diferença entre ter profundidade no elenco e depender muito de poucos jogadores. Os Celtics tiveram produção de várias peças, enquanto o Thunder ficou muito dependente do SGA.

    E aí, vocês acham que esse resultado pode mexer com a cabeça do Thunder na reta final da temporada? Porque perder uma sequência dessas sempre dói, principalmente quando você está brigando pela primeira colocação geral da NBA.

  • Wolves na espreita: hierarquia do título tá se definindo

    Wolves na espreita: hierarquia do título tá se definindo

    Olha, chegamos naquele ponto da temporada onde as coisas começam a ficar sérias de verdade. Os times de baixo já entregaram os pontos (literalmente um terço da liga tá cagando pra vitória), mas lá em cima tá pegando fogo. E eu tô aqui observando uma hierarquia que, sinceramente, tá mais definida do que imaginava em março.

    Thunder e Spurs disputando o topo? Isso era previsível. Mas os Timberwolves como azarão perigoso? Cara, todo mundo parece ter esquecido que esses caras chegaram nas últimas duas finais de conferência. Com Anthony Edwards machucado, eles ainda ganharam três dos últimos quatro jogos – incluindo uma vitória gigante sobre os Suns que praticamente garantiu vaga nos playoffs.

    OKC e San Antonio: o duelo que ninguém esperava

    O Thunder ganhou 12 seguidas e 15 dos últimos 16 jogos. Tão com todo mundo de volta, incluindo Jalen Williams que ficou seis semanas fora. Magic number de oito pra garantir a primeira posição no Oeste.

    Mas aí que tá – os Spurs ganharam 23 dos últimos 25 jogos. Vinte e três! E o mais absurdo: já bateram o Thunder quatro vezes nesta temporada. Quatro. Como é que você ignora isso?

    Na minha opinião, San Antonio merecia estar no topo desse ranking. Wemby tá jogando um basquete de outro planeta, e esse time encontrou uma química que tá assustando todo mundo no Oeste.

    Lakers esquentando na hora certa

    Os Lakers tiveram aquela sequência de nove vitórias quebrada pelos Pistons (sim, Detroit), mas continuam um dos times mais quentes da liga. O mais impressionante? Seis dos últimos jogos foram clutch (diferença de cinco pontos nos últimos cinco minutos) e eles ganharam cinco.

    LeBron aos 39 anos ainda decidindo jogo no fim? Absurdo.

    Denver com Jokić fazendo Jokicadas e agora com Peyton Watson de volta tá completo. O time pequeno sem Valanciunas tem funcionado melhor, e David Adelman parece ter encontrado a fórmula certa pros playoffs.

    Minnesota: o perigo que ninguém quer enfrentar

    Aqui que fica interessante. Todo mundo tá dormindo nos Wolves, mas esses caras têm DNA de playoff. Edwards pode estar machucado agora, mas quando voltar? Cara, ele foi o melhor jogador clutch da temporada inteira.

    E olha só a situação: se conseguirem pegar Houston na primeira rodada, podem fazer um estrago imenso. Minnesota nos playoffs é diferente – já provaram isso nas últimas duas temporadas chegando longe.

    No Leste, Boston segue sólido mesmo com Tatum inconsistente nos arremessos. Cleveland praticamente garantiu top-4, e os Sixers subiram pro nono lugar com Embiid voltando.

    Vocês acham que os Wolves podem mesmo surpreender de novo? Ou é Thunder x Spurs pro título do Oeste mesmo?

  • SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    Galera, parece que finalmente tá acontecendo. Depois de 20 anos esperando, Seattle pode estar voltando pra NBA — e com o nome SuperSonics de volta!

    A liga aprovou por unanimidade o início do processo de expansão, e Seattle é uma das duas cidades na mira (a outra é Las Vegas). O preço? Entre 7 e 10 bilhões de dólares por franquia. É dinheiro que não acaba mais.

    A diferença é que Seattle já tem história

    Enquanto Las Vegas vai ter que criar tudo do zero — nome, logo, identidade —, Seattle tem uma vantagem absurda: pode simplesmente ressuscitar os SuperSonics. E cara, que marca é essa! Qualquer fã de NBA que se preze conhece os Sonics.

    O nome veio da Boeing, que na época (1967) estava desenvolvendo um avião supersônico. Genial, né? A franquia ficou em Seattle por 40 anos até 2008, quando foi vendida e virou Oklahoma City Thunder. Sim, aquele mesmo Thunder do Kevin Durant.

    Vocês lembram dos times dos anos 90? Gary Payton, Shawn Kemp, Detlef Schrempf… Que equipe era aquela! Chegaram nas finais de 96 com 64 vitórias na temporada regular, mas esbarraram no Michael Jordan. O que dói até hoje, imagino.

    O título de 79 que ninguém esquece

    Os SuperSonics foram campeões uma vez, em 1979. Time dirigido por Lenny Wilkens e com Jack Sikma como estrela. Bateram Lakers, Suns e Washington Bullets — sendo que tinham perdido pra esse mesmo Washington na final do ano anterior. Que revanche!

    Sinceramente, acho que poucos times tiveram uma identidade tão forte quanto aqueles Sonics dos anos 90. Era basquete bonito de assistir, mesmo perdendo pro Bulls.

    A última vez que eles fizeram playoffs foi em 2005, com Ray Allen e Rashard Lewis. Depois disso, só ladeira abaixo até a mudança pra Oklahoma City em 2008 — um ano depois de draftarem o Kevin Durant. Imaginem se ele tivesse ficado em Seattle…

    2028 pode ser o ano

    Se tudo der certo, as novas franquias começam a jogar na temporada 2028-29. Seattle já tem arena (Climate Pledge Arena) e, mais importante, tem uma base de fãs que nunca desistiu. Já vi muito fã dos Sonics por aí que até hoje usa a camisa do time.

    E aí, vocês acham que vai rolar mesmo? Eu tô bem confiante dessa vez. A NBA tá com sede de expandir, Seattle nunca parou de querer a volta, e agora tem dinheiro suficiente circulando pra fazer acontecer.

    Uma coisa é certa: se os SuperSonics voltarem, vai ser uma festa que o mundo todo vai querer ver.

  • Lakers voando e Hawks fazendo barulho: o top 5 da NBA mudou tudo

    Lakers voando e Hawks fazendo barulho: o top 5 da NBA mudou tudo

    Cara, esse final de março está sendo absolutamente insano na NBA. Dez times já garantiram pelo menos uma vaguinha nos playoffs, e agora a coisa fica séria mesmo — é briga por posicionamento pra quem quer ter mando de quadra.

    E olha, vou ser sincero: não esperava que os Lakers fossem fazer essa arrancada toda. Eles estão com três jogadores que são simplesmente monstros — Luka Doncic, LeBron James e Austin Reaves — e quando esse trio tá saudável e entrosado, é um negócio absurdo mesmo. Nove vitórias em dez jogos? Isso aí é coisa de quem tá com sangue nos olhos atrás do mando de quadra.

    Thunder segue na frente, mas Detroit assombra

    Oklahoma City continua sendo aquela máquina que a gente conhece. Os caras são os atuais campeões, ganharam 12 seguidas e parecem que vão ter mando durante todos os playoffs. Jalen Williams voltou de lesão e já mostrou que tá 100% — 18 pontos e 6 assistências em só 20 minutos. Monstro.

    Mas o Detroit Pistons tá fazendo um barulho danado no Leste. Semana passada todo mundo ficou preocupado com a lesão do Cade Cunningham (punctured lung, parada séria), mas os caras simplesmente resolveram que iam voltar àquela defesa sufocante que a gente conhece. Resultado? Quatro vitórias seguidas e de volta ao topo da conferência.

    Hawks em modo playoff e Celtics testando química

    Agora, quem tá me surpreendendo mesmo são os Atlanta Hawks. Treze vitórias em 14 jogos no último mês — eu sei que pegaram um calendário mais molinho, mas mesmo assim é uma arrancada impressionante. Eles querem sair dessa zona de play-in de qualquer jeito, e sinceramente? Tão no caminho certo.

    Só que agora vem o teste de fogo: vão encarar Detroit Pistons e Boston Celtics três vezes em seis dias. Vocês acham que eles aguentam a pressão?

    Falando em Celtics, o Jayson Tatum voltou no dia 6 de março e ainda tá tentando encontrar o ritmo ideal. O cara tá com 30.8% de usage rate — praticamente igual às últimas cinco temporadas —, mas ainda não tá naquele nível de dominância total que a gente conhece.

    O que mais me impressiona é como essa reta final de temporada regular tá competitiva. No Oeste, você tem Thunder, Spurs e Lakers brigando, enquanto no Leste é Detroit, Boston e Atlanta fazendo a festa. E olha que ainda tem umas semanas pela frente!

    Próximas semanas vão definir tudo mesmo. Quem vocês acham que vai conseguir se posicionar melhor pra chegada dos playoffs?

  • Celtics x Thunder: finalmente os dois times quase completos

    Celtics x Thunder: finalmente os dois times quase completos

    Finalmente! Depois de tanto tempo vendo relatórios médicos parecendo lista de supermercado, tanto Celtics quanto Thunder vão entrar em quadra quase com força máxima na quarta-feira. E sinceramente, eu tava precisando ver esse confronto com os dois times bem.

    Do lado do Boston, todo mundo disponível — menos o Nikola Vucevic, que ainda tá se recuperando de uma fratura no dedo desde o dia 6 de março. Coisa chata, mas nada que comprometa muito o esquema dos caras.

    Mas a notícia boa mesmo é que o Jayson Tatum vai fazer seu nono jogo pelos Celtics. Cara, que contratação absurda foi essa. O moleque tá metendo 19.1 pontos e 8.9 rebotes por jogo. Tatum com essa camisa verde vai ser um negócio especial de assistir.

    Thunder voando mesmo machucado

    Do outro lado, o Oklahoma City Thunder conseguiu uma parada impressionante: mesmo com uma temporada de hospital, eles são o time mais dominante da NBA. Net rating de +11.1 — monstro demais. Os Celtics ficam em terceiro com +7.8, que já é coisa de respeito.

    E olha só que sequência: 15 vitórias em 16 jogos, sendo 12 seguidas. Isso com o Jalen Williams aparecendo só em 27 partidas na temporada por causa de lesões no punho e posterior. Agora ele volta pro segundo jogo consecutivo depois de meter 18 pontos contra o Philadelphia na segunda.

    Vocês acham que o Thunder consegue manter esse ritmo nos playoffs mesmo com essa fragilidade física?

    Revanche com gostinho especial

    A última vez que esses dois se enfrentaram foi dia 12 de março, e o Thunder levou de 104-102 numa partida dramática. O Chet Holmgren decidiu na linha dos lances livres depois de pegar rebote ofensivo — jogadaça do garoto.

    Mas sinceramente, aquele jogo não contou muito. Thunder sem Williams e Isaiah Hartenstein, Celtics sem Tatum e Derrick White. Era quase um jogo de pré-temporada em termos de elenco.

    Agora é diferente. Com os dois times (quase) inteiros, vai ser uma prévia interessante do que pode rolar nos playoffs. Boston vem de derrota pro Minnesota no domingo, mas tem 6-2 com Tatum em quadra — estatística que diz tudo sobre o impacto do cara.

    A bola rola às 19h30 no TD Garden. Eu já tô ansioso pra ver se o Thunder consegue confirmar esse favoritismo ou se Boston mostra que em casa é diferente.

  • Thunder terá nova arena com nome bizarro: Continental Coliseum em 2028

    Thunder terá nova arena com nome bizarro: Continental Coliseum em 2028

    Galera, acabou de sair uma notícia que me deixou com sentimentos bem mistos sobre o futuro do Thunder. O time de Oklahoma City fechou um acordo de 15 anos para os direitos de naming da nova arena que vai abrir em 2028 — e o nome escolhido foi… Continental Coliseum.

    Olha, eu sei que naming rights é dinheiro no bolso da franquia, mas Continental Coliseum? Parece nome de arena dos anos 80, não acham? Enfim, pelo menos o Thunder vai ter uma casa novinha em folha.

    A nova casa do Thunder

    A demolição do local tá quase terminando e a construção deve começar em breve. O plano é inaugurar no final do verão de 2028 — ou seja, ainda tem uns 4 anos pela frente no atual Paycom Center. Sinceramente, acho que é tempo suficiente pro time se consolidar ainda mais e chegar forte na nova arena.

    A Continental Resources, que é a maior produtora privada de petróleo e gás natural do mundo (imagina o dinheiro que essa galera tem), vai estampar o nome por 15 anos. O chairman do Thunder, Clayton Bennett, falou toda aquela conversa corporativa sobre “símbolo duradouro” e “momentos inesquecíveis”, mas no fundo todo mundo sabe que é grana pura.

    Mais que uma arena de basquete

    Uma coisa legal é que a Continental Coliseum não vai ser só pra NBA. Vai rolar shows, eventos familiares e outras competições esportivas nacionais. Ou seja, Oklahoma City tá investindo pesado em se tornar um hub de entretenimento — e isso é inteligente pra caramba.

    O projeto é da MANICA Architecture e vai ser construído pela Flintco-Mortenson. Os eleitores de Oklahoma aprovaram a arena em dezembro de 2023, então isso já vinha sendo planejado há um tempo.

    Harold Hamm, o fundador da Continental Resources, disse uma parada interessante: “Quando o Thunder chegou a Oklahoma City, eles mudaram a forma como este estado se via”. Cara, isso é real demais. Quem acompanha NBA sabe como Oklahoma era irrelevante no mapa esportivo antes do Thunder chegar em 2008.

    E vocês, o que acham? Continental Coliseum pega bem ou é meio estranho? Eu ainda tô me acostumando com o nome, mas o importante é que o Thunder vai ter uma arena moderna pra brigar pelos playoffs nos próximos anos. Com o SGA no auge e um elenco jovem promissor, 2028 pode ser o momento perfeito pra estrear a nova casa em grande estilo.

  • McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    Cara, que cena linda aconteceu na segunda-feira em Philly. Jared McCain, agora com a camisa do Thunder, voltou ao lugar onde começou sua carreira na NBA — e mostrou exatamente o tipo de cara que os 76ers deixaram escapar.

    Imagina a cena: já passava das 22h, Oklahoma City tinha acabado de meter uma surra no Philadelphia, 123 a 103. Todo mundo já tinha ido embora, mas o McCain? Tava lá ainda, de roupa comum, batendo papo com os amigos nas arquibancadas inferiores da arena. Umas crianças correndo pela quadra, tentando acertar uns arremessos, quando uma delas grita:

    “Jared, podemos tirar uma foto, por favor?”

    “Claro, parceiro”, respondeu o garoto de 22 anos.

    E lá foi ele, posando com quatro moleques vestindo camisas dos Sixers — dois do Embiid, um do Harden e um do lendário Dr. J. É como se o McCain não quisesse ir embora dali, sabe?

    O cara que a Philly perdeu

    Olha, eu vou falar uma coisa que talvez doa nos torcedores dos 76ers: eles podem ter trocado jogadores melhores tecnicamente ao longo da história, mas raramente mandaram embora uma PESSOA melhor que o McCain. O técnico Nick Nurse falou isso na cara dura antes do jogo — que o garoto sempre se destacava tanto pela postura quanto pela habilidade como arremessador.

    “É sempre bom ter um cara assim no seu time”, disse o Nurse. E agora ele não tem mais.

    McCain jogou só 60 partidas pelos Sixers, espalhadas por uma temporada e meia. Jogou bem pra um time ruim no ano passado, não tão bem pra um time melhor este ano. No meio disso tudo, se machucou duas vezes e até passou um tempo na G-League neste inverno.

    Números que fazem chorar

    Mas é aqui que a coisa fica interessante (e dolorosa pros fãs da Philly). Com os 76ers, McCain fazia 6.6 pontos por jogo, com aproveitamento de 38,5% nos arremessos de campo e 37,8% nas bolas de três. Nada demais, né?

    Aí o cara chega no Thunder — atual campeão, diga-se de passagem — e simplesmente explode. Em 20 jogos por lá, tá fazendo 12.3 pontos com 46,8% de aproveitamento geral e ABSURDOS 43,9% do perímetro. Na partida de segunda, saindo do banco, fez 13 pontos em mais de 25 minutos.

    O técnico Mark Daigneault não economizou elogios, chamando McCain de “rato de academia”, “jogador que se fez sozinho” e “artesão”. E disse uma coisa que me chamou atenção: que mesmo sendo novato no time, o garoto não ficou na dele — jogou com agressividade e confiança desde o primeiro dia.

    “Parece que ele tá aqui há mais tempo do que realmente está”, resumiu Daigneault.

    Sinceramente? Dói ver um talento assim prosperando em outro lugar. McCain admitiu que sentiu “muita ansiedade” pra voltar à Philly, e que teve aquele “sentimento sutil de querer provar que o time que te trocou estava errado”.

    E aí, galera dos 76ers — vocês acham que fizeram a escolha certa trocando esse cara por quatro picks do draft? Porque pelo que tô vendo, o McCain continua sendo exatamente o tipo de jogador que qualquer time gostaria de ter no vestiário.

  • Spurs em +550? Wemby tá fazendo isso acontecer mesmo

    Spurs em +550? Wemby tá fazendo isso acontecer mesmo

    Cara, eu tô vendo umas odds do título de 2026 e não consigo parar de olhar pra esse +550 dos Spurs. Sinceramente? Acho que tá na hora de levar esse time mais a sério.

    Victor Wembanyama — que monstro, né? — tá cercado de jogadores que sabem marcar pontos, com uma dupla de armadores que faz qualquer defesa sofrer. E olha, a defesa deles também virou um pesadelo pros adversários. 9 vitórias nos últimos 10 jogos. Nove!

    OKC ainda favorito, mas…

    O Thunder segue na ponta com +130, e não é pra menos. Diferencial de 11,2 pontos é coisa de louco — historicamente alto mesmo. Shai Gilgeous-Alexander tá no auge da carreira, Jalen Williams é um two-way absurdo, e o Chet Holmgren… cara, esse garoto de 2,13m que protege o aro E abre o jogo de fora é algo que eu nunca vi.

    Mas aqui entre nós: eles tão lidando com umas contusões chatas. SGA, Holmgren, Jalen Williams, Ajay Mitchell… muita gente importante no departamento médico. E é justamente por isso que eu tô de olho nos Spurs.

    Celtics e Nuggets na briga

    Boston aparece empatado com San Antonio em +550 — defesa mais sólida da liga, não é brincadeira. Denver com +900 tendo a melhor eficiência ofensiva da NBA (e convenhamos, com o Jokic fazendo triple-double toda semana, né surpresa pra ninguém). Cleveland em +1200 com um ataque que tá em terceiro lugar em pontos por jogo.

    Mas sabe o que me chama atenção? San Antonio já venceu o Thunder QUATRO vezes nessa temporada. Quatro! Isso não é coincidência, galera.

    A aposta que faria (e talvez faça)

    Olha, se eu fosse apostar meio unit em alguém pra dar aquela zebrada bonita, seria nos Spurs mesmo. +550 pra um time que tá pegando embalo justo na hora que os favoritos estão com problemas de lesão? Parece uma boa insurance policy.

    Wembanyama tá mostrando que aquele hype todo não era à toa. O garoto de 2,24m que bloqueia, enterra, acerta de três e ainda distribui assistências… isso é videogame, não é basquete real. Mas é real sim, e tá acontecendo em San Antonio.

    E aí, vocês acham que os Spurs realmente têm chance de surpreender todo mundo? Ou vão morrer na praia como sempre quando a pressão aumenta nos playoffs?