Tag: orlando magic

  • Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Detroit Pistons acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    24 pontos de desvantagem. VINTE E QUATRO. No intervalo era 60-38 pro Orlando Magic, e no começo do terceiro quarto chegou a 62-38. Eu sinceramente já estava mudando de canal, achando que os Pistons iam ser eliminados em casa mesmo. Que burro eu fui.

    A noite mágica de Cade Cunningham

    Cade Cunningham simplesmente resolveu que não ia pra casa hoje. O cara marcou 32 pontos e liderou uma reação que vai entrar pros livros de história. E o mais absurdo? Os Magic erraram 23 arremessos CONSECUTIVOS. Vinte e três! Eu nunca vi uma sequência dessas na minha vida.

    Detroit fez uma corrida de 35-5, e Orlando terminou o segundo tempo convertendo apenas 4 de 37 tentativas de quadra. Onze por cento de aproveitamento! Segundo a ESPN, foi o pior aproveitamento de qualquer time em qualquer tempo desde 1997. É de chorar mesmo.

    “Detroit grit”, disse o Cade depois do jogo. “É isso que a gente fala o ano todo.” Cara, que personalidade esse moleque tem.

    Magic desperdiça chance histórica

    Olha, eu sinto pelo Magic, de verdade. Liderar por 24 pontos em casa, com a chance de fechar a série, e entregar desse jeito… deve doer demais. Desde 1996-97 que um time não perdia em casa depois de abrir 24 pontos de vantagem numa situação dessas.

    Paolo Banchero e Desmond Bane fizeram 17 cada, mas não foi suficiente. E sem o Franz Wagner machucado, fica difícil mesmo. Tobias Harris ajudou o Cade com 22 pontos numa noite que os Pistons simplesmente não quiseram morrer.

    “Quando as coisas desandam, as pessoas se separam. Esse grupo faz o oposto”, falou Duncan Robinson. E é isso aí — caráter se mostra na hora que aperta.

    Jogo 7 em Detroit com tudo em aberto

    Agora é Game 7 no domingo, em Detroit, com os Pistons favoritos por 9.5 pontos. Sinceramente? Depois dessa virada histórica, qualquer coisa pode acontecer. O momentum tá todo com Detroit.

    “Temos que fazer do jeito difícil”, disse o técnico Jamahl Mosley do Magic. E vocês, o que acham? Conseguem acreditar que os Magic ainda levam essa depois de uma entregada dessas?

    Uma coisa eu garanto: domingo vai ser jogaço. E depois do que vimos ontem, ninguém vai trocar de canal enquanto o jogo não acabar.

  • Tobias Harris vira o ‘tiozão’ do Pistons e fala sobre jogo decisivo

    Tobias Harris vira o ‘tiozão’ do Pistons e fala sobre jogo decisivo

    Cara, quando você menos espera, vira o veterano do time. É isso que tá acontecendo com Tobias Harris no Detroit Pistons — aos 31 anos, o cara virou literalmente o ‘Unc’ (tiozão) da galera jovem de Detroit. E olha que situação mais louca: ele tá liderando um time cheio de pivetes numa série de playoffs que pode acabar hoje.

    Na coletiva antes do jogo 6 decisivo contra o Orlando Magic, Harris deu aquele sorrisinho quando perguntaram sobre ele ser o mais velho do elenco. Mano, imagina a responsabilidade? O time todo olhando pra você esperando experiência e liderança quando a temporada tá literalmente na reta final.

    O que o veterano mandou

    Harris foi direto ao ponto sobre o que o Pistons precisa fazer pra forçar um jogo 7 em casa: “Controlar o jogo de posse, a gente fala disso a temporada toda. Ganhar a batalha no rebote e ao mesmo tempo limitar os turnovers. Cuidar da bola, se divertir, sorrir, curtir esse momento.”

    Sinceramente? Adorei a mentalidade. O cara tá falando como alguém que já passou por isso antes, que sabe que pressão faz parte. “É território raro estar aqui, e nós estamos jogando basquete. Vamos fazer o que sabemos, o que fazemos a vida inteira.” Puro veterano falando aí.

    Os números não mentem

    E não é só conversa não. Harris tá entregando nestes playoffs: 19.8 pontos, 7.6 rebotes por jogo. Tá com 44.6% nos arremessos de quadra — só o lance de 3 que tá complicado (16.7%), mas hey, nos lances livres tá certeiro com 80.8%.

    Olha, pra um cara que foi escolhido em 19º no draft de 2011 (13 anos atrás, gente!), estar liderando um time jovem em playoffs é surreal. Quantos jogadores conseguem se reinventar assim depois de tanto tempo na liga?

    Vocês acham que o Pistons consegue essa virada histórica? Porque se conseguirem, pode ter certeza que o “tiozão” Harris vai ter dedo nisso. O cara tá jogando como se soubesse exatamente o peso que carrega nos ombros — e tá adorando cada segundo disso.

  • Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Mano, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. O Orlando Magic estava COM VINTE E DOIS PONTOS DE VANTAGEM no intervalo contra o Detroit Pistons, liderando a série por 3-2, e conseguiu entregar o jogo da maneira mais dolorosa possível. Perderam por 93-79 depois de serem massacrados por 55-19 no segundo tempo.

    Sinceramente? Eu não sei como você se recupera psicologicamente de uma dessas. É o tipo de derrota que fica na cabeça e pode destruir um time jovem como o Magic.

    O colapso mais bizarro que já vi

    Olha só esse dado absurdo: no quarto período, o Magic acertou APENAS UM arremesso de quadra em 20 tentativas. UM. Como é que você explica isso? Foi tipo aqueles pesadelos onde você tenta correr mas não sai do lugar.

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, tentou passar uma de otimista depois do jogo. Ele falou que o time precisa se lembrar de como jogaram bem no primeiro tempo e que “estão no meio do caminho” — que podem encontrar uma forma de ganhar o jogo 7 em Detroit.

    “A capacidade de fazer isso no primeiro tempo é algo em que vocês podem se apoiar um pouco — a mentalidade defensiva, compartilhar a bola no ataque, movimentar ela, fazer as cestas. Então vocês estão em algum lugar no meio. E acho que isso é algo que temos que registrar e entender”, disse Mosley.

    Mosley vai ter que ser criativo pra motivar essa galera

    Lembra quando o Magic perdeu no play-in pro Philadelphia 76ers? Mosley mostrou vídeos dos jogadores na época da faculdade pra motivar o time, e funcionou — eles destruíram o Charlotte Hornets na sequência.

    Agora ele vai precisar de algo ainda mais forte. Como é que você levanta o moral de um grupo que entregou uma vantagem de 22 pontos em um jogo que poderia ter fechado a série?

    Detroit fez um trabalho monstruoso de pressionar o Magic e tirar eles do ritmo. Aceleraram o jogo, bagunçaram as jogadas preparadas do Orlando. Foi uma clínica de como virar um jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar pra ganhar em Detroit? Ou essa derrota vai ficar na cabeça e acabar com as chances deles? Porque olha, jogo 7 fora de casa depois de uma entregada dessas… complicado demais.

  • Jalen Duren se machuca no jogo 6 e deixa Pistons na bronca

    Jalen Duren se machuca no jogo 6 e deixa Pistons na bronca

    Cara, que momento tenso pros Pistons ontem à noite. O time tava lutando pra não ser eliminado pelo Magic no jogo 6, e aí o Jalen Duren resolve se machucar a mão no terceiro quarto. Sinceramente? Não podia ser em pior hora.

    O pivô saiu de quadra e foi direto pro vestiário, deixando Detroit numa situação complicadíssima. Imagina só: seu time precisa de cada jogador disponível pra forçar um jogo 7, e você perde uma peça importante assim do nada. Sorte que ele conseguiu voltar pro banco no último quarto — mesmo sem entrar em quadra de novo.

    Os números dele antes da lesão

    Até se machucar, Duren tava fazendo um jogo sólido: 8 pontos, 8 rebotes e 1 assistência em 24 minutos. Acertou 4 dos 6 arremessos que tentou. Nada espetacular, mas consistente — que é exatamente o que você quer de um pivô em playoff.

    O mais impressionante é que o garoto de 21 anos teve uma temporada regular monstro. Primeira convocação pro All-Star Game (merecidíssima, por sinal), jogando uma média de 28 minutos por partida em 70 jogos. Os números? 19.5 pontos e 10.5 rebotes por jogo, com 65% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    Playoff difícil até agora

    Mas vou ser honesto aqui: Duren não tava no mesmo nível nos playoffs que mostrou na temporada regular. Nos primeiros cinco jogos da série, a média caiu pra 10.2 pontos e 8.2 rebotes — ainda respeitável, mas longe do que ele fez durante o ano.

    E olha, isso é normal pra um cara jovem enfrentando o primeiro playoff da carreira como estrela. A pressão é diferente, a intensidade é outra. Mas justo quando o time mais precisava dele…

    A boa notícia é que Detroit conseguiu reagir no jogo mesmo com Duren fora. Estavam perdendo por quase 20 pontos e conseguiram diminuir a diferença — típico espírito de “nunca desista” que todo fã de basquete ama ver.

    E aí, vocês acham que ele vai estar 100% se rolar o jogo 7 domingo em Detroit? Porque uma coisa eu garanto: os Pistons vão precisar de toda ajuda possível pra fechar essa série em casa.

  • Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cunningham é monstro e Pistons fazem virada histórica contra Magic

    Cara, que jogo foi aquele! O Detroit Pistons fez uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, superando uma desvantagem de 24 pontos para vencer o Orlando Magic por 93-79 no Jogo 6. E o nome da festa? Cade Cunningham, claro.

    O garoto simplesmente resolveu carregar o time nas costas. 32 pontos e 10 rebotes — sendo 19 pontos só no segundo tempo, quando o jogo estava pegando fogo. Sinceramente, eu já estava dando esse playoff como perdido para os Pistons quando vi que estavam perdendo por mais de 20, mas o Cade mostrou porque é considerado um dos melhores jogadores do mundo.

    Duncan Robinson elogia o líder

    Depois do jogo, Duncan Robinson — que também jogou bem com seus 14 pontos — não poupou elogios ao companheiro de equipe. “Ser nosso melhor jogador, ser um dos melhores do mundo, e ainda assim confiar em nós nesses momentos… ele faz isso de forma magistral”, disse Robinson.

    E olha, o cara tem razão. O que mais me impressiona no Cunningham é como ele consegue equilibrar ser o cara que resolve e ainda fazer os outros jogarem melhor. Robinson ainda completou: “A forma como ele nos acalmou no segundo tempo, sempre que precisávamos de uma cesta, ele chegava no lugar certo”.

    Temporada de MVP interrompida por lesão bizarra

    Não dá pra falar do Cade sem mencionar a temporada absurda que ele fez. Médias de 23.9 pontos e 9.9 assistências por jogo — números de MVP mesmo. O mais louco? Ele estava sendo cotado como um dos principais candidatos ao prêmio até sofrer uma lesão no pulmão (sim, vocês leram certo, pulmão colapsado!) que o tirou de 11 jogos no final da temporada regular.

    Imaginem se ele não tivesse se machucado… Provavelmente estaria brigando de igual para igual com os favoritos ao MVP. Mas enfim, lesão é parte do jogo, né?

    Agora vem o Jogo 7 em Detroit no domingo. Os Pistons estavam perdendo a série por 3-1, mas Cunningham acordou: 45 pontos no Jogo 5 e agora essa atuação monstro no Jogo 6. Será que conseguem completar essa virada histórica em casa?

    Eu não sei vocês, mas tô torcendo demais por essa história. Ver um jovem como o Cade carregando um time tradicional como o Pistons de volta aos playoffs depois de tanto tempo é simplesmente lindo. E aí, acham que eles conseguem fechar no Jogo 7?

  • Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. O Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada do Detroit Pistons morrer no jogo 6 contra o Orlando Magic. E quando eu digo que ele decidiu, é porque o cara literalmente fez mais pontos sozinho no segundo tempo do que O TIME INTEIRO do Magic. Isso mesmo que vocês leram.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essa estatística é de outro planeta: Cunningham anotou 24 pontos no segundo tempo. O Magic? 19. Todo o time. Dezenove pontos em dois quartos inteiros. Cara, isso é constrangedor.

    A virada histórica dos Pistons

    No intervalo, a situação era desesperadora. Pistons perdendo por 22 pontos (60-38) e com a corda no pescoço na série — já estava 3-2 pro Magic. Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra Detroit. Mas aí aconteceu algo que só o basquete consegue proporcionar.

    Os caras saíram do vestiário com uma energia completamente diferente. Sabe quando você sente que algo mudou? Foi exatamente isso. A defesa engrenhou, o ataque fluiu e o Cade virou o monstro que a gente sabe que ele pode ser.

    O placar final foi 93-79 para Detroit. Sim, eles viraram 22 pontos de desvantagem. No playoff. Contra um time que tava com tudo pra fechar a série.

    Cade Cunningham no modo destruição

    Os números do Cade no jogo foram surreais: 32 pontos, 10 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Mas o mais impressionante mesmo foi o quarto período. O cara anotou 19 pontos só no último quarto — exatamente os mesmos 19 que o Magic inteiro fez no segundo tempo todo.

    E vocês sabem o que é mais louco? O Magic acertou apenas 1 de 20 arremessos no último quarto. Um de vinte! Isso é 5% de aproveitamento. Eu já vi defesa sufocante, mas isso aí foi além. Os Pistons literalmente não deixaram o Magic respirar.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Em casa. Com o Cade nesse nível. Sinceramente, eu não apostaria contra os Pistons agora. E vocês, acham que Detroit consegue completar essa virada épica na série?

  • Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Gente, o que eu vi na sexta-feira foi simplesmente absurdo. Os Detroit Pistons estavam mortos e enterrados contra o Orlando Magic, perdendo por 60-38 no terceiro quarto. VINTE E DOIS PONTOS de diferença. Qualquer um normal teria jogado a toalha, mas não o Cade Cunningham.

    O cara simplesmente disse “não” pro destino e carregou os Pistons nas costas pra uma virada histórica: 93-78 pro Detroit. Uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs recentes, sinceramente.

    O show do Cunningham

    32 pontos e 10 rebotes. Double-double maestral quando mais importava. Depois do jogo, o jovem soltou uma frase que já virou meme: “Never say die” (Nunca desista). E olha, ele provou isso na prática.

    Lembram do Jogo 5? Cunningham meteu 45 pontos quando os Pistons estavam 3-1 na série. Quarenta e cinco! O moleque de 22 anos simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada morrer ali.

    Na minha opinião, é isso que separa os grandes jogadores dos medianos — essa capacidade de aparecer quando tudo parece perdido.

    Jogo 7 vai ser guerra

    Agora é aquela parada: Jogo 7 em Detroit, casa lotada, tudo ou nada. Os números dos Pistons nessa série não são nada animadores — só 29% nas bolas de três e uns 20 turnovers no Jogo 4 que quase me fizeram chorar de nervoso.

    Mas sabe o que importa? A defesa funcionou na segunda etapa do Jogo 6. Só 12 pontos permitidos em 20 minutos. Tobias Harris ajudou com 22 pontos e 10 rebotes, Ausar Thompson também pegou 10 rebotes. O time finalmente apareceu quando precisava.

    Vocês acham que os Pistons conseguem fechar em casa? Porque se depender só da garra do Cunningham, eu tô começando a acreditar que sim. O cara tem aquela mentalidade Kobe Bryant de “mamba mentality” — nunca desiste, nunca aceita a derrota.

    Domingo vai ser daqueles jogos que a gente lembra pra sempre. E conhecendo o Cunningham, ele não vai deixar a temporada morrer fácil.

  • Detroit fez o impossível: virou 24 pontos e evitou eliminação

    Detroit fez o impossível: virou 24 pontos e evitou eliminação

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite. Os Pistons estavam MORTOS. Perdendo por 24 pontos em Orlando, cara a cara com a eliminação, e de repente… simplesmente destruíram tudo.

    Final do jogo 6: Detroit 93 x 79 Orlando. Mas esses números não contam nem metade da história.

    O que diabos aconteceu com o Magic?

    Paolo Banchero resumiu bem quando perguntaram o que deu errado: “Eles fizeram uma sequência absurda e a gente não conseguiu pontuar”. É, Paolo, foi isso mesmo.

    Mas olha só esses números que me deixaram de queixo caído:

    Nos primeiros 25 minutos: Orlando 62 x 38 Detroit. Tava tudo controlado para o Magic, né? Nos últimos 23 minutos: Detroit 55 x 17 Orlando. DEZESSETE PONTOS em quase meia partida!

    No último quarto então foi de chorar. Orlando converteu apenas 1 de 20 arremessos. UM de VINTE! Isso dá 5% de aproveitamento – pior performance em um quarto nos últimos 20 mil jogos da NBA. Vinte mil jogos, pessoal!

    A sequência mais bizarra que eu já vi

    O Magic errou 23 arremessos seguidos. Vinte e três! Paolo Banchero e Desmond Bane foram 0/6 cada um, Jalen Suggs 0/4… foi um massacre psicológico mesmo.

    Quando essa sequência começou, Orlando ganhava 70-54. Quando terminou, Detroit já liderava 89-75. Uma corrida de 35-5 para os Pistons que durou quase 14 minutos de jogo.

    Sinceramente, eu assisto NBA há anos e nunca vi uma zebra dessas. Como é que um time simplesmente esquece como jogar basquete em plenos playoffs?

    Cade Cunningham virou o monstro

    E o Cade? O garoto assumiu o protagonismo que todo mundo esperava. Sozinho no segundo tempo, ele fez 24 pontos – mais que o Magic INTEIRO, que fez apenas 19.

    “A gente não ia desistir de jeito nenhum”, disse o Cunningham depois. E realmente não desistiram. O técnico J.B. Bickerstaff tava certo quando falou sobre o espírito desse time.

    Detroit nem jogou nas alturas – 40% de aproveitamento no segundo tempo. Mas com a defesa funcionando e dominando os rebotes (35-17 na segunda metade), foi mais que suficiente para quebrar o psicológico do adversário.

    Agora é jogo 7 em Detroit. O Cade já avisou: “Isso nos mantém vivos, nos dá mais um dia para lutar. Mas nada disso importa se não ganharmos o jogo 7”.

    Vocês acham que Detroit consegue completar essa zebra histórica? Porque olha, depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada…

  • Orlando simplesmente DESMORONOU: 24 pontos de vantagem viraram derrota

    Orlando simplesmente DESMORONOU: 24 pontos de vantagem viraram derrota

    Cara, eu já vi muita coisa estranha na NBA ao longo dos anos, mas o que rolou em Orlando na sexta-feira foi de outro planeta. E não no bom sentido.

    O Magic estava tranquilo, dominando o Detroit Pistons por 22 pontos no intervalo. 60-38. A torcida já estava comemorando a classificação para as semifinais da Conferência Leste. Aí veio o segundo tempo e… cara, foi traumático de assistir.

    O time perdeu por 93-79. Sim, você leu certo. Saíram de uma vantagem de 22 pontos no intervalo e perderam por 14.

    Os números que fazem você questionar a realidade

    Olha, eu vou te contar os números porque senão ninguém acredita. O Magic fez apenas 19 pontos no segundo tempo inteiro. DEZENOVE PONTOS EM 24 MINUTOS! Um time profissional, em casa, com vaga nas semifinais em jogo.

    Quer saber o mais absurdo? Eles erraram 23 arremessos consecutivos durante o segundo tempo. Vinte e três seguidos! É um recorde de playoffs na era moderna. Eu sinceramente não sei como isso é fisicamente possível.

    E não era só erro não — era erro feio mesmo. Bola batendo no ferro, na tabela, algumas nem chegando perto do aro. Foi constrangedor de assistir.

    Detroit fez história (e Orlando virou piada)

    Os Pistons se tornaram apenas o terceiro time desde 1997 a virar um jogo depois de estar perdendo por 20+ pontos no intervalo quando estava enfrentando eliminação. Coisa rara, viu?

    O mais impressionante é que Detroit precisou de apenas 16 minutos e 24 segundos do segundo tempo para empatar o jogo. Dezesseis minutos! Na minha opinião, isso mostra mais a desgraça do Magic do que o mérito dos Pistons — embora tenham jogado muito bem, claro.

    No quarto período, Orlando acertou apenas 1 de 20 arremessos. Um de vinte. E esse um foi uma enterrada do Paolo Banchero. Ou seja: zero cestas de fora no último quarto. Zero.

    Vocês conseguem imaginar a pressão psicológica? O Magic passou 45 minutos de tempo real sem acertar uma bola na cesta. Quarenta e cinco minutos! Eu ficaria maluco se fosse jogador.

    Agora é Game 7 em Detroit

    E olha só a situação: Orlando tinha 3-1 na série. Estava praticamente classificado. Agora vai ter que jogar o jogo 7 fora de casa, depois dessa humilhação toda.

    Sinceramente, eu não sei como esse time se recupera mentalmente disso em 48 horas. É muita pancada para digerir. O Paolo Banchero vai ter que ser um monstro absoluto para levar esse Magic abalado para as semifinais.

    Na real, essa pode ter sido a pior zebra que eu já vi nos playoffs. Não pela virada em si, mas pela forma como aconteceu. Foi um desmoronamento completo, total, em todos os aspectos do jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar disso? Ou já era para eles?

  • Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu ontem em Orlando. O Magic tinha TUDO na mão — 24 pontos de vantagem, jogando em casa, com a chance de eliminar o primeiro colocado da conferência. E conseguiu entregar da pior forma possível.

    Os Pistons viraram o jogo por 93 a 79 e agora temos jogo 7 em Detroit no domingo. Mas olha, não foi só uma virada qualquer não. Foi um colapso histórico mesmo.

    O pesadelo do Magic no segundo tempo

    Vocês não vão acreditar nos números: o Magic ERROU 23 arremessos consecutivos no segundo tempo. Vinte e três! E no último quarto? Acertaram apenas 1 de 20 tentativas. Um de vinte, gente!

    O resultado? Fizeram apenas 19 pontos no segundo tempo — o MENOR número de pontos em qualquer tempo da história dos playoffs da NBA. Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha nessa liga, mas isso aí foi de outro mundo.

    Paolo Banchero, que a gente sabe que é craque, ficou perdido: 4 de 20 nos arremessos. O único lance que deu certo pro Magic no último quarto foi uma enterrada dele faltando 2:24. Uma enterrada só. Em 12 minutos de jogo.

    Cade Cunningham virou a chave

    Do outro lado, Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. O cara fez 19 pontos só no segundo tempo, terminando com 32 pontos e 10 rebotes. Quando a coisa apertou mesmo, ele assumiu a responsabilidade.

    Na minha visão, essa é a diferença entre um jogador comum e um craque de verdade — saber a hora de pegar o jogo pra si. E o Cade fez exatamente isso.

    Detroit fez uma corrida absurda de 18-1 no último quarto pra empatar o jogo em 72-72. Dali pra frente, foi só administrar e aplicar a pressão que o Magic não conseguiu aguentar.

    Agora é jogo 7 em Detroit

    A virada dos Pistons foi a maior de um time visitante enfrentando eliminação nos últimos 40 anos. Quarenta anos! E olha que coisa louca: no placar final, Detroit ganhou o segundo tempo por 55 a 19. É quase impossível de acreditar.

    O Magic ainda jogou sem Franz Wagner (lesão na panturrilha), mas isso não explica errar 23 arremessos seguidos. Isso é coisa da cabeça mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva no jogo 7? Eu tô achando que depois de uma entregada dessa, vai ser difícil pro Magic se recuperar mentalmente. Mas é jogo único, né? Qualquer coisa pode acontecer.

    Uma coisa é certa: quem for pro Little Caesars Arena no domingo vai ver um jogaço. Tomara que o Magic consiga esquecer esse pesadelo e fazer um último jogo digno.