Patrick Ewing falou com o coração aberto sobre ver os Knicks chegando nas finais da Conferência Leste. E cara, dá pra sentir a emoção do cara quando ele fala sobre essa oportunidade única que o time tem nas mãos.
“É uma oportunidade única na vida. Ninguém sabe se vai aparecer de novo”, disse o lendário pivô. E olha, ele sabe do que tá falando, né? Quem passou pela dor daquela final de 94 contra o Houston sabe o peso dessas palavras.
O conselho de quem viveu na pele
Quando perguntaram o que ele diria pro elenco atual, Ewing foi direto: continuar fazendo o que vinham fazendo. “Lembrem que é sobre time, isso não é tênis com uma pessoa contra outra”, disparou. E sinceramente, é isso mesmo – essa temporada dos Knicks tá sendo sobre basquete coletivo do jeito mais bonito.
A comparação que ele fez do Josh Hart com John Starks me pegou de jeito. “Josh demonstra as emoções na manga da camisa, assim como o John fazia”, observou Ewing. Cara, imagina esses dois jogando juntos? Seria pura intensidade em quadra.
Brunson impressiona até a lenda
Mas foi quando falou sobre Jalen Brunson que Ewing realmente se empolgou. “Ele é um dos jogadores mais talentosos que já vi jogar”, disse sem pestanejar. E completou: “Não tive a sorte de jogar com um talento assim”.
Pesado isso, não acham? O homem que carregou os Knicks nos anos 90 admitindo que nunca teve um armador desse nível ao lado. Faz a gente valorizar ainda mais o que o Brunson tá fazendo nessa campanha.
Sobre o Karl-Anthony Towns, Ewing destacou como os dois estão aprendendo a jogar juntos. “KAT tem sido um facilitador e busca pontuar quando tem a oportunidade”, analisou. E é verdade – a química entre eles tá crescendo a cada jogo.
OG Anunoby roubando a cena
Agora, a declaração mais surpreendente foi sobre o OG Anunoby: “Nas últimas duas séries, ele foi nosso melhor jogador”. Monstro demais ver o reconhecimento que esse cara tá tendo. Defesa elite e ainda contribuindo ofensivamente quando precisa.
E quando falou sobre como seria Nova York se os Knicks levassem tudo… cara, só de imaginar já dá arrepio. “A cidade inteira, o estado inteiro ficaria feliz demais”, previu Ewing. Vocês conseguem imaginar a festa que seria?
Patrick Ewing viveu a dor de chegar perto e não conseguir. Agora ele tá vendo uma nova geração dos Knicks com uma chance real de quebrar esse jejum de títulos. E pelo jeito que ele fala, dá pra perceber que ele realmente se sente parte dessa jornada.
Será que é a vez dos Knicks finalmente voltarem ao topo?
