Tag: Philadelphia 76ers

  • Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi as imagens do Xfinity Mobile Arena ontem à noite, quase cuspi minha cerveja na TV. Laranja e azul dominando COMPLETAMENTE a casa dos Sixers. E o Tyrese Maxey? O cara não teve papas na língua pra falar o que todo mundo tava pensando.

    “É uma merda absoluta, se eu for honesto”, disparou o armador depois da eliminação por 144-114. “É uma merda mesmo. É tudo que posso dizer sobre isso, cara.”

    E olha, eu entendo a revolta dele. Imagina você jogando em casa e ouvindo mais gritos da torcida adversária do que da sua própria? É de partir o coração mesmo.

    A invasão orange foi surreal

    Os torcedores dos Knicks simplesmente lotaram a Filadélfia. E não foram poucos não — a galera fez barulho como se fosse no Madison Square Garden. O próprio Maxey admitiu: “Parecia mais alto aqui pra eles do que no Garden”.

    Mano, isso dói. Principalmente depois do Joel Embiid ter implorado pros torcedores dos Sixers não venderem os ingressos após a série contra Boston. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”, disse o Processo. Mas não adiantou nada.

    Os Sixers até tentaram restringir a venda de ingressos pra residentes da Grande Filadélfia e doaram 500 ingressos pra comunidades locais. Só que essa restrição só valia no Ticketmaster — StubHub e SeatGeek tavam liberados. E com ingressos chegando a mais de 1.000 dólares nas cadeiras de baixo, a galera dos Knicks topou pagar e fazer a viagem.

    25 anos de sofrimento continuam

    Sinceramente? Esse é só mais um capítulo na saga de sofrimento dos Sixers. 25 anos sem passar das semifinais de conferência. Vinte e cinco! A última vez foi com o AI levando o time até as Finais em 2001.

    E agora os caras levaram uma surra de 119 pontos de saldo negativo na série toda. Quatro jogos, quatro derrotas. É de doer mesmo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reverter essa situação na próxima temporada? Porque do jeito que tá, parece que nem em casa eles têm sossego. O Maxey tem razão — isso realmente sucks mesmo.

  • Embiid promete estar mais disponível: ‘Nunca estive tão confiante’

    Embiid promete estar mais disponível: ‘Nunca estive tão confiante’

    Cara, o Joel Embiid me deixou com um misto de esperança e ceticismo depois dessa eliminação pros Knicks. O cara saiu da quadra falando que nunca esteve tão confiante sobre sua saúde — e olha, eu QUERO acreditar nele, mas vocês sabem como é…

    Na coletiva após a surra de 144-114 no jogo 4, o pivô dos Sixers foi categórico: “Estou olhando para o ano que vem, obviamente estando mais disponível. Sei que se eu estiver disponível e jogar o máximo possível, todo o resto vai seguir naturalmente.”

    O eterno problema das lesões

    Vamos aos fatos: em 10 temporadas, Embiid jogou uma MÉDIA de apenas 49 jogos por ano. Quarenta e nove! É quase uma temporada inteira que ele perde todo ano. E não estou nem contando as duas primeiras temporadas que ele perdeu completamente.

    Nesses playoffs foi mais do mesmo — apendicectomia de emergência, problemas no quadril, tornozelo, e ainda os efeitos de ter voltado muito cedo da cirurgia. Perdeu o jogo 2 contra os Knicks e jogou comprometido a série toda.

    “Mesmo as coisas que tenho enfrentado, todas estão relacionadas à cirurgia”, explicou Embiid. “Por ter voltado cedo e com o core enfraquecido, tudo mais é afetado. Tudo mais sai do lugar.”

    Tem luz no fim do túnel?

    Olha, eu tenho que dar crédito onde é devido. O cara fez uma média de 24 pontos, 7.3 rebotes e 5.4 assistências nesses playoffs — jogando machucado! E aquela virada histórica contra Boston? Monstro demais. Primeira vez na história da franquia que eles viraram um 3-1.

    O Nick Nurse elogiou o esforço: “Eu o parabenizo. Ele trabalhou pra caramba para conseguir estar lá e jogar.”

    Agora vem a parte interessante: Embiid disse que o joelho esquerdo problemático — que limitou ele a 19 jogos na temporada passada e 38 nesta — foi “resolvido”. E pela primeira vez em anos, ele planeja passar a offseason trabalhando no jogo dele ao invés de se reabilitando.

    Sinceramente? Eu quero acreditar. O cara tem três anos restantes naquele contrato monstro de $187.8 milhões. Vai ganhar quase $68 milhões na última temporada — que é opção do jogador, por sinal.

    “Esta noite, eles foram simplesmente melhores”, admitiu sobre os Knicks. “Temos que melhorar de cima a baixo. Proprietários, diretoria, jogadores, técnicos, todo mundo tem que melhorar.”

    E aí, galera — vocês acham que dessa vez vai? Ou é mais uma promessa que vai virar pesadelo na próxima temporada? Philadelphia não chega nas finais de conferência há 25 anos. VINTE E CINCO!

  • Knicks destroem os 76ers por 30 pontos e varrem Philly dos playoffs!

    Knicks destroem os 76ers por 30 pontos e varrem Philly dos playoffs!

    Cara, eu assisti esse jogo e ainda não acredito no que vi. Os New York Knicks simplesmente destruíram os Philadelphia 76ers por 144-114 e varreram a série por 4-0. Foi um massacre histórico que ainda tá ecoando na minha cabeça.

    O negócio foi surreal desde o primeiro minuto. Os Knicks começaram 9 de 10 do perímetro — nove de dez! Aí você pensa: “tá, deve ter sido sorte”. Mas não, meu amigo. Eles continuaram chovendo bola de três e fecharam o primeiro quarto com 11 arremessos convertidos de longa distância. Onze no primeiro período! Isso é recorde de playoffs na era moderna.

    Uma chuva de três que entrou pra história

    Vocês conseguem imaginar estar na Xfinity Arena e ver seu time tomando uma surra dessas? Porque a torcida do Knicks praticamente tomou conta do ginásio — parecia mais o Madison Square Garden do que a casa dos 76ers.

    O primeiro tempo foi uma aula de basquete. Os Knicks acertaram 18 de 29 tentativas de três pontos nos primeiros 24 minutos (62% de aproveitamento), empatando o recorde de playoffs da NBA para mais bolas de três em um tempo. Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns praticamente carregaram o ataque: participaram de 59 dos 81 pontos do time na primeira etapa.

    Sinceramente, no terceiro quarto com 30 pontos de vantagem, eu já tava com dó. Se fosse futebol de várzea, o juiz já tinha encerrado o jogo por goleada.

    Deuce McBride foi o garçom da festa

    Quem roubou a cena foi Deuce McBride com sete bolas de três e 25 pontos. O cara tava inspirado — cada arremesso que ele soltava, eu já sabia que ia entrar. Brunson fez seus 22, enquanto Josh Hart e Towns contribuíram com 17 cada.

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid até tentou com 24 pontos, Tyrese Maxey adicionou 17, mas não teve jeito. Quando o adversário acerta 25 bolas de três (empatando outro recorde de playoffs), você só pode aplaudir e partir pro próximo ano.

    Os 144 pontos também entraram pra história — maior pontuação dos Knicks em playoffs na história da franquia. Ou seja, a gente testemunhou algo que nunca tinha acontecido antes.

    E agora? Knicks voando e 76ers no buraco

    Com essa vitória, New York volta às Finais do Leste pelo segundo ano consecutivo, mas agora com uma cara muito mais dominante. Eles vão enfrentar quem passar entre Detroit e Cleveland (Pistons lideram 2-1), chegando embalados com sete vitórias seguidas e uma média de 26,4 pontos de diferença nesses jogos.

    Já Philadelphia… rapaz, que situação complicada. 25 anos sem passar da segunda rodada. É de doer no coração de qualquer torcedor dos Sixers. E o pior: com Embiid e Paul George custando mais de 100 milhões combinados na próxima temporada, fica difícil mexer no elenco.

    Na minha opinião, chegou a hora dos 76ers apostarem definitivamente em Tyrese Maxey como o cara do time. O garoto tá jogando demais e merece estar no All-NBA esse ano. E aí, vocês acham que Philadelphia consegue se reinventar no verão ou vai ser mais um ano de promessas?

    Uma coisa é certa: essa varredura dos Knicks foi história pura. E que história!

  • Knicks transformaram Philly em casa e avançaram na moral

    Knicks transformaram Philly em casa e avançaram na moral

    Cara, eu ainda não acredito no que vi nos jogos 3 e 4 em Philly. Os Knicks literalmente tomaram conta da casa dos Sixers e transformaram o Xfinity Mobile Arena em uma extensão do Madison Square Garden. Foi de arrepiar.

    O Joel Embiid até implorou pros torcedores dos Sixers não venderem seus ingressos e aparecerem nos jogos. A organização fez de tudo — até doou ingressos pra grupos da comunidade local só pra tentar manter os nova-iorquinos longe. Spoiler: não funcionou nem um pouco.

    A invasão laranja e azul

    “Eu costumava pensar que Philly era uma cidade esportiva, não sei mais”, disparou o Josh Hart depois da classificação. E olha, eu entendo a frustração do cara.

    No jogo 3, a torcida dos Knicks já tinha dominado a arena, mas no jogo 4 foi ainda mais absurdo. Quando o time de Nova York foi apresentado antes do jogo, os gritos foram tão altos que se você não estivesse vendo, juraria que era o time da casa sendo anunciado. Surreal mesmo.

    O Jalen Brunson resumiu bem: “É uma das coisas mais legais do mundo ouvir a torcida dos Knicks tomando conta de arenas adversárias”. E cara, que tomada de conta foi essa.

    Robinson virando herói e Embiid sofrendo

    A galera explodiu quando o Mitchell Robinson (que normalmente é um desastre nos lances livres) acertou os dois na estratégia Hack-A-Mitch que Philly tentou. Minutos depois, tinha um grupo de torcedores dos Knicks mostrando fotos daquela enterrada histórica do Robinson no Embiid enquanto o pivô tentava bater os lances livres.

    Sinceramente? Ver o Embiid sendo zoado na própria casa foi meio triste, mas faz parte do show. O cara tava claramente frustrado, e a torcida adversária só aumentava a pressão.

    MSG West confirmado

    Com os torcedores locais indo embora mais cedo (clássico), os cânticos de “Knicks in 4” e “Let’s Go Knicks” ecoaram pela arena inteira. Philly virou literalmente o MSG West, como o pessoal costuma falar.

    Até o Mike Brown reconheceu: “Eu tenho muito respeito por vocês, torcedores dos Knicks”. E o Hart fechou com chave de ouro: “Quando você consegue tomar uma ‘cidade esportiva’, isso dá muita confiança pros jogadores. Nunca pareceu um jogo fora de casa”.

    Olha, eu sempre soube que a torcida dos Knicks viaja bem, mas isso aí foi outro nível. Transformar Philly em casa? Isso sim é poder de torcida. E vocês, já viram algo parecido? Que atmosfera vocês acham que os Knicks vão encontrar nas finais do Leste?

  • 76ers encostados na parede: só um milagre salva a temporada

    76ers encostados na parede: só um milagre salva a temporada

    Cara, eu tô vendo essa série dos Sixers contra os Knicks e, sinceramente, tá difícil de engolir. Game 3 era AQUELE jogo — Joel Embiid voltando, OG Anunoby machucado do lado dos Knicks. Parecia que finalmente ia dar certo pro Philadelphia. Mas não deu. 108-94 pros Knicks, e agora é 3-0 na série.

    Olha, eu entendo que voltar de 3-0 é praticamente impossível (só aconteceu quatro vezes na história da NBA), mas cara… os Sixers tão jogando como se já tivessem entregado os pontos.

    O primeiro quarto iludiu todo mundo

    O primeiro período foi absurdo. Paul George metendo 15 pontos, aquele step-back de três que foi pura arte, VJ Edgecombe voando com enterradas em sequência. Os Sixers abriram dupla vantagem e eu já tava sonhando com a virada épica.

    Aí veio a realidade. Do segundo quarto pra frente, virou aquela coisa: Jalen Brunson fazendo o que quer na quadra, os Knicks pegando rebote ofensivo à vontade, e o Philadelphia simplesmente sumindo de quadra.

    Brunson tá virando pesadelo recorrente

    Esse menino do Brunson tá impossível de parar. 33 pontos no Game 3, acertando de todo lugar, indo pra linha de lance livre quando quer. Os Sixers tentaram de tudo: colocaram Quentin Grimes, Kelly Oubre Jr., até o próprio Edgecombe pra marcar ele. Mudaram a cobertura no pick-and-roll, fizeram Embiid vir mais alto, testaram lineups menores…

    Nada funcionou. E olha que não é por falta de tentar, viu? O problema é que o Embiid não tá 100% fisicamente, então quando o Brunson força a troca ou ataca o garrafão, sobra espaço pra ele ou pros companheiros.

    É frustrante porque você vê que o talento tá ali, mas a execução…

    Os detalhes que fazem a diferença

    Uma coisa que me incomoda muito é o rebote. No segundo quarto do Game 3, os Knicks pegaram CINCO rebotes ofensivos. Cinco! Isso resultou em 20 pontos de segunda chance no jogo todo. Cara, contra um time que já tá jogando melhor que você, dar essas oportunidades extras é pedir pra perder.

    Eu sei que a temporada foi longa, que os caras chegaram cansados depois daquela virada histórica contra o Celtics (3-1 pra baixo, nunca esqueço). Mas isso não pode ser desculpa pra não brigar por cada rebote.

    O Kelly Oubre Jr. foi praticamente o único que apareceu no Game 3. 22 pontos, 8 rebotes, cortando bem, acertando de três. Mostra que quando os caras se dedicam, o talento aparece.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos evitar a vassourada no Game 4? Porque sinceramente, do jeito que tá, vai ser difícil…

  • Embiid faz vista grossa pra invasão dos fãs dos Knicks na Filadélfia

    Embiid faz vista grossa pra invasão dos fãs dos Knicks na Filadélfia

    Cara, eu vi a cena ontem à noite e ainda tô processando o que rolou no Xfinity Mobile Arena. Os fãs dos Knicks literalmente tomaram conta da casa do Philadelphia 76ers no jogo 3, e o Joel Embiid? Fingiu que não viu nada.

    Os Sixers levaram uma surra de 108-94 dos Knicks — que agora lideram a série por 3-0 nos playoffs — e quando perguntaram pro Embiid sobre a presença massiva da torcida de Nova York na arena, ele deu uma dessas: “Não sei. Eu estava focado no jogo. Realmente não estava prestando atenção.”

    Machucado mas resistindo

    Olha, eu entendo que o cara estava jogando no sacrifício. O técnico Nick Nurse até elogiou o esforço do Embiid, que entrou em quadra mesmo com uma lesão no tornozelo direito e um problema no quadril que vem incomodando há tempos. Mas sinceramente? Difícil acreditar que ele não ouviu aquela barulheira toda dos fãs dos Knicks comemorando cada cesta.

    E convenhamos — quando sua própria torcida é “invadida” assim em casa, você sente na pele. Os nova-iorquinos estavam eufóricos, gritando como se estivessem no Madison Square Garden. Deve ter sido humilhante pra torcida local ver aquilo.

    Situação desesperadora

    A real é que o 76ers tá numa situação bem complicada. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 3-0 nos playoffs, e com o Embiid claramente limitado fisicamente, fica difícil imaginar como eles vão sair dessa.

    Vocês acham que o Embiid realmente conseguiu “ignorar” toda aquela pressão da torcida adversária? Ou ele só tá tentando manter a compostura numa situação que já tá praticamente perdida? Eu fico pensando como deve ser frustrante ver sua arena sendo dominada assim…

    O jogo 4 vai ser na sexta, e pode muito bem ser o último da temporada dos Sixers. Se for mesmo, pelo menos eles vão sair jogando em casa — mesmo que metade da torcida torça contra eles.

  • Nick Nurse elogia OG Anunoby: ‘Nunca vi ele jogar tão bem’

    Nick Nurse elogia OG Anunoby: ‘Nunca vi ele jogar tão bem’

    Cara, quando o técnico adversário para tudo pra te elogiar, é porque você tá fazendo algo MUITO especial. Foi exatamente isso que rolou com OG Anunoby dos Knicks — Nick Nurse, técnico dos 76ers, simplesmente não conseguiu segurar os elogios pro ala canadense.

    E olha que o timing é meio irônico, né? Justo quando Anunoby tava fora do Jogo 3 contra Philadelphia, Nurse resolveu dar uma masterclass sobre o quão absurdo o jogador dos Knicks tem sido nestes playoffs.

    Elogios de técnico rival? Isso é coisa séria

    “OG tem sido inacreditável, simplesmente incrível, tanto na série contra o Atlanta quanto nesta série. Ele tem jogado no melhor nível que já vi dele”, disparou Nurse antes do Jogo 3. E não parou por aí — o cara continuou: “Ele só fica melhor e melhor. Defende todas as posições, o arremesso tá uma loucura, e agora até o jogo de corte dele melhorou.”

    Sinceramente? Quando Nurse fala que Anunoby “agora tá enterrando em todo mundo e acertando aqueles arremessos de meia distância”, dá pra sentir o respeito (e talvez um pouco de desespero) na voz do técnico dos Sixers.

    Os números não mentem

    E os números do cara realmente impressionam. Contra o Hawks na primeira rodada, OG cravou médias de 21.5 pontos, 8.7 rebotes e 1.8 roubos de bola. Ah, e aproveitamento? 61.1% nos arremessos de quadra e absurdos 56.7% nas bolas de três. Monstro.

    Nos dois primeiros jogos contra Philadelphia, manteve o nível alto: 18 pontos no Jogo 1, 24 no Jogo 2. O cara simplesmente não dá folga pra ninguém.

    A ausência dele no Jogo 3 deixou Nurse curioso sobre como Tom Thibodeau ia ajustar o time. “Eles podem ir tanto pro lado grande quanto pro pequeno”, analisou o técnico dos Sixers. “Vou ter que ver o que acontece e como isso impacta o jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível sem o OG? Porque pelo jeito que Nurse tá falando, parece que tirar esse cara de quadra é praticamente um presente pros adversários.

  • Maxey não desiste: ’76ers têm que jogar com orgulho’

    Maxey não desiste: ’76ers têm que jogar com orgulho’

    Cara, eu sei que tá feio pra Philadelphia. 3 a 0 pra trás contra os Knicks nos playoffs? A situação não podia estar mais complicada. Mas olha só a mentalidade do Tyrese Maxey — o garoto simplesmente não abaixa a cabeça.

    Depois da derrota por 108 a 94 no jogo 3, quando todo mundo já tava preparando o obituário dos 76ers, o Maxey foi lá e disse exatamente o que eu queria ouvir de um jogador nessa situação:

    “É um grande desafio. Você tem que fazer acontecer. Ou você não joga com orgulho algum e toma uma varrida na sua própria casa na segunda rodada dos playoffs, ou você joga com orgulho e vence um jogo de cada vez.”

    Situação limite

    Olha, vou ser honesto com vocês: historicamente, sair de um 0-3 é quase impossível. Tipo, QUASE impossível mesmo. Mas se tem um cara que pode fazer o impossível acontecer, é exatamente esse tipo de jogador — alguém que encara a adversidade de frente.

    Maxey fez 17 pontos e 7 assistências no jogo 3. Não foram números espetaculares, mas o Kelly Oubre Jr. foi quem mais pontuou pelo time com 22. O problema é que contra os Knicks, que tão jogando um basquete sólido demais, isso não foi suficiente.

    Orgulho e mentalidade

    O que mais me impressiona é a mentalidade do garoto. Aos 23 anos, ele tá assumindo a liderança em um dos momentos mais difíceis que esse time pode passar. E vocês perceberam como ele colocou a questão? É sobre orgulho, sobre não aceitar ser varrido em casa.

    Sinceramente, eu não sei se os 76ers conseguem virar essa série — seria um dos maiores comebacks da história dos playoffs. Mas uma coisa eu sei: com esse tipo de mentalidade, pelo menos eles vão lutar até o último segundo.

    E aí, vocês acham que Philadelphia consegue pelo menos evitar a varrida? Ou os Knicks fecham em 4?

  • Knicks ‘invadem’ Philly com Ben Stiller e Timothée Chalamet na torcida

    Knicks ‘invadem’ Philly com Ben Stiller e Timothée Chalamet na torcida

    Cara, isso é o que eu chamo de invasão organizada! Os Knicks podem estar jogando fora de casa na Filadélfia, mas a torcida nova-iorquina simplesmente não liga pra geografia. Ben Stiller, Timothée Chalamet (que namora a Kylie Jenner), Tracy Morgan e até o lendário Spike Lee cruzaram o estado pra apoiar o time no Jogo 3 contra os 76ers.

    O mais engraçado é que o Joel Embiid tinha IMPLORADO pros fãs dos Sixers não venderem os ingressos pros nova-iorquinos. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês”, disse o pivô depois de eliminar o Boston no primeiro round. O cara até reclamou que da última vez parecia que estavam jogando no “Madison Square Garden East”.

    A contra-ofensiva que não funcionou

    Os Sixers até tentaram ser espertos – limitaram a venda de ingressos só pra quem mora na região de Philly. Mas olha… quando você tem dinheiro e paixão pelo time, não tem barreira geográfica que segure, né?

    E não foram só as celebridades não. Lendas dos Knicks como Patrick Ewing, John Starks, Walt Frazier e Allan Houston também marcaram presença. Imaginem a pressão que isso não coloca nos Sixers jogando em casa com essa invasão azul e laranja nas arquibancadas!

    O show em quadra

    No jogo mesmo, os Knicks estavam mandando bem até o terceiro quarto – liderando por 85 a 76. Jalen Brunson tava monstruoso com 24 pontos e 8 assistências, enquanto Mikal Bridges colaborou com 17. Do lado dos Sixers, Kelly Oubre Jr. tentou segurar a bronca com 22 pontos, mas o Embiid ainda tava meio apagado com “só” 16.

    Sinceramente, eu acho genial essa mobilização da torcida dos Knicks. É isso que falta no basquete brasileiro – essa paixão que atravessa estados. E vocês, acham que os 76ers conseguem virar essa série em casa mesmo com essa “invasão” nova-iorquina? Porque pelo jeito, o pedido do Embiid não surtiu muito efeito…

  • Embiid detona arbitragem: ‘Parece que é bom quando NY ganha’

    Embiid detona arbitragem: ‘Parece que é bom quando NY ganha’

    Cara, o Joel Embiid não guardou nada depois da derrota por 108-94 pro Knicks no Jogo 3. O pivô dos Sixers simplesmente detonou a arbitragem e soltou uma frase que vai render muito comentário: “Parece que é bom quando New York ganha”.

    Olha, eu entendo a revolta dele. Os Knicks foram 32 vezes à linha de lance livre, enquanto Philly teve apenas 16 tentativas. Para um time que não vive de arremessos de três e prefere atacar o garrafão, essa diferença é no mínimo estranha.

    A bronca do gigante

    “Não sei, talvez eles deixaram passar algumas faltas do nosso lado”, disse Embiid após o jogo. “Eles foram 32 vezes à linha, nós apenas 16. Não somos um time que arremessa muitos de três. A gente ataca, coloca a bola no chão.”

    E aí veio a bomba: “Acho que é bom quando New York ganha, então temos que ter a mentalidade de simplesmente não cometer faltas e ser espertos o suficiente para não nos colocarmos numa posição onde eles vão tirar vantagem.”

    Monstro demais essa declaração. Embiid praticamente acusou a arbitragem de favorecer os Knicks — e olha que ele voltou justamente no Jogo 3 depois de perder o anterior por lesão.

    Towns também ficou pistola

    O Joel não foi o único a reclamar. Karl-Anthony Towns, que cometeu cinco faltas pessoais, também demonstrou sua irritação. Teve uma jogada específica onde ambos os gigantes caíram no chão brigando pelo rebote, marcaram falta no Embiid, mas depois de revisão mudaram a decisão e deram a terceira falta no Towns — que foi pro banco no segundo quarto.

    Quando perguntaram se ele ficou surpreso com a reversão, Towns foi direto: “Não me surpreendo mais com nada”.

    Sinceramente? Essa série tá ficando cada vez mais quente. Philadelphia precisa vencer o Jogo 4 em casa domingo, senão vai pras férias mais cedo. E com essas declarações do Embiid, imagino que os árbitros vão estar com o apito ainda mais rigoroso.

    Vocês acham que o Joel passou dos limites ou tinha razão de reclamar dessa diferença absurda nos lances livres?