Tag: Philadelphia 76ers

  • VJ Edgecombe quebra sequência de Knueppel e leva Rookie do Mês

    VJ Edgecombe quebra sequência de Knueppel e leva Rookie do Mês

    Finalmente! VJ Edgecombe conseguiu quebrar a hegemonia de Kon Knueppel e levou o prêmio de Rookie do Mês de março no Leste. E olha, já tava na hora mesmo — o cara vem jogando muito no Philadelphia 76ers.

    Knueppel tinha emplacado quatro meses seguidos (novembro, dezembro, janeiro e fevereiro), mas Edgecombe mostrou que veio pra ficar. Os números dele em março foram absurdos: 18.9 pontos, 5.8 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Pra um novato, tá jogando com uma maturidade impressionante.

    Raynaud também brilha no Oeste

    No Oeste, quem levou foi Maxime Raynaud, do Sacramento Kings. O cara saiu de Stanford como a 42ª escolha do Draft 2025 — ou seja, não era nem esperado que fizesse tanto barulho assim tão cedo.

    Mas os números falam por si só: 17.9 pontos e 8.5 rebotes por partida. Pra um pivô que muita gente nem conhecia direito antes do draft, tá se provando um achado dos Kings. Sinceramente, escolhas mais pra baixo no draft às vezes rendem essas surpresas maravilhosas.

    A nova geração chegou com tudo

    É impressionante como essa turma de rookies de 2025 tá chegando já fazendo diferença. Edgecombe quebrou uma sequência que parecia impossível de ser quebrada, e Raynaud tá mostrando que nem sempre os primeiros escolhidos são os que mais rendem.

    Vocês acham que Edgecombe consegue manter esse nível e disputar o Rookie of the Year? E esse Raynaud, será que consegue se firmar como titular absoluto em Sacramento? A temporada ainda tem muito pano pra manga, mas esses caras já tão deixando sua marca na liga.

  • PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    Cara, quando o Paul George decide que é a noite dele, é melhor todo mundo sair da frente. Ontem à noite foi exatamente isso que aconteceu — PG meteu 39 pontos (recorde pessoal dele pelos Sixers) e literalmente carregou o time nas costas pra destroçar os Wizards por 153-131.

    E olha, não é qualquer vitória não. Com 42-34 no cartel, os Sixers tão na briga direta com Hawks, Magic, Heat e Raptors pela classificação. Cada jogo é uma final agora.

    Show do Paul George

    Mano, o PG tava inspirado mesmo. 15/22 nos arremessos de quadra, mais 6 assistências e 3 roubadas de bola. O cara começou dominando logo de cara com duas cestas de média distância e nunca mais parou. Foi um desses jogos que você vê e pensa: “pô, por que ele não joga assim todo jogo?”

    E não foi só ele não — Maxey também meteu os seus 28 pontos em 12/20 nos chutes, distribuindo 9 assistências. A dupla tá funcionando, galera. Quando esses dois tão afinados assim, dá pra sonhar alto mesmo.

    VJ Edgecombe também merece destaque. O moleque fez 23 pontos com 10/15 nos arremessos e ainda deu 10 assistências. Double-double no capricho! Tá crescendo no momento certo.

    Embiid fora, mas o time funcionou

    Olha, eu confesso que sempre fico com o pé atrás quando o Embiid não joga. Mesmo sendo por doença (e não lesão, graças a Deus), sempre bate aquele nervosismo. Mas ontem o time mostrou que pode funcionar sem o Big Man.

    Johni Broome também tava fora por causa do menisco, então a responsabilidade ficou toda nas mãos dos caras que estavam em quadra. E eles souberam responder.

    Do lado dos Wizards, eles tiveram seis desfalques, incluindo Alex Sarr e Kyshawn George. Anthony Gil foi o cestinha deles com 21 pontos, mas não teve jeito — quando o ataque dos Sixers tá funcionando desse jeito, é difícil acompanhar o ritmo.

    Corrida pelos playoffs esquenta

    Sinceramente, essa vitória veio em boa hora. A conferência leste tá uma loucura e cada vitória pode ser a diferença entre estar dentro ou fora dos playoffs. Com Hawks, Magic e companhia também jogando na mesma noite, era fundamental não vacilar.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem manter essa pegada sem o Embiid? Porque uma coisa é certa: se o PG continuar jogando nesse nível e o Maxey mantendo a consistência, esse time pode incomodar muito na pós-temporada. Só não pode relaxar agora!

  • PG13 metendo 39 pontos sem o Embiid? Os Sixers tão voando!

    PG13 metendo 39 pontos sem o Embiid? Os Sixers tão voando!

    Gente, o Paul George simplesmente resolveu mostrar serviço ontem à noite. 39 pontos na vitória dos Sixers sobre o Washington por 153-131. E olha que o Embiid nem jogou por causa de uma gripe!

    Cara, eu sempre achei que o PG13 tinha potencial pra explodir quando chegou na Filadélfia, mas depois daquela suspensão de 25 jogos por conta das regras antidrogas da NBA… sinceramente, eu não sabia o que esperar. Mas o cara voltou com sede no pote.

    A noite mágica do Paul George

    Olha os números: 15 de 22 nos arremessos de quadra, 6 de 12 do perímetro, mais 6 assistências e 5 rebotes. Eficiência pura. É impressionante como ele consegue ser letal de qualquer lugar da quadra — aquela facilidade pra arremessar por cima de qualquer marcador é coisa de monstro mesmo.

    E não foi só o George não. O Tyrese Maxey contribuiu com 28 pontos e 9 assistências no terceiro jogo dele voltando da lesão no dedo. O rookie VJ Edgecombe também meteu 23 pontos e 10 assistências. Que garoto promissor, hein?

    O mais absurdo? Os titulares dos Sixers converteram 45 de 65 arremessos (69,2% de aproveitamento). Isso é videogame, pessoal!

    Sixers subindo na tabela

    Com essa vitória, Philadelphia chegou ao sexto lugar do Leste, empatado com Toronto em 42-34, mas com vantagem no confronto direto. Olha, eu tô começando a acreditar nesse time dos Sixers pra brigar por algo mais na pós-temporada.

    153 pontos pela segunda quarta-feira consecutiva — semana passada meteram 157 no Chicago. Quando esse ataque engata, é impossível segurar.

    Do outro lado, coitado do Washington. Caíram sozinhos na lanterna da NBA depois de começar a noite empatados com Indiana. Quatro derrotas seguidas e 20 perdas nos últimos 21 jogos. Anthony Gill até fez sua melhor marca na carreira com 21 pontos, mas não teve jeito.

    Vocês acham que os Sixers conseguem manter essa pegada ofensiva quando o Embiid voltar? Na minha visão, se o Joel conseguir se manter saudável nos playoffs, esse time pode incomodar muito no Leste. Mas a gente sabe como é — sempre tem aquela reticência com a saúde do Embiid, né?

  • Wizards leva surra histórica: 153-131 pra Philly foi zero defesa

    Wizards leva surra histórica: 153-131 pra Philly foi zero defesa

    Cara, eu já vi muito jogo ruim do Washington Wizards na minha vida, mas o que aconteceu ontem contra o Philadelphia 76ers foi de outro nível. 153-131. Cento e cinquenta e três pontos! Parecia aqueles jogos de videogame quando você coloca no modo fácil só pra se divertir.

    O mais louco é que no primeiro tempo ainda deu pra sonhar. Os Wizards começaram até bem, com Tristan Vukcevic pegando fogo nos primeiros minutos — 10 pontos logo de cara. Mas aí o Paul George resolveu lembrar que ainda joga basquete e meteu 14 no primeiro quarto. Velho, o cara tem 36 anos e ainda consegue fazer isso.

    Anthony Gill teve a noite da vida dele

    No segundo quarto aconteceu uma coisa que eu nunca pensei que ia ver: o banco do Wizards jogou melhor que o time titular. Jamir Watkins e Jaden Hardy começaram um rally de 16-7 que me fez acreditar (por uns 5 minutos) que esse time podia fazer alguma coisa. E o Anthony Gill? Meu amigo, o cara estava INSPIRADO.

    Onze pontos no segundo quarto com três bolas de três. Gill acabou fazendo a melhor partida da carreira: 21 pontos acertando 8 de 9 arremessos! Seis rebotes, seis assistências. Performance completa. Vocês sabiam que ele acabou de atingir os 1.000 pontos na carreira? Merecido demais.

    Will Riley e a enterrada que não salvou nada

    No terceiro quarto, Will Riley fez uma enterrada que foi viral na hora — aquela cravada no Adem Bona foi coisa de maluco. Dezoito pontos no jogo, acertando 8 de 12. Riley tá crescendo a cada jogo, isso é inegável.

    Mas aquela enterrada também marcou o começo do fim pra Washington. Porque logo depois os Sixers simplesmente decidiram que o jogo tinha acabado e partiram pra cima sem dó. 120-103 no final do terceiro, e aí já era.

    Tre Johnson teve uma noite pra esquecer — 8 pontos em 3 de 11 arremessos. E na defesa? George e Tyrese Maxey fizeram o que quiseram com o garoto. Às vezes esquecemos que ele ainda tá aprendendo, né?

    Defesa? Que defesa?

    Sinceramente, assistir esse jogo me deu uma sensação estranha. Por um lado, ver caras como Gill e Riley jogando bem é massa. Por outro, 153 pontos sofridos é surreal. Não tem como ganhar jogo nenhum assim.

    Os Wizards têm uma chance de se redimir no sábado contra o Miami Heat. E olha, depois de uma surra dessas, qualquer coisa que não passe dos 120 pontos sofridos já vai ser progresso. Vocês acham que eles conseguem melhorar essa defesa antes dos playoffs? Porque do jeito que tá, vai ser complicado…

  • Heat vira nos minutos finais e atropela os 76ers com sequência absurda

    Heat vira nos minutos finais e atropela os 76ers com sequência absurda

    Que jogo maluco foi esse no Miami! O Heat estava perdendo por quatro pontos faltando pouco mais de três minutos, parecia que ia tomar mais uma derrota amarga em casa… aí do nada veio uma sequência de 14-0 que simplesmente destruiu qualquer esperança dos 76ers. Final: 119-109 para o time da Flórida.

    Tyler Herro foi o maestro da virada com 30 pontos. O cara tá numa fase impressionante, sinceramente. Bam Adebayo fez sua parte também: 23 pontos e 16 rebotes. Double-double consistente como sempre. Mas quem me surpreendeu foi Pelle Larsson — 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). Vocês viram esse cara jogar? Tá crescendo na reta final da temporada.

    A montanha-russa do placar

    Olha, esse jogo foi uma verdadeira montanha-russa emocional. O Heat abriu 12 pontos de vantagem no primeiro quarto, depois viu os Sixers virarem e irem pro intervalo na frente por 61-58. No terceiro período, Miami disparou de novo — chegou a ter 15 pontos de diferença com 3:29 no relógio.

    Aí que tá… quando você acha que o jogo tá controlado na NBA, sempre tem uma virada maluca esperando. Philadelphia respondeu com uma sequência de 15-2 e empatou em 101-101 com Joel Embiid (que teve 26 pontos na noite). O pivô até colocou os visitantes na frente por 107-103 com uma bomba de três.

    Os últimos minutos que definiram tudo

    Mas aí veio a magia do basquete. Em 2 minutos e 36 segundos, o Heat simplesmente não errou mais nada. Foram 14 pontos consecutivos que sepultaram qualquer chance de reação dos Sixers. É isso que separa os times bons dos mediocres — essa capacidade de fechar jogos quando a pressão aperta.

    Do lado dos 76ers, Tyrese Maxey fez um jogaço: 23 pontos, nove assistências e sete rebotes. Paul George contribuiu com 19. Mas na hora H, quando precisavam de uma cesta importante, não conseguiram executar.

    Uma curiosidade legal: VJ Edgecombe, das Bahamas, teve uma torcida especial na arena. Vários conterrâneos dele fizeram a viagem curta até Miami e agitaram bandeiras sempre que ele fazia algo bom. Terminou com 13 pontos e cinco assistências — não foi mal para um rookie.

    Com essa vitória, o Heat (40-36) mantém viva a esperança de escapar do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições para ter duas chances de se classificar. Estão em nono no Leste, praticamente empatados com Orlando. E aí, acham que conseguem furar a fila dos playoffs?

  • Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Cara, que jogaço do Miami Heat ontem à noite! Tyler Herro simplesmente resolveu destruir tudo no final e comandou uma virada espetacular contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 119-109. O cara meteu 30 pontos e mostrou porque é um dos mais clutch da liga.

    Mas não foi só o Herro não — Bam Adebayo também fez a sua parte com 23 pontos e 16 rebotes. Double-double absurdo do pivô, que tá mostrando consistência demais nessa reta final da temporada regular.

    Sequência final monstruosa

    O que mais me impressionou foi aquela sequência de 14-0 nos momentos finais. Sinceramente, quando vi o placar meio apertado, pensei “lá vamos nós de novo com o Heat sofrendo”. Mas não — eles simplesmente ligaram o modo playoff e meteram essa parcial que decidiu o jogo.

    Pelle Larsson também merece destaque: 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). O moleque tá evoluindo demais e pode ser uma peça importante nessa reta final. Miami tá na nona colocação do Leste, praticamente empatado com o Orlando Magic na oitava posição.

    Sixers com boa performance, mas não foi suficiente

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid fez os seus 26 pontos, mas faltou aquela pegada final que decide jogos. Tyrese Maxey teve uma noite completa com 23 pontos, 9 assistências e 7 rebotes — estatística de All-Star mesmo. Paul George contribuiu com 19 pontos, mas o time não conseguiu sustentar o ritmo quando o Heat apertou o cerco.

    Uma curiosidade: VJ Edgecombe, que é das Bahamas, teve uma torcida especial em Miami. Galera veio das ilhas só pra ver o moleque jogar e ficaram agitando bandeiras toda vez que ele fazia algo bom. Que atmosfera legal, né?

    Com essa vitória, o Heat mantém viva a esperança de sair da zona do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições dessa região — o que daria duas chances de classificação pros playoffs. Vocês acham que o time do Erik Spoelstra consegue essa façanha? Eu tô começando a acreditar, viu…

  • NBA quer mudar o Draft de novo? As propostas são um desastre

    NBA quer mudar o Draft de novo? As propostas são um desastre

    Olha, eu sinceramente não sei mais o que a NBA tá pensando. Depois de criar um problema gigantesco com a reforma da loteria em 2019, a liga agora quer mexer de novo no Draft Lottery. E cara, as três propostas que vazaram na ESPN são simplesmente absurdas.

    Vamos fazer uma reflexão rápida aqui: antes de 2019, dois ou três times faziam tanking por temporada. Era chato? Era. Mas funcionava. Aí veio o Sam Hinkie e o “Process” dos 76ers, todo mundo pirou, e a NBA decidiu “resolver” o problema.

    A reforma de 2019 foi um tiro no pé

    A ideia parecia boa no papel — diminuir as chances dos piores times (todos com 14% de chance na primeira pick) e aumentar o número de times sorteados de três para quatro. O problema? A NBA não pensou nas consequências.

    Agora, em vez de 2-3 times fazendo tanking, temos NOVE dos dez times que vão ficar fora dos playoffs claramente perdendo de propósito. Isso é 30% da liga! Monstro de problema, não acham?

    A lógica é cruel mas simples: se você vai ser ruim mesmo, melhor ser muito ruim. Porque ficar na sétima posição é desperdiçar uma temporada inteira. Os times do meio da tabela perceberam que vale mais a pena ser horrível de vez do que mediocre.

    As novas propostas são piores ainda

    As três opções que estão sendo consideradas são praticamente draconianas. Sem entrar em detalhes técnicos (porque o artigo original não especifica), a direção é clara: punir ainda mais os times ruins.

    Mas aqui tá o X da questão — o Draft SEMPRE foi um mecanismo de equilíbrio de talentos. Os piores times pegam os melhores prospectos. Faz sentido, né? Especialmente agora que a free agency tá praticamente morta com todas essas extensões de contrato que os times podem oferecer.

    Se você não pode contratar ninguém decente na free agency e ainda vai ser punido no Draft por ser ruim… como diabos um time vai melhorar? É um círculo vicioso absurdo.

    A solução virou problema

    Sinceramente acho que a NBA criou um monstro e agora não sabe como matar. O tanking sempre existiu, mas nunca foi epidêmico como é hoje. E a tendência é piorar com essas novas propostas.

    Vocês acham que punir ainda mais os times ruins vai resolver alguma coisa? Na minha visão, só vai criar mais distorções no sistema. Os times vão encontrar outras formas criativas de perder — e talvez de maneiras ainda mais óbvias para os fãs.

    O pior de tudo é que essas mudanças afetam diretamente a competitividade da liga. Time ruim precisa de talento jovem pra crescer. Se você corta essa fonte… bem, prepare-se para ver os mesmos times dominando por décadas.

    E aí, o que vocês acham? A NBA deveria parar de mexer no que já tá funcionando mal ou tentar mais uma reforma mirabolante?

  • Maxey volta com sede de bola e salva os Sixers contra os Hornets

    Maxey volta com sede de bola e salva os Sixers contra os Hornets

    Três semanas longe das quadras por conta de uma lesão no dedo. Três semanas vendo os Sixers patinando sem ele. Quando finalmente teve a chance de voltar no sábado, Tyrese Maxey mostrou exatamente o quanto a Filadélfia sentiu sua falta.

    O cara simplesmente explodiu: 26 pontos em 10 de 18 arremessos, sete rebotes e oito assistências. E o mais importante? Nos momentos decisivos do último quarto, quando o jogo estava pegando fogo, ele assumiu a responsabilidade com sete pontos, quatro rebotes e três assistências.

    O trio dos sonhos finalmente em quadra

    Sabe o que mais me deixou animado? Foi a primeira vez desde 29 de janeiro que vimos Maxey, Joel Embiid e Paul George jogando juntos. Cara, desde que montaram esse Big Three, os caras mal conseguiram ficar saudáveis ao mesmo tempo!

    “Deixei o jogo vir até mim no começo”, disse Maxey após a vitória. “Todo mundo falava: ‘Cara, tá tranquilo, sabemos que você acabou de voltar. Vamos jogar.’ E eu respondi: ‘Podem contar comigo’.”

    Sede de bola depois de tanto tempo parado

    Olha, quem acompanha a NBA sabe como é difícil voltar depois de três semanas parado. O ritmo de jogo, o timing dos passes, a sincronia com os companheiros — tudo isso demora pra voltar. Mas o Maxey é diferente, monstro.

    E vocês acham que os Sixers conseguem manter esse trio saudável pelos playoffs? Porque sinceramente, quando esses três estão jogando juntos, Filadélfia vira um time completamente diferente. A questão é se o corpo aguenta.

    Essa vitória sobre Charlotte pode não parecer grande coisa no papel, mas pra um time que vinha sofrendo tanto, ter o Maxey de volta fazendo o que sabe fazer melhor foi como um alívio. Agora é torcer para que as contusões deem uma trégua e a gente possa ver esse trio funcionando de verdade.

  • Embiid acerta cotovelo na cara do LaMelo Ball e vira polêmica

    Embiid acerta cotovelo na cara do LaMelo Ball e vira polêmica

    Cara, o Joel Embiid não tá pra brincadeira mesmo. No jogo de sábado contra o Charlotte Hornets, o gigante do Philadelphia 76ers mandou um baita susto em todo mundo quando acertou o cotovelo bem na cara do LaMelo Ball durante uma disputa de rebote.

    A jogada foi feia, não vou mentir. Os dois estavam brigando pela bola quando o cotovelo do Embiid encontrou o rosto do Ball de uma forma nada bonita. Os árbitros pararam o jogo na hora e deram técnica pro pivô dos Sixers. Olha, eu entendo que é basquete físico, mas esse lance aí passou do ponto.

    Embiid voltando com tudo pras playoffs

    Esse foi só o segundo jogo do Embiid depois de ficar 13 partidas fora por causa de uma lesão no oblíquo direito. O cara tá claramente se preparando pra temporada de playoffs — e pelo jeito, tá vindo com sangue no olho mesmo.

    E olha só os números que ele tá fazendo quando tá saudável: 26.9 pontos, 7.5 rebotes e 4.0 assistências por jogo, com 50.1% nos arremessos de quadra. Aos 32 anos, o cara continua sendo um monstro absoluto. Falam o que quiserem do Embiid, mas quando ele tá 100%, poucos no mundo fazem o que ele faz.

    Sixers na corrida por vaga direta

    Agora vem a parte interessante: Philadelphia tá na 7ª posição do Leste, o que significa play-in. Mas eles tão só meio jogo atrás do Atlanta Hawks, que ocupa a 6ª colocação. Ou seja, ainda dá pra escapar desse torneio eliminatório e ir direto pros playoffs.

    Sinceramente? Acho que eles conseguem. Com o Tyrese Maxey também voltando de lesão, esse time dos Sixers pode ser perigoso na reta final. Só que vai ser osso — das oito partidas que restam, apenas três são em casa.

    E aí, vocês acham que o Embiid consegue levar os Sixers pra uma boa campanha nos playoffs? Ou será que essas lesões constantes vão pesar na hora H? Uma coisa é certa: quando ele tá jogando assim, Philadelphia vira um problema sério pra qualquer um.

  • Nick Nurse elogia postura dos 76ers em vitória ‘super intensa’

    Nick Nurse elogia postura dos 76ers em vitória ‘super intensa’

    Cara, o Nick Nurse tava radiante depois da vitória dos 76ers contra os Hornets no sábado. E olha, não é pra menos — foi um jogaço daqueles que a gente fica grudado na TV até o último segundo.

    O técnico canadense destacou como seus jogadores mantiveram a calma nos momentos mais tensos do quarto período. “Foi super intenso”, disse Nurse após o jogo. “Quando a coisa ficou realmente, realmente tensa no quarto período, achei que tomamos decisões muito equilibradas.”

    Execução perfeita nos momentos decisivos

    O que mais impressionou o treinador foi a frieza da equipe. Eles executaram uma jogada ensaiada que resultou numa tripla crucial — dessas que decidem jogo. E quando o LaMelo Ball (que jogador, né?) acertou uma bomba de três de longe, os Sixers não se abalaram.

    “Não foi realmente um erro nosso; ele só acertou uma bomba, sabe?”, comentou Nurse sobre a cesta do LaMelo. E depois disso? Philadelphia ajustou a defesa e controlou o resto da partida. Isso é mentalidade vencedora.

    Performance coletiva que impressiona

    Quatro caras chegaram aos dois dígitos na vitória, com destaque para o trio de peso. Embiid mandou 29 pontos, 6 rebotes e 2 tocos — o cara é simplesmente imparável quando está saudável. Tyrese Maxey contribuiu com 26 pontos e 8 assistências, enquanto Paul George teve um double-double monstro: 26 pontos e 13 rebotes.

    VJ Edgecombe, o rookie, também deu sua contribuição com 13 pontos. Esse moleque tem tudo pra ser especial na liga.

    Com essa vitória, os Sixers chegaram aos 41-33 na temporada, ocupando a sétima posição no Leste. Sinceramente, depois daquela temporada frustrante do ano passado quando ficaram fora dos playoffs, ver essa evolução é animador demais.

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem garantir aquela vaga direta nos playoffs? O próximo teste é contra o Heat, e sabemos como Miami pode ser perigoso nessa época do ano.